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Lou Reed – Japa Girl












































































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Posts Tagged ‘Lou Reed’

TODAY’S SOUND: BOY GEORGE’s 1970s: SAVE ME FROM SUBURBIA POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nos próximos posts, falaremos de documentários e filmes cujo tema principal é a música, sejam biografias de artistas, documentários sobre bandas, suas influências e mais.

Iniciamos hoje pelo recente documentário apresentado pela BBC 2 inglesa sobre Boy George e suas influências nos anos 70, intitulado ‘Boy George’s 1970s: Save me from Suburbia”.

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O doc é simplesmente uma delícia de ver, com Boy George nos conduzindo pela Londres que ele viveu em sua adolescência, desde sua vida nos subúrbios até começar a se antenar para o que estava acontecendo na metrópole na década de 70.

Ele começa se rasgando de elogios para David Bowie, o artista da época que mais o influenciou, pelo qual ele queria largar tudo e segui-lo onde quer que fosse.

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Boy George nos mostra discos de Bowie que escutava na sua vitrola, o apartamento onde morou, as influências das músicas que o irmão mais velho escutava.

Outra coisa legal é que sua mãe participa do doc e ela nos fala como era ele adolescente, quando estava descobrindo sua sexualidade e Bowie era influência no seu jeito de agir e se vestir; não era mais um crime gostar de outros meninos, sua opção sexual era sua, uma escolha na qual ninguém deveria se intrometer.

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Ele cita a icônica apresentação de Bowie no Top of the Pops interpretando “Starman”, em 1972, um marco em George e seus amigos, bem como toda uma geração de artistas ingleses.

Bem como a vez que foi até o bairro onde Bowie morava com Angie e a casa que pertencera ao casal.

Além disso, Londres vivia uma época de caos econômico, com muito desemprego e atitudes racistas, repressoras e homofóbicas.

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Era o momento certo para que o movimento punk nascesse e trouxesse uma atitude diferente para os jovens, de questionamento, de crítica a esta sociedade hipócrita.

Boy George era um destes jovens, ele começa a frequentar a noite, ele nos relata que um de seus amigos que abriram as portas desta modernidade para ele foi Philip Sallon, que aparece no documentário e nos fala dos primeiros lugares que ele levou o jovem George O’Dowd (nome real de Boy) como o Mud Club,  Bangs, Louise’s, Bromley Contigent e outros clubs e noites da época.

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O jovem Boy George ao lado de Philip Sallon.

Mas o que mais chamava a atenção de Boy George era a maneira como Sallon se vestia, sempre com modelitos arrasadores (Sallon trabalhou no departamento de figurinos da Royal Opera House, bem como na BBC) e sem medo de enfrentar a sociedade com sua moda extravagante e cheia de personalidade.

Boy George (primeiro da dir. p a esq.) com Sallon e uma amiga.

Boy George (primeiro da dir. p a esq.) com Sallon e uma amiga.

Sallon trabalhou como host no Mud Club, além de realizar bailes que ficaram na história da Heaven, os chamados ‘Heaven Ball”. Era figura badalada e conhecia todo o underground londrino; para ter uma ideia,  Malcom McLaren pedia sua opinião inúmeras vezes se por exemplo ele gostava do garoto Johnny Rotten como vocalista do Sex Pistols.

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Sallon foi das grandes influências de Boy George, especialmente no quesito de assumir a postura gay e usar a moda a seu favor; ele não tinha medo de ousar, de abusar da extravagância, mas sempre com originalidade, ele estava sempre na vanguarda e o que vestia acabava se tornando moda algum tempo depois.

George nos fala de quando ouviu pela primeira vez a canção ‘Walk on the wild side” e todas as implicações que a letra fazia às pessoas da noite, aos travestis (nas figuras das Warhol superstars Holly Woodlawn e Candy Darling), a ruptura que Reed propunha, um hino de aceitação a um lado mais rebelde de ser.

Outro momento legal do doc é quando ele nos leva na loja Sex de Vivienne Westwood e Malcom McLaren, ou na verdade, o que se transformou o local onde a loja era localizada na King’s Road e todas as lembranças de como ele desejava se vestir com as roupas de lá (mas não podia pagar).

Vivienne Westwood (prim. da dir p a esq.) com atendentes e frequentadores de sua loja Sex.

Vivienne Westwood (prim. da dir p a esq.) com atendentes e frequentadores de sua loja Sex.

