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Londres – Japa Girl












































































    Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
#10yearchallengeHappy Halloween from Vampirina 🖤“The Proposal” ( between 1880 - 1889) by Knut Ekwall (Swedish - 1843 - 1912)Full purple bloom galore!
#flordesaomiguel #violeteira #ravenala #kaizukaPapa Pirate & Mama Mermaid
#agathalunaJust opened! #cattleyaThe Death of Cleópatra 
Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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TODAY’S SOUND: CLOCKWORK ORANGE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Um clássico do cinema, um filme que continua moderno, polêmico, atual e pode ser considerado um dos primeiros filmes punk: estamos falando de “Clockwork Orange” (Laranja Mecânica) de Kubrick.

“Clockwork Orange” foi dirigido em 1971 por Stanley Kubrick, o brilhante cineasta inglês que acabara de vir do sucesso de “2001, uma odisséia no espaço”.

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Ele se baseou no livro de Anthony Burgess, que utilizava uma linguagem específica (uma mistura de russo com idish chamada ‘nadsat”) para a turma de Alex, o personagem principal e adepto da ultra-violência, vivendo em um futuro próximo na Inglaterra.

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No papel principal, Kubrick escolheu Malcom McDowell, o qual ele vira atuando “If” de Lindsay Anderson.
Kubrick declarou que se McDowell não pudesse fazer o filme, ele teria desistido, pois ele era a única escolha para o papel de Alex.

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 Realmente o filme gira todo em torno de McDowell, ele esta presente em todas as cenas, ele é o sociopata Alex e acabamos simpatizando com o personagem, apesar de sua maldade.

Em entrevistas sobre o filme, Spielberg afirma que ele pode ser considerado o primeiro filme punk rock e Mary Harron (a diretora de “American Psycho”) diz que ele foi uma influência fundamental para o movimento punk.

Vendo o filme, podemos compreender bem isto: Alex narra  o filme e é líder de uma gangue, eles saem em grupo, são jovens, se metem em brigas, não respeitam ninguém e se vestem diferente de todos.

Logo que ele surge em cena, com aquele olho com um cílio postiço e aquela roupa branca, é uma imagem icônica.

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Seus subordinados são chamados de “droogs” e se encontram no Korova Milk bar, um bar com decoração futurista e onde bebem leite (que saem dos seios de uma manequim) e bolam seus planos.

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Eles saem pela noite em busca de aventuras, mas sempre em atos ultra violentos, já nas primeiras cenas eles dão uma surra em um mendigo, enfrentam uma gangue rival, roubam um carro, assaltam uma loja, entre outras ações.

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Logo em seguida, decidem ir para o interior e parar em uma casa, mentindo que tinham sofrido um acidente.

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A casa pertencia a um escritor e sua esposa e estes são humilhados, sofrem todo tipo de violência e a gangue estupra a mulher ao som de ‘Singin’ in the rain”,que Alex canta enquanto realiza estes atos.

A escolha de ‘Singin’ in the rain” (famosa na voz de Gene Kelly) foi escolha do próprio McDowell, que ao ser questionado por Kubrick se sabia dançar, atacou com esta canção e o diretor adorou, coprando os direitos de uitlizá-la no filme.

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Alex vive com os pais, é tratado como uma criança, possui uma cobra de estimação e já teve passagem pela polícia, mas nada grave comparado com suas ações diárias. Ele também é viciado em Beethoven (ou Ludwig Van, a como ele se refere) e sua grande paixão é a nona sinfonia, que ouvimos ao longo do filme.

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Outra cena bacana é a que ele vai a uma loja de discos para comprar mais discos de Beethoven e lá seduz duas adolescentes, as quais ele leva para sua casa e transa de todas as maneiras possíveis, tudo com a câmera em FF (fast forward).

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Quando sua gangue resolve se revoltar contra ele e questionar sua liderança, ele os pune severamente, dando-lhes uma surra. Esta cena é como se fosse coreografada, em câmera lenta e influenciou cineastas como Tarantino.

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Mas a gangue ainda aprontaria um novo roubo, desta vez entrando na casa da cat lady, uma mulher rica e cercada de gatos, a qual eles tentam assaltar. Alex vê uma estátua em forma de pênis e utiliza esta para provocar a mulher e acaba matando-a.

