De longe, melhor burrito veggie de São Paulo @veggiesnapraca !!!Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talking

                
       





















bloglovin



CURRENT MOON

Posts Tagged ‘mtv’

TODAY’S SOUND: SOCIAL DISTORTION POR ARTHUR MENDES ROCHA

Eles fazem uma mistura de punk rock, blues, rockabilly e até country, e estouraram apenas com seu terceiro álbum em 1990; eles são o Social Distortion.

social_distortion_logo

social - foto 1

A força-motriz do Social Distortion é Mike Ness, o vocalista e guitarrista que formou a banda em 1978 com mais três integrantes, influenciado pelo movimento punk inglês, só que na ensolarada Califórnia, ao estilo de bandas de punk hardcore como The Germs (que já falamos aqui).

social-distortion-mike ness

A eles juntou-se o baixista Dennis Danell e com sua chegada, os outros três membros deixaram o SD, permanecendo Ness e Danell como os integrantes mais constantes, havendo várias trocas de bateristas e guitarristas durante os anos.

social - ness e danell

Seu álbum de estreia foi ‘Mommy’s little monster’, por seu próprio selo, o 13th Floor Records, em 1983. Um dos destaques era ‘The Creeps”, aqui numa apresentação nos primórdios da banda:

Outra música do álbum era ‘Another state of mind”:

O nome da canção era o nome da turnê que o SD fez com a banda Youth Brigade e que também originou um documentário. Nas cenas abaixo vemos algumas cenas com o SD:

Um dos grandes problemas que eles enfrentaram na época foi o vício de Ness em heroína, sendo que ele não tinha nem lugar para dormir, dormindo em qualquer sofá que aparecesse.

social - mike ness 2

Seu vício obrigou a banda a fazer um intervalo, com Ness entrando e saindo de centros de reabilitações e prisões.

social - foto 2

Com isto, o segundo álbum só saiu mesmo em 1988, quando Ness conseguiu se “limpar’. O disco era intitulado ‘Prison Bound”, com a canção título tocando bem em rádios e MTV, especialmente por seu estilo ‘cowpunk’, uma mistura de punk com country:

Finalmente em 1989, eles assinam com a major Epic e lançam seu primeiro grande sucesso comercial, simplesmente intitulado “Social Distortion”.

social distortion - capa social

Entre as canções incluídas estavam ‘Ball and Chain’ e ‘Story of my life”, mostrando que o rockabilly e o punk podiam ter cada um o seu caminho:

O próximo trabalho é ‘Somewhere between heaven and hell’, de 1992, mantendo a energia punk e fazendo um elogiado disco que teve alguns sucessos como “Bad Luck”, aqui numa apresentação onde Bruce Springsteen (um dos ídolos da banda) convida Ness para tocar com ele:

No restante dos anos 90, eles lançam mais um disco de inéditas, um álbum ao vivo e Ness se dedica a alguns trabalhos-solo.

social - foto 3

Os anos 00 começam com um baque na banda: Danell morre de um aneurisma cerebral, aos 38 anos.

Com nova formação, eles saem em turnê e lançam um novo disco em 2004, “Biscuits’.

social - foto 5

Seu disco seguinte só veio aparecer em 2011, com produção do próprio Ness e intitulado ‘Hard Times and nursery Rhymes”, onde a banda mostra maturidade e que ainda tem muito a dizer para as novas gerações.

social - foto 4

   Comentário RSS   
 

TODAY’S SOUND: ALICE COOPER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Alice Cooper é o nome artístico de Vincent Damon Furnier, um dos vocalistas mais conhecidos do rock, principalmente por seus shows teatrais, chocantes e de temáticas inspiradas por filmes de terror.

alice-1a


alice-1

Furnier nasceu em Detroit, em 1948, seu pai, por incrível que pareça, era bispo da Igreja de Jesus Cristo e seu avô era apóstolo, ou seja, mesmo com esta educação mega religiosa, ele ficou atraído na vida adulta por um lado mais profano.

alice-2

A carreira de Furnier começou nos anos 60, quando ele montou com seus colegas Glen Buxton, Dennis Dunaway, John Tatum e John Speer, a banda Earwings, que depois passou a se chamar Spiders e Nazz, até finalmente assinarem como Alice Cooper.

alice-cooper-band

O nome foi inspirado por rituais de magia negra, seria o nome do espírito de uma feiticeira numa das vidas passadas de Furnier.

