Pronto! Mamãezinha já foi longe demais mesmo com isso hoje! @hannariusaOlá, eu sou eu o Tigre denovo, venho por meio desta reclamar que Mamãezinha resolveu me torturar mesmo com essa troca de roupinhas! Disse que com este pullover @hannariusa posso ir estudar em Harvard! Já falei que não quero e não adianta mesmo!Alô? Boa tarde, meu nome é Tigre, sou o amor da minha Mamãe porém tô aqui muito #chatiado com isso. Mamãe me abandona na casa da Vovó pra viajar e volta com isso! Disse que eu tô chic de trench coat e gravatinha e que é pra ficar paradinho mesmo mesmo! Meu look #1 @hannariusa modas de Nova IorqueSo good to finally find my partner in crime from the punk rock years in the Lower East Side, Manolo!!! It's been 15 years at least, since I last saw him...! Love you #Mannie Garcia Miss our days...Spreading the word!Ma brotha from anotha motha @ricardoctavaresGoing to my town...Outra novidade babado para 2015  é a abertura do @la_central no Edifício Copan, restaurante de alta gastronomia mexicana, onde meu marido @ddonaire é um dos sócios! Em destaque meu arranjo floral do amor 💚! La Central abre oficialmente para o público dia 15 de dezembro! Nos vemos lá?2014 terminando com grandes alegrias e renovações, entre elas a abertura de LifeUnderZen do meu Brother Mór Jun Matsui, na Galeria do Rock! True style! Meus Ikebanas, Bonsais e arranjos do amor, direto do meu jardim, expostos e a venda lá, tá? Congrats e vida longa @junmatsui e @jlta !!!Another level flower arrangements @liajacinto & Ricardo wedding! Photo by @djfelipevenancio

                
       





















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TODAY’S SOUND: PLAN 9 FROM OUTER SPACE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Aproveitando que hoje é Halloween, falaremos de um clássico do cinema trash que entrou para a história do cinema como o “pior filme de todos os tempos”: “Plan 9 from Outer Space”.

Ed Wood dirigiu este híbrido de ficção-científica e terror, estrelando Bela Lugosi, Vampira (Maila Nurmi) e Tor Johnson, entre outros e o filme foi rodado em poucas semanas e com um orçamento bem reduzido (como todo o trash que se preza).

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Só com a direção e este elenco, o filme já mereceria seu lugar na história de Hollywood, já que Wood conseguiu “inserir” a participação de Lugosi através de cenas filmadas antes da morte do mesmo.

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Claro que isto visava aproveitar a figura de Lugosi como chamariz de bilheteria, ainda mais com ele fazendo alusões ao seu icônico personagem Drácula.

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Na verdade, a idéia inicial de Wood era fazer o filme “Tomb of the vampire” (ou “The Ghoul goes west”), por isto as cenas de Lugosi acabaram ficando “perdidas’ no filme.

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A participação de Lugosi acabou sendo uma espécie de homenagem de Wood à figura de Lugosi, um ator eternamente associado ao mito que criou nos filmes da Universal e que enfrentava problemas com seu vício em morfina.

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Os dois conviveram muito nos três últimos anos de vida do ator (ele faleceu em 1956) e isto foi tema do filme “Ed Wood” de Tim Burton, estrelado por Johnny Depp (como Wood) e Martin Balsam, que arrebatou o Oscar de melhor ator coadjuvante, vivendo Lugosi.

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Após a morte de Lugosi, Wood aprontou o roteiro de “Grave robbers from outer space”, em 1956, lançando-o no ano seguinte, mas o distribuidor só o lançou ao grande público em 1959 e com o título de “Plan 9 from Outer Space”. A troca do título foi imposto pela Igreja Batista, que era um dos financiadores do filme.

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Outro detalhe foi que Wood acabou substituindo Lugosi (que já havia falecido) pelo seu quiropata, Tom Mason (em participação não creditada) que, em muitas das cenas, usa a capa tapando o seu rosto para que o público não perceba que não se trata mais de Lugosi.

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Ed Wood também era uma figura peculiar do cinema, conseguia realizar seus projetos, acreditava em suas ideias com fervor, além de dirigir, produzir e escrever suas produções; ele também gostava de andar travestido (ou usando seu pulôver de fedora como na foto abaixo) e fez outro clássico trash “Glen or Glenda”.

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A estória fala de extraterrestres que pretendem impedir os humanos de construir uma arma que destruiria o universo e por isso lançam o ‘Plan 9” para ressuscitar os mortos e impedir estes acontecimentos, instaurando um caos generalizado e dominando a terra.

