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Paul Weller – Japa Girl












































































    Billy Rodolpho, family’s youngestMama Nature is finally happy 🌈Tigre: precisa de lar temporário ou definitivo . ZL/SP/E.Matarazzo
Filhote de +ou- 4 meses de idade.,
Já foi medicado com vermifugo e simparic.
Está bem, se alimentando normalmente, pulmões limpos, temperatura normal. 
Quem pode oferecer um lar definitivo ou temporário para ele?
Vamos dar todas as medicações, só não temos como abrigar pois estamos lotadas de bichos.
Ele precisa sair do terreno para ser devidamente tratado.
Divulguem por favor
Contato (11) 982548962.Agatha Luna e AmeriquitaEncontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!

                
       
















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Posts Tagged ‘Paul Weller’

TODAY’S SOUND: STYLE COUNCIL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Após o fim do The Jam, Paul Weller queria formar um grupo que combinasse sua paixão por jazz, soul, R&B, além de filmes franceses e aquela pitada da cultura dos cafés europeus dos anos 60, criando assim o Style Council.

STYLE COUNCIL - 1a

O Style Council era um sopro de novidade nos charts europeus do final da década de 80, juntamente com Everything but the girl e Sade, que passaram a ser denominados de new-bossa na época.

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O grupo era formado por Weller mais Mick Talbot, instrumentista de primeira e ex-integrante de bandas como The Bureau e Dexy’s Midnight Runners, além de ter participado de algumas apresentações com o The Jam.

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Weller recrutou Talbot por gostarem do mesmo tipo de música, além do som que Talbot tirava do órgão Hammond, que era exatamente o que ele procurava para seu novo projeto.

Style council -Paul-Weller

Seu primeiro single foi “Speak like a child”, uma grata surpresa para um som pop mais refinado, com influências de funky e do soul da gravadora Stax:

As primeiras apresentações do duo foram em concertos beneficentes ou por alguma causa política que eles apoiavam, já que uma das facetas do Style Council era justamente um posicionamento político contra o governo Thatcher.

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Depois de lançarem o EP “À Paris”, no qual declaram seu amor pela cultura parisiense, o SC arrecadou mais dois integrantes: Dee C. Lee (que viria a se tornar esposa de Weller), que contribuía com os backing vocals (ela já havia trabalhado com o Wham!) e o baterista Steve White, que havia trabalhado com Bill Bruford, do Yes e King Crimson.

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Quanto ao estilo de vestir, o Style Council era extremamente exigente, optando sempre por tonalidades como preto & branco, padronagem príncipe de Gales, tons pastéis, além de ternos bem cortados, muito trench-coat, pulôveres e sweaters, gravatas e lenços estampados, mocassins; eles davam muita importância para o visual.

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Isto também valia para suas capas e material gráfico, feitos com fontes e letterings elegantes, privilegiando fotos em locações bacanas (de preferência em Paris), em situações em o que importava era estar de bem com a vida, como andar de lambreta por exemplo.

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Em 1984, eles lançam seu novo single, “My ever changing moods”, que mostra a banda indo para uma direção mais dramática, melódica e soulful:

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Estava tudo ponto para eles lançarem seu debut, o álbum “Café Bleu”, que misturava cnções pop, instrumentais, rap, além de uma vibe de canções francesas e atitudes beatniks, além de canções atmosféricas como “The Paris Match”, dueto com Tracey Thron do Everything but the girl:

O álbum foi um grande sucesso, mostrando que Weller havia deixado o The Jam para trás e vivia um novo momento em sua carreira.

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Outro destaque do álbum era “Headstart for Happiness”, aqui numa apresentação no programa The Tube:

Depois de excursionarem pela Europa e EUA, o grupo lança seu próximo single com influências de cantores como Curtis Mayfield e Sly Stone, ‘Shout to the top”, escolhida como parte da trilha do filme “Vision Quest” e tonando-os populares também na América:

Seu segundo álbum foi lançado em 1985, “Our favorite shop”, com menos influências jazzísticas e mais coeso que o disco anterior.

