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Posts Tagged ‘Drácula’

TODAY’S SOUND: PENNY DREADFUL POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Penny Dreadful” está voltando para sua segunda temporada, depois de conquistar público e crítica ao misturar ícones da literatura fantástica com novos personagens, em plena Inglaterra vitoriana.

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A série foi concebida por John Logan (roteirista de “Gladiador”, “Hugo’ e “Skyfall”) que se inspirou nos chamados Penny Dreadfulls, os semanários publicados no século 19 e que contavam histórias fantásticas, de terror ou suspense.

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Abaixo o trailer da primeira temporada:

Além disso, Logan tem esta fixação com o final do século XIX, quando num período de dez anos foram lançados livros como “O retrato de Dorian Gray”, ‘Drácula”, “Guerra dos Mundos”, “O médico e o monstro” e ‘Frankenstein”.

Penny Dreadful

Assim, inspirado pelos personagens da literatura fantástica que povoam esta época, ele pegou um pouco de Drácula, Frankenstein, Dorian Gray, Jack o Estripador e misturou todas estas referências em ‘Penny Dreadful’.

O que me assustava quando comecei a assistir à série, era que esta seria mais do mesmo sobre vampiros e zombies, mas o que vi foi me surpreendendo e me mantendo interessado.

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Com produção de Logan e Sam Mendes (o diretor de “Beleza Americana”, ‘Revolutionary Road’ e agora dos filmes de James Bond), “Penny Dreadful” é um primor de trabalho, com cuidadosa reconstituição de época e ótimos atores, a série mostra que veio para ficar.

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Além disso, os novos personagens criados especialmente para a série são um ótimo gancho para contracenarem com personagens literários já conhecidos, mas com novas roupagens e enredos enigmáticos.

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A personagem central é Vanessa Ives, vivida pela linda atriz Eva Green (de ‘Os Sonhadores”, “Cassino Royale’, entre outros), e que está dando um show de interpretação, especialmente no episódio em que é revelado seu passado através de flashbacks.

Aliás, foi este episódio, o quinto da série, que me rendi aos encantos de “Penny Dreadful”.

Vanessa é uma amiga da família de Sir Malcom Murray (vivido pelo ator Timothy Dalton, que também foi James Bond) e este recorre à sua ajuda para que se una a ele para encontrar sua filha Mina, sequestrada por forças sobrenaturais.

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Mina era amiga de infância/adolescência de Vanessa e esta vai descobrindo ter poderes de se comunicar com o sobrenatural, em busca dos mistérios que cercam o desaparecimento da amiga.

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A eles também se une o americano Ethan Chandler (Josh Hartnett,de filmes como ‘As Virgens Suicidas” e que parece ter dado um tempo de papéis em comédias românticas hollywoodianas), que trabalha como pistoleiro em circo e que esconde um grande segredo, revelado no final da primeira temporada.

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Os demais personagens são:

- Dr. Victor Frankenstein (Harry Treadaway, de ‘Cidade das sombras’ e “Control”) – o criador do monstro é um jovem médico que também ajuda Sir Malcom e que vai descobrindo do que é capaz ao ressuscitar um cadáver e transformá-lo na criatura;

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- Frankenstein, a criatura (Rory Kinnear, o Bill Tanner dos novo filmes de Bond) – o monstro concebido pelo Dr. Frankenstein através das partes de vários cadáveres, que se rebela contra seu criador, lhe exigindo uma noiva (que deve aparecer na segunda temporada);

- Dorian Gray (Reeve Carney, que fez o Spider Man na Broadway) – o famoso personagem que não envelhece no livro de Oscar Wilde é aqui um belo jovem que se interessa por Vanessa, mas que também flerta com homens, como o próprio Ethan. Aliás, há uma cena de sexo dos dois que causou furor nos fãs da série;

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- Brona Croft (Billie Piper, também cantora e participou das séries “Doctor Who” e “Secret diary of a call girl”) – prostituta e namorada de Ethan, ela sofre de tuberculose (que na época era uma doença incurável);