Mesmo na banda, Furnier passou a se chamar Alice Cooper, que pretendia ser um vocalista de rock vilão, com um visual aterrorizante e sombrio, do dark side,  se diferenciando dos vocalistas ‘heróis” da época.

alice-3

É interessante notar que a banda Alice Cooper lançou oito álbuns, antes de Furnier se apropriar do nome, tendo sido apadrinhados por Frank Zappa e lançado seu primeiro disco em 1969, intitulado “Pretties for you”.

alice-4

O álbum foi um fracasso de público e crítica, mas conseguiu conquistar alguns fãs.

Em um dos shows de divulgação, aconteceu um fato que contribuiu para a mítica criada em torno de Cooper: ele tirou uma galinha na plateia e esta foi despedaçada pelo público. A imprensa da época deu bastante destaque para o fato e começaram a circular boatos que ele havia cortado a cabeça da galinha e bebido o sangue.

alice-5

Foi com o terceiro disco, ‘Love it to the death”, de 1970, e com a música “I’m eighteen’,  que eles começaram a fazer sucesso, mas principalmente por causa de suas atuações teatrais no palco, que viria a ser chamado pela crítica de “teatro de terror”.

alice-6

Os pais na época morriam de medo que Cooper influenciasse negativamente seus filhos, tentando boicotá-lo, mas nunca conseguiram…

No vídeo abaixo, Cooper já usa e abusa dos recursos teatrais, ajudado por uma pesada maquiagem preta em torno dos olhos, quase como lágrimas negras, além do figurino com calça de paetês:

No ano seguinte, eles assinam com a major Warner e lançam “Killer”, que atinge a 21ª posição na Billboard.

Entre as canções está “Under my wheels”, cujo vídeo podemos ver abaixo. O figurino de Cooper está ainda mais elaborado, um macacão preto de taxas com o peito aberto, botas de cano alto com detalhes em prata e os olhos pintados como se fossem cílios enormes:

No álbum seguinte, “School Out”, de 1972, eles conseguem chegar ao topo das paradas, puxada pelo single de mesmo nome, abaixo em um vídeo no Top of the Pops:

Em 1973, eles lançam seu penúltimo álbum como Alice Cooper, o grupo, “Billion Dollar babies”, que originou um dos primeiros vídeos a serem exibidos pela MTV:

No mesmo ano, eles fazem a turnê Billion Dollar Babies, quebrando recordes por onde passaram e incluindo números como o da guilhotina, onde ele encena que é decepado e que se tornou uma de suas marcas registradas.

alice-headless

Ainda em 73, houve o encontro entre Cooper e Salvador Dali, que passaram um tempo juntos, sendo que Dali fez uma obra de arte dedicada à Cooper, um dos primeiros hologramas que se tem notícia, que está em exibição no Museu Dali.

alice-e-dali


alice-e-dali-2

O próximo disco e as tensões entre os integrantes acabaram por separá-los e fazer com que Alice Cooper virasse o projeto pessoal de Furnier, com uma nova banda e um novo disco que mostrou ser um sucesso, “Welcome to my nightmare”. Em um dos vídeos para divulgar este trabalho, ele chamou Vincent Price para fazer uma participação especial (muito antes de Michael Jackson com Thriller):

alice-&-vincent

Em 1977, ela lança uma balada que faz o crossover pop e vira hit, com direito a uma divertida aparição no Muppet Show:

No final da década de 70, e acabando de lançar um segundo disco de sucesso moderado, Cooper enfrentava problemas com o alcoolismo, o que estava atrapalhando sua vida profissional, e acaba se internando em uma clínica de reabilitação, pondo seu casamento em risco.

alice---varias

Com a chegada dos 80, sua popularidade vai diminuindo e ele só vem a reconquistar o público no final da década com ‘Trash’, álbum que teve três singles de sucesso, incluindo “Poison”:

No início dos anos 90, ele vivia uma fase de popularidade renovada, participando do disco ‘Use you ilusion’ do Guns n’ Roses, além da participação como ator em filmes como “Freddy’s death: the final nightmare” (como o pai de  Freddy Kruger) e “Wayne’s World”.

alice-live

Com o lançamento do álbum de 1994, “The last temptaion”, ele vira estória em quadrinhos de Neil Gaiman e resolve dar nova pausa na carreira.

alice-8

Seu retorno foi no ano 2000 com “Brutal Planet”, início de uma trilogia onde discute fé e religião, trabalhos estes muito bem recebidos pela crítica e que originaram novas turnês mundiais.

alice-7

Depois de serem incluídos no Rock n’Roll Hall of Fame em 2010, Alice Cooper esteve fazendo shows no país em 2011 e lançou “Welcome 2 my nightmare”, continuação de seus disco de 1975.

alice---welcome-2-my-nightm

No ano passado foi lançado o Box-set “Old School Special Edition” incluindo a edição comemorativa dos 40 anos do álbum “School’s out” além de CDs com material inédito e bootlegs.

alice-spider

Se não houvesse Alice Cooper e seu “horor show”, não existiriam artistas como Marilyn Manson, Slipknot, Kiss, New York Dolls e muitos outros que devem a ele, o conceito do show de rock como um espetáculo teatral e cheio de ousadia.