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Wood já enfocava os zombies, muito antes destes virarem figurinhas fáceis em filmes e séries de TV.

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Revendo o filme hoje, ele não deixa de ser divertido, ousado para a época, mas ao mesmo tempo, cheio de erros de continuidade e edição.

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Para se ter uma idéia, eis algumas “falhas” do filme: as cenas filmadas em estúdio diferem muito das rodadas em locações e deveriam fazer parte da mesma cena; em uma das cenas, é possível ver a sombra de um microfone, coisa que não era perceptível quando o filme foi lançado no cinema; alguns diálogos não fazem o menor sentido, como o texto inicial onde o narrador fala de fatos que irão acontecer no futuro, mas que na verdade já aconteceram no passado; as lápides do cemitério foram feitas de borracha e podemos perceber que estas se mexem.

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A produção era bem simples, os efeitos mal feitos, como os discos voadores que tremem ao voar, os cenários pobres que são preenchidos com cortinas e muita fumaça.

Abaixo um vídeo com algumas destas falhas:

Mas todas estas falhas acabam contribuindo para o charme e a aura cult que o filme foi adquirindo com o passar dos anos.

Outros criticados foram Vampira e Tor Johnson, pelos seus desempenhos fracos, especialmente Tor que mantém a mesma expressão no filme inteiro. Mas afinal, eles eram amigos de Wood e suas participações são fundamentais para o filme.

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 Vampira, persona criada pela atriz Maila Nurmi, foi a primeira host de programas de horror transmitidos pela TV.

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Maila começou a chamar atenção ao estrelar uma peça na Broadway intitulada “Spook Scandals”, um show apresentado à meia noite onde ela já ensaiava seus passos como musa do terror.

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Sobrevivendo como pin up durante os anos 50, ela fez uma aparição vestida de Morticia Adams e foi convidada por um produtor de TV para apresentar o programa The Vampira Show, que durou de 1954 a 1955, criando assim a personagem Vampira.

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 Mas foi com “Plan 9” que Vampira tornou-se uma referência pop, ao sair de uma floresta com as mãos para a frente. Abaixo algumas cenas dela no filme:

 No filme “Ed Wood”, ela foi vivida por Lisa Marie, a então mulher de Tim Burton. Maila veio a falecer em 2008, aos 85 anos de idade.

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Independente de todas as críticas, “Plan 9 from Outer Space” é considerado a obra-prima de Ed Wood, um filme que ele fez de tudo para que se tornasse realidade e que  mais diverte que assusta; graças às suas reprises na TV americana ou em sessões da meia noite transformou-se numa referência fundamental para o cinema trash e de baixo orçamento, conquistando as mais diferentes gerações.

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TODAY’S SOUND: RAY HARRYHAUSEN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Esta semana, apesar de pouco divulgado, o cinema perdeu um de seus grandes mestres; ele não era diretor, nem ator, mas seu papel é de fundamental importância no cinema moderno, seu nome, Ray Harryhausen.

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Ray era o mago dos efeitos especiais, o mestre da animação com bonecos, mais conhecida como stop-motion.

Sem ele, não existiria Spielberg, George Lucas, Peter Jackson, James Cameron, Guilhermo Del Toro e muitos dos cineastas que nos fazem sonhar e penetrar em mundos tão fantásticos e cheios de imaginação. Todos eles falam sobre o mestre no documentário de 2011 ‘Ray Harryhausen, Special Effects Titan.

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Vi uma exposição em Londres, em 1990, que apresentava várias das pequenas maquetes e das criaturas incríveis criadas por Harryhausen e elas nunca mais saíram da minha mente.

Eu havia conhecido Harryhausen, vendo muitos dos seus filmes nas sessões da Tarde nos anos 70 e 80, em filmes como “Jasão e os Argonautas”, “A Viagem de Simbad”, entre outros.

Abaixo ele conversa sobre as criaturas que criou para “Fúria de Titãs”, a versão original:

Todos eles haviam me impressionado especialmente por seus efeitos especiais, algo novo para a época, já que não havia efeitos computadorizados e tudo era feito da maneira antiga, filmando cada bonequinho cena a cena, movimento a movimento, quadro a quadro.

Um trabalho desta perfeição era complicado na época e Harryhausen se sobressaia com seu olhar, suas criaturas tinham uma personalidade própria.

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Harryhausen iniciou sua carreira fazendo pequenos filmes sobre famosas fábulas como “Chapéuzinho Vermelho”, “João e Maria”, “Rapunzel”, “O rei de Midas”, entre outras.

