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Motorhead – Japa Girl












































































    É com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
#10yearchallengeHappy Halloween from Vampirina 🖤“The Proposal” ( between 1880 - 1889) by Knut Ekwall (Swedish - 1843 - 1912)Full purple bloom galore!
#flordesaomiguel #violeteira #ravenala #kaizukaPapa Pirate & Mama Mermaid
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TODAY’S SOUND: DANDY POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Dandy” é um filme musical de Peter Sempel, cineasta alemão famoso no circuito underground por seus filmes quase documentais, mas que acabam sendo uma colagem de várias mídias como cinema, música, filosofia, dança e com vários elementos da estética pós-punk.

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O filme foi lançado em 1988 e gira em torno de Blixa Bargeld e Nick Cave, ambos do grupo Bad Seeds e Bliza também do Einsturzende Neubaten (como já falamos aqui).

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Na cena abaixo, Blixa interpreta “Death is a Dandy on a horse” (de onde o filme tirou o seu título e que ele interpreta no início e no final):

“Dandy” é intercalado de músicas de Cave e Blixa, sejam em shows ou ensaiando em bares, em suas casas, além de contribuições de grupos alemães como Dieter Meier (do duo eletrônico sueco Yello), Abwärts, Boris Blank, Mona Mur, além de clássicos de Beethoven, Verdi e Mozart.

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Nesta outra cena, Blixa espera por um ônibus, enquanto alguém lhe atira um peixe morto:

O filme não tem uma história, é um exercício em que Sempel joga várias imagens de dança, música, lugares diferentes, textos filosóficos de Voltaire, natureza, animais, utilizando amigos e colaboradores que incluem Kazuo Ohno (o mestre da dança Butô falecido em 2010) e seu filho Kazuo Ohno, Nina Hagen, Dieter Meier, Campino (vocalista da banda punk Die Toten Hosen e ator de filme de Win Wenders), Gudrun Gut (pioneira da música eletrônica alemã e ex integrante do Neubaten), Lene Lovich (cantora que participou do início do movimento new wave), entre outros.

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Abaixo Cave brinca com uma arma em outra cena do filme:

Até um bule de café, que aparece em mais de uma cena, é creditado como um ator do filme.

Sempel já dirigiu filmes dedicados à Lemmy (do Motorhead), Hagen, Ohno, além de Allen Ginsberg, além de ser amigo pessoal de diretores como Jim Jarmusch, Win Wenders, Dennis Hopper, Kenneth Anger, Jonas Mekas (uma de suas grandes influências e ao qual já dedicou dois documentários) e ter realizado várias exposições de fotos e colagens em todo o mundo.

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Apesar de ter nascido na Alemanha, Semple foi criado na Austrália, onde viveu longe dos centros urbanos e seu amigo era um canguru.

“Dandy” tem várias imagens em cores e p&b, cenas abstratas, filmagens em locações das mais diversas como Marrakesch, NY, Cairo, Berlim, Hamburgo, Madri, Tókio, além do Rio Ganges e as montanhas do Himalaia.

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Abaixo, Nick Cave interpreta, no filme, uma versão acústica de “City of Refuge”:

O filme está disponibilizado em sua totalidade no youtube, conforme link abaixo, e foi exibido pela primeira vez no Brasil na 13ª edição da Mostra Internacional de Cinema de SP.

“Dandy” deve ser encarada como uma obra experimental, onde sonhos, pensamentos, ironias e questionamentos nos mostram a onipresença da morte.

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TODAY’S SOUND: FRANK ZAPPA POR ARTHUR MENDES ROCHA

Mr. Frank Zappa merece todo nosso respeito: rock star, criador de paradigmas musicais, atento a todas as revoluções estilísticas da música, foi sempre um inovador e sempre acreditou no que fazia.

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Zappa nasceu em Baltimore, nos EUA, seus pais eram de origem italiana, teve muitos problemas de saúde quando criança (ele sofria de renite).

