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TODAY’S SOUND: BERKSHIRE GOES BALEARIC POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje na segunda parte dos docs do Music Nation, falaremos de “Berkshire goes Balearic”, sobre como a cena Balearic, iniciada em Ibiza, veio se tornar tão popular neste condado inglês, criando uma cena que até hoje influencia DJs e clubbers de todo o mundo.

balearic - foto 1

Balearic é a denominação para um estilo musical que na verdade engloba uma série de outros ritmos, já que o nome se originou do que o DJ Alfredo (residente da Amnesia em Ibiza em 1987/88/89) tocava e ele passeava pelos mais diferentes ritmos, fossem eles soul, disco, rock, new wave, hip-hop, jazz, reggae, downtempo e muito mais.

balearic - dj alfredo

Em um de seus sets era possível ouvir Richie Havens com “Going back to my roots”:

O balearic está totalmente associado à Ibiza, por ter sido lá que DJs ingleses como Danny Rampling e Paul Oakenfold e mais uma turminha super animada tomou êxtase e foi dançar ao som do DJ Alfredo no Amnesia (foto abaixo) e literalmente piraram, viram que aquilo é o que eles queriam fazer na Inglaterra, tocar música num ambiente ao ar livre, sem encanações e onde o que importava era curtir a música e dançar do jeito que fosse.

balearic - amnesia 2

Músicas como The Nightwriters “Let the music use you” embalavam as noitadas:

Quando eles voltaram, o grande objetivo era trazer aquela vibe, aquela sensação de paz e dançar em harmonia no meio de todos,  para a cinzenta Inglaterra.

balearic foto 6

Assim, Danny Rampling e sua esposa Jenny abrem a Shoom, considerada uma das melhores noites que Londres já teve dedicada ao balearic e à house music; os frequentadores iam como quem frequenta uma igreja, aos poucos foi atraindo pop-stars, fashionistas e todos dançavam unidos pelo ritmo. Em 1988 acontece o famoso Summer of love, quando a mistura do balearic com o acid house colocaram toda uma geração para dançar.

balearic - shoom

O balearic formou uma cena forte no interior da Inglaterra, em Berkshire, onde festas ao ar livre eram realizadas e atraíam os amantes do gênero espalhados pelo país.

balearic - flyers

Um deles era Terry Farley, responsável pelo fanzine Boy’s Own, que acabou virando um selo de música, Junior Boy’s Own,  e também nome de festa, formando uma cena importante dentro do balearic, atraindo desde hooligans até os clubbers mais fanáticos.

balearic - boys-own-magazine-cover_480

Abaixo uma entrevista de Farley para a Snub TV com imagens de festas, clipes (como “Raise” do Bocca Juniors) e mais:

 

balearic boys-own-party

Nesta turminha também estavam Pete Heller e Andrew Weatherall (também presentes no vídeo acima), que começava sua carreira como DJ no início dos anos 90 e que acabou se tornando uma das figuras-chave da dance music inglesa, remixando vários artistas entre eles Bobby Gillespie, do Primal Scream, com o hit “Loaded”:

Quando “Loaded” foi lançada em single (o primeiro do álbum Screamadelica) em 1990, eu estava em Londres, e foi mesmo muito marcante, pois as fronteiras entre o rock e a dance haviam sido derrubadas, os tornando a banda mais cool daquele momento.

balearic Primal+Scream+-+Loaded+

Gillespie também está no doc e fala como eram as festas, falando que uma vez viu Weatherall tocando para uma pista com meia dúzia de pessoas.

