So broken hearted... 💔Tigre e CleĂłpatraBeginning 2016... #bromeliadBom dia! #orquideacattleyaAmei muito!!! Muito obrigada @zezzo.fonseca @vicentenegrao e @havaianas luxxxo! Feliz 2016 pra quem Ă© original ✹🍀🎍🍀✹Nighty Night!Darks aguardam desfile dark @alexandreherchcovitch @eduardocorelli @jacksonaraujo @corvina_ @foodemotion @gobbiland @joseh_zozo_amaralMorri com os looks @alexandreherchcovitch !!!Fun time with ma' buddies @davidpollak @foodemotion & @bobestvo @alexandreherchcovitchMeus amores peludos, CleĂłpatra e Tigre

                
       




















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TODAY’S SOUND: STYLE COUNCIL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Após o fim do The Jam, Paul Weller queria formar um grupo que combinasse sua paixão por jazz, soul, R&B, além de filmes franceses e aquela pitada da cultura dos cafés europeus dos anos 60, criando assim o Style Council.

STYLE COUNCIL - 1a

O Style Council era um sopro de novidade nos charts europeus do final da década de 80, juntamente com Everything but the girl e Sade, que passaram a ser denominados de new-bossa na época.

style council foto 1

O grupo era formado por Weller mais Mick Talbot, instrumentista de primeira e ex-integrante de bandas como The Bureau e Dexy’s Midnight Runners, alĂ©m de ter participado de algumas apresentaçÔes com o The Jam.

style council - foto 2

Weller recrutou Talbot por gostarem do mesmo tipo de mĂșsica, alĂ©m do som que Talbot tirava do ĂłrgĂŁo Hammond, que era exatamente o que ele procurava para seu novo projeto.

Style council -Paul-Weller

Seu primeiro single foi “Speak like a child”, uma grata surpresa para um som pop mais refinado, com influĂȘncias de funky e do soul da gravadora Stax:

As primeiras apresentaçÔes do duo foram em concertos beneficentes ou por alguma causa política que eles apoiavam, jå que uma das facetas do Style Council era justamente um posicionamento político contra o governo Thatcher.

style council - foto 3

Depois de lançarem o EP “À Paris”, no qual declaram seu amor pela cultura parisiense, o SC arrecadou mais dois integrantes: Dee C. Lee (que viria a se tornar esposa de Weller), que contribuía com os backing vocals (ela já havia trabalhado com o Wham!) e o baterista Steve White, que havia trabalhado com Bill Bruford, do Yes e King Crimson.

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Quanto ao estilo de vestir, o Style Council era extremamente exigente, optando sempre por tonalidades como preto & branco, padronagem príncipe de Gales, tons pastéis, além de ternos bem cortados, muito trench-coat, pulÎveres e sweaters, gravatas e lenços estampados, mocassins; eles davam muita importùncia para o visual.

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Isto tambĂ©m valia para suas capas e material grĂĄfico, feitos com fontes e letterings elegantes, privilegiando fotos em locaçÔes bacanas (de preferĂȘncia em Paris), em situaçÔes em o que importava era estar de bem com a vida, como andar de lambreta por exemplo.

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Em 1984, eles lançam seu novo single, “My ever changing moods”, que mostra a banda indo para uma direção mais dramática, melódica e soulful:

style council - ever changing

Estava tudo ponto para eles lançarem seu debut, o ĂĄlbum “CafĂ© Bleu”, que misturava cnçÔes pop, instrumentais, rap, alĂ©m de uma vibe de cançÔes francesas e atitudes beatniks, alĂ©m de cançÔes atmosfĂ©ricas como “The Paris Match”, dueto com Tracey Thron do Everything but the girl:

O ĂĄlbum foi um grande sucesso, mostrando que Weller havia deixado o The Jam para trĂĄs e vivia um novo momento em sua carreira.

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Outro destaque do álbum era “Headstart for Happiness”, aqui numa apresentação no programa The Tube:

Depois de excursionarem pela Europa e EUA, o grupo lança seu prĂłximo single com influĂȘncias de cantores como Curtis Mayfield e Sly Stone, ‘Shout to the top”, escolhida como parte da trilha do filme “Vision Quest” e tonando-os populares tambĂ©m na AmĂ©rica:

Seu segundo ĂĄlbum foi lançado em 1985, “Our favorite shop”, com menos influĂȘncias jazzĂ­sticas e mais coeso que o disco anterior.

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O ĂĄlbum teve uma Ăłtima exposição na mĂ­dia e vendeu bem na Europa, AustrĂĄlia e JapĂŁo, porĂ©m nĂŁo indo bem nos EUA, inclusive sendo rebatizado de “The Internationalists”.