Ele era multi-talentoso, conhecida pencas de engenharia de som, era produtor, um grande talento, mas que nunca fez um super sucesso comercial, sua música é mais experimental, mais densa e, portanto, de mais difícil assimilação.

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Zappa conhecia muitos compositores clássicos, ele curtia as vanguardas musicais seja no rock, jazz, música instrumental, portanto seu estilo musical englobava várias vertentes.

Sua predileção por sons mais obscuros, o levaram a gostar de artistas de avant-garde, seja o compositor clássico Edgar Varèse ou de grupos de R&B e doo-wop, além de muito jazz moderno.

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Incompreendido por uns, amados por outros, Zappa tinha um posicionamento político e social importante, ele apoiava as liberdades,como o direito à liberdade de expressão, odiava a igreja católica (que para ele estimulava a ignorância intelectual e política) e desprezava a censura.

Suas músicas geralmente são longas, muitos solos de guitarras, vocais despachados, direto ao ponto mesmo; ele não tinha medo de dizer o que pensava.

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Não é por nada que Zappa era admirado pelos mais diferentes músicos, que tinham nele um artista de conceito, que realmente ia a fundo em suas pesquisas, sua música era curtida pelos apreciadores da música mais “cabeça”, tendo gravado mais de 30 álbuns em sua carreira.

Tudo começou nos anos 60, com o grupo The Mothers of Invention, onde Zappa ousou as mais diferentes colagens de som em uma época em que os hippies curtiam rock psicodélico ou estilos mais tradicionais, ele já estava em outro estágio.

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Na verdade, ele era mais bem compreendido na Europa, onde era mais admirado e considerado um artista de vanguarda, fundamental para a música do século XX.

Zappa fez amizade com Captain Beefheart, com quem trocava experiências sonoras, discos, influenciando um ao outro.

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Seu primeiro disco com o Mothers foi “Freak Out”, até hoje considerado um de seus clássicos e era adorado pelos freaks de plantão de lugares como L.A.

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No decorrer dos anos 60, ele e sua banda vão lançando trabalhos cada vez mais inovadores e cheios de propostas diferentes para a época, tais como o uso de temas orquestrais, falações no meio das músicas, diálogos improvisados e mais.

Um de seus pontos altos foi o disco “We’re in it for the Money”, uma forte crítica ao movimento hippie e na qual fez uma paródia da capa de Sgt Peppers dos Beatles.

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Outra das inovações técnicas de Zappa foi incluir em uma mesma faixa, diversas versões da mesma interpretadas em diferentes lugares e que depois eram “coladas” formando uma faixa só, como “King Kong”:

No final dos 60’s, Zappa era procurado por diferentes artistas para que ele os produzissem, é o caso de Alice Cooper, seu amigo Captain Beefheart e até o comediante Lenny Bruce (tema do filme “Lenny” de Bob Fosse).

O Mothers acaba se desfazendo no final da década e Zappa lança com sucesso o seu primeiro álbum “Hot Rats”, álbum considerado precursor do jazz-rock-fusion.  Um dos destaques era “Peaches en Regalia”:

Em 1970, ele forma uma nova versão do Mothers (desta vez sem o Invention) incluindo George Duke (recentemente falecido), Ainsley Dunbar, três membros do The Turtles, além de seus antigos companheiros Ian Underwood e Jeff Simons.

Em 1971, ele co-dirige o filme e lança o álbum duplo “200 Motels”, filme anarquista sobre a rotina de um rock star e sua banda, com participação de Ringo Starr, Keith Moon (do The Who), Teodore Bikel, Motorhead, entre outros.

Durante os anos 70, ele lançou vários álbuns importantes, fez turnês pelos EUA e Europa, além de ter a liberdade artística de puder lançar o que quisesse, apesar de que durante bom tempo, seu catálogo não esteve em seu poder, o que foi readquirido após a sua morte em 1992.