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Seus companheiros lhe dão uma garrafada, fogem e ele é capturado pela polícia (a qual a cat lady havia chamado antes).

Aí o filme dá uma reviravolta: Alex é preso e na prisão aprende a se comportar melhor e a fazer as vontades do padre que o faz ler a bíblia em voz alta, além de sofrer ameaças de seus companheiros de cela.

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Quando Alex ouve falar do método Ludovique, uma espécie de ‘cura” para pessoas violentas, ele resolve se oferecer ao ministro do interior, que estava visitando a penitenciária. Este enxerga em Alex o exemplo perfeito para provar a eficácia do método.

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Um novo capítulo se inicia com Alex saindo do presídio e indo para a clínica onde será tratado. São estas as cenas impressionantes com Alex amarrado e com os olhos abertos com clipes (para que ele não tentasse fechar os olhos) e tendo que ver as cenas mais violentas e degradantes possíveis.

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Ao fazer esta cena, McDowell machucou sua córnea de verdade e ficou temporariamente cego, mas finalmente, com a ajuda de médicos, ele conseguiu filmar.

Ele pira quando mostram cenas dos atos nazistas ao som da 9ª sinfonia, a sua favorita e a qual agora ele passa mal ao escutá-la, tendo sensações horríveis, além de vômitos e mal estar.

Ele finalmente é considerado ‘curado’ e sai da clínica de volta ao lar, mas quando lá chega existe um novo inquilino em sua casa e seus pais o tratam com indiferença.

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Assim, neste novo capítulo, ele vai encontrando as pessoas que havia prejudicado no passado: membros de sua gangue haviam virado policiais, o escritor que ele havia entrado na casa, o mendigo, enfim todos querem se vingar dos atos horríveis que Alex havia lhes causado.

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Quando o filme foi lançado na Inglaterra, já começou a gerar polêmica: vários atos de violência começaram a ocorrer na época e que jogavam a culpa na influência que o filme causara.

Além disso, o diretor e sua família receberam ameaças e sendo assim, Kubrick tirou o filme de cartaz e o filme foi banido da Inglaterra durante 27 anos. O filme só foi liberado lá pós a morte de Kubrick em 1999.

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O filme passou normalmente em países como os EUA (onde foi um grande sucesso), mas em países como o Brasil, também esteve proibido durante os anos da ditadura.

Quando o filme foi liberado aqui, no início dos anos 80, pós-ditadura, ele foi exibido com bolas pretas tapando a genitália dos atores, a bola ficava dançando na tela, era muito ridículo.

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Além disso, Burgess não perdoara Kubrick de ter omitido o último capítulo da edição original do livro, já que o roteiro de Kubrick era baseado na edição americana, que cortara o último capítulo.

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Neste último capítulo, havia a redenção de Alex, que se arrependera de seus atos e com a qual Kubrick não concordava.

Burgess havia escrito o livro após sua mulher ter sido violentada e ele utiliza isto no livro e o título se refere às respostas condicionadas do protagonista a sentimentos de maldade que o impede de ter um comportamento normal e livre.

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Kubrick quis fazer uma crítica aos regimes totalitários que utilizam métodos psicológicos para transformarem seus cidadãos em robôs.

Vale também ressaltar o brilhante trabalho do figurino criado por Milena Canonero (a premiada figurinista de “Barry Lyndon”, também de Kubrick, ‘Carruagens de Fogo’, ‘Fome de Viver”e mais recentemente ‘Maria Antonieta” de Sofia Coppola).

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A direção de arte também é incrível, com seu décor futurista e as bem escolhidas locações de uma Londres de uma época incerta.

A trilha sonora também é fantástica, sendo que na verdade existem duas trilhas: a criada por Walter Carlos (que depois se transformaria em Wendy Carlos) com sintetizadores e a que utiliza músicas clássicas de Beethoven, Purcell, Rossini e Elgar.

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Sua influência na cultura pop é fundamental, seja na moda ou na música, influenciando desde Bowie, Ramones, Rancid, Slipknot, além é claro dos Adicts, que se vestem como a gangue do filme.