E falando em MacLaren, ele relembra quando foi convidado pelo empresário a participar do grupo Bow Wow Wow e quando ele cantou junto com a banda sem nunca ter pisado num palco antes. Anos depois, ele chegaria ao segundo lugar da parada britânica com ‘Do you really want to hurt me”(chocando a todos com seu visual andrógino):

Boy George vai passeando por lugares que foram marcantes em sua vida, como o famoso Blitz, o club onde o host era Steve Strange e que se tornou o lugar mais disputado da noite londrina no final dos anos 70.

George fala de como a cena New Romantic foi virando mais e mais importante em sua vida, quando esta suplantou o punk para ele; pois quando o punk ficou mais mainstream, os new romantics foram além na produção e ainda mais ultrajante visualmente.

Strange e George competiam por quem atraía mais atenção, já que George ainda era um jovem ingênuo e Strange já era bem mais descolado e conhecido, mas as coisas mudaram bem quando George virou uma sensação mundial.

Boy George (à esq.) com Steve Strange no Blitz Club.

Boy George (à esq.) com Steve Strange no Blitz Club.

Um que também aparece no doc é Rusty Egan, que era o DJ do Blitz e nos conta que tocava Bowie, Reed, Velvet Underground, Roxy Music, Kraftwerk e como todos ficavam enlouquecidos na pista.

Inclusive, ele nos guia por onde costumava ser o Blitz, mostrando espaços que ficaram na história da noite londrina.

Rusty Egan (primeiro da dir. p a esq.) com Midge Ure (no centro) e Steve Strange numa noitada no Blitz.

Rusty Egan (primeiro da dir. p a esq.) com Midge Ure (no centro) e Steve Strange numa noitada no Blitz.

Outra participação é a de Martin Degville (o vocalista do Sigue Sigue Sputnik), amigo de Boy George de longa data, os dois inclusive moraram juntos e eles nos contam como foram estes momentos: a preparação deles para sair, a escolha do figurino, o som que escutavam como o reggae (que foi grande influência no Culture Club) e outras músicas da época.

Boy George (no centro) com Degville (à esq.) e um amigo.

Boy George (no centro) com Degville (à esq.) e um amigo.

Além de dividirem o mesmo teto, eles também trabalhavam juntos já que George vendia as roupas de Degville nas feiras locais.

George (segundo da esq. p a dir.) com Degville (centro) e mais dois amigos.

George (segundo da esq. p a dir.) com Degville (centro) e mais dois amigos.

Degville e Boy George inclusive participaram do programa “Something Else’, cujo trecho é mostrado no doc e foi a primeira entrevista de George para a TV britânica, onde ele enfrenta alguns punks que também participavam, isto em 1979, como podemos ver abaixo:

Outras aparições no doc são de Princess Julia, a influente DJ e figura da noite e moda londrina, além de Andy Polaris (do grupo Animal Nightlife), entre outros.

Mas um dos momentos ápices é quando ele encontra seu antigo amigo, Marilyn, que bombou nos anos 80 como cantor, mas mais como uma figura que causava furor por seu visual andrógino e toda montação. Na verdade, Marilyn ficou mais famoso pelos looks que por sua vocação artística, já que nunca atingiu a fama de pop star de Boy George.

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Boy George (de gueixa) com Marilyn na porta do squat que dividiram no final dos anos 70.

É interessante vermos os dois conversando e trocando ideias de como era viver naquela época, eles nos mostram o squat (apartamento abandonado que era invadido) que dividiram e que hoje já é um prédio completamente diferente.

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Os dois já foram grudados, já brigaram, viraram inimigos, mas hoje voltaram a ser amigos, afinal eles tem uma história de vida juntos e ambos viveram os altos e baixos da fama. Abaixo os dois numa recente entrevista no programa Breakfast da BBC em função do lançamento do single de Marilyn, produzido por George:

George e Marilyn já questionavam a questão da gênero nos anos 70, muito ates deste assunto entrar em voga, como hoje em dia; eles já se vestiam de mulher, já discutiam os limites do masculino e feminino naquela época, foram perseguidos e não entendidos em função de suas escolhas.

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Marilyn (à esq.) com Boy George em foto recente.

Vale a pena conferir o doc, uma pena que ele estava disponível no youtube (foi lá que o assisti), mas agora a BBC retirou-o do ar, mas existe o torrent para ser baixado.