Em 1973, ele formou sua própria gravadora, a DiscReet Records, além de finalmente ter um álbum no top 10, “Apostrophe”, cujo destaque era “Don’t eat the yellow snow”:

O visual de Zappa já chama a atenção de primeira, pois ele é bem alto, sempre usando aquele bigodão, cavanhaque e cabelos compridos, que se tornaram sua marca registrada. Em termos de moda, ele era bem casual, muita calça jeans, camisas coloridas, suspensórios, enfim, ele era bem desencanado no seu look, o que importava era mesmo a música.

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Ainda nos anos 70, ele também se apresentou no Saturday Night Live cantando “Dancin’ Fool”, música mais pop se comparada ao restante de seu repertório, chegando ao top 50, e onde no final do vídeo, ele apronta uma das suas, convidando uma garota da plateia para transar com ele:

Esta música estava incluída no álbum de maior sucesso de sua carreira, “Sheik Yerbouti” e ele encerra década lançando outro disco muito bem conceituado “Joe’s Garage”, ambas lançadas pelo seu novo selo Zappa Records.

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Nos anos 80, ele continua lançando novos álbuns e também arranjando um tempinho para dar uma força na carreira de seus filhos: ele convida Moon Zappa para cantar em “Valley Girl” e ela também canta na faixa de seu irmão Dweezil Zappa intitulada “Let’s talk about it”.

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Mas seus filhos não despontam para o estrelato e Zappa continua testando seus limites, compondo álbuns com compositores clássicos como Pierre Boulez e novas versões para as composições de Francesco Zappa, compositor do século XVIII.

Até o fim de sua vida, ele continuou experimentando, com instrumentos inovadores como o Synclavier, uma espécie de sintetizador digital que permite utilizar o som de qualquer instrumento, ou seja, samplear.

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Em 1990, ele foi diagnosticado com câncer de próstata e veio a falecer três nos depois.

Até hoje a obra dele é admirada, estudada e sua família cuida para que os mais diferentes lançamentos cheguem a seus fãs, seja através da internet ou do relançamento remasterizado de seu catálogo.

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TODAY’S SOUND: SISTERS OF MERCY‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA


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The Sisters of Mercy é uma banda inglesa que fez muito sucesso nos anos 80, misturando gótico, metal, psicodelia e até um pouco de industrial, e influenciando muita gente.

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The Sisters of mercy começou em Leeds, na Inglaterra, em 1980, e sua formação era Andrew Eldricht e Gary Marx, que se conheceram frequentando os mesmos shows e clubs da cidade.

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O nome deles, dizem, que foi inspirado na música “Sisters of Mercy” de Leonard Cohen ou em uma ordem de freiras católicas, isto nunca foi confirmado.

Mesmo com pouca grana, os dois conseguiram gravar uma música, ‘Damage Done” prensando mil cópias e vendendo algumas delas, mas conseguem o que mais queriam: tocar na rádio local.

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No ano seguinte, eles recrutam Craig Adams para tocar baixo, Andrew passa a ser o vocal e Gary a guitarra. A bateria eletrônica, antes tocada por Andrew, passa a ter um nome próprio: Doktor Avalanche.

Andrew Eldricht é a alma do Sisters, com seu vocal profundo e “cavernoso”, seu visual sempre de preto, geralmente de couro, e sempre de óculos escuros.

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Fãs de bandas como Suicide, Stooges, Motorhead, Pere Ubu, o Sisters se apresenta pela primeira vez em fevereiro de 1981, na Universidade de Leeds, tocando basicamente covers. Aos poucos eles vão aperfeiçoando o seu som e também adicionam mais a guitarra de Ben Gunn.

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Seus primeiros singles começam a fazer sucesso nas paradas independentes inglesas, geralmente atingindo o posto de “Single of the week” dos semanários Melody Maker e NME, como “Body Electric”:

E também  ‘Alice”, produzida por John Ashton, do Psychedelic Furs, com quem eles saem em turnê:

Em 1983, eles lançam o EP “Reptile House”, que incluía seis músicas, entre elas “Burn”:

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No mesmo ano, eles lançam mais um single de sucesso: “Temple of Love”, que acaba sendo seu último lançamento independente pelo seu selo Merciful Release.

