Bom dia com a paixãozinha da America elétrica, filha de @daniela54321 Posso passar a vida olhando pra essa carinha ❤️Virginia Biddle, atriz e bailarina do Ziegfeld Follies. Hoje no site www.japagirl.com.br/blog/dj-sets/todays-sound-ziegfeld-por-arthur-mendes-rocha/Paixão de lobinho, Tiguelitos ❤️Meu amor Tigre e a roseira roxa. Bom dia, boa semana!
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TODAY’S SOUND: FRANKIE GOES TO HOLLYWOOD‏ ‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA

O ano é 1984 e as paradas e pistas inglesas estão dominadas pela nova sensação do pop: Frankie goes to Hollywood, cujo single “Relax” permanece mais de cinco semanas na parada e torna-se um dos mais vendidos de todos os tempos.

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Sim, isto realmente aconteceu e naquela época todo mundo falava deste novo grupo que surgia e que já de cara colocava seus três primeiros singles no topo da parada britânica.

O FGTH começou a se apresentar nos primórdios da década de 80, formado por Holly Johnson, o vocalista e cérebro por trás da banda, mais Paul Rutherford, nos backing vocals e sintetizadores, além de Peter Gill (bateria), Mark O’toole (baixo) e Brian Nasher Nash (guitarra).

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O nome era uma referência a um pôster com Frank Sinatra, na qual se lia a frase: ‘Frankie goes to Hollywood”.

Todos eles participaram de bandas punks de Liverpool (sua cidade natal) no começo, até optarem por um som mais pop do grupo, sendo que Holly até foi integrante do Big in Japan e Rutherford do Spitfire Boys.

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A primeira gig deles como Frankie foi no club Warehouse e a outra vocalista, além de Holly, era Sonia Mazumber, que foi substituída por Paul Rutherford, já que este ficou fascinado pela performance da banda no palco.

O FGTH era um grupo assumidamente gay, procurando trazer para o pop, algumas características gays como a cultura dos leather-clubs, além de canções com temas como sexo, política e assuntos polêmicos.

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Foi com uma sessão para John Peel ( o idealizador das famosas Peel sessions, que já falei por aqui), em 1982, que eles começaram a ter algum destaque, depois de serem recusados por algumas gravadoras.

Neste mesmo ano, uma versão crua do vídeo de ‘Relax” aparece no programa The Tube e atrai a atenção de Trevor Horn, o visionário produtor que já contribuiu com Cher, Seal, Pet Shop Boys, Paul McCartney, Grace Jones, Propaganda e muitos outros, além de ser considerado um dos criadores do chamado som dos anos 80.

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Eles acabaram assinando com a nova gravadora ZTT, pertencente a Horn e, em 1983, é lançado o single de ‘Relax’, tendo uma tímida recepção do público, com uma capa que gerou polêmica na época.

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Mas o destino reservava uma surpresa para o single: o DJ da BBC Radio One, Mike Read, estava tocando a música e observando a capa e o encarte e se chocou com o conteúdo da mesma, considerando-o muito sexual e tirando a música no meio, além de falar que era obscena.

Foi o que bastou para que a BBC proibisse a execução da música em todos seus canais de TV e rádio e o single ganhasse uma mídia gratuita, alçando-o para a primeira posição da parada.

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O vídeo original da canção teve duas versões: uma dirigida por Bernard Rose, cuja ação se passa em clube S&M, com vários gays leather (entre eles o próprio Rutherford), além de um imperador romano, tigre e jaulas e eu foi censurado e a outra versão dirigida por Brian De Palma, que havia incluído a canção em seu filme ‘Body Double” (Dublê de corpo) e realizado o vídeo para coincidir com o lançamento do filme, tendo no clipe os atores do filme, Melanie Griffith e Craig Wasson, numa versão bem mais branda que a original:


Para se ter uma ideia da popularidade do single, a BBC teve que abrir uma exceção a “Relax” e permitir que o Frankie gravasse uma participação no programa Top of the pops, em sua edição especial de Natal, pois eles mesmo haviam proibido a música de ser executada na TV.

