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Frankstein – Japa Girl












































































    Billy Rodolpho, family’s youngestMama Nature is finally happy 🌈Tigre: precisa de lar temporário ou definitivo . ZL/SP/E.Matarazzo
Filhote de +ou- 4 meses de idade.,
Já foi medicado com vermifugo e simparic.
Está bem, se alimentando normalmente, pulmões limpos, temperatura normal. 
Quem pode oferecer um lar definitivo ou temporário para ele?
Vamos dar todas as medicações, só não temos como abrigar pois estamos lotadas de bichos.
Ele precisa sair do terreno para ser devidamente tratado.
Divulguem por favor
Contato (11) 982548962.Agatha Luna e AmeriquitaEncontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!

                
       
















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TODAY’S SOUND: THE MUNSTERS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Finalizando os filmes da infância, hoje, na verdade, falarei de uma das séries mais queridas para quem viveu no final dos 60 e início dos 70: “The Munsters” (Os Monstros).

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A série começou a ser transmitida nos EUA em 1964 e teve sucesso durante quase dois anos, até que o público preferiu seriados a cores como “Batman” (que estreou em 1966).

No Brasil foi exibida pela Tupi, depois SBT, Record e há pouco pelo canal a cabo TCM.

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Apesar de inspirada na família Adams, os Monstros não devem ser confundidos com a mesma, pois seus personagens são bem diferentes dos Adams.

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A abertura com o “Munster’s theme” foi escrita por Jack Ryan, produtor top da Capitol Records nos anos 50 e 60 e que fez os arranjos de “Fever”, interpretado por Peggy Lee.

The Munsters era uma série cômica americana, em P&B, que fazia uma sátira aos filmes de terror e à típica família suburbana, já que suas figuras centrais eram referências diretas a personagens dos clássicos dos filmes de horror da Univeral:

- Herman Munster (Fred Gwynne) – o patriarca que tinha sua figura baseada no Franskstein e era o mais desastrado de todos, sempre causando as maiores confusões;

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- Lily Munster (Yvonne de Carlo) – a matriarca que controla a família e que tinha sua figura inspirada na Bride of Frankstein, porém sem o cabelo alto, mas com a mesma mecha branca;

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- Grandpa (Al Lewis) – o avô e suas invenções absurdas, cuja divertida figura é inspirada em um Conde Drácula envelhecido;

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- Eddie (Butch Patrick) – o filho de Herman e Lily, inspirado numa versão infanto-juvenil do Lobisomen;

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E por último, a prima Marilyn (interpretada em diferentes temporadas por Beverly Owen e Pat Priest), uma garota normal, mas considerada ‘ovelha-negra” da família, que a achavam horrorosa.

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Outra curiosidade é que o piloto original (que nunca foi ao ar) era colorido e com uma Lily e Eddie diferentes e a rede CBS optou por fazê-la em P&B, pois achava que os personagens eram muito assustadores para serem em cores.

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O elenco que permaneceu é nada mais que sensacional: a química de Herman e Lily é perfeita, as situações são bem engraçadas e faziam a alegria das tardes de muitas crianças e não dava para perder nenhum episódio.

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Yvonne de Carlo foi a opção certa para Lily, com sua figura interessante, ela levava mais de duas horas para se tornar a Lily Monstro, incluindo o uso de uma peruca feita com cabelos humanos. De Carlo também foi uma das belezas do cinema americano dos anos 40/50 onde estrelou em filmes noir, de aventuras e até em “Os Dez Mandamentos”; mas foi com “The Munsters” que ela ficou conhecida no mundo inteiro.

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O figurino de Lily também é incrível, com seus vestidos esvoaçantes, capas, além de muitos acessórios como um colar de morcego.

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Fred Gwynne faz um Herman perfeito, geralmente todos os episódios giram em torno dele, sua figura alta (ele media 1,96) chamava a atenção. Na série, bastava ele aparecer para as pessoas saírem correndo com medo, mas mal sabem que ele é doce, carinhoso e não faz mal a uma mosca.

