Paixão de lobinho, Tiguelitos ❤️Meu amor Tigre e a roseira roxa. Bom dia, boa semana!
Olha @junmatsui já abriu!!!Blood Moon#Orquídea #DendrobiumNymphea blossom...Cherry blossoms over lake 🌸🌸🌸Viva o sábado de sol!!!
#Orquídea #Miltônia primeira floração comigo 🙅 Primavera chegou!Bom dia! Boa semana!!!Nada como voltar pra casa e me deparar com a explosão das #orquídeas #DendrobiumNobile ! Primavera chegando...Getty Villa é uma réplica exata do  Palácio dos Papiros, escavado das cinzas em Pompéia...

                
       





















bloglovin



CURRENT MOON

Posts Tagged ‘moda’

TODAY’S SOUND: BERKSHIRE GOES BALEARIC POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje na segunda parte dos docs do Music Nation, falaremos de “Berkshire goes Balearic”, sobre como a cena Balearic, iniciada em Ibiza, veio se tornar tão popular neste condado inglês, criando uma cena que até hoje influencia DJs e clubbers de todo o mundo.

balearic - foto 1

Balearic é a denominação para um estilo musical que na verdade engloba uma série de outros ritmos, já que o nome se originou do que o DJ Alfredo (residente da Amnesia em Ibiza em 1987/88/89) tocava e ele passeava pelos mais diferentes ritmos, fossem eles soul, disco, rock, new wave, hip-hop, jazz, reggae, downtempo e muito mais.

balearic - dj alfredo

Em um de seus sets era possível ouvir Richie Havens com “Going back to my roots”:

O balearic está totalmente associado à Ibiza, por ter sido lá que DJs ingleses como Danny Rampling e Paul Oakenfold e mais uma turminha super animada tomou êxtase e foi dançar ao som do DJ Alfredo no Amnesia (foto abaixo) e literalmente piraram, viram que aquilo é o que eles queriam fazer na Inglaterra, tocar música num ambiente ao ar livre, sem encanações e onde o que importava era curtir a música e dançar do jeito que fosse.

balearic - amnesia 2

Músicas como The Nightwriters “Let the music use you” embalavam as noitadas:

Quando eles voltaram, o grande objetivo era trazer aquela vibe, aquela sensação de paz e dançar em harmonia no meio de todos,  para a cinzenta Inglaterra.

balearic foto 6

Assim, Danny Rampling e sua esposa Jenny abrem a Shoom, considerada uma das melhores noites que Londres já teve dedicada ao balearic e à house music; os frequentadores iam como quem frequenta uma igreja, aos poucos foi atraindo pop-stars, fashionistas e todos dançavam unidos pelo ritmo. Em 1988 acontece o famoso Summer of love, quando a mistura do balearic com o acid house colocaram toda uma geração para dançar.

balearic - shoom

O balearic formou uma cena forte no interior da Inglaterra, em Berkshire, onde festas ao ar livre eram realizadas e atraíam os amantes do gênero espalhados pelo país.

balearic - flyers

Um deles era Terry Farley, responsável pelo fanzine Boy’s Own, que acabou virando um selo de música, Junior Boy’s Own,  e também nome de festa, formando uma cena importante dentro do balearic, atraindo desde hooligans até os clubbers mais fanáticos.

balearic - boys-own-magazine-cover_480

Abaixo uma entrevista de Farley para a Snub TV com imagens de festas, clipes (como “Raise” do Bocca Juniors) e mais:

 

balearic boys-own-party

Nesta turminha também estavam Pete Heller e Andrew Weatherall (também presentes no vídeo acima), que começava sua carreira como DJ no início dos anos 90 e que acabou se tornando uma das figuras-chave da dance music inglesa, remixando vários artistas entre eles Bobby Gillespie, do Primal Scream, com o hit “Loaded”:

Quando “Loaded” foi lançada em single (o primeiro do álbum Screamadelica) em 1990, eu estava em Londres, e foi mesmo muito marcante, pois as fronteiras entre o rock e a dance haviam sido derrubadas, os tornando a banda mais cool daquele momento.

balearic Primal+Scream+-+Loaded+

Gillespie também está no doc e fala como eram as festas, falando que uma vez viu Weatherall tocando para uma pista com meia dúzia de pessoas.