- Sembene (Danny Sapani) – o fiel criado de Sir Malcom, que possui um rosto com estranhas cicatrizes e ajuda nossos heróis no combate ao mal;

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- Professor Van Helsing (David Warner, o icônico ator inglês de filmes como “A Profecia”, “Tron” e muitos outros) – o famoso caçador de vampiros também aparece em alguns episódios;

- Madame Kali (Helen McClory, ótima atriz que também atua na série “Peaky Blinders” e em vários filmes como “The Queen”, “Hugo”, “Harry Potter”, “Skyfall”)- espiritualista, ela aparece pouco na primeira temporada, mas será um dos destaques da nova temporada, mostrando um lado diabólico até então desconhecido (a cena dela na banheira de sangue e fumando promete…)

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A série tem clima gótico, mostra uma Inglaterra vitoriana, de ruas e becos escuros, sombras, cheia de visões sinistras, de criaturas que já conhecemos da literatura e que na série são mostradas no seu estado puro e natural, por isso ainda mais assustadoras e provocativas.

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Vanessa, Sir Malcom e Ethan não temem nada, seu objetivo é encontrar Mina e tirá-la das profundezas, de lugares habitados por monstros prontos a atacá-los, enfrentando desde vampiros até lobos.

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Assim, “Penny Dreadful’ nos mete medo, ficamos tensos, mergulhamos neste universo fantástico e cheio de ameaças onde tudo pode acontecer.

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Como o criador Logan mesmo definiu: “Todos os personagens escondem um segredo obscuro, todos tem um lado dark; temos demônios dentro de cada um de nós, que vão acabar vindo à tona, mais cedo ou mais tarde – somos todos monstros”.

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O produtor Mendes procurou se cercar de uma equipe impecável na criação deste universo; direção de arte, figurinos, cenários, elementos de cena; tudo é extremamente bem executado, bem como a maquiagem, os efeitos especiais, e o melhor: os produtores se recusam a utilizar CGI (efeitos de computação gráfica).

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A série é uma produção do canal Showtime (transmitida aqui pela HBO) depois de uma temporada de oito episódios, a nova temporada terá dez episódios e promete ser de arrepiar; a estreia é no dia 03 de maio no hemisfério norte, confiram abaixo o novo trailer:

Mal posso esperar pelos novos episódios, que devem vir ainda mais cheios de mistérios e revelações, além de enredos e situações aterrorizantes.

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TODAY’S SOUND: PLAN 9 FROM OUTER SPACE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Aproveitando que hoje é Halloween, falaremos de um clássico do cinema trash que entrou para a história do cinema como o “pior filme de todos os tempos”: “Plan 9 from Outer Space”.

Ed Wood dirigiu este híbrido de ficção-científica e terror, estrelando Bela Lugosi, Vampira (Maila Nurmi) e Tor Johnson, entre outros e o filme foi rodado em poucas semanas e com um orçamento bem reduzido (como todo o trash que se preza).

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Só com a direção e este elenco, o filme já mereceria seu lugar na história de Hollywood, já que Wood conseguiu “inserir” a participação de Lugosi através de cenas filmadas antes da morte do mesmo.

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Claro que isto visava aproveitar a figura de Lugosi como chamariz de bilheteria, ainda mais com ele fazendo alusões ao seu icônico personagem Drácula.

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Na verdade, a idéia inicial de Wood era fazer o filme “Tomb of the vampire” (ou “The Ghoul goes west”), por isto as cenas de Lugosi acabaram ficando “perdidas’ no filme.

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A participação de Lugosi acabou sendo uma espécie de homenagem de Wood à figura de Lugosi, um ator eternamente associado ao mito que criou nos filmes da Universal e que enfrentava problemas com seu vício em morfina.

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Os dois conviveram muito nos três últimos anos de vida do ator (ele faleceu em 1956) e isto foi tema do filme “Ed Wood” de Tim Burton, estrelado por Johnny Depp (como Wood) e Martin Balsam, que arrebatou o Oscar de melhor ator coadjuvante, vivendo Lugosi.