O single seguinte da banda foi “Two Tribes”, outra música com temática polêmica, já que era contra a guerra nuclear e deixou isto bem claro utilizando a voz de Patrick Allen (que fazia as propagandas governamentais informando do perigo nuclear) na canção e mais um vídeo que causou controvérsia, dirigido pela famosa dupla Godley & Creme (os reis dos videoclipes dos 80) e utilizando sósias de Reagan e Chernenko, na época os presidentes dos EUA e URSS e figuras chaves da guerra fria, com o desfecho final da explosão do planeta;


‘Two tribes” também foi bem nas paradas, chegando ao primeiro posto, em 1984, logo após o reinado de “Relax’ nos charts ingleses.

Além do sucesso nas vendagens de discos, o diretor promocional da banda, Paul Morley, lança uma bem bolada campanha de marketing, com t-shirts com slogans como ‘Frankie says Relax” e “Frankie say war: hide yourself” As camisetas acabaram virando uma febre fashion, tornando a banda ainda mais famosa e disputada.

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O terceiro single foi a balada “The Power of love”, que não teve o sucesso retumbante de seus antecessores, mas chegou a se colocar por uma semana no primeiro lugar no Natal de 1984, sendo logo derrubada por ‘Do they know it’s Christmas”.


O quarto single, ‘Welcome to the pleasure dome”, antecede o lançamento do álbum do mesmo nome em 1985; álbum duplo que virou objeto de desejo na época, pois demorou a sair por aqui e era disputado em suas versões importadas. Além disso, várias de suas músicas dominavam as pistas de danças em versões remixes.


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Em 1986, o FGTH ensaia seu retorno com um novo álbum, ao apresentar duas novas músicas no Festival de Montreux: ‘Rage Hard” e “Warriors of the Wasteland “.


Porém tanto este novo single quanto o segundo álbum, “Liverpool”, já não demonstram a mesma performance dos lançamentos anteriores alcançando  o quarto e o quinto lugar nas paradas, respectivamente.

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Parecia que o público já não tinha aquela empolgação do primeiro disco e seus singles de sucesso, tanto é que os singles seguintes despencaram muito em vendagens e execuções.

Além disso, a tour promocional do novo trabalho foi um desastre, com pouco público e nos bastidores, Holy ficava separado da banda. A gota d’água foi um soco que Mark O’toole deu em Holly.

Assim, ao completar a turnê, Holly decide por largar a banda e tentar a carreira solo, sendo oferecido a ele, um novo contrato com a MCA. Porém, a banda ainda estava em contrato com o selo ZTT e este entrou na justiça contra Holly, que acabou saindo vitorioso.

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Holy lança um álbum em 1989, “Blast’, e alguns singles que repercutiram bem nas paradas.

Paul também desiste do FGTH e se muda para uma ilha na Nova Zelândia.
Os demais membros tentam ressuscitar a banda, com novas vocalistas, mas não possuíam o direito da utilização do nome e isto os impediu de gravar em um novo selo.

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A banda se reuniu novamente em 2003 para o programa “Bands reunited” da VH-1, mas não houve uma apresentação ao vivo, apenas depoimentos falando do Frankie Goes to Hollywood.


Em 2004, num tributo a Trevor Horn, o Frankie se apresentou com um novo vocalista, Ryan Molloy, sem a presença de Holly (que apenas deu um depoimento em um vídeo explicando sua ausência) e de Nash.

Novas tentativas foram feitas, até uma possível turnê de volta, mas Holly Johnson nunca aceitou voltar ao Frankie; eles tentaram fazer a turnê com Molloy, mas acabaram cancelando.