Uma das faixas que chamaram a atenção foi “With everything to lose”, que vemos no vídeo abaixo numa apresentação na versão inglesa do Soul Train:

No mesmo ano, em julho, Ă© realizado o grande evento “Live Aid”, o maior concerto de rock e pop jĂĄ realizado em todo o mundo, com apresentaçÔes simultĂąneas nos EUA e Europa e no qual o Style Council participa cantando um de seus hits, ‘You’re the Best thing”:

Logo apĂłs o Live Aid, Weller funda junto com artistas como Billy Bragg e The Communards, o Red Wedge, iniciativa que procurava popularizar ideais de esquerda.

A prĂłxima empreitada do grupo foi uma participação na trilha do filme ‘Absolute Beginners”, baseado no livro de um de seus herĂłis, Colin MacInnes, mas que apesar do elenco e trilha, acabou sendo um fracasso de pĂșblico e crĂ­tica.

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Depois de um ĂĄlbum conceitual, “The Cost of loving”(conhecido como o ĂĄlbum laranja), e um mini filme, “JerUSAlem”, o SC se preparava para um novo ĂĄlbum, ‘Confessions of a pop group”,apesar do momento de recessĂŁo e um menor interesse por sua mĂșsica, jĂĄ que Weller nunca havia sido perdoado por ter acabado com o The Jam.

Abaixo, uma apresentação do novo ålbum na TV inglesa, em um especial de dez minutos:

Nesta época, Weller começa a se interessar pelo novo ritmo que dominava os clubs londrinos, a house music, com toda sua cultura de DJs e batidas irresistíveis.

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Assim, ele se cerca de DJs como Norman Jay e Juan Atkins nos remixes, e começa a preparar seu novo disco, ‘The Modernists”, álbum rejeitado pela sua então gravadora, a Polydor, e que somente foi lançado independente e como parte do box set “The complete adventures of Style Council’.

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Neste disco, ele regravou o clĂĄssico “Promissed land”, que chegou a ser lançado como single, mas isto nĂŁo bastou e assim o Style Council resolve fazer seu Ășltimo concerto no Royal Albert Hall em 1989 e logo em seguida, decretando o fim da banda.

Assim, Weller lança-se numa carreira solo de sucesso e Talbot em trabalhos paralelos, como o grupo The Players.

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Era o fim de um dos grupos menos reconhecidos do pop, pouco lembrado hoje em dia, mas que fez toda a diferença na Ă©poca com seu som elegante, cheio de groove, influĂȘncias bacanas e que merece ser redescoberto.

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Today’s Sound: Antony Hegarty por Arthur Mendes Rocha

Antony & The Johnsons Ă© a banda liderada por Antony Hegarty e seus vocais agudos, melĂłdicos, de uma beleza estranha, quase como um lamento, tornando-os uma das bandas mais interessantes da cena atual.

Antony nasceu na Inglaterra, mas foi criado na Califórnia e mais tarde mudou-se para NY, onde suas ambiçÔes artísticas e sexualidade seriam melhores compreendidas.

Ele sempre teve uma sexualidade ambĂ­gua, jĂĄ que se apaixonara desde cedo pela imagem de Boy George no auge de sua fase andrĂłgina no Culture Club.

Antony começou a despontar com os Blacklips, uma banda de cabaret que se apresentava em lugares pequenos e na qual ele vestia-se num misto de Isabella Rosselini em “Blue Velvet” e a imagem da capa do single “Torch” do Soft Cell, como vemos abaixo:

Logo em seguida, ele forma o Antony and The Johnsons, banda que começa a ser notada por um pequeno selo, Durtro, que lança seu primeiro álbum em 1998 intitulado apenas ‘Antony and the Johnsons”.

O single do álbum era “Cripple and the Starfish”:

O ålbum passou meio despercebido, sendo relançado quando a banda começou a fazer sucesso.

Em 2001, eles lançam um EP, ‘I Fell in Love with a Dead Boy”, que continha uma versão de “Mysteries of Love” de Angelo Badalamenti e David Lynch (e que fazia parte da trilha de “Twin Peaks”):

Este EP foi apresentado Ă  Lou Reed, que caiu de amores pelos vocais de Antony e o convidou a participar de seus discos ‘The Raven” e ‘Animal Serenade”, alĂ©m de excursionar com ele em 2003. Abaixo eles cantam juntos no programa de Jools Holand:

Depois de lançarem mais alguns EPs, a banda lança em 2005 seu segundo ĂĄlbum “I am a Bird Now”, disco este responsĂĄvel pelo seu estouro mundial e pela conquista do prĂȘmio Mercury, prestigiado prĂȘmio inglĂȘs para artistas iniciantes. A capa era uma foto da drag Candy Darling, estrela da Factory e dos filmes de Andy Warhol, em sua cama.