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Após a morte de Lugosi, Wood aprontou o roteiro de “Grave robbers from outer space”, em 1956, lançando-o no ano seguinte, mas o distribuidor só o lançou ao grande público em 1959 e com o título de “Plan 9 from Outer Space”. A troca do título foi imposto pela Igreja Batista, que era um dos financiadores do filme.

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Outro detalhe foi que Wood acabou substituindo Lugosi (que já havia falecido) pelo seu quiropata, Tom Mason (em participação não creditada) que, em muitas das cenas, usa a capa tapando o seu rosto para que o público não perceba que não se trata mais de Lugosi.

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Ed Wood também era uma figura peculiar do cinema, conseguia realizar seus projetos, acreditava em suas ideias com fervor, além de dirigir, produzir e escrever suas produções; ele também gostava de andar travestido (ou usando seu pulôver de fedora como na foto abaixo) e fez outro clássico trash “Glen or Glenda”.

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A estória fala de extraterrestres que pretendem impedir os humanos de construir uma arma que destruiria o universo e por isso lançam o ‘Plan 9” para ressuscitar os mortos e impedir estes acontecimentos, instaurando um caos generalizado e dominando a terra.

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Wood já enfocava os zombies, muito antes destes virarem figurinhas fáceis em filmes e séries de TV.

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Revendo o filme hoje, ele não deixa de ser divertido, ousado para a época, mas ao mesmo tempo, cheio de erros de continuidade e edição.

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Para se ter uma idéia, eis algumas “falhas” do filme: as cenas filmadas em estúdio diferem muito das rodadas em locações e deveriam fazer parte da mesma cena; em uma das cenas, é possível ver a sombra de um microfone, coisa que não era perceptível quando o filme foi lançado no cinema; alguns diálogos não fazem o menor sentido, como o texto inicial onde o narrador fala de fatos que irão acontecer no futuro, mas que na verdade já aconteceram no passado; as lápides do cemitério foram feitas de borracha e podemos perceber que estas se mexem.

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A produção era bem simples, os efeitos mal feitos, como os discos voadores que tremem ao voar, os cenários pobres que são preenchidos com cortinas e muita fumaça.

Abaixo um vídeo com algumas destas falhas:

Mas todas estas falhas acabam contribuindo para o charme e a aura cult que o filme foi adquirindo com o passar dos anos.

Outros criticados foram Vampira e Tor Johnson, pelos seus desempenhos fracos, especialmente Tor que mantém a mesma expressão no filme inteiro. Mas afinal, eles eram amigos de Wood e suas participações são fundamentais para o filme.

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 Vampira, persona criada pela atriz Maila Nurmi, foi a primeira host de programas de horror transmitidos pela TV.

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Maila começou a chamar atenção ao estrelar uma peça na Broadway intitulada “Spook Scandals”, um show apresentado à meia noite onde ela já ensaiava seus passos como musa do terror.

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Sobrevivendo como pin up durante os anos 50, ela fez uma aparição vestida de Morticia Adams e foi convidada por um produtor de TV para apresentar o programa The Vampira Show, que durou de 1954 a 1955, criando assim a personagem Vampira.

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 Mas foi com “Plan 9” que Vampira tornou-se uma referência pop, ao sair de uma floresta com as mãos para a frente. Abaixo algumas cenas dela no filme:

 No filme “Ed Wood”, ela foi vivida por Lisa Marie, a então mulher de Tim Burton. Maila veio a falecer em 2008, aos 85 anos de idade.

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Independente de todas as críticas, “Plan 9 from Outer Space” é considerado a obra-prima de Ed Wood, um filme que ele fez de tudo para que se tornasse realidade e que  mais diverte que assusta; graças às suas reprises na TV americana ou em sessões da meia noite transformou-se numa referência fundamental para o cinema trash e de baixo orçamento, conquistando as mais diferentes gerações.