A cena ia crescendo a cada festa, promoters como Tommy Mac, Phil Perry, mais frequenta-dores como Jay Brooks e a própria diretora do doc, Tabitha Delholm (ambos na foto abaixo), vão falando das incríveis festas que iam dominando a Inglaterra até formarem a “Balearic Network” que ia se espalhando para cidades como Manchester, Cardiff, entre outras.

balearic - foto 4

Outro hit desta época, presente no doc, era “Alone” de Don Carlos, uma das músicas mais inspiradas que o balearic já produziu:

Outra figura importante da cena era Charlie Chester, o fundador da marca Flying, junto com sócios italianos, que incluía um selo, loja de discos (que era o ponto de encontro dos DJs no início dos 90) e festas memoráveis.

flying_records

Sua festa em Londres era no Soho Theatre Club, e o sucesso foi tanto que ele viajou com elas pela Inglaterra, incluindo festas no club Venus em Nottingham.

balearic - venus

Uma das festas mais importantes, segundo o doc, era nos domingos à tarde, no Greyhound Pub em Colnbrook (foto abaixo), com todos curtindo o club dentro do pub e lá fora “chilling out” no sol.

balearic - Greyhound-yarlet-bank

Entre o que tocava lá estava Westbam com “Alarm Clock”

E Cascades com “Sheer Taft”:

O sucesso foi tanto, que atraía vários clubbers de Londres, que saiam depois da festa do sábado e iam para lá, além de celebridades como Boy George, Pet Shop Boys, Derek Jarman, entre outros.

balearic - foto 3

Outro DJ presente no doc é Justin Robertson, também produtor, teve projetos como o Lionrock e chegou a controlar o selo Neverwork, que também iniciava carreira na época e fala com saudades de uma época que se tocava por realmente gostar da música.

balearic - foto 5

O início dos anos 90 era apenas o começo da cultura clubber, muito viria a acontecer, com o surgimento dos superclubs, a cena foi se dividindo, o som começou a ficar mais pesado, enfim,  mas isto é assunto para outros posts.

Abaixo o link para ver Berkshire goes Balearic completo:

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TODAY’S SOUND: MUSIC NATION BRANDY & COKE – DOC SOBRE UK GARAGE POR ARTHUR MENDES ROCHA

A revista Dazed & Confused se uniu ao Channel 4 para produzir uma série de 05 mini-documentários dentro do projeto Music Nation e cada um deles abordando movimentos musicais ocorridos na Inglaterra nos últimos anos.

uk garage - foto 1

O resultado ficou muito bom e merece ser visto – esta semana falaremos de cada um deles iniciando por “Brandy & Coke”, cujo tema é o UK Garage.

O doc foi dirigido por Ewen Spencer, fotógrafo que trabalhava para a revista Sleazenation e que se apaixonou pelo ritmo nos anos 90, registrando os dançarinos, as pessoas que curtiam frequentar as noites dedicadas ao UK Garage.

uk garage - foto 2

UK Garage ou Speed Garage (como também era denominado na época) foi um gênero musical surgido na Inglaterra no final dos anos 90 e cuja batida era uma mistura da house americana e ítalo house com a velocidade aumentada (daí o speed), mais a influência do drum & bass, além de batidas pesadas e com o baixo bem acentuado.

uk garage - foto 3

Como vemos num dos depoimentos, o povo da cena não gostava do nome speed garage, preferia até acid garage, mas era uma maneira das gravadoras rotularem o gênero e lucrar com o mesmo.

Por volta de 1997/1998, este era o ritmo que dominava a juventude inglesa, que adora sair para dançar e se acabar nas pistas de dança; era uma cena que acontecia aos domingos, já que as licenças para sábado eram difíceis de serem obtidas. E outra: o movimento começou como uma extensão do que fazer após sábado à noite.

uk garage - foto 4

Para ter uma ideia do tamanho da coisa, no réveillon de 1998 havia 49 eventos de UK Garage em Londres.

 O UK Garage originou-se também das pirate rádios (rádios piratas), como a Flex FM, algo muito forte na cultura inglesa e que determinou o gosto musical de toda uma geração.

uk garage - foto 5

As pirate radios eram feitas por amantes da música cujo principal objetivo era criar uma cena, fazendo com que a música underground, tocadas nos clubs londrinos, chegassem ao maior número de ouvintes.