Em 1984, Gunn deixa a banda e é substituído por Wayne Hussey (que mais tarde formaria o The Mission) e o Sisters assinam um contrato de disribuição com a gravadora Warner.

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Depois de lançarem mais alguns EPs e fazerem mais algumas turnês, Andrew mostra um esgotamento físico, mas mesmo assim a banda finalmente lança em 1985 o seu primeiro álbum, “First and last and always”, com as letras e vocais de Andrew sendo adicionados no último momento.

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O álbum vai direto para o top 20, abrindo com “Black Planet”:

Outro destaque era o hit “Marian”, presente em todas as pistas góticas:

No mesmo ano, eles saem em uma nova turnê e mal sabiam os fãs que o Sisters só voltaria a se apresentar depois de cinco anos.

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As tensões na banda eram grandes, desentendimentos eram normais e assim, Craig Adams e Wayne Hussey deixam o Sisters.

A ideia inicial deles era fazer um novo grupo chamado Sisterhood, mas Andrew se opôs e acabou pegando o nome para ele e lançando primeiro o single “Giving Ground” e logo em seguida o álbum “Gift”:

Wayne e Craig não tinham mais direito ao nome Sisterhood e formam então o The Mission.

Em 1987, Andrew se muda para Berlim para repensar o futuro do Sisters, acabando por se influenciar pela atmosfera e a musicalidade da cidade, especialmente pelo Techno.

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Logo em seguida, Andrew lança o novo álbum do Sisters intitulado ‘Floodland”, com a nova integrante da banda, a baixista Patricia Morrison (que já mereceu um post aqui).

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Um dos destaques é a música “This Corrosion”, mostrando atmosferas mais etéreas, cantos sacros e produção sofisticada:

Em 1989, eles lançam uma compilação de vídeos, ‘Shot”, incluindo os singles de Floodland e mais um vídeo para “1959” (ano em que Andrew nasceu), dirigido pelo próprio:

Em 1990, mais um membro é adicionado ao Sisters, o guitarrista Andreas Bruhn, que Andrew havia conhecido na Alemanha e que se juntou a Tony James (ex-X-Generation e ex-Sigue Sigue Sputnik), que subsituiu Patricia, e Tim Bricheno (ex-All About Eve) para uma nova incarnação da banda.

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Este novo álbum é ‘Vision Thing” é mais rock, as guitarras estão mais presentes e a voz de Andrew está mais clara, como mostra o primeiro single, ‘More”:

A banda volta a se apresentar ao vivo com shows na Irlanda, aqui no Brasil e depois seguem por uma turnê europeia.

Em 1991, Tony sai da banda e eles continuam a excursionar com vários shows.

Em 1992, eles lançam a compilação ‘Some girls wander by mistake”, onde, por insistência da gravadora, eles regravam “Temple of Love”, desta vez com Ofra Haza nos vocais, chegando ao terceiro lugar na parada inglesa, como vemos nesta apresentação no Top of the Pops:

Em 1993, eles lançam uma nova compilação de sucessos, ‘A slight case of overbombing”, puxada pelo single “Under the gun” com o novo guitarrista Adam Pearson (no lugar de Andreas) e Terri Nunn (ex-Berlin) nos backing vocals:

Estes serão os últimos lançamentos comerciais do Sisters, já que Andrew declara guerra à gravadora Eastwest, a qual ainda deviam dois álbuns.

A partir de 1996, eles continuam a fazer shows com diferentes formações dos Sisters of Mercy, chegando a se apresentar por aqui em 2008.

Em 2011, a banda completou trinta anos, realizando uma nova turnê mundial, agora com um Andrew careca, como vemos abaixo:

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