   Comentário RSS   
 

TODAY’S SOUND: THE CURE‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA

The Cure é uma das bandas mais lendárias do rock inglês pós-punk, góticos e afins, pois seu som é contagiante, com uma banda de primeira, além da presença marcante de Robert Smith nos vocais.

the-cure---logo

O Cure surgiu há bem mais tempo que imaginamos, pois na verdade a primeira formação da banda chamava-se Easy Cure e foi formada em 1976 pelos amigos de escola Robert Smith (vocais e guitarra), Michael Dempsey (baixo), Lol Tolhurst (bateria) e Porl Thompson (guitarra).

the_cure---inicio

Imediatamente, eles começaram a espalhar o seu som por Crawley, no sul da Inglaterra, se apresentando em bares e festivais locais. Todos eles já haviam participado de outras bandas antes e já tinham experiência com a música.

the-cure---foto-2

A banda chegou a ganhar o prêmio em concurso de talentos da gravadora alemã Hansa e que dava direito a um contrato, mas todos eram tão jovens, não queriam tocar covers e acabaram não aproveitando esta chance.

the-cure---foto-3

Em 1978, depois de alguns desentendimentos entre os membros, a banda passa a ser um trio e eles tiram o Easy do nome e passam a se chamar The Cure.

A banda tem na figura de Robert Smith, a sua imagem principal e icônica, com os cabelos pretos e desgrenhados, o batom sempre borrado e uma atitude displicente em seu figurino, ditando moda entre os góticos da época.

the-cure---foto-robert-1

Sua primeira ação é gravarem um demo para distribuírem á várias gravadoras, até que uma destas demos chega nas mãos de Chris Parry, do selo Polydor e que acabava de formar um novo selo chamado Fiction Records.

O primeiro single da banda acaba sendo um sucesso imediato, “Killing an arab”, inspirado pelo romance “O Estrangeiro” de Albert Camus, e que no começo sofreu críticas de ser racista, mas a banda desculpou-se e até colocou uma etiqueta colada no disco negando estas acusações:

Em maio de 1979, eles lançam seu primeiro álbum, “Three imaginary boys”, que também continha o single “Jumping someone else’s train” e “Boys don’t cry”:

The-Cure---Boy's-Don't-Cry

Lembro que quando comprei este disco nos anos 80, a banda era um sopro de novidade, sua música era boa para dançar, para somente escutar, mas já sentia que o Cure era uma banda especial e que muita coisa ainda estava para acontecer com eles.

the-cure----capa-three-imag

O álbum foi super bem recebido pelo público e crítica e a banda fez shows em várias cidades da Inglaterra, abrindo para Siouxsie & the Banshees, inclusive com Robert substituindo o guitarrista dos Banshees em alguns shows.

Ele acabou colaborando algumas vezes com os Banshees, como tocando no álbum “Hyaena” e formando o grupo The Glove, que só gravou um álbum.

O Cure foi sofrendo diversas mudanças em sua formação durante os anos, alguns saíram e voltaram, outros foram substituídos, mas Robert está sempre lá até hoje.

the-cure---foto-robert-2

Em 1980, a banda vai ficando mais dark, especialmente em função de Robert, com músicas mais experimetais e intrigantes, como mostra o atmosférico álbum seguinte da banda, “Seventeen Seconds”, puxado pelo hit “A Forest”, uma das músicas mais marcantes deles:

the-cure---a-forest

Os dois próximos trabalhos do Cure são bem experimentais, álbuns com muitos instrumentais pesados, clima soturno, introspectivos e bem góticos: “Faith” e “Pornography”. Este último é considerado pelos fãs uma das melhores obras da banda e originou o single “The Hanging Garden”:

The_Cure-Pornography-

Depois de ir fundo nos excessos destes álbuns, Robert decide vir com um próximo trabalho mais pop, a dançante “Let’s go to bed”, ; abaixo em um vídeo dirigido por Tim Pope, que viria a se tornar colaborador usual da banda:

Seguida pelo single “The Lovecats”, o single mais vendido do Cure, atingindo o sétimo lugar na parada; aqui numa bizarra apresentação em um programa inglês:

Culminando no mega hit “The Walk”, este sim, não podia faltar em uma pista de dança nos 80’s:

