Esse anjinho, cheio de amor pra dar, procura um lar! ūüėĆ o nome dele √© Rafael, est√° no @dogsvillebr. Algu√©m a√≠ precisando de amor?Orqu√≠dea Brassia Eternal Wind bombani ūüėÉ #orqu√≠dea #orchids #brassiaeternalwind #nofilterAbriu!!! Nh√°! ūüėÉ #orqu√≠dea #catleya #tropical #nofilterA flor-muda de Alp√≠nia que vc me deu h√° pelo menos 15 anos atr√°s, n√£o s√≥ est√° viva ainda, mas feliz, animada e cheia de flores! Feliz anivers√°rio @marianajorge13 ūüėČ !!!J√° vai tarde!!! Regran @realgrumpycatA estranha e perfumada #orqu√≠dea #StanhopeaTigrina acabou de abrir!Pronto! Mam√£ezinha j√° foi longe demais mesmo com isso hoje! @hannariusaOl√°, eu sou eu o Tigre denovo, venho por meio desta reclamar que Mam√£ezinha resolveu me torturar mesmo com essa troca de roupinhas! Disse que com este pullover @hannariusa posso ir estudar em Harvard! J√° falei que n√£o quero e n√£o adianta mesmo!Al√ī? Boa tarde, meu nome √© Tigre, sou o amor da minha Mam√£e por√©m t√ī aqui muito #chatiado com isso. Mam√£e me abandona na casa da Vov√≥ pra viajar e volta com isso! Disse que eu t√ī chic de trench coat e gravatinha e que √© pra ficar paradinho mesmo mesmo! Meu look #1 @hannariusa modas de Nova IorqueSo good to finally find my partner in crime from the punk rock years in the Lower East Side, Manolo!!! It's been 15 years at least, since I last saw him...! Love you #Mannie Garcia Miss our days...

                
       





















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CURRENT MOON

Posts Tagged ‘ecologia’

LAR TEMPOR√ĀRIO DA DAURA

POLA_DAURA

Texto e fotos: Bete Miguez
Tarde de s√°bado ensolarada, l√° fui eu mais uma vez cobrir uma pauta para minha coluna no site.
Mas só que desta vez a proposta foi outra!
N√£o fui clicar nenhum evento badalado, nem uma exposi√ß√£o….
Desta vez, minha amiga JapaGirl me convidou pra conhecer o lindo trabalho de Daura Carvallho, que fica em Mairiporã SP. 
 
No Lar temporário, Daura cuida mais ou menos de 300 cães, e alguns gatos, que foram abandonados, sofreram maus tratos ou foram vitimas da crueldade do ser humano. 

Animais que chegam ou são resgatados em estados as vezes críticos, e que lá recebem os cuidados médicos necessários, alimentação, atenção e carinho.

Muitos deles s√£o mantidos por “madrinhas” ou “m√£es” como √© o caso de King, e sua m√£e Christina Hiura, um c√£o da ra√ßa Dobermann que foi encontrado e resgatado com um quadro grave de desnutri√ß√£o avan√ßado, que desencadeou outros problemas de sa√ļde, e que ¬†com o esfor√ßo de todos os envolvidos est√° se recuperando.¬†


Lá muitos chegaram como ele, e já estão saudáveis esperando por adoção. 
S√£o c√£es de todas idades, tamanhos e temperamentos.
Na p√°gina no facebook da Daura https://www.facebook.com/dauracarvalhopereira vc pode acompanhar os casos, e colaborar como quiser.

Dados banc√°rios do Lar Tempor√°rio da Daura:

Banco: Ita√ļ
Nome: Daura Gomes Carvalho
Agência: 9068
Conta corrente: 04015-4

 
Foi um sábado inesquecível pra mim, e a primeira de muitas visitas que farei ao Lar temporário de Daura.
Parabéns pelo seu trabalho inspirador, e parabéns e obrigada ao site Japa Girl pela iniciativa.
Com muito orgulho aqui v√£o as fotos desses amores.
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L√°grimas de Sereia

Edmund Dulac

Encantamento a primeira vista.

Na ONG Morungaba onde presto servi√ßos fotogr√°ficos, tive a honra de fotografar a festa junina de uma escola p√ļblica chamada Amorim Lima.

Logo na entrada eram vendidas canecas de pl√°stico com um barbante para servir de acess√≥rio e descartar a quantidade insana de descart√°veis que usamos em comemora√ß√Ķes, cafezinhos e outros h√°bitos que nos fizeram incorporar o uso indiscriminado das embalagens que se usa apenas uma vez.

Ao utilizarmos canecas ao invés de copos descartáveis, em dois anos, pelo menos 1.000 copos descartáveis deixarão de ir para o aterro.

