Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talkingLição de caligrafia #50
Boa noite!

                
       





















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TODAY’S SOUND: DAVID BAILEY POR ARTHUR MENDES ROCHA

David Bailey é um dos maiores fotógrafos britânicos vivos; já inspirou filmes, teve romances com algumas das mulheres mais estilosas do planeta, além de ser um dos responsáveis pela swinging London e toda uma inovação na fotografia de moda e das celebridades.

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Bailey nasceu em uma família simples, no East End londrino, era disléxico e nunca foi muito chegado nos estudos. Ele gostava de observar a atmosfera ao seu redor até optar pela fotografia.

Ele viveu sua infância e adolescência durante um período conturbado: a Segunda Guerra Mundial, onde presenciou sua cidade (incluindo sua casa) ser bombardeada pelos alemães.

Sua família o levava muito para se esconder nos cinemas, pois era mais barato que ligar o gás em sua casa, até o cinema que frequentava ser bombardeado. Ele declara que os alemães mataram Mickey e os personagens Disney, pois acabaram com o cinema onde ele via seus desenhos favoritos.

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Aos quinze anos, ele abandona de vez a escola e procura se empregar; seu primeiro emprego foi em um pequeno jornal, até ser chamado para servir pela Força aérea britânica em Singapura.

Ao retornar, ele adquire sua primeira câmera, uma Rolleiflex, inspirado pelo trabalho de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, especialmente pela foto ‘Kashmir” (foto baixo).

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Logo ele consegue trabalho como assistente do fotógrafo de moda John French, um dos mais respeitados na Londres do final da década de 50.

No estúdio de French, ele aprende vários macetes de como deixar uma modelo ainda mais atraente e começa a fazer algumas experimentações próprias. Uma de suas primeiras inovações foi a maneira como fotografou um editorial de inverno, com a modelo agachada e dando de comer para um esquilo.

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Em 1960, ele casa com Rosemary Bramble, que o apresenta para John Parsons, diretor de arte da Vogue britânica e aonde vai realizando seus primeiros trabalhos.

Neste período ele conhece aquela que será a sua primeira grande musa: Jean Shrimpton, mais conhecida como “the face of the 60’s”, uma das mulheres mais lindas que a moda já produziu.

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Em 1962, ele é chamado para um trabalho pela Vogue: fotografar um editorial intitulado ‘Young Ideas Goes West”, com locações em Manhattan. Bailey só aceita o trabalho se Shrimpton fosse a modelo. A revista resiste, mas acaba aceitando suas condições.

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Estas fotos se tornariam históricas, pois foi um dos primeiros editoriais que explorou a locação de maneira original, com Shrimpton vagando pelas ruas com um ursinho de pelúcia e tendo ao fundo anúncios, cabines de telefone, grades de quadras de basquete, numa atmosfera de pop-art.

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As fotos surpreendem a todos ao serem publicadas e chama a atenção do mundo inteiro, especialmente de Diana Vreeland, que convida Bailey e Shripton para fotografarem para a Vogue América. É célebre a frase que Vreeland fala aos dois chegarem lá: ‘Parem tudo, lá vem os britânicos”.

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Este episódio foi tão importante na moda que gerou um telefilme da BBC “We’ll take Manhattan”, de 2012, com o atores Aneurin Barnard e Karen Gillan fazendo os papéis de Bailey e Shrimpton respectivamente e que podemos ver o trailer abaixo.

Eles eram o casal do momento, tanto profissional quanto romanticamente, tendo ele fotografado capas e vários editoriais com ela para as Vogues.

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Bailey era muito atraente, ele conquistava facilmente as mulheres que se entregavam para ele tanto na frente quanto atrás das câmeras, atraídos pelo seu jeito rebelde, bad boy, com ares rock n’ roll.

Bailey, junto com os fotógrafos Terence Donovan e Brian Duffy (que formavam a Black Trinity), fazia parte de um movimento da cultura britânica que reunia moda, música, comportamento, era uma juventude efervescente que tomava conta das artes, da noite, circulava pelos clubs da moda e pela King’s Road e que ficou conhecida no mundo inteiro como a Swinging London.

David Bailey

O movimento foi tão forte que inspirou o filme ‘Blow-Up” de Michelangelo Antonioni e que se baseou em Bailey para compor o fotógrafo que é o personagem central do filme.

Uma das primeiras fotos de Mick Jagger que circularam nas revistas de moda foi feita por Bailey, já que os dois eram amigos, pois Jagger era namorada da irmã de Shrimpton na época.