A cena ia crescendo a cada festa, promoters como Tommy Mac, Phil Perry, mais frequenta-dores como Jay Brooks e a própria diretora do doc, Tabitha Delholm (ambos na foto abaixo), vão falando das incríveis festas que iam dominando a Inglaterra até formarem a “Balearic Network” que ia se espalhando para cidades como Manchester, Cardiff, entre outras.

balearic - foto 4

Outro hit desta época, presente no doc, era “Alone” de Don Carlos, uma das músicas mais inspiradas que o balearic já produziu:

Outra figura importante da cena era Charlie Chester, o fundador da marca Flying, junto com sócios italianos, que incluía um selo, loja de discos (que era o ponto de encontro dos DJs no início dos 90) e festas memoráveis.

flying_records

Sua festa em Londres era no Soho Theatre Club, e o sucesso foi tanto que ele viajou com elas pela Inglaterra, incluindo festas no club Venus em Nottingham.

balearic - venus

Uma das festas mais importantes, segundo o doc, era nos domingos à tarde, no Greyhound Pub em Colnbrook (foto abaixo), com todos curtindo o club dentro do pub e lá fora “chilling out” no sol.

balearic - Greyhound-yarlet-bank

Entre o que tocava lá estava Westbam com “Alarm Clock”

E Cascades com “Sheer Taft”:

O sucesso foi tanto, que atraía vários clubbers de Londres, que saiam depois da festa do sábado e iam para lá, além de celebridades como Boy George, Pet Shop Boys, Derek Jarman, entre outros.

balearic - foto 3

Outro DJ presente no doc é Justin Robertson, também produtor, teve projetos como o Lionrock e chegou a controlar o selo Neverwork, que também iniciava carreira na época e fala com saudades de uma época que se tocava por realmente gostar da música.

balearic - foto 5

O início dos anos 90 era apenas o começo da cultura clubber, muito viria a acontecer, com o surgimento dos superclubs, a cena foi se dividindo, o som começou a ficar mais pesado, enfim,  mas isto é assunto para outros posts.

Abaixo o link para ver Berkshire goes Balearic completo:

   Comentário RSS   
 

TODAY’S SOUND: JANE BIRKIN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Jane Birkin é atriz, cantora, diretora, foi símbolo sexual nos anos 60, musa de Gainsbourg, se dedica a causas humanitárias e até virou nome de bolsa.

Jane_Birkin_1

Jane nasceu na Inglaterra, filha de  June Campbell, atriz inglesa de teatro e de David Birkin, que era comandante da Marinha e ajudou a  resistência francesa.

JaneBirkin-2

Com 17 anos, Jane estreou em uma comédia musical no teatro chamada “Passion Flower Hotel”, cuja trilha era assinada por John Barry, que viria a se tornar um célebre compositor de trilhas sonoras para o cinema, como a dos filmes de James Bond.

jane-3

Não demorou muito para que os dois se envolvessem e casassem logo em seguida, tendo uma filha, Kate (falecida recentemente).

A jovem Jane chamava a atenção pela sua beleza, sendo a típica garota inglesa descolada.

jane-4

Aos 20 anos, Jane foi escolhida para fazer uma ponta no filme”Blow Up” de Antonioni, que mostrava nas telas a swinging London e seus jovens cheios de atitude.

jane-nua

Jane tem um papel pequeno, ela é uma das garotas que se envolvem num ménage a trois com David Hemmings, que faz o fotógrafo de moda no filme.

jane-in-blow-up

Logo em seguida, Jane faz mais um filme mostrando a Londres desta época, “Wonderwall”, no qual faz o papel de uma modelo, chamada Penny Lane, que vira a obsessão de um cientista que é seu vizinho.

jane-birkin-in-wonderwall

 O filme não teve muita repercussão, mas ficou famoso pela sua trilha composta por George Harrison e na qual Jane canta “Black…White”:

O tipo físico de Jane, meio dentuça, com um ar angelical e ao mesmo tempo safado, um misto de menina e mulher, sua magreza, seus cabelos lisos com franja, sua boca sensual, seus olhos verdes, acabam por lhe render a atenção da mídia da época, sendo convidada para fotografar para Vogue ou sob as lentes de David Bailey.

jane-vogue

jane-birkin-by-david-bailey-1969

Em 1969, ela faz um teste para um papel na produção francesa “Slogan”, que seria estrelada pelo astro da canção francesa, Serge Gainsbourg.

jane-in-slogan

Gainsnbourg, estava num momento baixo-astral, havia terminado um affair com Brigitte Bardot e, vendo que Jane era inexperiente, a humilha, levando-a às lágrimas, mas ao mesmo tempo, sentindo-se atraído por sua beleza e jovialidade.

jane-e-serge-3

Assim, eles colaboram na canção-tema do filme, “La chanson de Slogan”, a primeira de uma série de canções que os dois cantaram juntos. Abaixo algumas cenas do filme, no qual já notamos uma intimidade bem forte entre eles:

Assim começava o romance dos dois, Jane se separa de Barry e passa a viver um tórrido romance com Gainsbourg.

jane-e-serge-1

jane-e-serge-na-pista

 O ano de 1969 nunca mais seria o mesmo depois que os dois gravam “Je t’aime…moi non plus”, canção feita originalmente para Bardot e que causou escândalo no mundo inteiro, sendo banida pelo Vaticano e pela BBC, que se recusou a incluir em sua programação.

Esta polêmica só ajudou, a música virou um clássico da música erótica, com a ajuda dos sussurros de Jane, vendendo mais de um milhão de cópias.

jane-e-serge-2

O álbum que incluía a canção também foi um sucesso, e incluía uma música feita especialmente para ela, “Jane B”:


E também “69 Année érotique” e “La Ballade de Johnny Jane”:

Jane e Serge eram o casal do momento da virada da década de 60 para a de 70: eles não tinham pudores em demonstrar seu amor na frente de todos, tudo que faziam virava notícia, seu jeito de vestir, especialmente o de Jane com vestidos curtíssimos, transparentes, viravam moda.

jane-transparente

O vestido de crochê causou sensação na época.

jane-croche

Seu álbum seguinte, “Histoire de Melody Nelson”, de 1971, foi marcante, já que contava a história de um homem mais velho que atropelava uma garota e daí iniciava-se um romance entre eles. O álbum foi um dos primeiros álbuns conceituais, hoje é considerado um clássico da música francesa. Vale a pena conferir o mini-filme de quase meia-hora com Serge e Jane:

Histoire de Melody Nelson – Serge Gainsbourg from LeGouter on Vimeo.

Os dois também lançaram a linda “La Décadanse’ em single, mas que não teve o mesmo sucesso de “Je t’aime..”:

Também em 1971, ela dá a luz a Charlotte Gainsbourg, hoje uma conceituada atriz e cantora.

Nos anos seguintes, Jane participou dos filmes ‘La Piscine”, ao lado de Alain Delon e Romy Schneider;  “Je t’ aime moi non plus” (dirigido por Gainsbourg) com Joe Dallesandro e no qual ela faz uma garota com jeito de menino que se intromete em um relacionamento gay, “Don Juan were a woman”, com Brigitte Bardot; entre outros.

jane-e-brigitte

Seu primeiro álbum solo foi lançado em 1973, “Di Doo Dah”, inluindo a canção título:

O relacionamento de Jane e Serge durou 13 anos, ele é considerado o seu mentor, graças ao seu direcionamento, a carreira de Jane teve este resultado de tantas músicas, vídeos e filmes incríveis.

jane-e-serge-vogue

Nos anos 80, depois de sua separação de Gainsbourg, Jane casou novamente, desta vez com o ator Jacques Doillon, com quem teve sua filha Lou Doillon, outra it girl do momento.

jane-5

Jane acabou trabalhando com diretores de prestígio como Jacques Rivette, Agnès Varda, Tavernier e até estreou no teatro sob a direção de Patric Chéreau em “La fausse suivante”.

