Este é meu afilhado Iron, um rottweiller mix, para adoção responsável!
Muito brincalhão e carinhoso!
Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
Interessados é só entrar em contato!Orquídea Catleya #7. Descanse em paz minha afilhada Rott Lorena 💔Vixxxen!Orquídea Catleya #6 bombani seus 4 botões! #orquídea #catleya  Bom dia!Orquídea chocolate#1 Bom dia! Boa semana!The best #Tiramisú ever!Orquídea Catleya #5 e orquídea Oncidium #1 (Chuva de Ouro). Primeira floração na árvore!Always the best @hrchcvtch ❤️ #spfw #alexandreherchcovitchOncinha foi beber água! Bom dia! #GatinhaPantufaOrquídea Catleya #4 Most beautiful pink! Bom dia, bom fds! #nofilter #orchids #catleya

                
       



















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Posts Tagged ‘Fashion’

TODAY’S SOUND: TINA CHOW POR ARTHUR MENDES ROCHA

Tina Chow foi uma trend-setter, uma mulher que tudo que usava virava moda, tinha a admiração por onde circulava, seja Londres-Paris-NY-Los Angeles-Tóquio; com seu tipo oriental, cabelos curtíssimos, pele alva, além de desenhar joias que viraram objetos de desejo.

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Tina nasceu em Ohio, seu nome verdadeiro era Bettina Lutz, seu pai era americano e a mãe japonesa, daí a mistura de raças que ajudou, e muito, no seu tipo físico único.

Seus pais tinham uma loja especializada em bambus, chamada Bamboo Store e esta paixão por estes materiais influenciarão nos designs de Tina anos depois.

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Quando seus pais mudam para o Japão, ela começa a frequentar a Universidade de Sofia, junto com sua irmã Adele Lutz (que viria se tornar a esposa de David Byrne) e lá as duas são descobertas por um agente de modelos e logo, ela faz campanhas para a Shiseido.

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Em 1970, ela é descoberta por Antonio Lopez (olha ele aí novamente), que se impressiona com seu visual e vira uma de suas musas, fotografando-a constantemente.

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No início dos 70, ela conhece Michael Chow, o poderoso dono dos restaurantes Mr. Chow e casa-se com ele em 1972, mudando-se para NY.

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Seu estilo especial de se vestir, misturando peças masculinas e femininas, peças caras com mais baratas, seu tipo andrógino, os cabelos curtíssimos, tudo isto contribui para Tina virar uma sensação no mundo fashion, fotografando com Helmut Newton, Cecil Beaton, Arthur Elgort, entre outros.

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Não demorou muito para ela chamar a atenção de Andy Warhol, que a pintou, além de modelar para Karl Lagerfeld, Yves Saint Laurent, Manolo Blahnik (que inclusive é padrinho de sua filha), Armani, Miyake, entre outros.

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Lagerfeld a cita como a criadora do ‘Minimal Chic”, pelo seu estilo simples e elegante ao mesmo tempo, ela era fervorosa admiradora de moda, colecionando modelos vintage de Balenciaga, Poiret, Chanel e Fortuny Haute Couture (peças essas que fora leiloadas pela Christie’s, após sua morte).

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Tina começa a servir de hostess para os restaurantes do marido, circulando entre NY, Londres, Paris, Tóquio, Los Angeles, e atraindo celebridades, o mundo das artes plásticas, tudo convergia em torno da magnética figura de Tina.

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Além disso, o casal chama a atenção pelo estilo de suas residências, com coleções de móveis e objetos art deco e um bom gosto que atrai revistas de moda e decoração que procuram registrar tudo em seus exemplares.

Seu casamento lhe dá dois filhos: China, hoje atriz, e Maxmillian.

No início dos anos 80, Tina começa a se dedicar ao design de jóias, atividade que desempenha muito bem, realizando uma bela pesquisa de materiais tais como cristais, cujo aprendizado no manuseio destas, ela havia aprendido no Japão.

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As coleções de joias de Tina são vendidas na Bergdorf Goodman, além de fazerem parte do desfile de uma das coleções da Calvin Klein.

Porém o casamento de Tina não vai bem e em 1987, eles se separam, tendo brigas no momento de dividirem os bens.

Nos anos 80, o estilo de Tina é cada vez mais celebrado, sejam em revistas como Vogue, que a considera um dos símbolos da década, bem como a Vanity Fair, que a denomina uma das mais bem-vestidas do mundo.

