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TODAY’S SOUND: JOY DIVISION POR ARTHUR MENDES ROCHA

Mesmo tendo uma curta existência, o Joy Division foi uma das bandas mais influentes do pop moderno; seu som inovador e os vocais sofridos de Ian Curtis deixaram a sua marca para sempre na música.

Joy-Division1A banda se originou em 1976, em Manchester, quando os amigos Bernard Summer e Peter Hook ficaram tão impressionados com um show do Sex Pistols e viram que para formar uma banda, bastava enfiar as caras e fazer, comprar os instrumentos e experimentar até criar o seu próprio estilo.

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Na tentativa de arranjar um vocalista, eles colocam um anúncio na loja de discos Virgin para recrutar um, e quem acaba respondendo (o único por sinal) é justamente Ian Curtis.

O primeiro nome escolhido foi Warsaw, mas existia outra banda com o nome parecido e eles optaram pelo nome Joy Divison (Divisão da alegria), inspirado em uma passagem do livro “House of Dolls”, escrito por Ka-tzetnik 135633, onde o autor se refere com este nome a  um grupo de prostitutas que entretinham os nazistas.

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No primeiro EP da banda, ‘An Ideal for living” (hoje raríssimo de ser encontrado), a capa se refere à juventude nazista, com um jovem tocando um tambor (desenhado por Summer) e o som é bem cru, bem punk mesmo.

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A existência do Joy Division foi uma das mais rápidas, já que Ian Curtis cometeu o suicídio em 1980, quatro anos depois que a banda começou.

Tony Wilson é outra figura essencial para banda, pois fundou a Factory Records, foi o primeiro a apostar na banda e ver o seu potencial. Ele até mereceu um filme a seu respeito, ’24 hour party people”.

A trajetória do JD é cheia de histórias, fatos que foram sendo elucidados com o tempo, mas ninguém nuca saberá o que levou Curtis ao suicídio, mesmo que ele sofresse de depressão, epilepsia e tivesse uma alma torturada e dividida entre dois amores (sua esposa Debbie e a amante Anik), além de uma filha.

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Segundo Summer, Ian estava nos extremos da vida, ele chegou a trabalhar em centros de reabilitação e uma de suas músicas mais famosas “She’s lost control’ (do álbum ‘Unknown Pleasures”) foi inspirada em uma jovem que frequentava o centro em busca de trabalho:

Curtis foi quem apresentou à banda, álbuns que ele gostava como os do Kraftwerk e os de David Bowie produzidos por Brian Eno, o que fez Summer começar a utilizar sintetizadores em músicas como ‘I Remember nothing”.

Curtis já foi tema de inúmeros livros, ensaios e até de um filme: ‘Control’, dirigido por Anton Corbjin (o diretor famoso por videoclipes), filme em preto e branco, soturno, lento e que é um belo retrato sobre este artista incompreendido. Abaixo uma cena do filme, com atores no lugar da banda interpretando ‘Dead Souls”:

Para fazer este post, reli várias entrevistas com a banda, de como os demais integrantes não se deram conta que Curtis poderia ter feito o que fez, onde eles erraram, o quanto ele havia dado pistas em suas letras e que na época eles não perceberam, enfim, mas uma coisa é certa: Curtis sempre parecia deixar a impressão de que ele estava bem, ela não queria preocupar ninguém e não fazer alarde à sua pessoa.

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Um dado interessante é que as letras, todas feitas por Curtis, tinham influências de autores como William Burroughs e J. G. Ballard, mas a banda sequer lia as letras e achavam que elas combinavam com as músicas (na maioria escritas por Summer), mas estas mostravam temas como culpa, raiva, medo, claustofobia até um curioso fatalismo.

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O Joy Divison gravou apenas dois álbuns: “Unknown Pleasures” e ‘Closer’ e ambos entraram para a história da música como álbuns impecáveis, criando um som característico, que ninguém na época fazia, já abordava  temas que não costumavam ser abordados pela música pop; eles não eram uma banda punk, o punk fala de dentro para fora, da realidade social, enquanto o som do Joy busca um diálogo interno. Era um gótico mais dançante, tudo isto encorpado pela instrumentação.