jane-maxi-dress

Um caso interessante é de como a bolsa Birkin foi criada em sua homenagem pela Hérmes: em um voo, ela sentou ao lado do diretor da marca e estava com uma bolsa de palha que colocou no compartimento de cima. Ao abrir o compartimento, a bolsa abriu e seu conteúdo foi todo ao chão. Jane comentou que não encontrava em couro algo similar àquele tipo de bolsa e assim foi criada a bolsa que até hoje é objeto de desejo de todas as mulheres, a Birkin bag, que tem até fila de espera.

jane-e-birkin-bag

Em 1987, Jane se arrisca com um show no Bataclan e para impressionar Serge, ela corta o cabelo, se veste de menino e tem aulas de canto, conquistando público e crítica.

jane-8

Os anos 90 já começa com a morte de Serge, em 1991, o que lhe causa uma forte depressão e uma dos motivos pelo qual ela se separa de Doillon.

Depois de fazer shows em homenagem a Gansbourg, abaixo ela interpreta “Quoi”:

Jane resolve sair um pouco do spotlight e dedicar-se a causas humanitárias como a luta contra a AIDS e apoiando a Anistia Internacional.

Neste meio tempo ela dirige seu primeiro filme “Oh pardon, tu dormais”.

jane-6

Em 1996, ela volta com ‘Versions Jane”, com vários convidados como o Les Négresses Vertes,  fazendo novas versões de músicas pouco conhecidas de Gainsbourg.

2002 ela lança o show Arabesque, show este que a trouxe ao Brasil e que tive a oportunidade de vê-la em cena, Mesmo envelhecida, Jane continua com aquele ar de garota, falando de sua vida, de Gainsbourg, cantando canções dele e de outros compositores.

jane-7

Em 2004, ela lança outro álbum bacana com convidados como Françoise Hardy, Bryan Ferry e Beth Gibbons (do Portishead), chamado ‘Rendez-vous”.

jane-varias

Depois de seu retorno ao teatro com “Sófocles”, ela lança o seu segundo filme como diretora, “Boxes”, apresentado no Festival de Cannes de 2007.

jane10

Recentemente, Jane esteve no Japão , após o acidente na usina de Fukushima, se apresentando em um concerto de apoio à tragédia.

Em 2011, ela realiza o show em homenagem aos 20 anos da morte de Serge intitulado ‘Jane Birkin sings Serge Gainsbourg Via Japan’.

jane-birkin-for-french_elle_january_13_1975__schmid

No ano passado, Jane voltou com a turnê de “Arabesque”, desta vez incluindo canções de Gainsbourg com ritmos influenciados pelo Oriente, música judaica e cigana.

jane-9

Em toda sua trajetória, Jane sempre foi fiel às suas raízes, só participou de projetos em que acreditava, sempre lutou por causas justas, além de ser sempre uma mulher de estilo, de fibra, que influenciou a liberação feminina com seu comportamento espontâneo.

jane-varias-2

   Comentário RSS   
 

TODAY’S SOUND: TINA CHOW POR ARTHUR MENDES ROCHA

Tina Chow foi uma trend-setter, uma mulher que tudo que usava virava moda, tinha a admiração por onde circulava, seja Londres-Paris-NY-Los Angeles-Tóquio; com seu tipo oriental, cabelos curtíssimos, pele alva, além de desenhar joias que viraram objetos de desejo.

tina-chow-1

Tina nasceu em Ohio, seu nome verdadeiro era Bettina Lutz, seu pai era americano e a mãe japonesa, daí a mistura de raças que ajudou, e muito, no seu tipo físico único.

