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Leonard Cohen – Japa Girl



























































                
       
















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Posts Tagged ‘Leonard Cohen’

TODAY’S SOUND: LAURA BRANIGAN POR ARTHUR MENDES ROCHA

A musa pós-disco de hoje é Laura Branigan, outra ótima cantora/atriz que nos deixou cedo, mas que teve nos 80 os seus anos de glória justamente com o megahit ‘Gloria” e também “Self Control’, entre outros. Porém Laura teve poucos anos de sucesso e logo foi deixada de lado pelo mundo pop.

Laura Branigan Discography

Laura começou a se interessar cedo pelas artes, participando de musicais no ginásio e resolve cursar a American Academy of Dramatic Arts, entre 1970 e 1972.

Ela também trabalha de garçonete, até formar sua própria banda, Meadow, que lançou apenas um álbum, “The Friendship”, em 1973.

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O álbum continha músicas como “When we were Young”, porém não se coloca nas paradas de sucesso, sendo mal trabalhado pela gravadora e nunca relançado.

Mesmo não chamando atenção, o álbum já mostra que Laura era dona de uma linda voz e que tinha tudo para estourar como cantora de sucesso.

Com o fim da banda, ela trabalha como backing vocal de cantores como Leonard Cohen, com o qual ela saiu em turnê em 1976.

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Em 1979, ela conhece Sid Bernstein, o famoso produtor musical que trouxe os Beatles para a América e fez fortuna sendo o pioneiro em realizar grandes concertos de rock em estádios.

Através de Bernstein, ela conhece Ahmet Etergun (o dono da Atlantic Records, responsável pela carreira de muitos artistas importantes), para o qual canta na casa do irmão dele, Nesuhi, e finalmente ela assina com a gravadora Atlantic, com a qual se compromete em lançar alguns álbuns.

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Porém, Laura era uma cantora difícil de categorizar, já que seu alcance vocal era muito alto para uma simples cantora pop.

Ela grava o álbum “Silver Dreams”, nunca lançado, e o single “Looking out for number one” se posiciona apenas no 60º lugar da parada americana.

Neste single, sua voz lembra muito a de Donna Summer, mas Laura ainda buscava o seu próprio estilo.

Depois de quebra de contrato e mudança de empresário, Laura estava pronta para lançar o seu tão esperado álbum.

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Isto vem a acontecer em 1982, quando ela lança o seu primeiro álbum oficial, “Branigan”, cujo primeiro single não faz sucesso, o que só vai acontecer com o segundo single, “Gloria”, a versão americana e mais dançante de uma canção italiana de Umberto Tozzi. Abaixo ela apresenta a música no programa “Solid Gold”:

“Gloria” acaba sendo o maior hit da carreira de Laura, permanecendo 36 semanas no topo da parada da Billbard, vendendo mais de dois milhões de cópias do single (disco de platina), além de dar o disco de ouro pelas vendagens do álbum.

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Laura estava no topo do mundo pop, sendo nominada para o Grammy de melhor vocalista pop (porém ela acaba não vencendo).

Logo em seguida, em 1983, ela lança o seu segundo disco, “Branigan 2”, que origina um hit menor com ‘Solitaire”, uma versão inglesa para um sucesso francês de Martine Clemenceau, com forte pegada synthpop (que dominava o pop europeu da época):

Laura também chamava a atenção pela altura, sempre com cabelos esvoaçantes, muito make e roupas que realçavam sua figura, além de roupas com brilho, lurex, paête, mais fuseau tigrada ou preta, correntes e mais.

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Ainda em 1983, mais uma música sua faz sucesso ao ser inclusa na trilha de “Flashdance”, ‘Imagination’. Abaixo a ótima cena do filme com a música de Laura ao fundo:

A estrela de Laura brilhava cada vez mais com aparições em seriados (como ‘Chips” e “Knight Rider”), além de comerciais para TV e rádio.

Em 1984, ela lança seu terceiro álbum, “Self Control”, cuja música título lhe dá outro hit.  No vídeo abaixo, Laura faz uma apresentação na TV alemã (no qual ela também interpreta “Spanish Eddie”), onde a música chegou ao primeiro lugar:

O álbum também incluía ‘The Lucky One”, que lhe deu o prêmio no Tokyo Music Festival. Abaixo ela mostra a música no “Solid Gold’:

Em sua carreira, Laura trabalhou com grandes músicos e produtores como Harold Faltermeyer (autor da trilha de “Beverly Hills Cop”), Steve Lukather (da banda Toto), Robbie Buchanan (que trabalhou com Bette Midler em “The Rose”), Nathan East (do “Fourplay”), além de vocalistas como Joe Esposito (da trilha de “Flashdance”), James Ingram (famoso cantor de R&B), além de ser produzida por profissionais como Phil Ramone (que já produziu Frank Sinatra, Bob Dylan, Aretha Franklin, Elton John e muitos outros).

