Pronto! Mamãezinha já foi longe demais mesmo com isso hoje! @hannariusaOlá, eu sou eu o Tigre denovo, venho por meio desta reclamar que Mamãezinha resolveu me torturar mesmo com essa troca de roupinhas! Disse que com este pullover @hannariusa posso ir estudar em Harvard! Já falei que não quero e não adianta mesmo!Alô? Boa tarde, meu nome é Tigre, sou o amor da minha Mamãe porém tô aqui muito #chatiado com isso. Mamãe me abandona na casa da Vovó pra viajar e volta com isso! Disse que eu tô chic de trench coat e gravatinha e que é pra ficar paradinho mesmo mesmo! Meu look #1 @hannariusa modas de Nova IorqueSo good to finally find my partner in crime from the punk rock years in the Lower East Side, Manolo!!! It's been 15 years at least, since I last saw him...! Love you #Mannie Garcia Miss our days...Spreading the word!Ma brotha from anotha motha @ricardoctavaresGoing to my town...Outra novidade babado para 2015  é a abertura do @la_central no Edifício Copan, restaurante de alta gastronomia mexicana, onde meu marido @ddonaire é um dos sócios! Em destaque meu arranjo floral do amor 💚! La Central abre oficialmente para o público dia 15 de dezembro! Nos vemos lá?2014 terminando com grandes alegrias e renovações, entre elas a abertura de LifeUnderZen do meu Brother Mór Jun Matsui, na Galeria do Rock! True style! Meus Ikebanas, Bonsais e arranjos do amor, direto do meu jardim, expostos e a venda lá, tá? Congrats e vida longa @junmatsui e @jlta !!!Another level flower arrangements @liajacinto & Ricardo wedding! Photo by @djfelipevenancio

                
       





















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TODAY’S SOUND: LEONARD COHEN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Leonard Cohen não tinha intenções de se dedicar a música, ele era um reconhecido escritor e que resolveu apostar toda sua carreira e tornar-se um dos grandes compositores e músicos do século XX,  continuando na ativa até hoje.

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Cohen é canadense, nascido em Quebec, de família judia e que aos nove anos, perde o pai, o que vai marcar sua vida para sempre. Além disso, a depressão o acompanhará por boa parte de sua vida, já que sofria deste mal, influenciando suas composições.

Na sua época de estudante de literatura, uma de suas grandes paixões é o poeta e dramaturgo espanhol Garcia Lorca (nome este que ele colocará em seu filho).

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Durante os anos 60 ele se muda para a ilha de Hydra, na Grécia e lança uma coletânea de poemas, “Flowers for Hitler” (1964), além dos romances “The favourite game” (1963) e “Beautiful Losers” (1966).

Mas a reviravolta em sua carreira só se daria depois dele completar 30 anos.

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Em 1967, desgostoso com sua situação financeira como escritor, Cohen muda-se para os EUA, onde freqüenta a Factory de Andy Warhol, influenciado pelo som da cantora Nico, e conhece Judy Collins, que grava a canção “Suzanne”, de sua autoria e que o torna conhecido no meio musical americano.

Não demora muito para que ele conheça o produtor John H. Hammond, que o assinaria com a gravadora CBS (a futura Sony) e onde gravaria seu primeiro disco “Songs of Leonard Cohen”, de 1967, que além de “Suzanne” também continha o hit “So long Marianne”.

A música de Cohen é introspectiva, lenta, muito calcada nas letras que abordam os mais diferentes temas como sexualidade, amor, religião e política.

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O álbum não arrebenta nas vendas, mas tem músicas depois gravadas por Joan Baez e James Taylor, além de torna-se um cult nos EUA e Europa, permanecendo na parada inglesa por um ano.

Seu segundo disco, “Songs from a room’ foi lançado em 1969, com produção de Bob Johnston, depois de haver uma tentativa de produção de David Crosby, que acabou não dando certo. No disco participa o músico country Charlie Daniels e entre os destaques estão ‘Bird on a Wire”

E também “The Partisan”, um cover de Cohen para a canção de protesto francesa “La Complainte du Partisan”:

Depois deste lançamento, ele sai em turnê pelos EUA, Canadá e Europa, além de participar do Festival da Ilha de Wright, na Inglaterra.