Seus pais tinham uma loja especializada em bambus, chamada Bamboo Store e esta paixão por estes materiais influenciarão nos designs de Tina anos depois.

tina-chow-varios

Quando seus pais mudam para o Japão, ela começa a frequentar a Universidade de Sofia, junto com sua irmã Adele Lutz (que viria se tornar a esposa de David Byrne) e lá as duas são descobertas por um agente de modelos e logo, ela faz campanhas para a Shiseido.

tina-e-adele-for-shiseido

Em 1970, ela é descoberta por Antonio Lopez (olha ele aí novamente), que se impressiona com seu visual e vira uma de suas musas, fotografando-a constantemente.

tina-chow-by-antonio-lopez

No início dos 70, ela conhece Michael Chow, o poderoso dono dos restaurantes Mr. Chow e casa-se com ele em 1972, mudando-se para NY.

tina-e-mr-chow

Seu estilo especial de se vestir, misturando peças masculinas e femininas, peças caras com mais baratas, seu tipo andrógino, os cabelos curtíssimos, tudo isto contribui para Tina virar uma sensação no mundo fashion, fotografando com Helmut Newton, Cecil Beaton, Arthur Elgort, entre outros.

tina-by-helmut-newton

Não demorou muito para ela chamar a atenção de Andy Warhol, que a pintou, além de modelar para Karl Lagerfeld, Yves Saint Laurent, Manolo Blahnik (que inclusive é padrinho de sua filha), Armani, Miyake, entre outros.

tina-by-warhol

Lagerfeld a cita como a criadora do ‘Minimal Chic”, pelo seu estilo simples e elegante ao mesmo tempo, ela era fervorosa admiradora de moda, colecionando modelos vintage de Balenciaga, Poiret, Chanel e Fortuny Haute Couture (peças essas que fora leiloadas pela Christie’s, após sua morte).

Tina-in-chanel

Tina começa a servir de hostess para os restaurantes do marido, circulando entre NY, Londres, Paris, Tóquio, Los Angeles, e atraindo celebridades, o mundo das artes plásticas, tudo convergia em torno da magnética figura de Tina.

tina-chow-2

Além disso, o casal chama a atenção pelo estilo de suas residências, com coleções de móveis e objetos art deco e um bom gosto que atrai revistas de moda e decoração que procuram registrar tudo em seus exemplares.

Seu casamento lhe dá dois filhos: China, hoje atriz, e Maxmillian.

No início dos anos 80, Tina começa a se dedicar ao design de jóias, atividade que desempenha muito bem, realizando uma bela pesquisa de materiais tais como cristais, cujo aprendizado no manuseio destas, ela havia aprendido no Japão.

tina_chow3

As coleções de joias de Tina são vendidas na Bergdorf Goodman, além de fazerem parte do desfile de uma das coleções da Calvin Klein.

Porém o casamento de Tina não vai bem e em 1987, eles se separam, tendo brigas no momento de dividirem os bens.

Nos anos 80, o estilo de Tina é cada vez mais celebrado, sejam em revistas como Vogue, que a considera um dos símbolos da década, bem como a Vanity Fair, que a denomina uma das mais bem-vestidas do mundo.

tina-varios-2

Tina era amiga de Warhol, Bianca Jagger, Basquiat, Keith Harring, de todas as celebridades da época, tinha livre entrada nos mais diferentes meios sociais.

tina-e-basquiat

Após a separação, ela se envolve rapidamente com o ator Richard Gere, que lhe apresentou aos ensinamentos do Dalai Lama e resolve optar por uma vida mais simples, se mudando para a Califórnia.

No final da década de 80, Tina começa a demonstrar sinais de fraqueza e se torna público que ela era HIV positiva.

tinachow4

Ela, que já havia perdido vários amigos com a doença, se torna um dos símbolos do combate a Aids, fazendo doações e contribuindo de todas as maneiras possíveis.

Além de um ícone de elegância e estilo, Tina era uma talentosa designer, suas jóias e acessórios eram um sucesso, misturando estilos do Oriente com elementos pop; ela também havia começado a desenhar móveis e a esculpir, pena que a doença não deixou que ela produzisse mais.

tina-chow-5

Tina veio a falecer em 1992, aos 41 anos, de complicações causadas pela Aids; o mundo perdia mais uma figura especial para esta doença fatal.

Mas, mesmo após sua morte, homenagens continuaram a serem feitas, ela foi a capa da revista New York, que publicou sua foto com a legenda: “Lost Angel”.

tina capa new york

   Comentário RSS