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Em 1985, ela lança mais um álbum, “Hold me”, que incluía a canção título que faz certo sucesso, alcançando o top 40 de dance:

Em 1987, ela troca de gravadora e também de empresário, se juntando a novos produtores como Stock, Aitken e Waterman (produtores de Kylie Minogue, Jason Donovan, Sonia, Bros, entre outros) e lançando o single ‘Shattered Glass”, incluído no álbum “Touch”:

No final dos anos 80, ela também tentou emplacar no cinema com dois filmes, mas que não tiveram grande expressão.

Em 1990, ela lança seu sexto álbum, “Laura Branigan”, que faz um pequeno sucesso, especialmente entre o público gay e também adulto contemporâneo, mas nada que se comparasse a seus hits dos anos 80.

Seu último álbum acaba sendo lançado em 1993, “Over my heart”, que mesmo sendo produzido por Phil Ramone, acaba tendo uma presença tímida nos charts.

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A partir daí, Laura se afasta da música, lançando apenas coletâneas de seus sucessos.

Em 2002, ela volta a cantar na produção off-Broaway, “Love, Janis”, no papel de Janis Joplin, sendo bem recebida pela crítica, mas ela abandona a produção na metade por problemas com os produtores.

Laura veio a falecer em 2004, vítima de um aneurisma cerebral. Mais tarde, ficou se sabendo que ela já vinha sofrendo de dores de cabeça constantes e que nunca havia procurado tratamento para isto.

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Mesmo afastada dos palcos e discos, a notícia de sua morte pegou todos de surpresa, novos revivals de suas músicas aconteceram nos clubs, bem como versões novas de seus antigos sucessos.

Laura teve seu ápice em meados dos anos 80, cada disco seu era altamente falado e promovido, ela aparecia nos programas mais bombados da TV americana e mundial; mas foi mais uma vítima do mundo pop, que cria e destrói mitos de uma hora para outra e sem aviso prévio. Fica a sua música aí para ser redescoberta e novamente apreciada.

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TODAY’S SOUND: JACQUES BREL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Encerrando nossos posts sobre chanson française, hoje falo sobre Jacques Brel, que na verdade era belga, mas fez sua carreira na França, onde se destacou na música e no cinema.

Jacques Brel On Stage At "La Tete De L'Art", Avenue De L'Opera In Paris, France -

Brel foi dos cantores que optou por temas que fugissem um pouco do gênero romântico, assim suas canções possuem letras mais darks e adultas, temáticas mórbidas, mais ao estilo de um Dylan, Leonard Cohen ou um Woody Guthrie.

Ele cantava as prostitutas, os marinheiros, os desajustados sociais; ele era como um rapper que declama seus versos com toda a emoção possível. Atacando a burguesia e a igreja, ele expressava suas angústias através da música.

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Brel nasceu na Bélgica, em 1929, e desde cedo foi demonstrando amor pelas artes, especialmente pela música, começando a tocar guitarra aos quinze anos.

Inclusive, no final dos anos 40, ele participava do coral jovem da igreja de seu bairro, além de compor suas próprias canções.

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Em 1953, a gravadora Phillips lança seu primeiro single, “La Foire”:

O lançamento lhe proporciona alguns shows modestos até que decide por se mudar para Paris.

É na capital parisiense que Brel realmente terá o reconhecimento que merece, fazendo sua estreia nos palcos do Olympia em 1954 e logo em seguida, realizando concertos pela França.

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Seu álbum de estreia, “Jacques Brel et sés chansons”, é lançado e entre os destaques estava “Sur la place”, acompanhado da orquestra de François Rauber, que será um de seus habituais colaboradores:

Porém, a venda do álbum é inexpressiva; mesmo assim, ele é notado por Juliette Gréco, que grava a música “Le diable”, de sua autoria.

 Até que, em 1956, ele lança um EP com a canção, “Quand on n’a pás que l’amour”, que se torna o seu primeiro hit, chegando ao 3º lugar na parada francesa:

Até o final da década, ele lança mais três álbuns, além de excursionar por diversos países com shows.

Aos poucos, ele ia conquistando os países de língua inglesa, tendo seu primeiro álbum editado nos EUA, que consistia numa compilação dos discos que gravou pela Phillips e fazendo seu primeiro show em 1963 no solo americano, no Carnegie Hall, em NY.