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O FGTH teve um sucesso rápido, comparado a outras bandas, mas durante 84/85, eles dominaram o pop com suas apresentações divertidas, suas músicas irreverentes e colocaram todo mundo para dançar, independente de qualquer orientação sexual.

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TODAY’S SOUND: X MAL DEUTSCHLAND‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA

O X Mal Deutschland foi uma banda que teve muito destaque nos anos 80, pois além de ser composta somente por mulheres e no início cantarem em alemão, eles conquistaram os góticos ingleses.

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A banda surgiu em Hamburgo, na Alemanha, em 1980 e tinha como líder, a vocalista Anja Huwe, com seus cabelos platinados e sua voz poderosa.

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Mesmo sem experiência musical, a presença de Anja é a força matriz do X Mal, comparada a Siouxsie e Blondie, ela é pura energia em suas apresentações.

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Enquanto a Inglaterra vivia o período pós punk e gótico, na Alemanha havia o ‘Die Geniale Dilletanten” ou o “Neue Deutsch Welle”, um movimento de contestação artística que pregava a quebra de regras e convenções musicais e do qual o X Mal participava.

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Completando o line up original da banda havia também: Manuela Rickers (guitarra), Fiona Sangster (teclados), Rita Simon (baixo) e Caro May (bateria) e seu primeiro single, ‘Schwarze Welt”, foi lançado em 1981 pelo pequeno selo alemão ZickZack.

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Depois de sua primeira apresentação, a banda deixa de ser só de mulheres com a substituição de Rita por Wolfgang Ellerbrock e lançam o single ‘Incubus Succubus”, um dos clássicos da banda:

O X Mal começou a chamar mesmo a atenção quando abriram um show na Inglaterra para o Cocteau Twins; foi aí que Ivo, o dono da gravadora 4AD, quis assinar com eles, impressionado com sua performance ao vivo.

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Aliás, Ivo declarou que na verdade o X Mal nunca conseguiu transportar para o estúdio o som de suas apresentações nos palcos.

Em 1983, elas lançam seu primeiro álbum pela 4AD, “Fetisch”, balanceando a neo-psicodelia com o som mais agressivo de seus EPs e no qual destacavam-se os single “Qual’ e “Orient’:

Agora o X Mal começava a se tornar uma banda conhecida, entrando para os charts ingleses independentes, ‘Fetisch” ficou no terceiro lugar na parada, mesmo cantando na sua língua nativa, o alemão.

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A banda sai em turnê, e também grava uma session com John Peel, o DJ da BBC que fora conquistado pelo som deles e que depois acabou virando um EP.

Nesta época, ocorre mais uma baixa no X Mal: Manuela deixa a banda e no seu lugar entra mais um homem, Peter Bellendir, sendo que esta última formação foi a que mais teve longa duração.

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Em 1984, a banda lança seu segundo álbum pela 4AD, “Tocsin”, um dos hits era “Augen-Blick”, aqui em um vídeo com uma entrevista da banda:

Outro destaque do álbum era “Mondlicht”:

O álbum faz uma mistura de vocais à la Siouxsie e texturas estilo Cocteau, atingindo o 84º lugar na parada independente e uma nova versão para seu antigo hit “Incubus Succubus” desta vez intitulado de “Incubus Succubus II”.

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Em 1985, o X Mal lança o EP “Sequenz” que é quase uma regravação da Peel Session.

Este acaba sendo seu último álbum pela 4AD, já que o próximo eles lançariam pelo seu próprio selo, XILE, distribuído pela Phonogram.

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Em 1986, eles abrem o show do The Stranglers em Wembley, Londres e Hugh Cornwell (vocalista do Stranglers) irá produzir seu próximo single.

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Em 1987, a banda lança o álbum “Viva”, considerado um de seus trabalhos mais refinados. A faixa que abre o álbum “Matador’, mostra um X Mal mais adulto, com um aproach mais pop, usando influências new wave e muitos sintetizadores:

‘Matador” tocou muito nas pistas nos anos 80, embalado por remixes.