Um dos grandes hits do UKG foi “Gabriel” de Roy Davis Jr.:

Tudo começou no sul de Londres, um grupo de DJs, produtores, MCs, começaram a produzir este som bem sujo, mais do gueto mesmo, feito na maioria por negões que tem a música na alma, com pitadas de jungle, ragga, música caribenha, reggae entre vários outros ritmos e culturas.

uk garage - foto 6

 

O doc mostra um pouco desta cena, é rápido de ver, com duração de 23 minutos, e pode ser assistido abaixo:

 

“Brandy & Coke” traz depoimentos de pessoas fundamentais do UK Garage como Matt ‘Jam” Lamont, produtor que junto com Karl “Tuff Enuff” Brown criou o hypado duo Tuff Jam, que tantos hits produziu na época como “Never gonna let you go’ com os poderosos vocais de Tina Moore:

Além dele, também dão depoimentos Craig David, outro artista que bombou na época, Mighty Moe, Kano, MC Creed, Mike ‘Ruff Cut” Lloyd, DJ Smokey Bublin’, Scott Garcia, cuja música ‘London Thing’, tendo nos vocais MC Styles, nos transporta bem para toda a cena UK Garage, incluindo algumas cenas dos clubs, proclamando que isto era uma coisa de Londres:

Outra música presente no doc é “Black Puppet” de Noodles (que também assina como Groove Chronicles):

Outro fator fundamental no UK Garage é o visual para frequentar as noites, o povo se montava em “fancy lothes” de grifes como Versace, Moschino, Dolce & Gabbana, Patrick Cox, entre outras, muitas vezes os homens usavam paletós, camisas sociais, enquanto as mulheres se montavam em vestidos colados, calças jeans coloridas, mocassins, era uma reação ao estilo ‘baggy” usado pelos ravers.

UKG by Ewen Spencer

 

O drink da noite era champanhe, uísque, tudo era meio ostentação mesmo e atraía muitas mulheres, era uma cena bem hetero e com poucas drogas (no começo).

Lembro que quando estive em Londres em 1997, a princesa Diana havia falecido no dia anterior, era domingo à noite e eu queria muito ir a Twice as Nice, uma das noites mais famosas do gênero, cujo club era comandado por Steve Gordon e ficava em Vauxhall.

ukg  foto 8

Ao chegar lá, me deparei com as pessoas abaladas com a morte de sua princesa, mas também querendo se divertir, a música era dark, a batida rápida, mas o ritmo extremamente contagiante e grooveado e os negões dando shows na pista; não tive dúvidas e me juntei a eles e dancei até a noite acabar.

A Twice as Nice era uma evolução do Gas Club, fazia fila na porta, era reverenciada nas revistas de comportamento como a The Face (que deu a capa para o UK Garage), além de ser frequentado por Dave e Victoria Beckham, Jay-Z, Wesley Snipes, Jennifer Lopez, entre outras celebridades.

uk garage - face cover

 

Outro sucesso também presente na trilha do doc é “Love Bug” de Ramsey & Fen, que nos conquista com seu groove e os vocais de Lynsey Moore:

Várias outras noites também foram surgindo como a Cookies & Cream, Exposure, Garage Nation e muitas outras, até que o gênero virou mainstream e acabou cansando.

Outra razão para que a cena ficasse desgastada foi o aumento da violência, além das brigas de gangues, bem como o fim das pirate rádios, já que eram ilegais e não demorou para que a polícia acabasse com a festa.