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No mesmo ano, ele lança mais um ótimo disco, “Jacques Brel accompagne par François Rauber et son orchestra”, onde se destaca a música “Les Toros”, onde comparava a morte dos touros com soldados na guerra.

Os artistas americanos começavam a prestar mais atenção em suas brilhantes composições, entre eles o poeta McKuen, que faz as versões de Brel para o inglês.

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No próximo disco, “Brel 6”, mais uma dramática música falando de um soldado: “Le suivant.

Em 1966, McKuen faz a versão para o inglês de uma das composições de Brel, “Ne me quitte pas”, que se transforma em “If you go away” na voz de Damita Jo e que se torna um estouro nos EUA.

Agora sim, o nome de Brel era quente em terras americanas e artistas como Sinatra, Tom Jones, Neil Diamond, Judy Colins, Joan Baez, entre outros, queriam gravar suas canções.

Cansado e esgotado, Brel decide se despedir dos palcos com um último show no Olympia, em 1966, mas como seus discos estavam fazendo sucesso na América, ele tinha ainda uma agenda cheia a cumprir antes de se afastar do stage.

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Em 1967, ele resolve atacar no cinema, estrelando o primeiro de uma série de dez filmes, onde ele aparece como ator e tem suas músicas na trilha sonora.

Inclusive, ele também dirigiu um filme, “Franz”, de 1973, no qual atua ao lado de outra diva da música, Barbara.

Ainda em 1968, ele estreia no teatro, com a adaptação de “L’homme de la Manche”, num papel que lhe cabe perfeitamente, o do sonhador e idealista Don Quixote. A peça se torna um sucesso com mais de 150 apresentações.

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No mesmo ano, em NY, um musical com suas canções, “Jacques Brel is alive and well and living in Paris”, se torna um grande sucesso na Broadway e coloca seu nome em voga novamente.

Mais artistas como Scott Walker e David Bowie, entre outros, decidem gravar suas composições com letras em inglês. Walker grava “Jackie’, a versão de “Jacky’, de Brel (incluída num episódio de “Absolute Fabulous”):

 

Depois dos anos dedicados ao cinema, Brel decide comprar um veleiro para viajar pelo mundo.

Ele volta assim que descobre que estava com câncer no pulmão, mas consegue se operar a tempo.

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Assim que se recupera, ele volta a viajar de veleiro e se apaixona pelas Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa, onde decide viver.

Ele volta à França para gravar o seu último álbum, “Brel”, lançado após um hiato de dez anos sem gravar e que acaba vendendo mais de um milhão de cópias.

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Em 1978, sua saúde volta a se deteriorar e ele volta à Paris, onde vem a falecer de embolia pulmonar, tendo apenas 49 anos de idade.

 

Brel se tornou uma referência na música mundial, suas letras filosóficas (fortemente influenciadas pelo Existencialismo), de um lirismo impressionante, atraíram os mais diferentes intérpretes, de Dusty Springfield a Cindy Lauper, de Brenda Lee a Marc Almond; não teve quem não se rendeu ao seu talento.

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Em 2013, o próprio Almond narrou o documentário da BBC, “Behind the Brel”, um tributo à genialidade de Jacques Brel.

 

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TODAY’S SOUND: SISTERS OF MERCY‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA


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The Sisters of Mercy é uma banda inglesa que fez muito sucesso nos anos 80, misturando gótico, metal, psicodelia e até um pouco de industrial, e influenciando muita gente.

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The Sisters of mercy começou em Leeds, na Inglaterra, em 1980, e sua formação era Andrew Eldricht e Gary Marx, que se conheceram frequentando os mesmos shows e clubs da cidade.

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O nome deles, dizem, que foi inspirado na música “Sisters of Mercy” de Leonard Cohen ou em uma ordem de freiras católicas, isto nunca foi confirmado.

Mesmo com pouca grana, os dois conseguiram gravar uma música, ‘Damage Done” prensando mil cópias e vendendo algumas delas, mas conseguem o que mais queriam: tocar na rádio local.

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No ano seguinte, eles recrutam Craig Adams para tocar baixo, Andrew passa a ser o vocal e Gary a guitarra. A bateria eletrônica, antes tocada por Andrew, passa a ter um nome próprio: Doktor Avalanche.

Andrew Eldricht é a alma do Sisters, com seu vocal profundo e “cavernoso”, seu visual sempre de preto, geralmente de couro, e sempre de óculos escuros.