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O álbum teve uma ótima exposição na mídia e vendeu bem na Europa, Austrália e Japão, porém não indo bem nos EUA, inclusive sendo rebatizado de “The Internationalists”.

Uma das faixas que chamaram a atenção foi “With everything to lose”, que vemos no vídeo abaixo numa apresentação na versão inglesa do Soul Train:

No mesmo ano, em julho, é realizado o grande evento “Live Aid”, o maior concerto de rock e pop já realizado em todo o mundo, com apresentações simultâneas nos EUA e Europa e no qual o Style Council participa cantando um de seus hits, ‘You’re the Best thing”:

Logo após o Live Aid, Weller funda junto com artistas como Billy Bragg e The Communards, o Red Wedge, iniciativa que procurava popularizar ideais de esquerda.

A próxima empreitada do grupo foi uma participação na trilha do filme ‘Absolute Beginners”, baseado no livro de um de seus heróis, Colin MacInnes, mas que apesar do elenco e trilha, acabou sendo um fracasso de público e crítica.

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Depois de um álbum conceitual, “The Cost of loving”(conhecido como o álbum laranja), e um mini filme, “JerUSAlem”, o SC se preparava para um novo álbum, ‘Confessions of a pop group”,apesar do momento de recessão e um menor interesse por sua música, já que Weller nunca havia sido perdoado por ter acabado com o The Jam.

Abaixo, uma apresentação do novo álbum na TV inglesa, em um especial de dez minutos:

Nesta época, Weller começa a se interessar pelo novo ritmo que dominava os clubs londrinos, a house music, com toda sua cultura de DJs e batidas irresistíveis.

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Assim, ele se cerca de DJs como Norman Jay e Juan Atkins nos remixes, e começa a preparar seu novo disco, ‘The Modernists”, álbum rejeitado pela sua então gravadora, a Polydor, e que somente foi lançado independente e como parte do box set “The complete adventures of Style Council’.

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Neste disco, ele regravou o clássico “Promissed land”, que chegou a ser lançado como single, mas isto não bastou e assim o Style Council resolve fazer seu último concerto no Royal Albert Hall em 1989 e logo em seguida, decretando o fim da banda.

Assim, Weller lança-se numa carreira solo de sucesso e Talbot em trabalhos paralelos, como o grupo The Players.

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Era o fim de um dos grupos menos reconhecidos do pop, pouco lembrado hoje em dia, mas que fez toda a diferença na época com seu som elegante, cheio de groove, influências bacanas e que merece ser redescoberto.

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TODAY’S SOUND: NICK DRAKE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Ele nunca teve o reconhecimento merecido em vida, mas depois de sua morte, virou um dos mais cultuados e lendários cantores de todos os tempos; estamos falando de Nick Drake.

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Nick nasceu na Birmânia, uma colônia inglesa, em 1948, filho de família rica, que os levaram a estudar nos melhores colégios.

A mãe de Nick, Molly, era música e ensinou piano ao seu filho logo cedo, despertando-lhe o interesse em realizar suas próprias composições.

Ele sempre foi uma pessoa introspectiva, tinha poucos amigos, mas isto não o impediu de se dedicar à música e até ensaiar nos pátios das escolas, como contam seus colegas.

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Ele aprendeu a tocar violão graças a um amigo da escola, já que a família considerava um instrumento de mau gosto, mas mesmo assim vivia treinando na escola.

Nick aprendeu também a tocar saxofone e clarinete, além de participar de alguns grupos musicais da escola.

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No final dos anos 60, depois de abandonar a Universidade de Cambridge, onde estudava literatura, ele se muda para Londres e lá conhece Robert Kirby, que viria a orquestrar os arranjos de corda dos seus primeiros discos, além de lhe apresentar aos artistas folks da época.

