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Marrakesch – Japa Girl












































































    RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev ūüĖ§ūüĖ§Wake up, Mthrfckrs! 
#10yearchallengeHappy Halloween from Vampirina ūüĖ§‚ÄúThe Proposal‚ÄĚ ( between 1880 - 1889) by Knut Ekwall (Swedish - 1843 - 1912)Full purple bloom galore!
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Jean Andre Rixens - 1874How sundays should be ‚ú®‚̧ԳŹ‚ú®About the happiest Easter ever!
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Posts Tagged ‘Marrakesch’

TODAY’S SOUND: DANDY POR ARTHUR MENDES ROCHA

‚ÄúDandy‚ÄĚ √© um filme musical de Peter Sempel, cineasta alem√£o famoso no circuito underground por seus filmes quase documentais, mas que acabam sendo uma colagem de v√°rias m√≠dias como cinema, m√ļsica, filosofia, dan√ßa e com v√°rios elementos da est√©tica p√≥s-punk.

dandy-poster

dandy---nick-cave

O filme foi lançado em 1988 e gira em torno de Blixa Bargeld e Nick Cave, ambos do grupo Bad Seeds e Bliza também do Einsturzende Neubaten (como já falamos aqui).

dandy

dandy---blixa-e-cave

Na cena abaixo, Blixa interpreta ‚ÄúDeath is a Dandy on a horse‚ÄĚ (de onde o filme tirou o seu t√≠tulo e que ele interpreta no in√≠cio e no final):

‚ÄúDandy‚ÄĚ √© intercalado de m√ļsicas de Cave e Blixa, sejam em shows ou ensaiando em bares, em suas casas, al√©m de contribui√ß√Ķes de grupos alem√£es como Dieter Meier (do duo eletr√īnico sueco Yello), Abw√§rts, Boris Blank, Mona Mur, al√©m de cl√°ssicos de Beethoven, Verdi e Mozart.

dmeier

 

meier-in-marrakech


dieter-e-maharaja

Nesta outra cena, Blixa espera por um √īnibus, enquanto algu√©m lhe atira um peixe morto:

O filme n√£o tem uma hist√≥ria, √© um exerc√≠cio em que Sempel joga v√°rias imagens de dan√ßa, m√ļsica, lugares diferentes, textos filos√≥ficos de Voltaire, natureza, animais, utilizando amigos e colaboradores que incluem Kazuo Ohno (o mestre da dan√ßa But√ī falecido em 2010) e seu filho Kazuo Ohno, Nina Hagen, Dieter Meier, Campino (vocalista da banda punk Die Toten Hosen e ator de filme de Win Wenders), Gudrun Gut (pioneira da m√ļsica eletr√īnica alem√£ e ex integrante do Neubaten), Lene Lovich (cantora que participou do in√≠cio do movimento new wave), entre outros.

kazuo

campino

Abaixo Cave brinca com uma arma em outra cena do filme:

Até um bule de café, que aparece em mais de uma cena, é creditado como um ator do filme.

Sempel j√° dirigiu filmes dedicados √† Lemmy (do Motorhead), Hagen, Ohno, al√©m de Allen Ginsberg, al√©m de ser amigo pessoal de diretores como Jim Jarmusch, Win Wenders, Dennis Hopper, Kenneth Anger, Jonas Mekas (uma de suas grandes influ√™ncias e ao qual j√° dedicou dois document√°rios) e ter realizado v√°rias exposi√ß√Ķes de fotos e colagens em todo o mundo.

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2dandyfans

Apesar de ter nascido na Alemanha, Semple foi criado na Austr√°lia, onde viveu longe dos centros urbanos e seu amigo era um canguru.

‚ÄúDandy‚ÄĚ tem v√°rias imagens em cores e p&b, cenas abstratas, filmagens em loca√ß√Ķes das mais diversas como Marrakesch, NY, Cairo, Berlim, Hamburgo, Madri, T√≥kio, al√©m do Rio Ganges e as montanhas do Himalaia.

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Abaixo, Nick Cave interpreta, no filme, uma vers√£o ac√ļstica de ‚ÄúCity of Refuge‚ÄĚ:

O filme está disponibilizado em sua totalidade no youtube, conforme link abaixo, e foi exibido pela primeira vez no Brasil na 13ª edição da Mostra Internacional de Cinema de SP.

‚ÄúDandy‚ÄĚ deve ser encarada como uma obra experimental, onde sonhos, pensamentos, ironias e questionamentos nos mostram a onipresen√ßa da morte.

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Majorelle Cap. 2, Jacques o filho pintor e seu Jardim em Marrakech

Verdadeiro s√≠mbolo da cidade de Marrakech, os Jardins de Majorelle encantam at√© um ‚Äúleigo‚ÄĚ em bot√Ęnica e desinteressados em paisagismo.