O Universo descart√°vel.

O mundo das caixinhas sint√©ticas e inorg√Ęnicas…Foi nos anos 50 que para ser moderno e pr√°tico, era preciso ser descart√°vel.

Os plásticos são artefatos fabricados a partir de resinas (polímeros), geralmente sintéticos e derivados do petróleo, que digamos de passagem, é um recurso natural finito.

Existem os polímeros termoplásticos e termofixos.

Os termopl√°sticos s√£o recicl√°veis (Pet, Nylon, PVC, PEAD), entre outros.

J√° os termofixos¬† como o Nylon, fraldas, adesivos, l√Ęminas metalizadas, cabos de panela, canetas, acr√≠lico e embalagens a v√°cuo n√£o podem ser reprocessados, por enquanto.

A reciclagem de plástico exige apenas 10% da energia que se usaria para realizar o processo desde o início.

Reciclamos 15% destes resíduos que ocupam cerca de 10% dos aterros.

O Pl√°stico que n√£o est√° no aterro e nem em nenhuma cooperativa de reciclagem pode estar no mar e desta maneira ampliamos a vis√£o para um problema de sa√ļde p√ļblica.

Foi o capitão Charles Moore, em 1997, que resolveu fazer uma caminho diferente entre o litoral da Califórnia e o Havaí.

Encontrou o Lixão do Pacífico.

Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem nos Estados Unidos, Japão e sabe-se mais onde, se acumulam num lugar paradisíaco e inabitado.


Um oceano de pl√°stico, uma sopa intrag√°vel, de aproximadamente 16 milh√Ķes de quil√īmetros que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de S√£o Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goi√°s.

O mais gigantesco aterro do mundo.

“Foi perturbador. Dia ap√≥s dia n√£o v√≠amos uma √ļnica √°rea onde n√£o houvesse lixo. E t√£o distantes do continente‚ÄĚ, diz Charles Moore que ap√≥s tr√°gica experi√™ncia direcionou a sua vida para a conscientiza√ß√£o das conseq√ľ√™ncias de um consumo desenfreado e na destrui√ß√£o da vida mar√≠tima por conta dos h√°bitos humanos.

Nas pesquisa envolvendo Charles Moore, cientistas  descobriram, por exemplo, que 27% do lixo marítimo vem de sacolas de supermercado e 10% de inocentes tampinhas e 8% de embalagens de limpeza e, em uma análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico.

Por conclus√Ķes assim, a Su√©cia, come√ßou a recomendar que as mulheres em idade f√©rtil limitassem o consumo de arenque e salm√£o do B√°ltico, sendo estes a base da alimenta√ß√£o dos suecos.

An√°lises qu√≠micas mostraram que eles estavam muito contaminados com subst√Ęncias chamadas disruptoras end√≥crinas.

Em peixes, elas causam hermafroditismo.

Em humanos, c√Ęncer, aumento da pr√≥stata e puberdade precoce, entre outros dist√ļrbios.

Encontrar plástico bicado pela vida marítima é muito comum neste marzão afora.

O lixo sint√©tico se transforma numa grande sopa que junto com mat√©ria org√Ęnica, vira comida de peixes e aves.

Com o nome de ‚Äúl√°grimas de sereia‚ÄĚ, estas pequenas part√≠culas s√£o consumidas pelos peixes e depois consumidas por n√≥s.

Comemos petróleo com mais um monte de outras porcarias sintéticas.

Somos todos adictos, viciados e moldados no consumo do plástico e ainda por cima, comendo este resíduo também.

Pl√°stico por todas as vias e sentidos.

Um quadro que parece sem solução, porém, cada pequena ação é como um sorriso de sereia que contamina quem está convivendo com os novos paradigmas.

Uma iniciativa interessante √© a¬† Campanha Adote uma Caneca em seu local de trabalho, academia, festas…

Ao invés de utilizar copos descartáveis para a hora do café, ou mesmo para beber água, utilize sua própria caneca (de plástico, de louça, de alumínio) e incentive seu meio a fazer o mesmo.

Garrafinhas de alumínio é outra boa solução.

O mercado dos descart√°veis j√° est√° se conscientizando e apresentando solu√ß√Ķes interessantes e econ√īmicas em papel e amido de milho para op√ß√£o de festas e at√© copos comest√≠veis feito de algas.

S√≥ ‚ÄúGooglar‚ÄĚ.

http://www.outofhome-shops.nl/2742/jelloware-eetbare-weggooiglazen-

Utilizar produtos com refil ou retorn√°veis (retr√īn√°veis), usar sacolas de pano ou papel, n√£o aceitar embalagens pl√°sticas desnecess√°rias e dizer com tranq√ľilidade :

Obrigada, n√£o preciso.