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O primeiro livro de fotografias de Bailey foi lançado em 1964, “Box of Pin-ups” e causou alvoroço, já que reunia as celebridades da época (como os Beatles), mais gangsters (como os irmãos Krays), mais astros do cinema (como Terence Stamp e Michael Caine)) e a realeza (Lord Snowdon). Este foi um dos motivos pelo qual não foram feitos muitos exemplares e nem uma edição americana. Hoje esta caixa está fora de catálogo e vale pelo menos umas 20 mil libras.

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Outra foto famosa de Bailey nos anos 60 foi a de Marianne Faithful (que ele conheceu através dos Stones), que ele declara ter sido inspirada nos filmes de Bergman como ‘O Sétimo Selo”.

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Aliás, a primeira capa de um disco dos Stones (incluindo Brian Jones) também foi fotografada por ele.

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Em 1965, ele conhece, através de seu amigo Polanski, Catherine Deneuve e se apaixona por ela, vindo a casar no mesmo ano.

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Um pouco desta história é contada no documentário “The Real Blow-Up”, produção da BBC2 e que merece ser assistido:

Enquanto isto, ele continuava fotografando para a Vogue como freelancer, sendo considerado a energia, a eletricidade e o talento que fazia a revista acontecer nesta época.

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No final dos anos 60 e início dos 70, ele também dirige comerciais (para clientes como a Cadbury) e documentários tendo como assunto Cecil Beaton, Andy Warhol e Luchino Visconti.

Nesta época, ele também conhece a socialite e modelo Penelope Tree, outro dos rostos marcantes dos 60’s, e fica fascinado por ela. Não demorou muito para que ele deixasse Deneuve, se divorciando dela em 1972.

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Em 1975, ele casa com outra modelo, Marie Helvin, uma das mais badaladas modelos inglesas dos anos 70.

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Bailey irá lançar vários livros durante sua carreira entre eles “Trouble and Strife”, ‘Nudes 1980-84”, “Rock and Roll heroes”, entre outros.

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Nos anos 80, ele será o fotógrafo oficial do Live Aid, fotografando os músicos envolvidos como Freddie Mercury, Paul Weller, Bob Geldorf, Duran Duran e mais.

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Em 1987, ele ganha um prêmio no Festival de Cannes por um filme produzido para o Greenpeace.

Além disso, também irá lançar um filme em 1995 com sua nova mulher (com a qual é casado até hoje), a também modelo Catherine, e intitulado “The Lady is a Tramp”.

Em 1998, ele dirige outro documentário sobre modelos: “Models Close-up” para o Channel 4.

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Durante os anos 00, Bailey continua produzindo, lançando novos livros, fotografando novas personalidades do momento, contribuindo para revistas de moda, além de ser nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico pela rainha.

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Recentemente ele teve uma grande retrospectiva (a maior de sua carreira) na National Portrait Gallery em Londres, intitulada “Stardust” e com mais de 250 retratos de algumas das personalidades mais marcantes do século XX e XXI como Nelson Mandella, David Bowie, Rudolph Nureyev, Karl Lagerfeld, Andy Warhol, Jane Birkin, Jack Nicholson, Kate Moss, Francis Bacon, Bob Dylan, Alexander Mcqueen, Grace Jones, Roman Polanski, e muitos outros.

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TODAY’S SOUND: JUNGLE FEVER POR ARTHUR MENDES ROCHA

E finalizando os documentários do Music Nation, um projeto da revista Dazed & Confused em parceria com o Channel 4 inglês, hoje falaremos de “Jungle Fever”.

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Jungle é a denominação para o ritmo que aumenta a velocidade dos breaks (batidas quebradas) e cujo bass é bem pronunciado.

 É uma subcultura bem inglesa, influenciada pelo caldeirão de sonoridades que é a Inglaterra, com ritmos como ragga, música caribenha e som da comunidade negra, um R&B bem mais sujo, mais gueto e bem urbano; uma espécie de resposta dos ingleses ao hip hop americano.

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O jungle seria o princípio do que veio a se tornar o drum & bass, que acabou dando uma suavidade para o jungle, privilegiando a sonoridade mais Black, mais melódica.

Quando eu vivia na Inglaterra, em 1989, as primeiras experimentações de jungle foram realizadas pelo Shut Up and Dance, presentes no doc com músicas como “Derek Went Mad” e “Dance Before the Police Come”:

Os Ragga Twins também foram precursores do gênero e tinham produções como “Splifhead”, que eles lançaram pelo selo Shut up and dance, e que apostava na sonoridade jungle, utilizando samples e vocais ragga e uma das primeiras músicas com breaks, quando ninguém estava fazendo isso, já que a Inglaterra estava dominada pela cultura clubber e principalmente pelo house e techno.