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TODAY’S SOUND: HAMMER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hammer é um dos grandes estúdios de produção de filmes de terror ingleses e teve seu apogeu nos anos 60/70 quando suas películas eram ansiosamente aguardadas.

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O estúdio ficou famoso principalmente com seus filmes em cores fortes e com a presença de mulheres sensuais, criando daí um estilo próprio que foi copiado em várias produções do gênero.

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Além disso, cada produção da Hammer tem um visual bem característico, com direção de arte cuidada, cenários em castelos, calabouços, muita neblina, climas tensos e outros detalhes que se tornaram sua marca registrada: o famoso “Hammer look”.

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A Hammer é baseada em Londres, Inglaterra, e iniciou suas atividades nos anos 30 com o filme ‘The public life of Henry, the ninth”; porém, com a guerra, retornou à atividade somente nos anos 40.

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Seu fundador foi o comediante William Hinds e o nome Hammer teve origem em seu nome artístico, Will Hammer, cujo nome era o que denominava a região onde ele residia, em Hammersmith.

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Nos anos 40, o estúdio se dedicou à produção de thrillers policiais como ‘Death in high heels” até adquirir os direitos de dramas da rádio da BBC.

A companhia enfrentou muitas dificuldades, já que os filmes britânicos não eram tão admirados quanto os americanos e conseguiram sobreviver graças á cota obrigatória para exibição de filmes locais.

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Nesta época, para diminuir custos, eles adquiriram a mansão Bray, em Berkshire, que passou a se chamar Bray Studios e onde várias produções foram filmadas, principalmente após aumentarem o tamanho do terreno que este ocupava.

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A primeira grande produção da Hammer e que estourou foi “The Curse of Frankstein” em 1957 e “Drácula” em 1958, filmes estes que sedimentaram a produtora como a “Hammer House of Horror”.

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Em ambos os filmes, os atores principais eram Christopher Lee e Peter Cushing, nomes que viraram lendas do cinema de terror e que eram exclusivos da Hammer, contribuindo para tornar este um nome respeitável no mundo do terror.

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Um dos grandes negócios do estúdio foi sua associação com outros estúdios ameri-canos, tornando-se distribuidor e assinando várias co-produções com nomes como Universal, Seven Arts, 20th Century Fox, entre outros.

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“The Curse of Frankstein” enfrentou algumas modificações no roteiro, que teve de ser reescrito para se ajustar aos padrões da Hammer, contendo violência e terror gráfico (coisa incomum na época) e a decisão de filmá-lo em cores (estamos falando de 1957) causou polêmica inicialmente, mas mostrou-se uma decisão acertada.

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O filme foi dirigido por Terence Fisher, um dos diretores-símbolo da Hammer, e mostrou-se um sucesso, dando início aos filmes de terror góticos, com sangue e gore em abundância, e tendo seis continuações, todas elas com Cushing no papel principal.

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O próximo na lista era o conde Drácula, mas sua adaptação aconteceu com a ajuda da Universal, que conseguiu o financiamento necessário para realizar o filme, reunindo o clássico time de Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing.

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Esta dupla tornou os filmes de Drácula diferentes dos da Universal, com um aproach mais moderno e atual; o Drácula de Lee é mais sensual, ainda mais assustador quando visto em cores.

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O sucesso foi tanto que o filme bateu recordes de bilheteria na Inglaterra, além de fazer com que a Universal liberasse seu catálogo de filmes de terror para serem refeitos pela Hammer como ‘The mummy”:

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“Drácula” (ou ‘The Horror of Drácula” fora da Inglaterra) originou mais cinco sequências com Lee no papel principal, entre elas, “Drácula, Prince of Darkness’ (que já falamos aqui).

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Outro segredo da Hammer era ter uma equipe quase permanente fazendo filmes, isto fez com que suas produções tivessem este diferencial, com pessoas capacitadas fazendo desde cenários até a trilha destes filmes.