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“Viva’ também mostrava uma opção da banda por letras cantadas em inglês, como mostra “Sickle Moon”:

Porém, depois do lançamento de ‘Viva”, o X Mal sofre uma debandada geral com mais três integrantes saindo da banda.

Anja e Wolfgang são os dois membros que permanecem e se juntam a novos integrantes para gravar o álbum derradeiro: ‘Devils”, lançado em 1989.

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O primeiro single era “Dreamhouse”, mostrando que a voz de Anja estava mais madura, atingindo notas mais altas, porém o som deles estava bem mais comercial:

Apesar disto, o álbum não é um sucesso, além das brigas entre Anja e Wolfgang serem mais constantes sobre os rumos que a banda deveria seguir.

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Em 1990, eles ainda fazem algumas aparições esporádicas, até terminarem de vez com o X Mal Deutschland.

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Hoje Anja dedica-se á pintura, onde transpõe para as telas um pouco de sua experiência musical, que pode ser conferido no seu site: anjahuwe.com.

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TODAY’S SOUND: ARRESTED DEVELOPMENT POR ARTHUR MENDES ROCHA

No final desta semana, no dia 26 de maio, uma das séries mais cultuadas da TV americana estará de volta, depois de um hiato de sete anos: ‘Arrested Development” voltará pelo Netflix.

O canal de streaming Netflix fez algo que todos os fãs esperavam há muito tempo e voltou a produzir esta sensacional série que era transmitida pela Fox e que deixou órfãos seus admiradores.

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A série estreou em 2003, pela Fox, criada por Mitchell Hurwitz, e teve a duração de três temporadas, conquistando neste meio tempo o Emmy e o Globo de Ouro de melhor comédia, motivo pela qual a Fox não a cancelou antes, apesar da baixa audiência.

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“Arrested Development” não é uma série como outra qualquer, era audaciosa, estava á frente de seu tempo, seus diálogos, os roteiros, a forma como nos é apresentada, difere de tudo o que já vimos em termos de comédia.

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Hoje em dia, com a rapidez de informações, a internet muito mais presente, agora sim é o momento ideal de compreendermos melhor todos os enredos pelos quais passam a família Bluth. Abaixo o trailer da nova temporada:

Eu comecei a ver a série há pouco tempo e me apaixonei imediatamente, além de muito engraçada, perspicaz, inteligente, cada episódio é sempre surpreendente.

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Uma de suas grandes influências é outra série cult americana do final dos anos 70 intitulada “Soap” e que também falava de famílias disfuncionais.

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A série gira em torno da família Bluth, com seus personagens pirados e super divertidos; eles eram ricos, mas perderam tudo e precisam se acostumar a esta nova vida. Mas, nenhum deles está preparado e somente Michael poderá salvá-los ou o “banana stand” (a banca de venda de bananas congeladas).

Os personagens são:

-Michael (Jason Bateman)- o único certinho da família, ele tenta de todas as maneiras fazer de tudo para que as coisas não desandem de vez, procurando manter a família unida e dentro da realidade (se é que isto é possível), gerenciando os negócios, mas geralmente é incompreendido.

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-George Sr (Jeffrey Tambor)- o pai manipulador e que é preso logo nos primeiros episódios (as cenas na prisão são hilárias) e faz de tudo para se livrar das acusações, inclusive tentando várias fugas; o mesmo ator faz o papel do irmão gêmeo Oscar, que tem cabelos compridos e é viciado em maconha

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-Jessica Walter (Lucille)- a matriarca que não desce do seu pedestal, ela quer permanecer em sua posição social, bebe demais, toma pílulas, sempre criticando os filhos, além de sempre estar aprontando alguma confusão que envolve gastos excessivos