Nesta época, ele ainda não havia feito o que o tornaria famoso, que são os monstros ou criaturas de filmes de fantasia como o ciclope de Sinbad:

Harryhausen decidiu-se pela profissão ao assistir á primeira versão de “King Kong”, cujos efeitos realizados por Willis O’brien o impressionaram bastante.

Ele se oferece para trabalhar com O’brien que o inclui para fazer as animações do filme “Mighty Joe Young”, filme este que deu o Oscar a O’brien de melhores efeitos especiais em 1947.

Seu grande desejo era fazer filmes de ficção científica e isso aconteceu com “The beast of 20.000 Fathoms”, baseado numa estória escrita por seu grande amigo Ray Bradbury, lançado com grande sucesso de bilheteria em 1953.

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Harryhausen foi um dos grandes inovadores da animação na época, seus filmes tinham um toque realista, já que ele conseguia misturar com perfeição os modelos de stop-motion com as ações reais, filmadas com atores de verdade.

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Seu papel era quase como o do diretor do filme, pois tudo ele participava: roteiro, direção de arte, storyboard, design de produção.

Com o produtor Charles H. Schneer, ele fez os filmes “It came from beneath the sea” (1955), “Earth Vs. Flying Saucers” (1956), todos grandes sucessos de público.

Esta cena acima foi recriada por Tim Burton no filme ‘Mars Attack’ e o cineasta declarou que é uma homenagem ao gênio de Harryhausen.

Quando filmou em cores pela primeira vez, com “The 7th Voyage of Sinbad” , em 1958, Schneer cunhou o termo “Dynamation” ou “Dynarama”, que se tornaria sua marca registrada.

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A cena mais impressionante feita por Harryhausen foi a luta dos sete esqueletos em “Jasão e os Argonautas” (1963), cena que mostramos abaixo e que marcou a história do cinema para sempre:

Esta cena jamais foi igualada, mesmo com os efeitos modernos de hoje em dia, e consumiu quatro meses para ser realizada.

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Outra cena de Jasão nos mostra a estátua do deus Talos criando vida:

Ao entregar um Oscar especial para Harryhausen, Tom Hanks declarou que muitas pessoas consideram Cidadão Kane e Casablanca como os melhores filmes já produzidos, mas ele considerava Jasão.

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Em meados dos anos 60, Harryhausen foi contratado pela Hammer e trabalhou em dois filmes com animais pré-históricos: “One million years B.C.” (famoso pela presença de Raquel Welch vestindo um biquíni de pele de animal) e ‘Valley of the Gwangi” (1969).

Nos anos 70, ele faz mais dois filmes de Sinbad: “The Golden Voyage of Sinbad” (1973) e “Sinbad and the eye of the tiger” (1977). Abaixo a famosa dança da deusa Kali (na verdade Siva) no primeiro filme:

Nos anos 80, ele realiza sua última contribuição nos efeitos especiais para o cinema com ‘Clash of the Titans”(Fúria de Titãs), lançado em 1981, com grande elenco que incluía Laurence Olivier e Maggie Smith, entre outros. O filme teve uma refilmagem recentemente, mas os efeitos do primeiro filme, apesar da tecnologia ainda escassa, dá de dez na nova versão.

Em 2010, o BAFTA (o Oscar Inglês) fez uma homenagem a Harryhausen dando-lhe um prêmio especial por ocasião do seu 90º aniversário.

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No seu obituário, George Lucas declarou: “Sem Harryhausen, provavelmente nem haveria existido “Star Wars”.
Terry Gilian disse que enquanto os novos técnicos em efeitos especiais fazem tudo digitalmente, Harryhausen faziam tudo com suas digitais.

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Isto só vem nos mostrar que, em se tratando de efeitos especiais, monstros e criaturas incríveis, ninguém bate o mestre Harryhausen.

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TODAY’S SOUND: FANNY E ALEXANDER POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Fanny & Alexander” é um dos filmes mais famosos do grande diretor sueco Ingmar Bergman, que procurou contar a estória de uma família através dos olhos de uma criança, utilizando elementos surrealistas em sua narrativa.

O filme foi lançado em 1982 e foi um sucesso internacional, arrebatando quatro Oscars da Academia, um feito até então inédito para um filme estrangeiro.

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Não é exagero afirmar que “Fanny & Alexander” seja o filme mais acessível de Bergman, já que ele foi concebido para ser uma minissérie na TV sueca e depois foi editado para ser lançado nos cinemas.

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A versão original, que assisti recentemente, tem mais de cinco horas de duração e é dividida em capítulos, esta é a versão que indico, pois mostra o filme em toda sua magnitude.