Como o próprio Boy George define: ‘Eu penso nos anos 70 como esta gloriosa década onde eu descobri quem eu era e descobri todas estas coisas incríveis – punk rock, electro, música, moda, tudo isso. E claro que havia o lado negro dos anos 70, o lixo, as greves, a pobreza e eu fui perseguido e confrontado pelo meu jeito de vestir. Mas eu era um adolescente, não tinha saco de ficar me lamentando; eu só estava vivendo um momento incrível com meus amigos’.

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TODAY’S SOUND: ‘GROWING UP IN THE NEW YORK UNDERGROUND: FROM GLAM TO PUNK” POR ARTHUR MENDES ROCHA

Os posts desta semana falarão de algumas exposições que estão acontecendo em diversas partes do mundo, se concentrando mais na parte fotográfica.

Hoje falaremos de uma que estará acontecendo em New York, intitulada “Growing up in the New York Underground: From Glam to Punk”.

Paul Zone com Debbie Harry

Paul Zone com Debbie Harry

A exposição reúne fotos clicadas por Paul Zone, que era apenas um rapaz de seus quatorze anos e que documentou, sem compromisso , uma boa parte da cena underground da época e que marcava presença em lugares como o CBGB, Max’s Kansas City, Fillmore e o Mercer Arts Centre.

Paul Zone hoje

Paul Zone hoje

Na verdade, mesmo menor de idade, ao invés de jogar com os amigos ou ir a festas da escola,  Zone gostava de se vestir diferente do resto de sua turma, abusando nos brilhos como paetês e glitter, além de ter uma forte atração pela cena destes lugares que seus irmãos mais velhos frequentavam.

Wayne County por Paul Zone

Wayne County por Paul Zone

Seus irmãos , Miki e Mandy, tinham sua própria banda, The Fast,e ensaiavam no porão de casa. Zone só curtia mesmo as aulas de arte e fotografia, com a qual foi treinando com máquinas como a 110 Instamatic, Brownie e Polaroid; para ele não importava a qualidade da máquina e sim os fotografados.

The Fast por Paul Zone

The Fast por Paul Zone

Já que ninguém conferia nenhum documento, Zone entrava nestes lugares e clicava o que achava interessante.

Como ele conseguia conciliar as noitadas com a escola era outra estória, mas ele declara que se desmontava de seu look astro de rock e dormia quase às quatro da manhã para estar inteiro no dia seguinte.

New York Dolls. Foto Paul Zone

New York Dolls. Foto Paul Zone

Este material acabou por se tornar um documento desta cena underground que acontecia na NY de 1972 a 1977, quando o glam terminava e o punk começava.

David Johansen e Richard Hell por Paul Zone

David Johansen e Richard Hell por Paul Zone

Bandas como Blondie, Suicide, New York Dolls estavam apenas começando e Zone estava lá para vê-los tocar e fotografá-los.

Debbie Harry . foto de Paul Zone

Debbie Harry . foto de Paul Zone

Todas as fotos que ilustram este post foram feitas por ele e nelas podemos ver vários rostos conhecidos, que mais tarde se tornaram astros absolutos da música, tais como: Debbie Harry (Blondie), Patti Smith, Ramones, Lou Reed, New York Dolls, Iggy Pop & the Stooges, Richard Hell (Television), Johnny Thunders, Wayne County, Lydia Lunch, Lux Interior e Posion Ivy (The Cramps), Stiv Bators (Dead Boys), entre outros.

lou reed

Lou Reed por Paul Zone

Zone afirma que o que buscava na época era justamente fotografar a cena mais underground, que fugisse aos hippies de Woodstock, ele se atraía por aqueles que iam contra este movimento, tais como David Bowie, Alice Cooper, T-Rex, entre outros.

O legal foi que ele conseguiu captar estes artistas muito antes deles se tornarem famosos e de difícil acesso; eles eram amigos, pessoas que se encontrava na noite e nos mesmos lugares.

ramone gripp

Dee Dee Ramone e sua namorada Connie Gripp no Max’s clicados por Paul Zone

Quando ele ia ao CBGB, por exemplo, costumava ter umas 40 ou 50 pessoas na plateia no máximo e até mesmo jornais da época, como o Village Voice, ainda não havia descoberto esta cena, o que só veio a acontecer após 1975.