UKG by Ewen Spencer

 

Mas aos poucos o UK Garage vai tendo seu revival, ainda misturado com outras cenas, mas velhos rostos vão reaparecendo e a música vai sendo renovada, muitas fotos bacanas (inclusive a maioria deste post) são do livro “UKG” e foram clicadas por Spencer, que lançou o livro pela editora GOST.

ukg - book

 

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TODAY’S SOUND: TALK TALK‏ ‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Talk Talk tem um lugar especial na música pop, é um grupo que não se vendeu para a indústria fonográfica, que lançou trabalhos instigantes, diferentes do simples conceito de vender discos, sempre preocupados com um som mais refinado, maduro, profundo, tanto que influenciaram muitas bandas surgidas após eles e consolidaram a definição de “post-rock” nas bandas surgidas a partir dos aos 90.

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A peça chave do Talk Talk é Mark Hollis, o vocalista e letrista da banda, que desistiu dos estudos de psicologia para se dedicar à música. E assim fomos presenteados com uma voz única, um timbre difícil de descrever, mas que é muito especial.

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O primeiro grupo que ele formou foi o The Reaction, uma banda punk que procurava uma chance.

O irmão de Mark, Ed Hollis, era DJ e produtor de bandas e o incentivou a gravar uma demo para a Island Records.

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Esta demo continha uma canção chamada ‘Talk Talk”, incluída na coletânea de bandas punks, The Streets (lançada pel selo Beggars Banquet):

No fim, The Reaction acabou lançando apenas um single, “I can’t resist’, em 1978, e logo se dissolveu.

Neste meio tempo, Ed apresenta Mark para aqueles que formariam com ele o Talk Talk: Paul Webb (baixista), Lee Harris (baterista) e Simon Brenner (tecladista).

Assim, em 1981, eles formam o Talk Talk e depois de alguns demos, assinam com a EMI.

No começo de sua trajetória, o Talk Talk era considerado um grupo nos padrões do Duran Duran, com fortes influências new romantic , synthpop e new wave, tendo inclusive aberto shows para o Duran no final de 1981, além de adotarem o mesmo produtor, Colin Thurston, e o mesmo selo, EMI.

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O primeiro single deles foi lançado em 1982, ‘Mirror Man’, mas não teve destaque nas paradas.

Já o segundo single, era uma regravação de uma música do Reaction, ‘Talk, Talk”, que alcançou o 52º lugar e o single seguinte foi bem em execução, “Today”, aqui numa rara apresentação na TV inglesa em 1982:

Logo em seguida é lançado o primeiro álbum da banda, “The Party’s over’, tendo alcançado apenas o 21º lugar na parada de sucessos.

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Em 1983, Brenner sai da banda e o Talk Talk passa a ser um trio. Um detalhe interessante é que o quarto membro do Talk Talk acabou sendo o produtor do segundo álbum, Tim Friese-Greene, que ajudava nos teclados e também na composição das letras, mas nunca saiu em fotos ou participou de shows com o grupo.

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Neste período, a banda abriu alguns shows para Elvis Costello nos EUA, o que os surpreendeu, pois estavam acostumados a tocar para públicos bem menores na Inglaterra.

Mas o sucesso mesmo só veio em 1984, com o lançamento do álbum “It’s my life’, cujo single “Such a shame” e “Dum Dum Girl” alcançam sucesso em alguns países da Europa e na Nova Zelândia, mas continuavam sendo ignorados em sua terra natal, a Inglaterra.

O som do Talk Talk não pode ser considerado fácil, é um som altamente elaborado, suas músicas não são dançantes, suas letras são densas, sua música tem elementos de jazz, ambient e música clássica.

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Neste segundo trabalho, fica mais evidente um amadurecimento deles em relação ao primeiro disco, principalmente pelo trabalho de Friese-Green, que imprimiu texturas mais ricas no som deles.

O próximo single, intitulado It’s my life”, talvez até hoje seja a música mais conhecida deles, especialmente depois de regravada pelo No Doubt.

A capa do disco foi realizada por James Marsh, designer gráfico que desde então fez todo o material da banda, criando uma identidade que pode ser facilmente reconhecida, geralmente utilizando lindas ilustrações de animais, plantas e mais.