Assim, o jungle ia conquistando pouco a pouco o seu espaço, convivendo com os outros ritmos nos clubs ou em festas menores até começar a se tornar mais e mais difundido.

jungle - foto 2

É claro que isso não aconteceria sem a ajuda das rádios piratas, especialmente as localizadas em Hackney, um dos lugares de onde saiam os sons do jungle.

Outra peça fundamental no jogo eram lojas de discos como a Blackmarket, cujo proprietário, Nicky (foto abaixo), e a Music Power, lançavam os vinis de forma independente, sem a ajuda das grandes gravadoras, que ainda não tinham acordado para este novo movimento.

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No início dos aos 90, DJs e produtores vão aparecendo e fazendo com que aquele som soturno, muitas vezes dark, com uma atitude mais séria, extremamente rápido, fosse tomando conta da juventude inglesa e dos antenados ao redor do mundo.

Djs e frequentadores da cena como Fabio, Grooverider, DJ Hype (nas fotos abaixo), Daddy Earl, Slipmatt, Brockie, Ray Keith, Kenny Ken, DJ Outrage, Skibadee, todos eles falam no doc de como tudo começou como um movimento ao estilo dos punks, onde eles tinham os seus clubs, o seu jeito de dançar, os seus códigos, a sua linguagem.

jungle - groverider e fabio

jungle - dj hype

O DJ Hype tem uma track no doc que é “Roll the beats”:

Clubs como o Labyrynth, Sanctuary, as noites de jungle aos domingos no Blue Note, a Metalheadz (fotos abaixo), tudo isto aparece em ótimas imagens de arquivo, mostrando algo que na época era o que de mais moderno a música estava produzindo.

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Não demorou muito para que o jungle tivesse o seu superstar, Goldie, que produziu um dos álbuns mais importantes do movimento, ‘Timeless”, cujo hit era “Inner City Life”:

Goldie também funda o selo Metalheadz em 1994 e com sua fama aumentando, acaba ficando amigo de outros artistas como Bjork (com quem teve um romance), Oasis e até mesmo David Bowie, que acabou fazendo um álbum influenciado pelo jungle.

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Mas como toda a subcultura, esta acabou se tornando cool demais, ela teria que mudar para continuar existindo e isto acabou acontecendo quando o drum & bass se tornou uma sensação mundial, com várias noites dedicadas ao gênero.

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Quando o gênero chegou ao Brasil , ele teve aqui uma cena que foi reconhecida mundialmente e formando Djs como Mark Marky, Patife, entre outros, que passaram a tocar nos melhores clubs.

Abaixo o link para ver o documentário completo:

 

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TODAY’S SOUND: 20 FEET FROM STARDOM POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Oscar deste ano apara melhor documentário foi para um doc musical: “20 feet from stardom” e através dele ficamos conhecendo algumas das melhores backing vocals que já existiram, cantores e cantoras que ficam atrás das estrelas, ou a alguns centímetros de distância do estrelato (como o título do filme sugere).

O doc fala sobre algumas vocalistas como Darlene Love, Tata Vega, Lisa Fischer, Merry Clayton, Claudia Lennear, Judith Hill, entre outras.

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O filme foi dirigido por Morgan Neville, documentarista que já dirigiu docs musicais de Muddy Waters, Johnny Cash e da gravadora Stax, todos indicados ao Grammy, e também o premiado ‘The Cool School”, sobre a cena de arte contemporânea de Los Angeles.

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A produção ficou a cargo de Gil Friesen, executivo da indústria fonográfica que sempre teve vontade de contar a história das backing singers, tendo sido presidente do selo A&M durante muito tempo até vendê-lo.  Infelizmente, ele veio a falecer logo após o filme ter sido lançado, não tendo presenciado o filme receber o Oscar.

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’20 Feet from Stardom” acompanha algumas destas vocalistas, falando de como começaram, com quem já cantaram, através de depoimentos de artistas como Stevie Wonder, Mick Jagger, Sting, Bruce Springsteen, Sheryl Crow, Patti Austin, entre outros.

É muito emocionante ver como estas mulheres batalharam para serem profissionais da música, tendo iniciado a cantarem em corais de igrejas gospel americanas, treinando suas vozes desde a mais tenra idade para quem sabe um dia virem a se tornar estrelas.

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Porém, o destino quis que elas não fizessem sucesso na carreira solo e sim apenas acompa-nhando artistas famosos e sendo fundamentais para que a música e as apresentações deles tivessem o reconhecimento que tiveram.