Nada mais, nada menos que, a maior e mais importante coleção de plantas de sua era, que além de ter sido o atêlier/residência  de Jacques Majorelle entre 1947 e 1962, foi também a residência de veraneio de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, a partir de 1980 restaurando todos os 12 acres do jardim até a criação da fundação que administra o museu até hoje.

Pudera, este oásis está listado entre os grandes jardins misteriosos do séc XX!

Jacques Majorelle, filho √ļnico de Louis Majorelle, grande mestre do movimento Art Nouveau, nasceu em Nancy em 1886, no meio desse rico c√≠rculo de artistas absurdamente fechado.

Assim respirou ARTE,  desde o berço.

 


Ap√≥s ter estudado artes pl√°sticas na √Čcole de Nancy e depois na Julian Academy em Paris, decidiu seguir a pintura como seu of√≠cio.

 

O certo é que durante a sua  juventude, contraiu tuberculose e precisou se mudar para o sul onde o clima era mais quente e foi assim que descobriu sua paixão pelo oriente, começando pelo Egito, depois Espanha até encontrar seu lugar preferido no mundo: Marrocos!



 










Sem d√ļvida, desenvolveu uma paix√£o particular sobre o Mediterr√Ęneo saindo fora das apresenta√ß√Ķes cl√°ssicas, encorajado pelo r√°pido tom do fauvismo, as formas simples, as origens.


 

 

 

De fato sua pintura foge completamente daquelas fantasias criadas pelo movimento Orientalista e na minha visão, o traço de Jacques Majorelle captura  uma luz Impressionista com um certo perfume Tiki, mostrando as nuances da vida diária.















Erudito, amante da est√©tica dos Souks (feiras livres t√≠picas), o pintor viajante, se sentiu atra√≠do pelas tribos Berber e pela autenticidade das regi√Ķes do Atlas.

Em 1924, Jacques resolve morar na Medina de Marrakech, encontra o terreno perfeito nas bordas de Palm Groove e d√° in√≠cio ao que seria o grande feito de sua vida, um ex√≥tico jardim bot√Ęnico que al√©m de levar o sobrenome de sua fam√≠lia, seria o seu maior legado.

Evidente que um dos grandes destaques do paisagismo de Majorelle, s√£o as palmeiras gigantescas, que mandou trazer do sul da √Āsia, do leste da √Āfrica, das Ilhas Can√°rias, da regi√£o da Mesopot√Ęnia e at√© da Calif√≥rnia.



Sem falar nos cactus, nas iucas, as vitórias-régias, o perfume dos jasmins, a encantadora floresta de Bambus que me faz mergulhar nos meus encantos pelo movimento Tiki, mais uma vez.

 

Digamos que a originalidade deste lugar, está na combinação de uma vegetação luxuosa e elementos de arquitetura alinhados com a sobriedade e estética tradicional marroquina.

E muito importante no conceito desse jardim, é a cor ícone usada: o Bleu Majorelle.

O poder desse tom de azul, d√° um contraste √ļnico a¬† impress√£o de quietude e contempla√ß√£o.



Pesquisei inclusive, a combinação exata de tons para chegarmos ao Bleu Majorelle, caso queiram pintar uma parede:

- Pantone 6050 (RGB)

- RVB (r 96, v 80, b 220)

- Triplet hexa: 6050 DC

- CMJN (c 56%, m64%, j 0%, N 14%)

- TSL (t 247*, s67%, l59%)

 


Reza a lenda que Yves Saint Laurent, que tinha um talento √ļnico para misturar cores, foi o respons√°vel pelo tom de hoje, melhorando assim ainda mais a tonalidade de Monsieur¬†Jacques Majorelle.

Mod√©stia a parte, eu tamb√©m tenho um olhar para cores e estava pensando outro dia sobre a loucura dessa cor, quando tive um insight: ‚ÄúO Bleu Majorelle √© a cor do pesco√ßo do pav√£o!‚ÄĚ

Houve um aspecto que achei fascinante e essencialmente chic enquanto pesquisava sobre¬† a funda√ß√£o dos Jardins de Majorelle, o cuidado com as 15 esp√©cies de p√°ssaros LIVRES, exclusivamente encontrados naquela regi√£o no Norte da √Āfrica.

Afinal de contas, um jardim jamais é completo sem os seus devidos passarinhos.





O trabalho de Jacques Majorelle também pode ser visto no famoso Hotel La Mamounia, que o pintor ajudou a decorar, assim como pintou posters de turismo para a cidade de Marrakesch.