Mas não pensem que era fácil para ele ser o Herman: seu rosto tinha de ser pintado de uma tinta violeta brilhante (para que o filme em p&b captasse melhor), além de passar por uns 20 kg de maquiagem, usar paletós enormes, botas pesadas, próteses e se desidratava pencas em cada dia de filmagem.

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Detalhe para a maquiagem: esta era feita pelo pioneiro de maquiagens e design nos filmes de terror da Universal, Bud Westmore.

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Al Lewis rouba muito das cenas como o Vovô Monstro, uma figura que quase sempre está em seu laboratório bolando invenções estapafúrdias e que geralmente não dão certo.

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As tramas mantêm um pouco dos sitcons americanos centrados em uma família e seus problemas em lidarem com as situações do dia-a-dia, já que são encarados como freaks por toda a vizinhança e visitantes.

Na verdade eles são inofensivos, mas também não os tirem para otários, que receberão o troco à maneira ‘Monstro”. Figuras assustadoras, teias de aranha, morcegos, portas que rangem, fazem parte da vida “normal” deles.

O sucesso foi tanto que até comercial para o cereal “Cheerios” eles estrelaram:

Outro destaque é a mansão da Família Monstro, uma casa vitoriana, sempre com névoas, localizada no número 1313 Mockingbird Lane.

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Eles também possuíam um bicho de estimação: um dragão o qual só vemos a imensa cauda ou a fumaça que ele solta, que vivia em baixo da escada, e cujo nome era Spot.

Outra coisa legal era o carro deles, o “Munster Koach”, concebido por George Barris (o mesmo do Batmobile) e construído a partir de um Ford Model T de 1926, aparecendo em 20 episódios e que lembra o cupê mal-assombrado da “Corrida Maluca”, cheio de bossa como bancos de veludo vermelho.

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Houve algumas tentativas de reviver a série depois de seu cancelamento, mas que nunca tiveram o carisma ou o charme da original como: “Munsters go home”, telefilme com o elenco original lançado logo após o cancelamento da série original; ‘The Mini-Munsters”, desenho animado exibido pela ABC nos anos 70; ‘The Munsters’ Revenge”, outro telefilme com o trio original, porém outros atores substituindo Eddie e Marilyn; ‘The Munster’s Today”, série com elenco totalmente diferente, colorida e adaptada para os anos 80; “Come the Munsters”, telefilme dos anos 90 com participações especiais (e pequenas) do elenco original; “The Munsters’ Scary Little Christmas”, outro telefilme sem expressão.

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Recentemente também houve uma tentativa de reviver a série por Bryan Fuller e Bryan Singer chamada ‘Mockingbird Lane’, com atores como Portia de Rossi e Eddie Lizard, porém não passou nem do piloto.

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Os Monstros deixaram muitas saudades em todos que curtiam a série, mas todos os episódios já foram lançados em DVDs importados (só a primeira temporada foi lançada aqui), em edições primorosas e que merecem ser vistos, revistos ou descobertos pelas novas gerações.

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Today’s sound :“The Bride of Frankenstein” por Arthur Mendes Rocha


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James Whale dirigiu em 1935 a continuação de seu sucesso ‘Frankenstein’ chamada “The Bride of Frankenstein”, que também foi outro sucesso da Universal.

“The Bride of Frankenstein” foi uma imposição do estúdio depois do sucesso do primeiro filme, mas Whale acabou aceitando fazer depois de muitas mudanças no roteiro e a promessa de que ele teria o controle total sob a produção.

O filme teve boa recepção do público e da crítica, sendo considerado por muitos deles como melhor que o filme original.

Os personagens principais, os monstros, foram vividos por Boris Karloff (o Frankenstein mais famoso do cinema em todos os tempos) e por Elsa Lanchester (atriz que trabalhou muito como coadjuvante e era casada com o ator/diretor Charles Laughton).

O personagem do Dr. Frankenstein, foi vivido pelo mesmo ator do primeiro filme, Colin Clive, e nesta continuação há um novo personagem importante, o Dr. Septimus Pretorius (Ernest Thesiger).