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A estória se foca na família Eckhardt, composta da matriarca, seus três filhos e suas respectivas esposas e os filhos, no qual se incluem as crianças Fanny e Alexander, no início do século XX.

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Logo no começo do filme, já vemos que Alexander tem visões diferentes dos demais, já que ele vê uma estátua se mexer.

A família possui um teatro, onde apresentam várias peças de autores famosos. Quando o filme inicia, estamos no Natal e a família comemora em grande estilo com um a peça natalina, além de um grande jantar para os artistas da cia e toda a família, além dos empregados.

Os ambientes, a riqueza dos detalhes, deram o Oscar de melhor direção de arte ao filme, bem como o de melhor figurino e de melhor fotografia, com as exuberantes tonalidades do genial Sven Nykvist, usual colaborador de Bergman e diretor de fotografia de filmes como ‘Crimes e Pecados” (de Woody Allen), “O Inquilino” (de Polanski), “O Sacrifício” (de Tarkovsky) e muito mais.

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Quando Bergman começou a filmá-lo, ele resolveu fazê-lo pela parte mais fácil e alegre do filme: a cena da guerra de travesseiros, conforme abaixo:

Mais uma cena onde ele dirige a parte do teatro de bonecos de papel que Alexander brinca em sua casa, recriando uma cena da própria infância de Bergman:

A reviravolta no filme acontece com a morte do pai das crianças, o que deixa viúva sua bela mãe e esta deve continuar cuidando do teatro.

Porém, ela se apaixona por um bispo e resolve levar as crianças para morar na casa dele.

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O bispo se mostra um tirano, punindo as crianças e principalmente Alexander, que adora contar histórias fantásticas e cheias de imaginação.

No papel do bispo Vergerus está o conhecido cantor e dançarino sueco Jan Malmsjö em seu primeiro papel importante no cinema.

Aí vemos mais um elemento surrealista, já que Alexander enxerga fantasmas, principalmente o de seu pai, que afirma não querer abandoná-lo.

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Até que finalmente as crianças conseguem fugir da casa do seu padrasto com a ajuda do Tio Isak (papel vivido por um dos grandes atores bergnianos, Erland Josephson).

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As cenas na casa do tio Isaac são meio mágicas, pois com ele mora seu irmão Ismael que fabrica fantoches e numa de suas visões, Alexander vê um boneco que fala com ele como se fosse a encarnação de Deus.

Em outra cena, ele vê uma múmia ainda respirando, são algumas pontuações surrealistas que Bergman dá ao longo do filme e que fazem parte do universo imaginativo de uma criança como Alexander

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Abaixo podemos ver uma cena do documentário do filme, com Bergman dirigindo justamente esta cena dos bonecos e Nykvist iluminando:

Mas a mãe de Alexander continua na casa do bispo, sem as crianças, e bola um plano para escapar do inferno de sua vida com o bispo.

Um fato aterrorizante acontecerá para que o bispo tenha um final trágico e a família volte a se reunir como nos velhos tempos.

No elenco, além de Josephson, vale citar o lindo trabalho do menino Alexander (Bertil Guve, que não seguiu a carreira artística); a beleza da mãe das crianças, vivida pela atriz Ewa Fröling (que hoje se dedica à TV, mas continua Lina, conforme foto abaixo) e mais  a presença da atriz Pernilla August (que ficou conhecida como a tia que cuida de Luke Skywalker em ‘Guerra nas Estrelas”).

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Inicialmente Bergman havia pensado em Liv Ullman e Max Von Sydow para trabalharem no filme, mas Liv tinha compromissos (o que deixou o diretor bem decepcionado) e Max acabou não recebendo o recado de seu agente e ficou bastante chateado com o diretor durante muito tempo.

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Outro detalhe interessante é esta habilidade de Alexander de enxergar fantasmas, ao longo do filme, além de seu pai, ele vê os fantasmas das filhas do bispo numa cena em que é preso no sótão da casa.

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Para conseguir uma interpretação mais naturalista possível de Alexander, Bergman não informava ao pequeno ator o que iria acontecer ao longo do filme.

“Fanny & Alexander’ era para ser o último filme que Bergman dirigiria para o cinema, mas ele acabou ainda lançando “Saraband”, vários anos mais tarde.

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O filme pode ser descrito como uma carta de amor ao teatro, contém vários elementos autobiográficos (seu pai era religioso e também o maltratava), ele enfrentou muitas dificuldade de saúde para completá-lo, mas vale cada segundo, é um dos mais belos filmes de um grande diretor.

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