Foi em 1962 que Jacques após sofrer um acidente de carro, retorna para a França e vem a falecer logo em seguida.

Nos anos 80, seu Legado paisag√≠stico sofreu grandes deteriora√ß√Ķes , at√© que o casal mais chic do mundo, Yves Saint Laurent e Pierre Berg√© descubriram¬† esse o√°sis e o recuperaram por completo.

Na terceira parte destes posts, revelo deliciosos segredos da estadia destes √ļltimos propriet√°rios do Jardim Majorelle e sobre a cria√ß√£o da funda√ß√£o e museu, n√£o percam!



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Majorelle Cap. 1, o Pai Louis e o movimento Art Nouveau


√Č verdade que Divinos s√£o os caminhos da intui√ß√£o e jamais me decepciono quando¬† sigo esta luz.

Ocorre que, o Jardim de Majorelle em Marrakesch, é uma importantíssima instituição da cidade, que além de ser um dos maiores projetos paisagísticos  do século XX, foi a lendária residência de veraneio de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé.

N√£o apenas isso, apaixonada como sou por plantas, quero saber mais sobre o primeiro propriet√°rio que deu nome a essa resid√™ncia √ļnica, e sobre esse m√≠stico jardim que foi totalmente concebido e plantado por Jacques Majorelle, o filho.

Mas conforme me aprofundo, vejo que o pai de Jacques, Monsieur Louis Majorelle, foi nada mais, nada menos, que um dos maiores carpinteiros e mestres do movimento Art Nouveau, que sempre foi o meu estilo preferido.

Bapho.

Assim como um caranguejo, que d√° pulos pra tr√°s, descubro detalhes desse universo passado, de tr√°s pra frente.

A seguir, desenrolo tr√™s gera√ß√Ķes de arte, muito trabalho e magia!

Louis Majorelle (1859 Р1926) nasceu em Toul na França de um pai que também era fabricante e designer de móveis.

Quando os neg√≥cios da fam√≠lia se estabeleceram em Nancy, Louis que j√° desenvolvera gosto e senso art√≠stico, foi ent√£o a Paris estudar arquitetura e pintura na √Čcole des Beaux-Arts.

Precoce, com apenas 11 anos, já havia produzido e vendido sua primeira peça: uma escultura.

Depois do falecimento de seu pai, Louis retornou a Nancy, para cuidar da fábrica de móveis da família, o que o ocuparia para o resto da vida.

A F√°brica:

A F√°brica da fam√≠lia Majorelle, foi constru√≠da pelo famoso arquiteto da √Čcole de Nancy, Lucien Weissenburger, e fica localizada no n√ļmero 6 da Rue du Vieil-A√ģtre.

O primeiro sinal de uma nova est√©tica, estava em uma das doze pe√ßas mostradas na Exposi√ß√£o de 1894 d‚ÄôArt et Decoratif Industrial Lorrain, onde Louis foi influenciado pelo designer de vidros e m√≥veis Emile Gall√©, que o levou para novas dire√ß√Ķes.

No início de 1890, os móveis de Majorelle, eram embelezados por marchetaria inspiradas na natureza usando folhas de vitória-régia, gavinhas e libélulas.

Antes de 1900, acrescentou um atelier  que trabalhava metais nas oficinas para produzir puxadores de gaveta que eram montados de acordo com as linhas fluidas e sinuosas do seu trabalho em madeira.

Seu est√ļdio tamb√©m foi respons√°vel pelo trabalho de ferro das varandas, corrim√£os de escada, e detalhes exteriores em muitos edif√≠cios em Nancy, assim ajudando a transformar a cidade em um dos principais centros europeus de Art Nouveau.

No apogeu da Belle époque, durante a Feira Mundial de Paris de 1900 (1900 Paris World Fair, Exposition Universalle), os projetos de Majorelle triunfaram, conseguindo assim uma clientela internacional.

A Villa Majorelle:

Assim como todo grande artista sempre tem uma casa incrível para se expressar, Louis construiu a sua Villa Majorelle, onde hoje funciona um museu.

Entre os industrialistas da época, era de costume ter a casa próxima do trabalho, e assim, a Villa Majorelle está situada bem em frente a fábrica de móveis de arte da família.

√ćcone do Art Nouveau, esta Villa de tr√™s andares que representa o desabrochar do movimento, foi projetada pelo arquiteto parisiense Henri Sauvage (1873 – 1932) e tamb√©m Weissenburger (o mesmo que projetou a f√°brica).


Nela Majorelle projetou ele próprio toda a serralheria, os móveis e todo o trabalho em madeira, como a escadaria mostrada na colagem abaixo.

