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monstro – Japa Girl












































































    Billy Rodolpho, family’s youngestMama Nature is finally happy 🌈Tigre: precisa de lar temporário ou definitivo . ZL/SP/E.Matarazzo
Filhote de +ou- 4 meses de idade.,
Já foi medicado com vermifugo e simparic.
Está bem, se alimentando normalmente, pulmões limpos, temperatura normal. 
Quem pode oferecer um lar definitivo ou temporário para ele?
Vamos dar todas as medicações, só não temos como abrigar pois estamos lotadas de bichos.
Ele precisa sair do terreno para ser devidamente tratado.
Divulguem por favor
Contato (11) 982548962.Agatha Luna e AmeriquitaEncontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!

                
       
















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Today’s sound :“The Bride of Frankenstein” por Arthur Mendes Rocha


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James Whale dirigiu em 1935 a continuação de seu sucesso ‘Frankenstein’ chamada “The Bride of Frankenstein”, que também foi outro sucesso da Universal.

“The Bride of Frankenstein” foi uma imposição do estúdio depois do sucesso do primeiro filme, mas Whale acabou aceitando fazer depois de muitas mudanças no roteiro e a promessa de que ele teria o controle total sob a produção.

O filme teve boa recepção do público e da crítica, sendo considerado por muitos deles como melhor que o filme original.

Os personagens principais, os monstros, foram vividos por Boris Karloff (o Frankenstein mais famoso do cinema em todos os tempos) e por Elsa Lanchester (atriz que trabalhou muito como coadjuvante e era casada com o ator/diretor Charles Laughton).

O personagem do Dr. Frankenstein, foi vivido pelo mesmo ator do primeiro filme, Colin Clive, e nesta continuação há um novo personagem importante, o Dr. Septimus Pretorius (Ernest Thesiger).

O filme inicia com uma reunião na casa de Lord Byron onde Mary Shelley (também vivida por Lanchester), a autora do livro, conta o que acontece depois que o primeiro filme acaba, ou seja, depois que o monstro foi perseguido e enfrentou um incêndio.

Frankenstein, o monstro, sente-se perseguido e odiado e procura por um amigo, que ele encontra na figura de um mendigo cego, que lhe oferece abrigo e comida.

Entra em cena o Dr. Pretorius, um sujeito perverso, manipulador e que promete ao monstro uma companheira (a noiva ou the bride), convencendo o Dr. Frankenstein a ajudá-lo.

Uma das grandes cenas do filme é quando ele mostra suas invenções ao Dr. Frankenstein, que na verdade são miniaturas de humanos, mas que ele não consegue transformar em algo maior.

Uma das grandes diferenças entre os dois filmes é que neste, Frankenstein aprende a falar, confiar e depois odiar.

O estúdio da Universal era o mais famoso em criar filmes de monstros, além de Frankenstein, eles também são os responsáveis por Drácula, O Lobisomem e a Múmia.

O icônico penteado da “bride” foi inspirado em Nefertiti e foi criado por Jack Pierce, o maquiador dos estúdios Universal,  e até hoje é copiado em todas as festas de Halloween.

O toque a mais foi dado com as ondas e os brancos que lembram raios. Vejam que bacana estas interpretações que vários artistas fizeram da Bride

Flounder

BlasterKid

Scott Kaiser

Sid Stankovitz

R.A Parslow

Mister Bones

Tom Whalen

Martin Ansin

Mab Graves

Muppets

Vale ressaltar que a noiva só aparece mais para o final do filme e sua presença na tela é pequena, mas marcante, e ainda por cima ela rejeita o pobre monstro Frankenstein.

Lanchester imprimiu uma personalidade á noiva, imitando os gestos de um cisne e tornando-a uma figura emblemática na história do cinema.

Tanto a maquiagem quanto os efeitos especiais foram cuidadosamente criados de maneira a dar o máximo de realidade a cada cena do filme.

O diretor Whale foi retratado no filme “Gods and Monsters” vivido por Ian McKellen, onde há uma cena dele filmando “Bride”e o título é justamente uma referência ao filme, já que esta frase é pronunciada no filme pelo Dr. Pretorius.

Outro filme que homenageia Bride é “Young Frankenstein” de Mel Brooks, engraçadíssima comédia que satiriza os filmes de terror em p&b e que tem uma cena com Madeleine Khan fazendo a noiva.

O filme tem também alguns ataques ao código Hays (espécie de censura da época), bem como referências ao catolicismo, como a cena em que Frankenstein é quase crucificado como Cristo.

Mais uma leitura que foi feita é que por Whale ser assumidamente homossexual, ele estaria sugerindo que para procriar, não era preciso um casal hétero, já que os cientistas, como o ambíguo Pretorius, criavam seus próprios filhos, ou seja, seus monstros.

Merece destaque também a brilhante trilha sonora criada pelo grande Franz Waxman, um dos melhores compositores da época áurea de Hollywood.

Ele foi convidado a fazer o score quando Whale encontrou-o em uma festa e ele fez três temas básicos: o do monstro, o da noiva e o de Pretorius.