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Tina era amiga de Warhol, Bianca Jagger, Basquiat, Keith Harring, de todas as celebridades da época, tinha livre entrada nos mais diferentes meios sociais.

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Após a separação, ela se envolve rapidamente com o ator Richard Gere, que lhe apresentou aos ensinamentos do Dalai Lama e resolve optar por uma vida mais simples, se mudando para a Califórnia.

No final da década de 80, Tina começa a demonstrar sinais de fraqueza e se torna público que ela era HIV positiva.

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Ela, que já havia perdido vários amigos com a doença, se torna um dos símbolos do combate a Aids, fazendo doações e contribuindo de todas as maneiras possíveis.

Além de um ícone de elegância e estilo, Tina era uma talentosa designer, suas jóias e acessórios eram um sucesso, misturando estilos do Oriente com elementos pop; ela também havia começado a desenhar móveis e a esculpir, pena que a doença não deixou que ela produzisse mais.

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Tina veio a falecer em 1992, aos 41 anos, de complicações causadas pela Aids; o mundo perdia mais uma figura especial para esta doença fatal.

Mas, mesmo após sua morte, homenagens continuaram a serem feitas, ela foi a capa da revista New York, que publicou sua foto com a legenda: “Lost Angel”.

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TODAY’S SOUND: DONNA JORDAN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Donna Jordan pode não ter tido a mesma fama de outras modelos, mas sua influência na moda perdura até hoje, seu estilo Marilyn disco a tornou uma das “Antonio’s girls” e até hoje ela é influência em editoriais e até inspirou Madonna.

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Donna Jordan era uma garota normal dos anos 70, amiga de Jane Forth (outra Antonio girl), e não tinha aspirações em ser modelo. Ela era morena, não ligava para a moda, até conhecer Antonio Lopez, o famoso e cultuado ilustrador, fotógrafo e influente lançador de tendências dos anos 60, 70 e 80 e que faleceu no final de 80.

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Lopez transformou-a de uma simples garota americana a uma Marilyn platinada disco, raspando suas sobrancelhas e aplicando-lhe uma maquiagem brilhosa, carregando nos olhos escuros e muito blush; Lopez havia transformado Donna em um de seus desenhos.

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Donna passou a fazer parte do grupinho dele que agitou a Paris e NY dos anos 70 e 80 e virou uma de suas musas.

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Os visuais eram incríveis, como nada visto na época, misturando anos 20 com os 70, com maquiagem exagerada, uma montação que causava por onde eles passavam.

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Depois desta repaginada, Donna encantou os fotógrafos badalados da época como Helmut Newton e Guy Boudin, e já emplacou duas disputadíssimas capas: das Vogues Paris e Italia

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Em Paris, Donna badalava no Club Sept, no auge da eurodisco,  junto com Antonio, mais Pat Cleveland (outra modelo de sucesso), Corey Tippin (modelo masculino), numa entourage que incluía Karl Lagerfeld, que despontava como estilista da Chloé e nem sonhava em desenhar para a Chanel.

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Eles também andaram por Saint Tropez, onde fizeram várias fotos para editoriais e brincadeiras entre eles.

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O mundo de Antonio ia se intercruzar com o de Andy  Warhol, sempre atento às novidades da moda e comportamento.

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Em 1973, Warhol estava com Paul Morrissey em Paris para rodar  ‘L’Amour”, que tinha no elenco, além de Lagerfeld, Donna Jordan e mais Jane Forth, outra Antonio girl e que já havia trabalhado com Warhol em “Trash’. Abaixo uma cena do filme (Donna aparece aos 03:17):

Warhol também caiu de amores por Donna, passando a circular com ela e posando em fotos com Jane e também Candy Darling e o namoradinho de Warhol, Jed Johnson.

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O filme não saiu do circuito underground, mas Donna acabou fazendo uma ponta em outro filme em 1974, “Il profumo della signora in Nero”, um terror dirigido por Francesco Barilli.

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Donna chegou inclusive a namorar o famoso fotógrafo da Benetton, Oliviero Toscani, que se encantou com seus looks e muito a fotografou.

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Em NY, Donna também gostava das baladas mais underground, sendo frequentadora assídua do Max’s Kansas City (que muito já falamos aqui).

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O visual de Donna é inspiração para editoriais como este de Linda Evangelista, para a Vogue Italia, clicada por Steven Meisel.

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Além deste que Paolo Roversi fez com a modelo Iselin Steiro.