Além disso, contratou Jacques Gruber para fazer os todos os vitrais e a lareira (veja colagem) foi desenhada por Alexandre Bigot.

Seu est√ļdio pessoal, que fica localizado no terceiro andar, de frente para a janela em arco que lembram galhos de uma √°rvore ou flor.

A Villa Majorelle, j√° est√° na minha lista de roteiros de mans√Ķes hist√≥ricas que devo visitar ao redor do mundo, sem d√ļvida.


√Čcole de Nancy:

Em 1901, Majorelle se tornou um dos membros fundadores e vice-presidente da √Čcole de Nancy, tamb√©m conhecida como Alliance Provinciale des Indutries d‚ÄôArt, que era um grupo de artistas, arquitetos, cr√≠ticos de arte, e industrialistas da regi√£o de Lorraine, que decidiram trabalhar de uma forma colaborativa, predominando o estilo Art Nouveau.

Presidindo este grupo, estava Emille Gallé, que vamos falar logo mais, e também por Victor Prouvé que exigiam alto padrão de qualidade nas artes decorativas francesas, dando uma unidade visual ao estilo.

Emile Gallé (1846 Р1904):

Simplismente, não posso perder a oportunidade de falar sobre este artista que foi a grande força por trás do movimento Art Nouveau.

Seus designs naturalísticos combinavam técnicas inovativas, fazendo dele um  pioneiro entre os fabricantes de vidro do final do séc. XIX e início do séc. XX .

Por certo Gallé misturava em suas peças uma grande influência do Japonismo, com elementos da natureza e poesias.

Este que foi o presidente da √Čcole de Nancy at√© a sua morte em 1904, desenvolveu uma t√©cnica de corte e esmalte nos seus designs que refor√ßavam as cores brilhantes e a transpar√™ncia do material.

Para melhor ilustrar a import√Ęncia do trabalho de Emile, os famosos Daum Brothers por exemplo, que colaboravam diretamente com Majorelle foram altamente inspirados pelo trabalho de Gall√©.

Assim como Majorelle, Gallé nasceu em Nancy e seguia a mesma profissão do pai, que era fabricante de vidros de arte, Monsier Charles Gallé.


Adicionava um ar de mistério a suas peças, gravando nelas uma frase poética.

Gallé deixou a sua marca como grande artista de vidros durante a feira Union Centrale des Arts Decoratifs de Paris em 1884, onde exibiu 300 peças de grande variedade artística assim como técnica.


Em 1891, com sua fama crescendo internacionalmente, Gall√© apenas mostrava¬† seu trabalho em galerias individuais onde a import√Ęncia do seu trabalho j√° era reconhecida, sendo adquiridos por museus e colecionadores.

Durante a d√©cada de 1890, construiu a sua ‚ÄúCristallerie d‚ÄôEmile Gall√©‚ÄĚ, criando abundantemente suas pe√ßas e empregando um time de designers/artes√£os, que manufaturavam seus desenhos assim como aplicavam a sua assinatura depois de sua aprova√ß√£o.

Na sua fábrica trabalhavam 300 pessoas e a demanda era altíssima.

Revolucionaram a ind√ļstria de arte em vidro por serem os primeiros a produzirem pe√ßas em massa usando t√©cnicas industriais.

WWI e o final da carreira de Louis Majorelle:

Com a explosão da primeira grande guerra, Majorelle esperava conseguir manter sua produção e ritmo de trabalho porém, sua fábrica pegou fogo numa manhã de novembro em 1916.

Apenas um ano depois, para piorar a péssima fase que atravessava, uma de suas lojas na Rue Saint-George, foi destruída por um bombardeio alemão, assim como sua loja em Lille foi saqueada.

Durante o per√≠odo restante de guerra, Majorelle se mudou para Paris, onde trabalhou nos est√ļdios e ateliers de amigos que eram designers de m√≥veis.

Após a guerra, reabriu sua fábrica e loja, continuou a colaborar com a vidraçaria dos Daum Brothers, mas os seus designs já apresentavam os sinais mais geométricos e retos do Art Déco.

Louis Majorelle faleceu em Nancy em 1926.

Depois de sua morte, a fortuna de sua fam√≠lia que havia se prejudicado imensamente com a guerra, n√£o conseguia mais sustentar o peso das d√≠vidas da Villa Majorelle e a casa foi vendida, passando por diversas modifica√ß√Ķes.

Até que a fábrica fechou em 1931.

Acontece que Louis deixou um filho √ļnico, que cresceu neste riqu√≠ssimo meio art√≠stico, absorvendo tudo e levou adiante a sua sensibilidade.

Jacques Majorelle era o seu nome, e é sobre o seu legado que vamos falar no próximo post, fique ligado!

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