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A repercussão de sua música era tanta que o cineasta Robert Altman incluiu três de suas músicas na trilha do filme “McCabe & Mrs Miller” em 1971.

Nos anos seguintes, ele gravará novos álbuns, trabalhará com o lendário produtor Phil Spector, viajará em turnês, incluindo o Festival de Montreux, além de várias participações em programas de TV europeus.

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Na década de 80, Cohen co-escreve um musical de rock chamado “Night Magic” com Carole Laure e no final de 1984, lança o álbum “New Positions” que contém um dos maiores hits de toda sua carreira, a música “Hallelujah”, interpretada pelos mais diferentes artistas, incluída em vários filmes e séries (como “O.C.”) e que até hoje é sucesso garantido em suas apresentações:

Deste mesmo álbum também se destaca “Dance me to the end of the world”, cujo vídeo foi dirigido pela fotógrafa francesa de moda (e também um dos casos amorosos de Cohen) Dominique Issermann:

Em 1986, Cohen fez até uma participação como ator, fazendo o vilão em um episódio da famosa série de TV “Miami Vice” na foto abaixo:

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No ano seguinte, Cohen dá uma nova guinada em sua carreira ao lançar o disco “I’m your man”, incluindo elementos eletrônicos em sua música com o uso de sintetizadores, além de letras mais bem humoradas, conquistando uma nova geração para sua música.

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Um dos destaques era a música ‘First we take Manhattan”, que até chegou a tocar nas pistas de dança da época:

E também “Everybody Knows” (que mais tarde seria incluída nas trilhas dos filmes “Pump up the volume” e “Exotica”):

Nos anos 90, um disco em tributo a Cohen, “I’m your fan”, mostra músicos como Pixies, Ian McCulloch (do Echo & the Bunnymen), R.E.M., That Petrol Emotion, Lloyd Cole, interpretando canções famosas do compositor canadense.

Em 1996, ele abandona tudo e vira budista, se afastando de tudo para viver junto aos monges em um mosteiro.

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Na década de 00, ele lança mais dois álbuns, além de apresentar-se em festivais como Glastonburry e Coachella, além de realizar turnês pelo mundo.

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Em 2006, foi lançado um ótimo documentário sobre ele, “Leonard Cohen: I’m your man”, com a participação de vários artistas como Rufus Wainwright, Nick Cave e mais interpretando suas composições, um dos pontos altos do filme é o encontro de Cohen com o U-2 na música “Tower of Song”:

No ano passado, Cohen lançou seu 12º álbum, ‘Old Ideas” e um dos produtores é Patrick Leonard, que já trabalhou com Madonna e Bryan Ferry. O álbum foi um de seus trabalhos de maior vendagem e este ano ele continua a turnê que começou em 2012, será que o Brasil está na programação? Vamos torcer que sim, pois Cohen já passou dos 75 anos e daqui a pouco deve parar de excur-sionar…

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Carnívoras e venenosas

Elas existem a 65 milhões de anos.

Aqueles dentes sempre me atraíram.

Achava que se mordessem meu dedo não soltariam jamais…

Coisas de criança.

Em primeiro lugar, é preciso dizer que elas não são monstros de casas mal-assombradas, nem devoradoras existentes em florestas tropicais.

Pelo contrário, na maioria são plantas pequenas e delicadas que capturam pequenos insetos ou animais aquáticos microscópicos.


Belas e exóticas nos levam a crer que suas folhas sofisticadas, são flores, portanto, a menos que você tenha o tamanho de um inseto, elas lhe são perfeitamente inofensivas.

Inclusive bastante frágeis.

Ter uma planta carnívora e ficar querendo vê-la abrir e fechar, seguramente, vai matá-la.

Para que uma planta possa ser considerada carnívora, é preciso que ela tenha a capacidade sexy de primeiro atrair, depois conter para então digerir.