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Inclusive, o produtor destes dois discos, Martin Hannett procurou tornar a banda em estúdio como se estivessem em um sonho, com a sensação de estar em suspenção, de estarem presos em uma trama complexa, perdendo até um pouco da ‘sujeira”, da empolgação das apresentações ao vivo, mas que agradou em cheio todos os admiradores que a banda conquistou.

Abaixo eles interpretam ‘Disorder” do álbum ‘Unknown Pleasures”:

Em depoimentos dos membros restantes, eles criticam esta decisão do produtor, mas acabam reconhecendo que isto ajudou a criar o mito que se tornou o Joy Division, com toda a melancolia e a profundidade deles.

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Hannett colocava sintetizadores e efeitos sonoros como garrafas quebrando, barulhos de alguém mastigando batatas fritas, guitarras com o som ao contrário. Inspirado por bandas como The Doors, The Velvet Underground, Throbbing Gristle, e muitas outras, o produtor procurou trazer aos estúdios todo o seu conhecimento musical.

As capas de ambos os discos são bem darks e tornaram-se ícones gráficos;  idealizadas por Peter Saville, elas refletem justamente o que a banda é, imagens fortes, contrastantes.

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Em ‘Unknow Pleasures”, ele utiliza imagens baseadas em ondas de rádio e somente isto na capa, a imagem do branco no preto e as informações apenas dentro do álbum (inclusive o nome da banda).

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Um dos destaques era “Shadowplay”:

Logo após este álbum, a banda lança o single “Transmission”:

O segundo disco “Closer” só foi lançado após a morte de Curtis, e a capa, escolhida pelo próprio Curtis, não pode ser mais pessimista (e linda ao mesmo tempo), com uma imagem de um túmulo de um cemitério italiano, em Genova, com concepção de Saville, tudo branco e a imagem em p&b.

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Segundo a própria definição de Hook, “Closer’ é a trilha sonora da distância; a distância do primeiro e do segundo álbum, a distância entre os pontos, entre as pessoas, de estar junto ou sozinho.

Por incrível que pareça, o maior sucesso comercial da banda, a música ‘Love Will tear us apart’, foi lançada apenas como single e também após a morte de Curtis e mostra justamente o momento em que Curtis vivia dividido, confuso, sofrendo de ataques epiléticos e dependente de drogas.

Outro disco lançado após a morte de Curtis foi ‘Still”, com músicas que não haviam sido lançadas, sobras de estúdio e faixas ao vivo. O título refere-se a algo que continua (mas que na verdade não continua) e baseia-se numa frase do livro ‘Herzog” de Saul Bellow e também refere-se ao cineasta Werner Herzog, a cujo filme ‘Stroszek”, Curtis assistiu antes de se suicidar.

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Depois que o Joy Division terminou, os integrantes remanescentes criaram o New Order, outra excelente banda que está na ativa até hoje, de grande sucesso comercial e mesmo que com alguns ressentimentos entre eles.

A morte dele gerou comoção entre seus fãs e muito da atitude pessimista, dark, gótica do início da década de 80, foi também atribuído à seu trágico desaparecimento.

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Só com isso, o Joy Division já entrou em lugar de destaque no pop mundial, com uma adoração e uma legião de seguidores que permanece até hoje.

Sem o Joy Division, toda uma geração de bandas do pós punk, do pop depressivo dos anos 90 e mesmo das bandas mais modernas, jamais existiriam.

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TODAY’S SOUND: BAUHAUS POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Bauhaus é o que se pode chamar de uma banda gótica em todos os sentidos, seja na maneira de cantar, na sua atitude, no seu estilo de vestir, nas suas letras; não é a toa que eles são considerados a primeira banda gótica.

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 A banda começou como um trio composto por Daniel Ash (guitarra), David J. Haskins (baixo) e seu irmão mais novo, Kevin (bateria), que se apresentavam como o The Craze.

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Eles chegaram a se apresentar em alguns clubs de Northampton, Inglaterra, mas Ash queria que seu colega, Peter Murphy, participasse da banda, já que ele tinha o visual perfeito para uma banda de rock.

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Peter nunca havia cantado e nem sequer tido qualquer contato com a música, mas resolveu se aventurar e participar da banda. Ele parece ter nascido para isto, pois sua voz penetrante e seu visual o tornaram um ícone.

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O nome desta nova banda seria Bauhaus 1919, inspirados pelo movimento alemão de mesmo nome, sendo que a banda utilizou até a mesma tipografia em algumas de suas capas.