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Uma das protagonistas é Darlene Love, cantora veterana que começou sua carreira no final dos anos 50 no grupo The Blossoms e que teve um single no primeiro lugar, “He’as rebel’, vindo a assinar com o célebre produtor Phil Spector logo em seguida.

A música foi creditada ao grupo The Crystals, mas a voz é de Darlene.

Com Spector, ela contribuiu para vários hits como “Be my baby’ (das Ronettes), ‘The Shoop Shoop song (it’s in his Kiss)’ de Betty Everett, ‘Da doo Ron ron”( The Crystals), entre outras.

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Porém, no doc ela revela que depois do sucesso de “He’s a rebel’, ela gravou uma nova canção com Spector, “He’s sure the boy I love”, achando que seria lançada como sua canção solo, mas ele lançou como sendo das The Crystals.

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Darlene ficou famosa do público como a esposa de Danny Glover nos filmes ‘Lethal Weapon” (Arma mortífera) e na entrega do Oscar, ela deu uma pequena amostra do poder de suas cordas vocais:

Darlene chegou a fazer faxina quando ficou sem trabalho, mas agora ela voltou a ser reconhecida e recentemente foi incluída no Rock n’roll Hall of Fame, tendo sido apresentada por Bette Midler.

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O filme tem esta e outras histórias interessantes de vocalistas como Tata Vega, que trabalha com artistas como Elton John, chegou a gravar solo, lançou disco, e teve até um hit na era disco, ‘Get it up for love”:

Porém, mesmo com toda esta badalação, Tata não conseguiu o sucesso esperado e teve que voltar a fazer backing vocals para poder sobreviver e até hoje ela continua acompanhando astros em turnês.

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Outra que tem destaque no doc é Lisa Fischer, cantora maravilhosa que além de linda, tem uma belíssima voz e era uma das promessas do R&B americano no início dos anos 90. Ela chegou a ganhar um Grammy com a canção ‘How can I ease the pain” do seu disco de estreia ‘So Intense”, de 1991:

Lisa tem um alcance de voz notável, participou de vários discos , turnês de artistas como Sting, Luther Vandross, Roberta Flack e até dos Rolling Stones, tendo cantado várias vezes no stage com Mick Jagger na música “Gimme Shelter”:

Ela continua atuando como backing vocal, tendo desistido da carreira solo, hoje em dia está mais gordinha, mas a voz continua linda.

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Claudia Lennear tem uma das histórias mais curiosas: backing vocal de Ike & Tina Turner, Joe Cocker, Leon Russell, George Harrison, basta ver ela se apresentando ao lado de Turner, como parte das Ikettes, para ver sua presença no palco (ela é a de cabelo mais comprido):

Lennear ela era linda de morrer, uma afro-americana de fechar o comércio, cantada e paquerada por 9 entre 10 dos pop stars, tendo músicas de Jagger, ‘Brown sugar”, e Bowie, “Lady grinning soul”, inspiradas por ela.

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Ela chegou a lançar um LP solo em 1973, ‘Phew!”, pousou para a Playboy e fez filme ao lado de Clint Eastwood, mas acabou desistindo de tudo e hoje é professora de espanhol.

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Abaixo uma entrevista com ela para promover o filme na Inglaterra: 

Merry Clayton alcançou a fama como uma das Raelettes, as vocalistas que acompanhavam Ray Charles em suas apresentações.

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Além disso, ela trabalhou com os Rolling Stones (ela que gravou a versão de “Gimme Shelter” original), Barbra Streisand, The Doors, Bee Gees, Joe Cocker, Lynyrd Skynyrd, Carole King, Ringo Starr e muitos outros, bem como gravou discos solo e casou com o jazzista Curtis Amy.

Abaixo uma entrevista com ela falando de suas colaborações:

No vídeo acima também está presente Judith Hill, a mais nova do grupo das backing, ela trabalhou com Stevie Wonder e Michael Jackson e continua sonhando em ser uma artista solo.

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O filme agradou em cheio às plateias dos lugares em que foi mostrado, foi um dos destaques do Festival de Sundance de 2013, bem como ganhou o melhor documentário no Spirit Awards, o prêmio do cinema independente americano, onde elas se apresentaram interpretando ‘Lean on me”:

 Sem elas, músicas como ‘Respect’ de Aretha Franklin, além de sucessos de Elvis Presley, Lou Reed, Michael Jackson, Bowie, Stones e muitos outros não teriam aquele vocal a mais, o vocal que fica ao fundo, mas que é parte fundamental para que a canção tenha a força e intensidade necessária para se tornar um grande hit e fazer história.

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