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O disco seguinte, The Colour of Spring, lançado em 1986, acaba se tornando seu maior êxito comercial na Inglaterra, atingindo finalmente o top 10, especialmente pelo single ‘Life’s what you make it” e levando a banda para o Top of the Pops:

O álbum acaba sendo um grande sucesso internacional, seguida de uma grande turnê mundial.

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O segundo single, ‘Living in another world”, também atinge o top 40 de países como Alemanha, Suíça, Holanda, entre outros. Aqui em um vídeo do show deles no Festival de Montreux em 1986:

“The Colour of Spring” era um disco diferente de tudo que a música pop da época oferecia, era bem mais soturno, introspectivo e seu som mais orgânico que os outros álbuns do Talk Talk.

Em 1987, o Talk Talk se tranca em uma igreja abandonada de Suffolk (Inglaterra), para iniciar os trabalhos de seu próximo disco, “Spirit of Eden”.

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Este disco é considerado a obra-prima deles, um disco a frente de seu tempo, com uma riqueza de ambientações, músicas longas, letras magníficas e um disco fundamental para o post-rock.

Eles tiveram muitos problemas com a gravadora para conceber este álbum, já que a EMI os estava pressionando para lançarem um novo single e Mark se recusava a entregar qualquer material antes de terminar todo o disco.

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Além disso, ele afirmou que era impossível realizar uma turnê do disco, devido às elaboradas instrumentalizações e improvisações, este não comportava shows, deixando os executivos da gravadora de cabelo em pé.

Já tendo estourado orçamento e o tempo em estúdio, finalmente o disco é lançado em 1988, sendo elogiado pela crítica, porém sem um grande hit para puxar as vendas.

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O único single lançado do álbum foi ‘I Believe in you”, mesmo assim contra a vontade de Mark,  que o fez apenas por pressão da gravadora e ficou insatisfeito com o vídeo da canção:

A banda tentava se liberar do contrato com a EMI, o que finalmente aconteceu, mesmo com a tentativa da gravadora em processar a banda por realizar um trabalho não-comercial (Spirit of Eden), o que acabou não dando em nada.

Agora a EMI procurou lucrar o máximo possível com o catálogo do Talk Talk e lançou a coletânea ‘Natural History” em 1990, que atingiu o primeiro lugar em vendagens na Inglaterra e vendeu mais  de um milhão de cópias mundo a fora.

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Agora o Talk Talk pertencia ao cast da Polydor, mas a banda se resumia quase que somente a Mark e Friese-Green, já que Webb já havia abandonado o grupo e restava apenas Harris e músicos convidados.

Mesmo assim, eles lançam o experimental ‘Laughing Stock”, em 1991, continuando na mesma linha de Spirit of Eden, e que atingiu o 26º lugar na parada inglesa.

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Porém, depois deste disco, a banda se desmembra de vez, com Mark se dedicando á seus filhos pequenos e só vindo a lançar um disco-solo em 1998, para depois sumir novamente.

A última música que rolou dele foi um instrumental usado para o seriado “Boss”, no qual ele utilizou a AB Section 1, abrindo e fechando um dos episódios, isto em 2012.

Webb e Harris acabam formando a banda O.rang e  Friese-Green forma o Heligoland.

Em 2002, Webb, sob o pseudônimo de Rustin Man, lança um álbum com Beth Gibbons, a vocalista do Portishead, show este que veio ao Brasil no Tim Festival.

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O Talk Talk teve um álbum tributo e um livro, ambos lançados em 2012, intitulado “Spirit of Talk Talk”.

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Até hoje a banda é reverenciada e é influência assumida para grupos como Radiohead, Sigur Rós,  Portishead, Catherine Wheel, Slowdive, DJ Shadow, Weezer, Death Cab for Cutie, além de muitas outras que admiram a sua sonoridade e seu espírito criativo e inovador.

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