Na edição comemorativa dos 40 anos do filme, foi lançado um dvd com extras de dois documentários imperdíveis para compreender ainda mais toda a mitologia do filme. Abaixo um depoimento de McDowell sobre o filme:

Recentemente, houve no LACMA (o Museu de arte moderna de Los Angeles) uma exposição sobre Kubrick, onde estavam expostos figurinos e objetos de cena do filme, conforme fotos abaixo. Atentem para o detalhe das abotoaduras de Alex:

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Mesmo que a violência de “Clockwork Orange” não seja mais tão chocante como há quarenta anos, o filme é uma obra-prima, um dos melhores filmes da década de 70, um marco do cinema moderno, um filme revolucionário e que a cada revisão parece crescer ainda mais.

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TODAY’S SOUND: THE EXPLOITED POR ARTHUR MENDES ROCHA

‘Punk rock is a serious business” (Punk rock é um negócio sério), assim a banda Exploited define o gênero que os tornou famosos; toda a rebeldia, aquele sentimento de se sentir vivo, de gritar, de se rebelar contra as corporações, esta atitude o grupo leva sério até hoje.

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Surgido no início de 1980, na Escócia, The Exploited acreditou na energia punk desde o começo, adquirindo uma postura politizada, contra as guerras e injustiças sociais.

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A banda faz parte da segunda geração do punk inglês, angariando fãs entre os skinheads, por cuja união a banda sempre se preocupou.

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Formado por Wattie Buchan (que acabara de servir nas forças armadas inglesas), John Duncan, Gary McCormack e DRU Stix, a banda lança em 1981 do seu primeiro álbum, que já tinha o sugestivo título de “Punk’s not dead” (o punk não está morto).

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O álbum atingiu o 20º lugar na parada inglesa, além de vender mais de 150 mil cópias e lançar os hits “Sex and violence” e ‘Cop Cars”:

Logo em seguida a banda lançava o EP “Dead Cities”, como vemos abaixo na explosiva apresentação no Top of the Pops:

Esta apresentação foi bastante criticada pelos fãs da banda, pois significava a banda se vender ao sistema. Mesmo com todas as críticas, as vendas do EP saltaram de 20 para 50 mil unidades vendidas.

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Era o verão de 1981 e a banda saia na turnê “Apocalypse”, junto com o Discharge, e fazia show em Londres um dia após os conflitos em Brixton e ocasionando um novo renascimento do punk rock na Inglaterra.

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O visual do Exploited sempre foi o punk ao extremo, com o vocalista Buchan desfilando o seu moicano, além das roupas e acessórios característicos do gênero, como os Sex Pistols haviam feito alguns anos antes.

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Uma das polêmicas da banda foi vender camisetas em seus shows com a suástica, associando-os aos nazistas, mas a banda nega isso, afirmando que seu intuito era chocar e não fazer apologia do nazismo. Outra forte crítica era que a banda incitava a violência em seus shows.

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Independente disto tudo e de já ter causado muita confusão como prisão de seus membros e até serem banidos em locais como a Holanda, eles continuam fiéis às suas raízes e se posicionando contra conflitos como a Guerra das Malvinas.

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Em 1982, eles lançam o disco que muitos consideram o seu grande clássico: “Troops of Tomorrow”, que atingiu o décimo lugar na parada inglesa e originou sucessos como “UK 82” e “”Fuck the USA”:

Nos anos seguintes, a banda lançou mais discos (que não tiveram tanto sucesso como os primeiros), excursionou por vários países, incluindo o Brasil e também trocaram muitas vezes de integrantes.

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Em 1987, no disco “Death before dishonour”, a capa é uma referência direta à Margaret Thatcher (falecida nesta semana) com a ex-primeira ministra desenhada já em decomposição e abraçada na morte segurando uma nota de dez libras.

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Se último trabalho foi em 2003, “Fuck the system” com forte influência do metal e também da música eletrônica, o que andou desagradando os fãs mais fiéis ao estilo da banda.

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Tendo recentemente completado 30 anos de existência, o Exploited continua na ativa, com a volta dos membros originais e uma prometida turnê para este ano.