Fora que as pessoas que frequentavam estes lugares já era um show a parte, pois incluíam amigos, namorado(a)s, drag queens, travestis (como Divine), estilistas (como Anna Sui e Stephen Sprouse), artistas (como Arturo Vega), pintores drogados, enfim, todos eles desconhecidos e em busca de um lugar ao sol.

arturo vega

Arturo Vega, designer gráfico e criador do logo dos Ramones. Foto: Paul Zone

Por volta de 1975, Zone começa a cantar na banda dos irmãos (por influência de Debbie Harry e Chris Stein) e ficou com cada vez menos tempo para documentar a cena, mas suas fotos despretensiosas acabaram por se tornarem valiosos registros destes artistas e do pessoal que transitava em sua volta.

Em 1976, a banda deles, The Fast, até abriu para o Blondie num show realizado em pleno Max’s Kansas City.

Debbie por Paul Zone

Debbie por Paul Zone

Além de ter vários amigos que se tornaram importantes com o tempo, havia também Bobby Orlando, que se tornaria um importante produtor de high energy (um gênero dance dos anos 80) e com o qual gravaram em seu pequeno estúdio.

Uma das interessantes histórias que Zone vivenciou, foi ensaiar com os Ramones no porão de sua casa e ter a música “Gimme Gimme Shock Treatment’ oferecida a eles por Joey Ramone  que disse: “esta é para os irmãos Zone”:

A exposição também originou um livro, “Playground”, lançado no ano passado e encontrado no site da Amazon, e que conta com prefácio de Debbie Harry e seu marido Chris Stein e texto de Jake Austen (músico e criador do zine Roctober).

playground book cover

Capa do livro Playground

No livro pode ser encontrado ótimo material que inclui fotos, contatos, flyers, tanto nos locais de shows, como na casa de amigos ou na frente dos clubs.

‘Growing in the New York underground: from Glam to Punk” estará rolando no Darkside Records, na cidade de Poughkeepsie, NY, agora em junho.

Duas jovens da cena na frente da primeira loja punk de NY, a Manic Panic, na St. Marks Place, em 1978

Duas jovens da cena na frente da primeira loja punk de NY, a Manic Panic, na St. Marks Place, em 1978

O trabalho de Paul Zone merece ser conhecido, pois mostra um lado fresh da cena punk, a qual ele foi um frequentador assíduo, vendo o movimento, que este ano faz quarenta anos, nascer.

 

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TODAY’S SOUND: GORILLAZ POR ARTHUR MENDES ROCHA

E finalizando nossos posts sobre projetos paralelos, hoje falamos do Gorillaz, a banda virtual idealizada por Damon Albarn, do Blur, mais James Hewlett, o co-criador dos quadrinhos “Tank Girl”.

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O Gorillaz começou a chamar a atenção no final dos anos 90, casando com extrema inspiração, hip-hop, rock, música eletrônica, samples e muito mais. Além disso, o grupo é formado por personagens animados, que são um primor de design e a ideia por trás de tudo é muito bem feita, tendo cada um a sua origem e sua maneira de interpretar.

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Hewlett (esq.) e Albarn (dir.), os idealizadores do Gorillaz

Contando com inúmeros colaboradores de altíssima qualidade como Dan “The Automator” Nakamura, Miho Hatori (do Cibo Matto), mais Tina Weymouth e Chris Frantz (do Talking Heads e Tom Tom Club), além dos companheiros de Nakamura no Deltron 3030, Kid Koala e Del tha Funkee Homosapiens, assim começava a primeira fase do Gorillaz.

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É importante entender que o Gorillaz conta uma história em cada disco e onde uma terminou, começa a outra, assim ficamos sabendo do destino de cada um.

Os integrantes virtuiais do Gorillaz são: Murdoc Nicalls (o satânico baixista e o cérebro do grupo), 2-D (o atordoado vocalista, tecladista e guitarra rítmica), Noodle (mestre em artes marciais, guitarrista, tecladista e vocal de apoio) e Russell Hobbs (bateria, percussão e DJ, um b-boy altamente influenciado pelo funk).

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O primeiro lançamento deles foi o EP “Tomorrow comes today”, no final de 2000, com quatro músicas, entre elas a faixa título:

O estilo musical deles agradava em cheio: era novo, com uma batida laid-back, viajante, ao mesmo tempo bom de sacudir os quadris e curtir,misturando brit-pop, eletrônico; pop sem compromisso e bem executado.