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Durante os anos 60 e 70, a Hammer produziu vários clássicos de terror incluindo “The Plague of the Zombies”, “Quatermass and the pit”, “The devil rides out” e até alguns filmes de aventura como “One Million years B.C.”.

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As estrelas da Hammer, ou as Hammer Hotties (como eram conhecidas), merecem um destaque à parte: mulheres lindas, sensuais, utilizando muito decote e roupas transparentes, loiras ou morenas; elas tornaram o nome do estúdio um verdadeiro celeiro lançador de mitos cinematográficos. Podemos citar: Stephanie Powers (a futura Sra. Hart de “Casal 20” que participou de ‘Die! Die! My Darling”), Joana Lumley (a Patsy Stone de “Absolutely Fabulous”que antes fez “The Satanic rites of Dracula”), Diana Dors (a Marilyn inglesa que participou de “Theatre of Blood”), Stephanie Beecham (‘Dracula A.D. 1972”), Honor Blackman ( a Pussy Galore de James Bond que fez mais tarde “To the devil…a daughter”), Dawn Addams (‘Two faces of Dr. Jekyll”), Ingrid Pitt (“Countess Dracula”, “The Vampire Lovers”), Lesley Anne-Down (atriz que estourou em Hollywood e antes fez “Countess Dracula”), Veronica Carlson (“Dracula has risen from the grave”), Caroline Munro (linda atriz que foi Bond Girl em “The spy who loved me” e antes havia feito “Dracula A.D. 1972”), Barbara Shelley (considerada a grande dama da Hammer depois de estrelar “Dracula, prince of darkness”).

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Bem como Marsha Hunt (“Dracula A.D. 1972”), Yutte Stensgaard (‘Lust for a vampire”), Pippa Steel (‘Lust for a Vampire”), Madeline Smith (‘Taste the blood of Dracula”), Yvonne Romain (“The curse of the werewolf”), Yvonne Monlaur (“Brides of Dracula”), Kirsten Lindholm (“Lust for a vampire”), Valerie Leon (‘Blood from the mummy’s tomb”), Suzanna Leigh (‘Son of Dracula”), Janet Key (‘The Vampire Lovers”), Martine Beswick (‘Dr. Jekyll & Sister Hyde”), Domini Blythe (‘Vampire Circus”), ‘Adrienne Corri (“Vampire Circus”), Hazel Court (a primeira atriz de horror da Hammer em “The curse of Frankstein”), Susan Denberg (“Frankstein created woman”), Valerie Gaunt (“Horror of Dracula”), além de várias outras. Abaixo um video-tributo à algumas delas:

Até Nastassja Kinski, musa dos anos 80 em filmes como “Paris Texas”, chegou a trabalhar num filme da Hammer quando adolescente intitulado “To the devil…a daughter”, um dos últimos filmes que a Hammer lançou nos anos 70.

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Nesta época, também foi realizado um documentário sobre a Hammer intitulado ‘The studio that dripped blood”, que pode ser visto no youtube em cinco partes:

Não demorou muito para que eles enveredassem também para a TV com “Journey to the Unknown” (Jornada ao desconhecido), além de antologias de terror lança-das nos anos 80: “Hammer House of Horror” e “Hammer a House of Mystery and Suspense”.

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Nos anos 00, a Hammer voltou a produzir filmes como ‘Let me in” (refilmagem do ótimo filme sueco sobre uma vampira adolescente) e “The Resident” (estrelando o ícone da Hammer, Christopher Lee).

No ano pasaddo, o estúdio lançou “The Woman in Black” (A Mulher de Preto), com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e que teve excelente bilheteria em todo o mundo e cuja continuação deverá ser lançada no ano que vem.

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O último lançamento da Hammer foi “The Quiet Ones” com Jared Harris (o Layne de ‘Mad Men”), lançado este ano no mercado americano.

A Hammer depois de enfrentar períodos de apogeu e decadência, produz bem menos filmes que no passado, mas mostra que um nome forte e um histórico de filmes marcantes ainda podem fazer a diferença na cultura pop atual.

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