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Seu som é pós-punk com influências diversas que vão do new wave ao glam, passando pelo krautrock e até dub reggae.

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Em setembro de 1979 eles lançam seu primeiro single pelo selo Small Wonder, “Bela Lugosi’s dead”, e passam a assinar somente como Bauhaus.

O single vai se tornar um dos marcos do movimento gótico, ficando por anos na parada independente inglesa.

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Seu próximo single é “Dark Entries’, o primeiro com a nova gravadora 4AD, aqui numa apresentação ao vivo, com Peter sem camisa, com muita sombra e fumaça:

Depois de fazer shows nos EUA, eles lançam o single “Telegram Sam” (regravação de uma canção do T-Rex):

Em outubro de 1980, eles lançam seu primeiro álbum, “In the Flat Field”, que fica no primeiro lugar da parada independente inglesa e no 72º lugar na parada pop.

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A banda acabaria ficando pouco na 4AD e passam para o selo Beggar’s Banquet, que tinha mais infra e por onde lançam seu segundo álbum, ‘Mask”, que continha o single “Kick in the eye”:

O álbum mostra uma direção um pouco diferente no som da banda, com mais nuances de metal e uso de elementos eletrônicos como sintetizadores, atingindo o 30º lugar na parada pop.

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A Beggar’s Banquet capricha na programação visual das capas e singles da banda, geralmente em p&b e com refinada direção artística, seja nas imagens escolhidas e na diagramação visual.

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Contudo, é com a gravação de um cover de Bowie, “Ziggy Stardust”, que a banda tem seu primeiro hit, chegando no 15º lugar nos charts e levando-os a se apresentar no Top of the Pops:

Em 1982, eles lançam u novo álbum, “The sky’s gone out”, com uma nova versão da música “Spirit” e ficam no quarto lugar nos álbuns mais vendidos:

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Nesta mesma época, eles são convidados a aparecer na cena de abertura do filme “The Hunger” (Fome de Viver), numa inesquecível sequência dentro de um club onde Peter Murphy canta “Bela Lugosi’s dead”.

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Logo em seguida, eles saem em turnê, porém, antes dos shows em Londres, eles decidem terminar com a banda.

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Após os shows de despedida no Hammersmith Odeon, é lançado o álbum “Burning from the inside”, em 1983, porém Peter teve pneumonia bem na época da gravação, assim muitas das canções não são interpretadas por ele e sim por Dash.

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Um dos hits do álbum é ‘She’s in parties”:

Com o final da banda, cada membro partiu para projetos pessoais:

Peter Murphy formou o Dali’s Car com Mick Karn (do Japan) que chegou a gravar um álbum. Ele teve mais sucesso como artista solo, gravando os álbuns “Should the world fail to fall apart” (1986), “Love Hysteria’ (1988), “Deep” (1989), gravando mais cinco álbuns durante os anos 90 e 00. Seu último trabalho é ‘Ninth’ de 2011.

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Daniel Dash formou o Tones on Tail junto com Kevin e mais tarde a eles se juntou David e formaram o Love & Rockets, que teve algum sucesso e gravou sete álbuns.

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Houve uma tentativa de voltar com o Bauhaus, mas Peter não compareceu aos ensaios.

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Isto só viria a acontecer em 1998, quando o Bauhaus, com sua formação original, volta para uma nova turnê, a “Ressurection Tour”, onde é gravado o álbum ao vivo, “Gotham”, que deveria virar um filme (que nunca foi lançado) e cujo trailer vemos abaixo:

Em 2005, eles voltam a se reunir para tocar um elogiado set em Coachella e depois saem em turnê que dura até 2006, passando por EUA e Europa.

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Ainda em 2006, eles abrem alguns shows do Nine Inch Nails e, em 2008, o Bauhaus volta a lançar um álbum de inéditas com ‘Go away White”.

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TODAY’S SOUND: SCOTT WALKER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Esta semana voltamos para a música, falando de alguns artistas que mesmo não sendo um estouro comercial, são famosos por sua música mais introspectiva e de qualidade inegável.

Hoje começaremos falando de um artista que estourou nos anos 60 e que se reinventou nos anos 00; ele é Scott Walker

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Scott nunca havia pensado em ser um cantor, apesar de gostar de música e performance, ele começou como um ator mirim no programa de Eddie Fisher (ex-marido de Debbie Reynolds e Elizabeth Taylor) nos anos 50.