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Muito antes de Lara Stone pensar em virar uma sensação, Donna já o fazia, com seus cabelos platinados, boca super vermelha, e até mesmo a moda dos dentes da frente levemente separados.

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Abaixo Lara fazendo as vezes de Donna:

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Donna Jordan , com sua atitude sexy, brincalhona, deixou suas marcas no mundo da moda e hoje, ela ainda dá suas badaladas, como podemos ver abaixo por ocasião do lançamento do livro em homenagem a Antonio.

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TODAY’S SOUND: BETTY CATROUX POR ARTHUR MENDES ROCHA

Betty Catroux é a Yves Saint Laurent girl por excelência: loira, magra, sempre vestida com roupas masculinas , ela é puro estilo e não é a toa que o designer a chamava de seu alter-ego.

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Betty tem conexões brasileiras, pois sua mãe, a socialite francesa Carmen Saint, nasceu aqui.  Seu pai era diplomata e os dois frequentavam as altas rodas sociais parisienses.

Betty nasceu e cresceu em Paris e aos 17 anos, foi convidada pela própria Chanel para ser modelo, mas ela não gostava de desfilar, preferindo fotografar.

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Ela trabalhou como gerente da nova loja de Pierre Cardin e lá começou a chamar a atenção pelo seu estilo todo especial.

Sua vida mudou em 1967, quando conheceu no nightclub Regine’s Yves Saint Laurent, o famoso designer que se apaixonou por ela à primeira vista, considerando-a sua irmã, sua alma gêmea.

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Saint Laurent via em Betty um pouco de si próprio, já que ela é pura androginia, os dois foram amigos durante toda a vida e ela é considerada uma de suas principais musas, vários modelitos YSL foram criados tendo ela em mente.

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Betty adora andar de preto, de óculos escuros, com os cabelos loiros compridos, geralmente vestindo preto e sempre impecavelmente elegante.

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Em 1968, ela se casa com o chiquérimo designer de interiores François Catroux e já causa no seu casamento, vestindo casaco de pele preto e branco Cardin, mini-culote e botas com placas prateadas.

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Betty começa a se tornar a girl of the moment, acompanhando Saint Laurent em sua inauguração na loja da Madison, em NY, além de pousar para Vogue ao lado de Jane Birkin.

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Aliás, os fotógrafos adoravam Catroux, tendo sido ela fotografada por Irving Penn, Horst P. Horst, Helmut Newton, entre vários outros.

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Betty frequentava direto a lista das mais elegantes do mundo, entrando para o Hall of Fame dos bem-vestidos.

Ela vestia as roupas de Saint Laurent, pois ela as veste como imaginadas por ele, segundo o próprio afirmou: ‘ela representa o rigor e a disciplina de um corte perfeito”.

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Junto com Loulou de La Falaise, Betty era a outra companhia inseparável de YSL, frequentando suas casas (como a Majorelle no Marrocos) e apartamentos mundo a fora, participando sempre da primeira fila de seus desfiles.

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Quando Tom Ford assumiu a Saint Laurent, por pouco tempo, sua coleção foi toda inspirada por Betty, especialmente depois dele ter revirado os arquivos da Maison e visto as fotos dela nos anos 50, que dizem serem incríveis.

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Assim que Heidi Slimane começou a desenhar para a linha masculina da Saint Laurent, ela apoiou o designer e inclusive vestia suas criações.

Mesmo depois da morte de Yves, quando Slimane assumiu a Saint Laurent, Betty disse que ele continuaria o espírito de Yves.

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Está para ser lançado aqui o novíssimo filme que fala da vida de YSL, desta vez um filme de ficção e não um documentário, como era  ‘L’Amour fou” (do qual ela participou).

Neste filme, intitulado apenas “YSL’, ela é vivida pela atriz e modelo Marie de Villepin, que pela foto abaixo foi uma escolha acertada para vivê-la no cinema.

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Segundo seu marido, François, declarou: ‘Ela foi para Yves, e estou certo disto, como um desenho. Ela é o que ele teria sonhado ser, acho eu.”

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Em 2010, a revista Bazaar fez uma homenagem fashion aos filmes de Almodovár e publicou esta foto com Betty e Loulou refazendo uma cena de ‘Mulheres a beira de um ataque de nervos”.

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Betty é um exemplo de elegância, sem o menor esforço, ela transpira classe e até hoje é referência para todos os fashionistas.

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