-Gob (Will Arnett) – o filho mais velho, ele tenta provar sempre sua devoção ao pai, mas nunca dá certo em nenhum trabalho; sua ocupação é ser mágico, mas seus truques são um blefe total, está sempre competindo com Michael especialmente em relação ao carinho do pai

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-Buster (Tony Hale) – O filho mais problemático, super protegido pela mãe (até demais), meio abestalhado para se relacionar com outras mulheres, chega a ir para o exército, mas um acidente vai impedir sua carreira militar

-Lindsay (Portia de Rossi) – a única filha, irmã gêmea de Michael, casada com Tobias, com quem tem uma filha. Ela é mimada, materialista e sempre fazendo tudo errado, se jogando para o primeiro que aparece, já que o marido não transa com ela há um tempo

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-Tobias (David Cross) – marido de Lindsay e responsável por algumas das cenas mais engraçadas da série, ele é meio enrustido, metido a ator, ele vai parar até no Blue Man Group, além de sempre se envolver em trapalhadas

-George Michael (Michael Cera) – o filho de Michael que perdeu a mãe cedo e ficou muito ligado ao pai, que espera muito dele; trabalha no “banana stand” e vai se apaixonar pela prima

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-Maeby (Alia Shawcat) – filha de Lindsay e Tobias, sempre está contra os pais e tenta se rebelar contra eles chegando a trabalhar escondida como executiva de um estúdio de cinema

Estes personagens são o centro da série, que além deles teve a participação de vários atores conhecidos como Liza Minelli (que deve voltar na nova série na foto abaixo), Charlize Theron, Ben Stiller, Amy Pohler, Julia Louis-Dreyfuss, Henry Winkler, Scott Baio, Judy Greer, entre outros.

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“Arrested Development” inovou em várias maneiras: a série é narrada (por Ron Howard que também é um dos produtores), utiliza vários flashbacks, fotos, vídeos, enfim, as referências pops são abundantes e sempre há piadas recorrentes.

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São tantas as referências que nem todas são perceptíveis e muitas vezes uma segunda revisão se faz necessária para pescá-las.

E pensar que na época não havia twitter, GIFs, muito menos a possibilidade de assistir as reprises antes de serem lançados os DVDs.

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Não é a toa que a série virou um culto, culto este que é o responsável imediato pela volta da série depois de tanto tempo, seja através da ótima audiência das reprises do Netflix, pelos sites de fãs, pelos e-mails calorosos, os fã fizeram de tudo para trazer a série de volta e pelo visto conseguiram. Abaixo algumas das gags mais famosas:

Pelo Netflix, a série será exibida em quinze episódios de uma só vez, ou seja, o telespectador poderá assisti-la pelo chamado “binge-watch” (assistir todos os episódios seguidos, numa sentada).
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Os fãs estão em polvorosa, várias ações serão feitas para este lançamento, além de pôsteres espalhados pelas várias capitais e até um stand de bananas no Times Square com alguns dos atores.

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Nesta volta, alguns personagens secundários também devem retornar como Steve Holt, além da participação especial de comediantes que foram influenciados pela série como Kristen Wiig (que fará Lucille jovem), Seth Rogen (como George jovem), entre outros.

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A maioria dos atores despontou com esta série, fazendo vários papéis no cinema (principalmente Cera e Bateman) ou em outras séries e todos estão animadíssimos em voltar a seus personagens.

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Foi tão difícil conciliar os horários de todos que algumas das cenas tiveram que ser feitas com fundo verde para depois inserir o outro ator que contracenava nesta mesma cena, Horwitz teve que se virar para conseguir completar os novos episódios.

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Estes episódios da quarta temporada devem ser um pouco diferentes e girar em torno de cada um dos membros da família e começa exatamente onde a série terminou, há sete anos.

E como no final daquela temporada, Ron Howard anunciou a possibilidade de um filme, isto não está totalmente fora de questão, como podemos ver em entrevistas com o elenco na pré-estréia londrina da nova temporada:

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