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Fãs de bandas como Suicide, Stooges, Motorhead, Pere Ubu, o Sisters se apresenta pela primeira vez em fevereiro de 1981, na Universidade de Leeds, tocando basicamente covers. Aos poucos eles vão aperfeiçoando o seu som e também adicionam mais a guitarra de Ben Gunn.

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Seus primeiros singles começam a fazer sucesso nas paradas independentes inglesas, geralmente atingindo o posto de “Single of the week” dos semanários Melody Maker e NME, como “Body Electric”:

E também  ‘Alice”, produzida por John Ashton, do Psychedelic Furs, com quem eles saem em turnê:

Em 1983, eles lançam o EP “Reptile House”, que incluía seis músicas, entre elas “Burn”:

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No mesmo ano, eles lançam mais um single de sucesso: “Temple of Love”, que acaba sendo seu último lançamento independente pelo seu selo Merciful Release.

Em 1984, Gunn deixa a banda e é substituído por Wayne Hussey (que mais tarde formaria o The Mission) e o Sisters assinam um contrato de disribuição com a gravadora Warner.

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Depois de lançarem mais alguns EPs e fazerem mais algumas turnês, Andrew mostra um esgotamento físico, mas mesmo assim a banda finalmente lança em 1985 o seu primeiro álbum, “First and last and always”, com as letras e vocais de Andrew sendo adicionados no último momento.

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O álbum vai direto para o top 20, abrindo com “Black Planet”:

Outro destaque era o hit “Marian”, presente em todas as pistas góticas:

No mesmo ano, eles saem em uma nova turnê e mal sabiam os fãs que o Sisters só voltaria a se apresentar depois de cinco anos.

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As tensões na banda eram grandes, desentendimentos eram normais e assim, Craig Adams e Wayne Hussey deixam o Sisters.

A ideia inicial deles era fazer um novo grupo chamado Sisterhood, mas Andrew se opôs e acabou pegando o nome para ele e lançando primeiro o single “Giving Ground” e logo em seguida o álbum “Gift”:

Wayne e Craig não tinham mais direito ao nome Sisterhood e formam então o The Mission.

Em 1987, Andrew se muda para Berlim para repensar o futuro do Sisters, acabando por se influenciar pela atmosfera e a musicalidade da cidade, especialmente pelo Techno.

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Logo em seguida, Andrew lança o novo álbum do Sisters intitulado ‘Floodland”, com a nova integrante da banda, a baixista Patricia Morrison (que já mereceu um post aqui).

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Um dos destaques é a música “This Corrosion”, mostrando atmosferas mais etéreas, cantos sacros e produção sofisticada:

Em 1989, eles lançam uma compilação de vídeos, ‘Shot”, incluindo os singles de Floodland e mais um vídeo para “1959” (ano em que Andrew nasceu), dirigido pelo próprio:

Em 1990, mais um membro é adicionado ao Sisters, o guitarrista Andreas Bruhn, que Andrew havia conhecido na Alemanha e que se juntou a Tony James (ex-X-Generation e ex-Sigue Sigue Sputnik), que subsituiu Patricia, e Tim Bricheno (ex-All About Eve) para uma nova incarnação da banda.

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Este novo álbum é ‘Vision Thing” é mais rock, as guitarras estão mais presentes e a voz de Andrew está mais clara, como mostra o primeiro single, ‘More”:

A banda volta a se apresentar ao vivo com shows na Irlanda, aqui no Brasil e depois seguem por uma turnê europeia.

Em 1991, Tony sai da banda e eles continuam a excursionar com vários shows.

Em 1992, eles lançam a compilação ‘Some girls wander by mistake”, onde, por insistência da gravadora, eles regravam “Temple of Love”, desta vez com Ofra Haza nos vocais, chegando ao terceiro lugar na parada inglesa, como vemos nesta apresentação no Top of the Pops:

Em 1993, eles lançam uma nova compilação de sucessos, ‘A slight case of overbombing”, puxada pelo single “Under the gun” com o novo guitarrista Adam Pearson (no lugar de Andreas) e Terri Nunn (ex-Berlin) nos backing vocals:

Estes serão os últimos lançamentos comerciais do Sisters, já que Andrew declara guerra à gravadora Eastwest, a qual ainda deviam dois álbuns.

A partir de 1996, eles continuam a fazer shows com diferentes formações dos Sisters of Mercy, chegando a se apresentar por aqui em 2008.

Em 2011, a banda completou trinta anos, realizando uma nova turnê mundial, agora com um Andrew careca, como vemos abaixo:

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