Um dos destaques do álbum era “Hope There’s Someone”:

O ĂĄlbum teve participação dos Ă­dolos de adolescĂȘncia de Antony como Lou Reed e Boy George (com o qual canta abaixo ‘You are my Sister”), alĂ©m de Devandra Banhart e Rufus Wainwright.

Neste meio tempo, ele ainda apareceu no filme de Steve Buscemi ,“Animal Factory”, como um presidiĂĄrio andrĂłgino e tambĂ©m cantando no começo do filme franco/belga “Lado Selvagem”:

Nos anos seguintes, Antony excursionou pelo mundo com shows , alĂ©m de participar do disco “Volta” de Bjork e do documentĂĄrio “I’m your Man’ sobre Leonard Cohen.

AlĂ©m disso, ele participou do documentĂĄrio de Charles Atlas, “Turning”, no qual treze mulheres dĂŁo depoimento durante um concerto de Antony and the Johnsons. O filme foi muito bem recebido pela crĂ­tica especializada.

Em 2008, ele participa como vocalista convidado no hit das pistas “Blind’, do grupo Hercules & The love affair”. Abaixo ele interpretando a mĂșsica (com o Hercules) no festival Meltdown neste ano:

Em 2009, eles lançam seu novo trabalho, “The Crying Light”, atingindo o primeiro lugar de discos independentes europeus e falando sobre natureza, morte, futuro, paisagens e amor. Um dos singles de destaque era “Epilepsy is Dancing”:

Numa das apresentaçÔes deste novo ålbum, Antony fez um concerto com a Manchester Camerata no Manchester Opera House, transformando o hall do teatro em uma caverna de cristais com a concepção artística de Chris Levine.

Esta apresentação aconteceu também em salas de concertos em Roma, Paris, Lyon e até no Festival de Jazz de Montreux, sendo que seu figurino era assinado por Ricardo Tisci, estilista da Givenchy.

Uma das características da personalidade de Antony é seu engajamento em causas ecológicas e a defesa de que o mundo não deve ser governado apenas pelos homens e sim pelas mulheres, jå que a humanidade até agora só fez foi prejudicar o planeta.

Além disso ele também culpa as religiÔes patriarcais pelo colapso da relação de sustentabilidade entre a humanidade e a terra.

Portanto, suas letras vĂȘm carregadas destes sentimentos de mudança, alĂ©m de poesia e influĂȘncias lĂ­ricas.

Em 2010, ele lança mais um EP, desta vez com covers de Dylan, ‘Pressing On”, e Lennon, “Imagine”.

TambĂ©m em 2010, ele lança o ĂĄlbum “Swanlights”, acompanhado do lançamento do livro do mesmo nome mostrando os dotes artĂ­sticos de Antony, com desenhos, pinturas, colagens e fotografias.

Um dos destaques do novo disco era “Thank you for your Love”:

Em janeiro deste ano, Antony e o MOMA (Museum of Modern Art) se uniram para uma performance esgotada de “Swanlights” no Radio City Music Hall de NY.

Em julho ele faz a curadoria do festival Meltdown, com performances e apresentaçÔes de artistas como Elizabeth Fraser (Cocteau Twins), Diamanda Galås, Laurie Anderson, entre outros.

Em Agosto de 2012, ele lança o ĂĄlbum ao vivo “Cut the World”, uma espĂ©cie de retrospectiva sinfĂŽnica do grupo acompanhado pela Danish National Chamber Orchestra.

A faixa ‘Cut the World’ foi escrita especialmente para a produção de Bob Wilson, “The Life and Death of Marina Abramovic” e o vĂ­deo  tem a participação da prĂłpria Abramovic, alĂ©m do ator americano Willem Dafoe e da atriz alemĂŁ Carice Van Houten, como vemos abaixo:

Abaixo uma foto dele e o elenco desta produção cumprimentando a Rainha Beatrix:

Antony com seu visual privilegiando o preto, geralmente com seus cabelos compridos e bem escuros Ă© uma persona Ășnica na mĂșsica da atualidade e cada trabalho seu Ă© sempre revigorante e surpreendente.


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Today’s Sound: Rules of the Game por Arthur Mendes Rocha

“The rules of the game” (‘La RĂšgle du Jeu” em francĂȘs e “A Regra do Jogo” em portuguĂȘs) Ă© a obra-prima de Jean Renoir e considerado por todos os crĂ­ticos como um dos filmes mais importantes da histĂłria do cinema.

O filme fala da alta burguesia francesa antes da segunda guerra mundial, tendo sua ação quase toda centrada numa luxuosa casa de campo, “La Coliniere”, em Sologne.

A produção Ă© de 1969 e foi adaptada de uma popular comĂ©dia de erros do sĂ©culo XIX, ‘Les Caprices de Marianne” de Alfred de Musset.