Seu próximo álbum é “The Top”, com destaque para “Caterpillar”, aqui num acústico da MTV:

The_Cure-The_Top_

Logo após o lançamento do álbum, eles saem em uma turnê mundial e a banda agora era um quinteto. Eles aproveitam a turnê para gravar o álbum “The Concert”, um ótimo registro de suas apresentações ao vivo e com os hits de sua carreira.

the-cure---concert

Seu próximo álbum “Head on the door”, de 1985, é o responsável pelo estouro mundial da banda, principalmente atingindo o mercado americano, com um som mais acessível e com dois super hits: “Inbetween days” e “Close to me” (cujo vídeo dentro do armário é um clássico):

the-cure---head-on-the-door

Em 1987, depois do sucesso da coletânea de hits, “Standing on a beach”, o Cure lança o álbum duplo “Kiss me, Kiss me, Kiss me”, com a adição de Roger O’Donnell (ex-Psychedelic Furs) e emplaca sua primeira música no top 40 americano, “Just like heaven” e sai em turnê com a Kissing Tour:

the-cure---standing-on-a-be

Nesta mesma época, eles veem ao Brasil para shows até hoje considerados históricos, pois a banda estava no seu auge.

the-cure---brasil-87

Seu trabalho seguinte é o álbum “Disintegration”, mais um sucesso para a banda, lançado em 1989, com mais guitarras, um disco atmosférico e que culmina em tudo o que o Cure fez durante a década de 80.  Entre as músicas de destaque estavam “Lullaby” (um dos maiores hits da banda na Inglaterra) e “Love Song” (seu maior hit nos EUA):

No início dos anos 90, Roger deixa o grupo, a banda prepara-se para sua segunda vez em Glastonburry, além de finalmente ganhar o Brit Awards como melhor banda britânica.

Em 1992, eles lançam “Wish”, um álbum mais alegre na superfície, voltado mais para o pop, como mostra a canção “Friday, I’m in love”:

As apresentações ao vivo na “Wish tour” foram tão bacanas, que servem de inspiração para o filme-concerto “Show” e o disco ao vivo “Paris”.

Em 1996, a banda lança “Wild mood swings”, álbum bastante esperado pelos fãs, pois é o primeiro de material inédito em quatro anos , mas a banda já não domina as paradas como antigamente.

the-cure---foto-robert-3

Depois de mais turnês e participações em trilhas de filmes, o The Cult só lança um álbum em 2000 chamado “Bloodflowers” e que Robert declarou ser a última parte de uma trilogia junto com ‘Pornography” e ‘Disintegration”.

Eles fazem alguns shows em vários festivais europeus até fazerem shows em Berlim interpretando a trilogia, que depois é lançada em dvd como ‘Cure Trilogy”.

the-cure---foto-5

Em 2004 lançam um incrível box set com quatro CDs incluindo todos seus singles, lados B  e raridades em geral intitulado ‘Join the dots – b-sides and rarities”.

Seu 12º álbum foi lançado logo em seguida e de casa nova, agora na gravadora Geffen, com destaque para “The end of the world”:

Para divulgação do disco, eles participam de Coachella e do ‘Curiosa Festival” ao lado de bandas influenciadas por eles como Rapture, Interpol, Mogwai e Muse e no final do ano eles são premiados com o Icon Award pela MTV.

the-cure-at-coachella

Em 2008, depois de voltarem a ser um quarteto e da nova turnê, The 4Tour, o Cure conseguiu colocar quatro singles de uma vez no top 20 e lançarem o novo álbum, “4:13 Dream” (seu último álbum de inéditas até agora) que incluía “Sleep when I’m dead”:

Depois de se dedicarem a projetos pessoais e mais alguns shows, a banda realiza um show muito especial na Austrália, ‘Reflections”, para comemorar os 30 anos do álbum “Faith”.

Os shows acabam sendo uma reunião de vários ex-integrantes do Cure e voltaram a interpretar os três primeiros álbuns clássicos ao vivo.

Eles também se apresentam no Bestival e lançam um cd para a caridade com o registro deste show.

The-Cure-foto-6

E 2012, eles realizam mais uma turnê de sucesso por vários festivais do verão europeu, o “Summercure 2012”, incluindo seu primeiro show na Rússia.

the_cure---atual

Em abril deste ano, o The Cure fez ótimos shows no Brasil, levando toda sua história musical para um público de velhos e novos fãs que admiram o trabalho desta banda, com 35 anos de estrada e seu vocalista Robert Smith, uma das grandes figuras do rock em todos os tempos.

   Comentário RSS