O filme inicia com uma reunião na casa de Lord Byron onde Mary Shelley (também vivida por Lanchester), a autora do livro, conta o que acontece depois que o primeiro filme acaba, ou seja, depois que o monstro foi perseguido e enfrentou um incêndio.

Frankenstein, o monstro, sente-se perseguido e odiado e procura por um amigo, que ele encontra na figura de um mendigo cego, que lhe oferece abrigo e comida.

Entra em cena o Dr. Pretorius, um sujeito perverso, manipulador e que promete ao monstro uma companheira (a noiva ou the bride), convencendo o Dr. Frankenstein a ajudá-lo.

Uma das grandes cenas do filme é quando ele mostra suas invenções ao Dr. Frankenstein, que na verdade são miniaturas de humanos, mas que ele não consegue transformar em algo maior.

Uma das grandes diferenças entre os dois filmes é que neste, Frankenstein aprende a falar, confiar e depois odiar.

O estúdio da Universal era o mais famoso em criar filmes de monstros, além de Frankenstein, eles também são os responsáveis por Drácula, O Lobisomem e a Múmia.

O icônico penteado da “bride” foi inspirado em Nefertiti e foi criado por Jack Pierce, o maquiador dos estúdios Universal,  e até hoje é copiado em todas as festas de Halloween.

O toque a mais foi dado com as ondas e os brancos que lembram raios. Vejam que bacana estas interpretações que vários artistas fizeram da Bride

Flounder

BlasterKid

Scott Kaiser

Sid Stankovitz

R.A Parslow

Mister Bones

Tom Whalen

Martin Ansin

Mab Graves

Muppets

Vale ressaltar que a noiva só aparece mais para o final do filme e sua presença na tela é pequena, mas marcante, e ainda por cima ela rejeita o pobre monstro Frankenstein.

Lanchester imprimiu uma personalidade á noiva, imitando os gestos de um cisne e tornando-a uma figura emblemática na história do cinema.

Tanto a maquiagem quanto os efeitos especiais foram cuidadosamente criados de maneira a dar o máximo de realidade a cada cena do filme.

O diretor Whale foi retratado no filme “Gods and Monsters” vivido por Ian McKellen, onde há uma cena dele filmando “Bride”e o título é justamente uma referência ao filme, já que esta frase é pronunciada no filme pelo Dr. Pretorius.

Outro filme que homenageia Bride é “Young Frankenstein” de Mel Brooks, engraçadíssima comédia que satiriza os filmes de terror em p&b e que tem uma cena com Madeleine Khan fazendo a noiva.

O filme tem também alguns ataques ao código Hays (espécie de censura da época), bem como referências ao catolicismo, como a cena em que Frankenstein é quase crucificado como Cristo.

Mais uma leitura que foi feita é que por Whale ser assumidamente homossexual, ele estaria sugerindo que para procriar, não era preciso um casal hétero, já que os cientistas, como o ambíguo Pretorius, criavam seus próprios filhos, ou seja, seus monstros.

Merece destaque também a brilhante trilha sonora criada pelo grande Franz Waxman, um dos melhores compositores da época áurea de Hollywood.

Ele foi convidado a fazer o score quando Whale encontrou-o em uma festa e ele fez três temas básicos: o do monstro, o da noiva e o de Pretorius.

Bride não é simplesmente um filme de horror, ele retrata a solidão e o isolamento, é uma alegoria sobre alguém que só deseja ser aceito, ter amigos, mas que a sociedade não permite.

Em 2010, o filme completou 75 anos de vida e sua mistura de drama com um certo humor, sua atmosfera gótica, continua sendo um dos grandes filmes de horror que o cinema já produziu.

Uma versão em Blu-ray acab de ser lançada, figurando junto com outros clássicos de terror da Universal.

Abaixo, o cineasta Guilhermo Del Toro faz uma apresentação do filme em uma projeção para membros da Academia de Hollywood onde fala que este filme é um de seus filmes favoritos:

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