Nick também seria influenciado por Bob Dylan, Woody Guthrie, Donovan, Josh White, Phil Ochs, entre outros.

Enquanto se apresentava em cafés e bares em 1968, ele foi descoberto por Ashley Hutchings, do grupo folk Fairport Convention, para o qual abriu dois shows no Royal Albert Hall.

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Hutchings foi quem o apresentou a Joe Boyd, também produtor do Pink Floyd e Jimmi Hendrix, e que produziria seu primeiro disco.

Ao todo, Nick gravou três álbuns em sua curta carreira: “Five Leafs Left” (1969), “Bryter Layter” (1970) e ‘Pink Moon” (1972); álbuns estes hoje considerados clássicos definitivos da música folk e  muitos presentes em listas dos melhores de todos os tempos.

O primeiro álbum, com fortes elementos de música clássica, teve a participação de Richard Thompson (do Fairport Convention) e de Danny Thompson (do Pentangle) e suas gravações foram difíceis devido ao pouco tempo disponível de estúdio, bem como pelas discussões entre as diretrizes que o trabalho deveria ter. Houve muita tensão entre o produtor Boyd e Nick, que desejava um som mais orgânico como resultado final.

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O álbum infelizmente não teve um reconhecimento da crítica da época e isto decepcionou muito Nick. Um dos destaques é a música “River man” e “Cello Song”:

Além disso, Nick saiu em turnê por alguns bares e universidades, mas isto não funcionou com o estilo introspectivo das músicas dele, ele não olhava para a público, as pessoas não paravam de falar e a frequência era pequena, o que o fez desistir de fazer shows.

No segundo álbum, Nick, com a ajuda de Boyd, fez um disco com elementos de jazz e um pouco mais alegre, mais pop e comercial, mas mesmo assim, o álbum vendeu apenas três mil cópias. Entre as participações no disco está John Cale (do Velvet Underground) que toca celesta, piano e orgão na música “Northern Sky”:

Outro destaque do álbum é “One of these things first”:

Nick não queria ser uma estrela da música pop, mas ele sentia que poderia fazer as pessoas se sentirem melhor, sua música é ao mesmo tempo mágica e frágil.

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Depois do fracasso do segundo disco, Nick se isolou mais ainda, evitando procurar os amigos e a família e entrou em um estado de depressão

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Seu último disco talvez seja o mais pessoal, é cru nos arranjos, tem poucos instrumentos, somente com Nick ao violão e as canções são curtas e melancólicas. A faixa título, “Pink Moon”, já nos dá uma amostra:

Depois de mais um desapontamento nas vendas, Nick abandona Londres e volta a morar com os pais. Neste período, Nick está cada vez mais depressivo, os pais dele querem que ele procure ajuda psiquiátrica e se considera um fracassado afirmando que já havia falhado em todas as suas tentativas.

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Neste meio tempo, Nick compõe mais quatro canções de um novo álbum que nunca chegou a acontecer e que depois foi lançada em um box de seus trabalhos e em compilações.

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Num certo dia, em 1974, Nick chega tarde à casa dos pais, não consegue dormir e toma remédios para a depressão. Estes remédios acabam sendo uma dose fatal e Nick é encontrado morto na manhã seguinte.

Até hoje, um mistério cerca a sua morte, cogita-se suicídio, mas nunca saberemos o que realmente aconteceu.

O mais triste é que Nick era um gênio e não teve o reconhecimento de seu trabalho em vida.

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Hoje em dia, sua música é utilizada na trilha de filmes e séries, vários artistas como Robert Smith (do Cure), Paul Weller, Peter Buck (do R.E.M.) e até mesmo atores como Brad Pitt se declaram seus fãs incondicionais.

No final dos anos 90 foram produzidos dois documentários á seu respeito, um deles está disponível no youtube e chama-se “A skin too few: the days of Nick Drake” e merece ser visto para entendermos melhor o legado deste grande artista.

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