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Não demorou muito para que ele fosse comercializado como um ídolo jovem, assinando como Scott Engel:

Ele acabou mudando seu estilo quando se interessou por jazz, pela geração beat, pelo cinema europeu e aprendendo a tocar baixo. Depois de participar de alguns grupos, ele se uniu a John Maus e ambos trocaram sua identidade passando a assinar como John Walker e Scott Walker, ficando conhecido como The Walker Brothers, em 1964.

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Inclusive Scott não era para ser o vocal principal da banda, isto acabou acontecendo por acaso.
The Walker Brothers lançaram várias músicas, mas nos EUA eles nunca chegaram a estourar, seu sucesso aconteceu mais na Inglaterra, onde chegaram ao primeiro lugar das paradas com músicas como “Make it easy on yourself” (de Burt Bacharach):

e “The Sun ain’t gonna shine anymore”

Seu sucesso na Inglaterra foi tanto que uma época eles tinham mais fãs que os Beatles.
Porém, em 1967, depois de diferenças artísticas entre Scott e John e uma queda nas vendas, eles resolvem se separar.

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Scott então lança três álbuns solos seguidos: “Scott”, “Scott 2” e “Scott 3”, mesmo assim Scott estava cada vez mais recluso e optando por uma linha mais dark em seus trabalhos. Ele até chegou a passar um tempo em um monastério onde estudou canto gregoriano e música clássica.

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Uma amiga sua que trabalhava na Playboy, o apresentou ao trabalho de Jacques Brel, o artista belga de canções mais lentas e profundas, da qual ele regravou “Mathilde”

E também “Jackie” (que mais tarde virou tema da irmã de Patsy em ‘Absolute Fabulous”):

Sua fama era tanta, que em 1969 ele chegou a ter um programa próprio na BBC chamado “Scott” onde cantava de tudo e havia uma tentativa em transformá-lo num cantor pop tradicional; imagens destes programas são raríssimas hoje em dia.

Em 1970, ele cantou o tema do filme “Sunflower” (Girassóis da Rússia), música esta que interpreta em um programa de TV abaixo:

Porém não era isso que Scott queria para sua carreira e lança o álbum “Scott 4”, apenas com composições próprias e assinando como Noel Scott Engel, o que contribuiu para o fracasso comercial do álbum.

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Neste período, Scott entrega-se ao alcoolismo e lança álbuns apenas por razões contratuais, uma fase considerada ‘negra” em sua carreira.

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Em 1975, The Walker Brothers se reúnem novamente e gravam três álbuns juntos, porém nenhum deles atinge uma boa vendagem, apesar de serem bem recebidos pela crítica.

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Depois de 1978, Scott entra em um novo período de obscuridade, sumindo da vida pública por algum tempo.

Nos anos 80, ele ressurge graças à um novo disco ‘Climate of hunter”, mas logo desaparece novamente e sua música começa a gerar novo interesse nas novas gerações com o lançamento de seus álbuns em CD e também por coletâneas reunindo seus sucessos do passado.

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Em 1995, ele lança um novo disco intitulado ‘Tilt”, onde experimenta composições próprias com influências de rock industrial e música clássica, acompanhado de orquestra e dos mais diferentes tipos de som.

Em 1998, ele faz a trilha do filme ‘Pola X”, dirigido por Léos Carax (diretor do recente “Holy Motors”).

Em 2006, depois de onze anos sem gravar, ele finalmente lança um disco pela gravadora inglesa 4AD intitulado “The Drift”, um trabalho bem diferente dos outros, com influências de música de vanguarda e Stockhausen e cuja música título podemos conferir abaixo:

No mesmo ano, é lançado o documentário “Scott Walker: 30 century man” produzido por David Bowie e incluindo depoimento de vários artistas influenciados por ele como Radiohead, Brian Eno, Jarvis Cocker, Sting, entre outros. Abaixo o trailer do filme:

Depois de tantos anos de obscuridade, Scott voltou com tudo: já se apresentou em 2008 com Drifting and Tilting: The Songs of Scott Walker  no Barbican em Londres, participou da música ‘Big Sleep” com o Bat for Lashes e no ano passado lançou um novo álbum de inéditas intitulado “Bish Bosh”.

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