Bride não é simplesmente um filme de horror, ele retrata a solidão e o isolamento, é uma alegoria sobre alguém que só deseja ser aceito, ter amigos, mas que a sociedade não permite.

Em 2010, o filme completou 75 anos de vida e sua mistura de drama com um certo humor, sua atmosfera gótica, continua sendo um dos grandes filmes de horror que o cinema já produziu.

Uma versão em Blu-ray acab de ser lançada, figurando junto com outros clássicos de terror da Universal.

Abaixo, o cineasta Guilhermo Del Toro faz uma apresentação do filme em uma projeção para membros da Academia de Hollywood onde fala que este filme é um de seus filmes favoritos:

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Today’s Sound: The Night of the Hunter por Arthur Mendes Rocha

Charles Laughton foi um dos grandes atores da época de ouro de Hollywood e sua única incursão como diretor é uma pequena jóia, um filme surreal, assustador, dark: “The Night of the Hunter” (O Mensageiro do Diabo).

O filme foi lançado em 1955, feito sem pretensões, estrelando atores como Robert Mitchum e Shelley Winters, bem como a veterana Lilian Gish (atriz famosa no cinema mudo).

‘Night of the Hunter” não teve sucesso na época, foi um filme que não teve reconhecimento merecido e hoje é considerado um dos grandes clássicos do cinema americano.

É compreensível entender seu fracasso: a América vivia os anos Eisenhower e o filme é sobre um serial killer que matava suas esposas, que pregava a religião e que de repente era um monstro.

Em muitas listas de melhores filmes, ele é tido como a melhor estréia de um diretor novato, sendo que Laughton, quando o filme foi mal recebido, prometeu nunca mais voltar a dirigir um filme.

A estória gira em torno de um psicopata, Harry Powell (Mitchum), que em sua estada numa prisão, acaba sabendo, por um colega de cela, que uma fortuna de um roubo está escondida em uma boneca, pertencente à filha do mesmo.

Ao sair da prisão, Harry mata seu colega de cela e se faz passar por um reverendo e se aproxima da viúva (Winters) e de seus dois filhos. Só que o menino desconfia das reais intenções do reverendo e passam praticamente fugindo dele o filme todo.

O filme é baseado no romance do mesmo nome de autoria de Davis Grubb e na verdadeira história de Harry Powers, enforcado em 1932 pelo assassinato de uma viúva e seus dois filhos.

Quando Laughton adquiriu os direitos sobre o livro, ele encontrou-se e trocou várias correspondências com Grubb. Este acabou lhe enviando vários desenhos de como imaginava as cenas e que acabaram por servir como uma espécie de storyboard para o diretor.

“Night of the Hunter” diferencia-se dos filmes da década de 50, já que é obscuro, lírico e expressionista, servindo de grande influência no trabalho de diretores como David Lynch, Jim Jarmusch, os irmãos Coen, Terrence Malick, entre outros.

Uma das cenas mais geniais do filme é o da cena da fuga no barco, filmada em glorioso p&b, num misto de onírico com macabro, de sonho e pesadelo. Sapos, teias de aranha, coelhos são filmados em deep-focus, como que assistindo as crianças passearem com o barco:

Um dos aspectos mais bacanas do filme é que ele é contado sob a visão das crianças, ele é bem assustador, pois mostra bem o isolamento destas.

Robert Mitchum dá um show de interpretação como Harry, já que se passa como bondoso, ele é carismático, charmoso, sexy com as mulheres e na verdade é um assassino frio e calculista.

Entre as imagens icônicas do filme está a de Mitchum com suas mãos, onde em uma está escrito ‘Love” e na outra “Hate”:

Charles Laughton usa toda sua experiência como ator para criar uma ambientação sinistra, já que o filme é cheio de climas, sombras, cenas noturnas, silhuetas, os contrastes do preto e branco são bem definidos e tudo é filmado com brilhantismo pelo ator/diretor.

Laughton trabalhou com diretores como Hitchcock, Kubrick, Billy Wilder, além de ter recebido o Oscar de melhor ator em 1934. Ele utiliza técnicas do cinema mudo em seus takes, já que seus planos são longos e o corte só acontecia quando o rolo de filme da câmera terminava.

Além disso, ele utiliza inspirações de diretores do cinema mudo como D.W. Griffith e também do expressionismo alemão. Inclusive utilizando no elenco uma das atrizes preferidas de Griffith, Lilian Gish, como na cena abaixo:

Ele também se cercou de uma equipe competente para lhe ajudar neste seu primeiro filme: o a fotografia de Stanley Cortez (que já havia trabalhado com o deep-focus em “The Magnificient Ambersons) e a música de Walter Schumann (que pontua as cenas maginificamente), entre outros.

O filme foi feito com um orçamento restrito, em poucas semanas, já que os direitos para a compra do romance haviam sido bem caros.


Perversão e  hipocrisia, estes assuntos não eram comuns na época e são os temas principais deste pequeno grande filme de Laughton “Night of the Hunter’, um filme que merece o status que adquiriu de cult ao decorrer dos anos.

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