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Mas foi com o segundo lançamento, o single “Clint Eastwood” (utilizando sample da trilha do spaghetti-western “The Good, The bad & the ugly”, estrelado por Eastwood), que eles estouraram de vez, chegando ao terceiro lugar da parada inglesa, com o refrão “the future is coming on…” mais o o rap de Del tha Funkee Homosapiens e o clipe com gorilas zumbis:

Gorillaz casava animação, música boa, personagens interessantes e um lado musical inovador, que atingiu o pop em cheio.

O álbum de estreia, “Gorillaz”, foi lançado em 2001, se mostrando um sucesso mundial e atingindo disco de platina em diversos lugares, alcançando a marca dos sete milhões de cópias.

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Outro dos destaques do disco era “19-200”, com batida trip-hop, dubs e mais um clipe bacana onde nossos heróis tenta escapar de um ataque alienígina:

E também “Rock the house”, com batida hip-hop e rap:

Aproveitando o sucesso repentino, eles lançam vários trabalhos nos anos seguintes, tais como: ‘G-Sides” (com lados Bs dos singles e EPs), “Phase One: Celebrity Takedown” (DVD com clipes) e o álbum de remixes “Laika come home”.

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Isto é outra coisa legal do Gorilaz, lançarem milhares de versões de suas músicas, sejam instrumentais, remixes e muito mais, colaborando com gente como DFA, Hot Chip, Soulwax, Metronomy, Spacemonkeyz, e mais.

Fora quando eles não viram lindos toy-arts lançados pela KidRobot.

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Para o próximo disco, “Demon Days”, lançado em 2005, eles se juntam a novos colaboradores tendo a produção de Danger Mouse (o famoso DJ que fez o “Grey Album”, misturando Beatles e Jay-Z), além das aparições de Neneh Cherry (do hit ‘Buffalo Stance”), Dennis Hopper (o ator cult de “Easy Rider” e “Blue Velvet”), Martina Topley-Bird (a vocalista de Tricky), entre outros.

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O principal single do disco, “Feel Good Inc.”, tem a participação do De La Soul,  aqui numa apresentação com a banda “humana” do Gorillaz,  no programa de David Letterman:

Outra música que se destacava era ‘Dare”, com vocais de Shaun Ryder, o vocalista jamanta do Happy Mondays e ritmo dançante, pronta para as pistas:

E mais a participação de Bootie Brown, do grupo de hip-hop Pharcyde, na faixa ‘Dirty Harry”:

O álbum repetiu o sucesso do primeiro e ainda levou várias indicações ao Grammy, onde eles fizeram o número de abertura ao lado de De La Soul e Madonna:

Depois de um hiato, eles lançam o próximo trabalho somente em 2010, “Plastic Beach”, trabalho mais pop e que também vem recheado de convidados especiais como Lou Reed, Mark E. Smith (do The Fall), De La Soul, Gruff Rhys (do Super Furry Animals), Little Dragon, entre outros.

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Na canção ‘Stylo” há a participação de Bobby Womack (que não conhecia a banda, mas sua filha era fã) e Mos Def (que considera este um de seus melhores trabalhos). No clipe eles fogem da polícia e são perseguidos também pelo ator Bruce Willis:

Já na faixa “Welcome to the world of Plastic Beach” temos como convidado Snoop Dogg e o Hypnotic Brass Ensemble:

Outro single do álbum era “On Melancholly Hill”:

Para a turnê que acompanhava o disco, eles convidam Mick Jones e Paul Simonon do The Clash (que fizeram participação na faixa ‘Plastic Beach”) que também participam do disco seguinte, “The Fall”, lançado em 2011, e que foi realizado com a ajuda do Ipad de Damon Albarn durante os intervalos da turnê.

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Um dos destaques do novo disco é ‘Phoner to Arizona”, cujo clipe é uma interessante mistura de cenas da turnê com imagens variadas que incluem paisagens, luzes, letreiros e muito mais:

Depois de alguns mal entendidos entre Albarn e Hewlett (que declarou estar cansado de desenhar os mesmos personagens), cada um se dedicou a projetos solos, inclusive neste tempo o Blur lançou disco novo e saiu novamente em turnê.

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Foi anunciado que o Gorillaz deve retornar ainda este ano, com álbum inédito, mais eletrônico e algumas participações inesperadas como Jean Michel-Jarre, Liam Bailey (do hit de Chase & Status, “Blind Faith”) e quem sabe do Massive Attack, mas isto é ainda um boato, já que os caras andaram visitando o estúdio dos Gorillaz.

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