Muitas carnívoras atraem-nas da mesma forma que as flores atraem seus polinizadores: com vívidas cores e odor de néctar.

Outras aproveitam-se de padrões de luz ultravioleta de suas armadilhas para atrair insetos voadores.

Há o caso das bromélias Brocchinia e Catopsis, que por alguns autores são consideradas carnívoras, basicamente, por parecer que capturam muito mais insetos que outras bromélias.

Na verdade, todas as bromélias capturam e matam muitos invertebrados por acidente.

Bromélia Brocchinia

Bromélia Catopsis

Atualmente, são conhecidas mais de 500 espécies de plantas carnívoras, espalhadas pelo mundo todo (exceto a Antártida).

Podem ser encontradas em regiões desde as quentes e úmidas florestas tropicais, até as tundras gélidas da Sibéria, ou os desertos esturricantes da Austrália.

No Brasil, existem mais de 80 espécies diferentes (exceto pela Austrália, o Brasil é o país que mais tem espécies carnívoras no mundo).

Elas crescem principalmente nas serras e chapadas, e podem ser encontradas em quase todos os estados, sendo mais abundantes em Goiás, Minas Gerais e Bahia.

Com frequência encontra-se na literatura o nome “insentívora” para estas plantas, mas tal termo não é correto.

Insetos podem ser o principal elemento de seu cardápio, mas a dieta pode ser bem variada, incluindo desde organismos aquáticos microscópicos, moluscos (lesmas e caramujos), artrópodes em geral (insetos, aranhas e centopéias), e ocasionalmente pequenos vertebrados, como sapos, gecos, passáros e roedores.

Nephentes

As plantas do gênero Nepenthes são as que possuem as maiores armadilhas, que podem alcançar até meio metro de altura cada e armazenar até cinco litros de água.

Com frequência elas capturam presas grandes e vertebradas, no máximo roedores de até 30cm.

Carnívora Nepenthes seduziu e capturou um pequeno pássaro

Há vários tipos de armadilhas utilizadas pelas plantas carnívoras para capturar suas presas: Armadilhas tipo jaula, sucção, folhas colantes e ascídios.

Jaula:  Dionaea e Aldrovanda.

Carnívora tipo jaula, Dionaea


Carnívora Aldrovanda, tipo jaula

Sucção:  Utricularia

Carnívora Utricularia, tipo sucção

Folhas colantes : ByblisDroseraDrosophyllumIbicellaTriphyophyllum.

Carnívora Byblis, folhas colantes

Carnívora Drosera, folhas colantes

Carnívora Drosophyllum, folhas colantes

Ibicella, carnívora espécie colante

Triphyophyllum, carnívora de folhas colantes

Ascídios são folhas altamente especializadas, inchadas e ocas, como se fossem urnas, com uma entrada no topo e líquido digestivo no interior.: CephalotusDarlingtoniaHeliamphoraNepenthesSarracenia

Cephalotus

Carnívora Darlingtonia

Heliamphora

Nepenthes

Sarracenia

Na ilha Sumatra da Indonésia há a flor cadáver que chega até 3 metros de altura e pesar 75 kilos.

Também conhecida como Titan Arum ela não se trata exatamente de uma flor, na realidade a Flor-Cadáver se enquadra como uma inflorescência (é como se fosse o galho em que as flores desabrocham).

Em suas pontas brotam centenas de pequenas flores.

Flor-Cadáver

Flor-cadáver na Indonésia

A Flor-Cadáver pode viver até 40 anos, mas desabrocha somente 2 a 3 vezes em toda a vida.

Quando desabrocha exala um cheiro semelhante a carniça, atraindo muitos insetos carniceiros.

Calma!!! Só come insetos.

Como a Flor cadáver não é uma flor, o posto de maior flor do mundo fica para a Rafflesia arnoldii, que também é carnívora, também encontrada na Indonésia.

Chega a 106cm e 11 kilos.

Conhecida por Flor monstro, se alimenta de insetos.