Que sensação boa que é !

Com criatividade, consciência e boa vontade, sair da zona de conforto pode ser divertido, assim como estavam brincando com suas canecas as crianças de olhos brilhantes da Escola Amorim Lima.

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Permacultura: A ciência generosa do século 21



Parece que o mundo come√ßou a entender que os moldes de consumo da sociedade nos √ļltimos 60 anos √© algo insustent√°vel.

A ind√ļstria do lucro descomedido, passou por cima de rios e florestas para construir uma sociedade estressada, doente, ego√≠sta, verticalizada e insatisfeita.

Se todos os continentes consumissem como os Estados Unidos, precisaríamos de 5 planetas para gerar alimento, água, energia e armazenamento de resíduos para todos.



Jogar o lixo fora é uma ilusão.

Do ponto de vista planet√°rio, n√£o existe fora.

Na terra somos 7 bilh√Ķes de pessoas, 7 bilh√Ķes de produtores de lixo, 7 bilh√Ķes de humanos que precisam de alimento e de sa√ļde.

Esque√ßa a conversa de ‚ÄúSalvar o planeta‚ÄĚ, nossa imensa bola azul se vira h√° 15 bilh√Ķes de anos, precisamos mesmo √© salvar a exist√™ncia do g√™nero humano que habita esta casa h√° poucos 200 mil anos.

Ecologia e Economia s√£o palavras irm√£s.

Ekos do grego casa.

Sufixo nomus entende-se por gerir.

J√° o Logus significa estudo.

Enquanto a ecologia estuda, a economia administra.

Numa altura em que a tend√™ncia geral √© a de nos concentrarmos em todos os problemas, desequil√≠brios e assimetrias sociais e ambientais, o grande objetivo da Permacultura √© o de contribuir para a cria√ß√£o, organiza√ß√£o e transmiss√£o de solu√ß√Ķes.

Solu√ß√Ķes que contribuam para que os indiv√≠duos, fam√≠lias e comunidades possam gerir, de forma resiliente, livre e abundante a realidade que habitam, visando do come√ßo ao fim da cadeia produtiva, entendendo que todo o processo precisa ser c√≠clico, como ocorre na natureza.

Este foi um tema evitado ao longo de décadas, mas com visíveis sinais de escassez de recursos, a Permacultura surgiu para facilitar a integração homem-natureza e começou a difundir um conceito simples de sustentabilidade, racionalidade e consumo consciente e social.

Mas, afinal, o que é Permacultura?


Permacultura é uma ciência que imita a natureza.

√Č um conceito que podemos chamar de ‚ÄúCultura Permanente‚ÄĚ ou ‚ÄúCi√™ncia do √ďbvio‚ÄĚ e o permacultor √© uma ponte que observa atentamente, cria o design e orienta os padr√Ķes naturais de crescimento e regenera√ß√£o de uma forma sist√™mica de pensar e conceber princ√≠pios ecol√≥gicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esfor√ßos realizados por individuo, fam√≠lia e comunidade, seja na √°rea urbana ou rural.

Bill Mollison, co-idealizador da Permacultura

Bill Mollison, australiano, após 12 anos de vivências práticas em seu próprio sítio, introduziu a Permacultura na década de 70, juntamente com seu aluno brilhante e co-criador David Holmgren.

Em meados dos anos 90, Bill veio ao Brasil, no estado do RS, apresentar um novo conceito de vida, e a partir de ent√£o, √© crescente o n√ļmero de adeptos e praticantes.

Um ideal:

Famílias moram perto uma das outras.

Num sistema colaborativo e foco no desperdício zero, o grupo tem em suas casas, cisternas para armazenagem de água.

Esta água é dividida e encaminhada para irrigação, limpeza, tanques de plantas ornamentais e bio-digestor.

O biodigestor gera gás para cozinha do residencial ou para algum automóvel.

A id√©ia de lixo √© desconstru√≠da e dos res√≠duos org√Ęnicos as galinhas s√£o alimentadas e os minhoc√°rios tamb√©m.

Dos resíduos das minhocas e das galinhas, gera-se ovos, terra fértil e bio fertilizante para o pomar e a horta comunitária sem agrotóxicos.

Galinheiro para geração de ovos

Os resíduos recicláveis são encaminhados para alguma cooperativa e alguns armazenados para confecção de papéis, instrumentos musicais, objetos e para a bioconstrução da próxima empreitada do grupo.

A internet é potente, já que permacultores são curiosos nas práticas incríveis que brotam por todos os campos do planeta.

Numa casa de container os computadores para o home office, biblioteca comunit√°ria e uma sala de estudos para todas as idades.