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Sem o Exploited, dificilmente existiria o trash metal de artistas como Metallica, Slayer e Slipknot, além de seu som influenciar grupos como Queens of the Stone age e Nirvana (inclusive Duncan chegou a participar como guitarrista no disco “In Utero”).

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TODAY’S SOUND: SHAM 69 POR ARTHUR MENDES ROCHA

Sham 69 é mais uma banda punk inglesa surgida em 1975, na primeira onda do punk e que tiveram sucessos nas paradas, além de influenciarem os movimentos como o Oi!

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Mesmo não tendo a imagem fashion de outras bandas punk ou não terem vindo de alguma escola de artes, o Sham 69 sempre foram do proletariado e nunca se envergonharam disto.

A banda trouxe para sua música, o canto das torcidas de futebol e até um certo populismo político, misturando punk com hard rock e com letras fáceis de serem assimiladas.

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Tudo começou em Surrey, na Inglaterra, pelo cantor e letrista Jimmy Pursey, que se inspirou num grafite para criar o nome Sham 69.

Pursey tinha a credibilidade das ruas, era um cara comum e da classe trabalhadora (working class) e por isto a geração jovem da época se identificou com o seu som.

A ele se juntaram Dave Parsons (guitarra), Albie Slider (baixo) e Mark Cain (bateria), esta era a formação clássica da banda e no começo mal sabiam tocar algum instrumento.

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No começo, a banda fez vários pequenos shows, abrindo para bandas como o Generation X (de Billy Idol) e até uma residência no clube Roxy em Londres, onde foi se tornando conhecida.

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Seu primeiro single de sucesso foi “I don’t wanna”, lançado apenas em 1977 pelo selo independente Step Forward e produzido por John Cale (do Velvet Underground).

A gravadora Polydor, de olho em sua crescente poularidade, assinou com eles e lançaram seu primeiro álbum no início de 1978, intitulado “Tell us the truth”, gravado metade em estúdio e metade ao vivo.

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Um dos destaques era a música “Borstal Breakout”:

Porém o estilo da banda acabaria voltando contra eles próprios já que esta “facilidade” de memorizar as letras e a atitude populista acabou por atrair os skinheads (tanto os de direita como os de esquerda) e grupos pró-violência gerando muitas brigas durante os shows.

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Os próprios membros da banda declaram que esta identificação dos skinheads  se deu totalmente por acaso, quando Pursey avistou um amigo careca na platéia e falou: “Skinheads are back” (Os skinheads estão de volta); foi o que bastou para a presença maciça nos shows seguintes da banda.

Seus shows acabaram virando o palco favorito para o grupo de extrema direita, e também racista, “National Front”; o que veio a se tornar uma imagem negativa para a banda.

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Mesmo com estes ocorridos e um novo integrante na banda, o Sham 69 lança seu segundo álbum, “That’s life”, com singles como “Hurry up Harry” e “Angels with dirty faces”, com a popularidade cada vez maior, impulsionada por shows e aparições no programa Top of the Pops:

O terceiro álbum vem com mais dois hits: “If the kids are united” e “You’re a better man than I”, que também arrebentam nas paradas:

Mas a banda vem tendo cada vez mais dificuldade de se apresentar em turnês depois de um show na Middlesex Polythecnic ,em 1979, que acabou em pancadaria.

Assim, seus membros e até mesmo o fundador da banda, Pursey, começam a procurar outros projetos.

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Em meados dos anos 80, com a fraca recepção do quarto álbum, Pursey resolve dissolver a banda e se lançar em carreira solo e também num projeto com dois dos membros dos Sex Pistols, Steve Jones e Paul Cook, denominado de “Sham Pistols”.

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O Sham Pistols acaba sendo um fracasso e, em 1987, Pursey e Parsons formam um ‘novo” Sham 69, com dois novos membros.

A banda teve várias formações e inclusive, durante um período, chegaram a existir “dois” Sham 69.

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Hoje em dia, Pursey garante ser o dono do nome Sham 69, recrutou seus velhos companheiros de banda e continuam a se apresentar em turnês pelo mundo.

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