Renoir enfrentou muitos problemas na Ă©poca de lançamento do filme, jĂĄ que o filme foge um pouco de seu estilo naturalista, bem como faz uma crĂ­tica Ă  classe dominante, retratando-a como cheia de caprichos e nĂŁo medindo as conseqĂŒĂȘncias de seus atos.

Mas na verdade, “A Regra do Jogo” Ă© um exercĂ­cio estilĂ­stico do cinema, ele brinca com a classe alta e seus subordinados, misturando-os e fazendo-os interagir, coisa que vemos com naturalidade hoje nas novelas.

Na época, o filme causou muitas controvérsias, mas com o passar do tempo, foi ganhando respeito de vårios cineastas tais como Bertrand Tavernier, Paul Schrader, Win Wenders, entre outros.

O filme tambĂ©m teve algumas inovaçÔes estĂ©ticas como movimentos de cĂąmera (lembrem-se que ainda nĂŁo existia a steady cam) e uso de deep focus (dando igual importĂąncia ao que se passa na frente bem como ao que se passa ao fundo na mesma cena) e tudo isto pode ter confundido o pĂșblico da Ă©poca, que nĂŁo estava preparado.

Olhando hoje, vemos que o filme Ă© bem audacioso, jĂĄ que o tema central Ă© a infidelidade de um casal, envolvendo seus amantes, novos pretendentes, seus empregados e todos os dramas que acontecem a partir daĂ­.

A estória gira em torno do casal Christine (Nora Gregor) e Robert de La Cheyniest (Marcel Dalio), sendo que ela é apaixonada pelo aviador André Jurieux (Roland Toutain).

Robert sabe da relação de Christine e André no passado, bem como a fiel criada de Christine, Lisette (Paulette Dubost), que é casada com o zelador da casa de campo dos Cheyniest, Schumacher (Gaston Modot) e também outro amigo do casal, Octave (papel interpretado pelo próprio Renoir).

Robert também tem uma amante, Genevieve (Mila Parély) e a convida par passar o fim de semana no campo, junto com vårios convidados do casal, onde se realizarå um baile de måscaras.

Renoir mistura vårios plots, jå que todos convergem para a casa de campo, onde acontecerão vårias traiçÔes, trocas de identidade e que acabarå em um assassinato.

O diretor, que vinha dos sucessos de “A Grande Ilusão” e “A Besta Humana”, ficou bem abalado com a primeira recepção do filme em Paris, onde foi considerado imoral e foi banido das telas francesas.

Uma das exigĂȘncias dos produtores fora de que o filme fosse encurtado, sendo que Renoir diminui de 94 minutos para 81, diminuindo a importĂąncia de seu personagem, Octave, jĂĄ que este na versĂŁo original tambĂ©m se envolve com Christine.

Durante um dos ataques dos aliados, o filme teve parte de seus negativos destruídos, mas em 1959, este foi reeditado para 106 minutos, mediante um cuidadoso trabalho de recuperação, versão esta supervisionada pelo próprio Renoir.

Esta versĂŁo foi apresentada em Veneza com sala lotada e o pĂșblico aplaudiu, o que o prĂłprio diretor declarou que foi uma espĂ©cie de vingança pela mĂĄ recepção do filme na estrĂ©ia em 1939.

Renoir declarou que procurou imprimir um estilo mais clåssico e mais poético ao filme, reescrevendo-o vårias vezes e interagindo com seus atores, improvisando, mudando vårias vezes o roteiro original.

Na trilha sonora, Renoir utilizou mĂșsicas clĂĄssicas como Lizst e “The Marriage of Figaro” de Mozary, entre outras.

É difĂ­cil determinar um tema apenas no filme, ele passeia por vĂĄrios gĂȘneros ao mesmo tempo, lidando com todos os tipos de emoçÔes, e o jeito de Renoir encarar a sexualidade na Ă©poca Ă© genial.

O filme tem vårias cenas inesquecíveis tais como: o baile de måscaras, a caçada, o brinquedo musical e principalmente a da dança macabra; como vemos algumas abaixo:

Adorei a crĂ­tica do historiador Robin Wood que declara que o momento final mostra a armadilha que Christine cai, a sua volta ao chĂąteau Ă© como uma prisioneira, nĂŁo de seu marido, e sim das “regras do jogo”.

Em ‘Gosford Park”, Robert Altman presta uma homenagem direta ao filme, mostrando o confronto da classe alta com seus empregados e tendo ao fundo um assassinato.

Na recente enquete da revista “Sight & Sound”, o filme ficou no quarto lugar dos 100 melhores filmes de todos os tempos, atrás de “Vertigo”, “Cidadão Kane” e “Tokyo Story”.

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