Painéis solares aquecem as casas feitas de materiais de demolição, bambu, taipa de pilão, pneus, garrafas e tijolos de barro.

Harmonia estética e arquitetura funcional.

Enquanto as crian√ßas solid√°rias desta vila aprendem que o melhor √© ‚ÄúSer Humano‚ÄĚ j√° que o ‚ÄúTer Humano‚ÄĚ se mostrou triste e ineficiente.

Paredes e degraus feitos de taipa de pil√£o

Este modelo já existe e a opção de residências eco-responsáveis cresce a cada ano.

Comunidades se agrupam em interesses comuns na busca de uma realidade menos poluída e mais saudável.

Menos stress e mais comunicação e sensibilidade.

Piscina natural

Hoje o Governo Federal financia projetos apoiando os princípios da Permacultura, visando desenvolver tecnologias sociais com base na ética e nos princípios e métodos de design permacultural e prosperidade sustentável.

Esta ci√™ncia √© multidisciplinar e consegue unir diferentes m√©todos, pr√°ticas e conceitos do conhecimento secular √†s descobertas da ci√™ncia moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado de propriedades urbanas (capta√ß√£o da √°gua da chuva, teto verde, compostagem dom√©stica, jardim comest√≠vel…) e rurais (biodigestores, agroflorestas, agricultura biodin√Ęmica, energias renov√°veis…)

Exemplo de agrofloresta

Se voc√™ detesta desperd√≠cio e pratica ou simpatiza com: reciclagem de res√≠duos, reaproveitamento de bens de consumo, ¬†jardinagem, horta, troca de produtos e servi√ßos, arquitetura funcional, educa√ß√£o integral, consumo consciente, alimenta√ß√£o org√Ęnica, melhor distribui√ß√£o de renda…voc√™ j√° √© um iniciante da Permacultura… s√≥ falta mergulhar e multiplicar seu conhecimento.

A Permacultura é para ser vivida na íntegra, exige uma mudança de atitude, de percepção e até mesmo quebra de paradigmas.

Sair da fl√°cida zona de conforto e estabelecer na rotina di√°ria, h√°bitos e costumes de vida simples com conforto e responsabilidade ecol√≥gica, no sentido de deixarmos para as pr√≥ximas gera√ß√Ķes a mesma op√ß√£o que temos hoje: Preservar a natureza, a vida.

N√£o queremos nossos descendentes vivendo num mundo com ac√ļmulo de lixo e escassez de √°gua.

Queremos?

A responsabilidade (responder com habilidade) est√° em nossas m√£os.

√Č um caminho de transforma√ß√£o potente, leva o tempo necess√°rio, cada pessoa tem seu ritmo de despertar e organizar a vida de forma que ela seja abundante para todos √† sua volta, no seu bairro, na sua cidade e no nosso planeta, sem preju√≠zo para o meio ambiente.

Na opinião da rede de Permacultura Social Brasileira, uma síntese dos pilares da permacultura é:  Cuidar das pessoas, da  terra e repartir os excessos.

Enfim, a Permacultura resgata a rela√ß√£o entre as pessoas e o meio ambiente de forma a ‚Äútransform√°-los‚ÄĚ em sistemas perenes, abundantes e auto-regulados.

Green school ‚Äď Sala de aula da Green School em Bali, constru√≠da com Bamb√ļ, nos moldes permaculturais.

Basicamente uma revolu√ß√£o silenciosa, social, econ√īmica e infinita que busca a coopera√ß√£o e solidariedade, para um futuro alegre, pr√≥spero e desej√°vel para todos.

Símbolo da Permacultura: “O formato oval do símbolo da permacultura, representa o ovo da vida; aquela quantidade de vida que não pode ser criada ou destruída, mas que é expressada e emana de todas as coisas vivas.

Dentro do ovo está enrolada formando o símbolo do infinito, a serpente do arco-íris, a formadora da terra dos povos aborígines. (A serpente é mito comum em culturas tradicionais e também símbolo da medicina).

No centro est√° a √°rvore da vida, a qual expressa os padr√Ķes gerais das formas de vida.

Suas ra√≠zes est√£o na terra e sua copa na chuva, na luz do sol e no vento. O s√≠mbolo inteiro e o ciclo que representa, √© dedicado √† complexidade da vida no planeta Terra. (Extra√≠do de ‚ÄúIntrodu√ß√£o a Permacultura‚ÄĚ de Bill Mollison)

Por Ana Alcantara e Ricardo Semealuz PSB( Permacultura Social Brasileira)

Saber mais :

http://permaculturabr.ning.com/

http://www.florestadosunicornios.com.br/eco/

http://www.moradadafloresta.org.br/

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