As duas gigantes e mau cheirosas são inofensivas para o gênero humano, já outras espécies que parecem singelas são venenosas e causam mortes pavorosas.

Encabeçando a lista das, realmente perigosas, estão :

COMIGO NINGUÉM PODE:  Plantada para afastar mau olhado, se ingerida pode causar afixia em 20minutos.

O JEQUIRITI : Tem sementes vermelhas e atrativas usadas em artesanato indígena.

Quando mastigada, forma coágulos que impedem a circulação sangüinea.

Mata em até 1 hora.

MAMONA : Comum e abundante no litoral Brasileiro, se ingerida, dificilmente mata, porém pode causar vômitos, taquicardia e diarréia.

MANDIOCA-BRAVA : Suas raízes mortíferas, se ingeridas, causam afixia e convulsões.

Esta planta nativa do Brasil só é venenosa se ingerida crua, se cozida perde seus efeitos malignos.

Carnívoras e singelas.

Comuns e assassinas.

Mais algumas espécies na coleção de dualidade deste nosso diverso Universo.




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Today’s Sound: Dimitri from Paris por Arthur Mendes Rocha

Já que estamos falando de Lounge Music, não poderíamos deixar de falar de um dos representantes mais fortes deste gênero que bebe na fonte da Exotica, do Space Age Pop, que é o DJ francês Dimitri from Paris.

Dimitri iniciou sua carreira como DJ de rádio, indo em 1986 para a NRJ, uma das maiores da Europa e onde fazia o primeiro programa dedicado a house music na época.

Dimitri nunca escondeu a sua paixão por músicas de cinema dos anos 60, cocktail music, orquestras, bem como disco, funk e soul, ele foi um dos precursores do boom do house francês nos anos 90.

Esta paixão por filmes como “Um convidado bem trapalhão”(The Party), “La Dolce Vita”, “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s) misturado com o jazz Jet-Set dos anos 60 e sua experiência como dj de house, o inspirou a lançar em 1996 o álbum “Sacrebleu”.


“Sacrebleu” foi um divisor de águas na época, deu um sopro de vitalidade na música produzida na França, misturando em um mesmo caldeirão jazz, trilha sonora, easy listening, bossa nova e house, juntamente com este twist de cocktail music e muitos samples que tornou o álbum um clássico do gênero. Entre os destaques do álbum estão “Sacre Français”

E “Une very stylisch fille”, ambos com clipes homenageando a estética cool francesa dos anos 60:

O disco vendeu mais de 300 mil cópias, foi eleito o melhor álbum do ano pela revista Mixmag (que na época pré internet era a bíblia da música eletrônica) e serviu de trilha sonora para coquetéis a beira da piscina, em barcos, e para muitos lounges.

O DJ estava tão bombado na época, que chegou a fazer a trilha sonora de desfiles da Chanel, Jean Paul Gaultier e Yves Saint Laurent, além de viajar o mundo com seus sets.

Lembro de ter visto em 1997, Dimitri discotecando em uma festa promovida pela marca francesa Agnés B. no PS1 em NY e ali já percebíamos o quão contagiante eram seus sets que misturavam músicas novas com antigos hits da disco music.

Depois de “Sacrebleu”, Dimitri continuou lançando compilações, mas mais voltadas para a disco music (como as famosas compilações da Playboy Mansion, que resgatam o glamour das festas da revista dos anos 70), bem como “Cruising Attitude”, “Cocktail Disco” (2007), “Night Dubbin’ (2009), “Get down to the Philly Sound” (2010) e “Knights of the Playboy Mansion” (lançada este ano).


Dimitri também é reconhecido por seus ótimos remixes, seja para artistas como Bjork, The Cardigans, Quincy Jones, James Brown, Chic, New Order, bem como vários re-edits (músicas antigas re-editadas de forma a tornarem-se mais contemporâneas para as pistas de hoje).

Recentemente, Dimitri passou pelo país tocando em um evento somente para convidados em SP e também no Rock in Rio.


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