Este é meu afilhado Iron, um rottweiller mix, para adoção responsável!
Muito brincalhão e carinhoso!
Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
Interessados é só entrar em contato!Orquídea Catleya #7. Descanse em paz minha afilhada Rott Lorena 💔Vixxxen!Orquídea Catleya #6 bombani seus 4 botões! #orquídea #catleya  Bom dia!Orquídea chocolate#1 Bom dia! Boa semana!The best #Tiramisú ever!Orquídea Catleya #5 e orquídea Oncidium #1 (Chuva de Ouro). Primeira floração na árvore!Always the best @hrchcvtch ❤️ #spfw #alexandreherchcovitchOncinha foi beber água! Bom dia! #GatinhaPantufaOrquídea Catleya #4 Most beautiful pink! Bom dia, bom fds! #nofilter #orchids #catleya

                
       



















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TODAY’S SOUND: LEE SCRATCH PERRY POR ARTHUR MENDES ROCHA

Lee “Scratch” Perry é nada menos que uma lenda do reggae e do dub e acaba de completar 78 anos, com seu talento dedicado à produção, mixagem e composição de várias e importantes músicas do gênero.

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Rainford Hugh Perry nasceu na Jamaica, em 1936, o apelido Lee lhe foi dado pela mãe e o Scratch pela sua habilidade nas mixagens, tendo também o apelido de The Upsetter.

Lee, na verdade, é mais famoso por suas produções, já que tudo o que a música jamaicana criou a partir da década de 60 passou pelas mãos dele (como vimos com Bob Marley, Peter tosh, entre outros).

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Suas experimentações inovadoras e audaciosas ajudaram a sedimentar o dub e o reggae de maneira fundamental na história da música pop.

Sua carreira musical iniciou ao trabalhar com Prince Buster (nos primórdios do ska) e vendendo discos para Clement “Coxsone” Dodd, vindo mais tarde a trabalhar no icônico Studio One, pertencente a Coxsone.

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Ao brigar com Coxsone, ele vai trabalhar com Joe Gibbs na Wirl Records, lançando vários artistas novos até abrir a sua própria gravadora, a Upsetter records, em 1968.

O primeiro lançamento de sua gravadora é histórico, já que “People funny boy” é o primeiro disco que mostrava a linha de baixo um pouco mais lenta que o ska, lançando as raízes do reggae:

Durante os anos  70, Perry lançou várias faixas instrumentais sob os mais diferentes pseudônimos, tais como Jah Lion, Pipecock Jakson, Super Ape, The Upsetter e Scratch.

Entre elas estava “The return of Django’, assinada por sua banda, The Upsetters; esta faixa foi influenciada pelos spaghetti-westerns (que Perry adorava) e cultuada pelos skinheads ingleses:

Para entender sua importância para a música eletrônica, o dub, ou seja, o reggae remixado de forma mais instrumental, no qual se tira o vocal, dando destaque para baixo e bateria bem pronunciados, foi fundamental para a base de muitas faixas, incluindo várias de rap.

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Hoje quando se fala de dub, os apreciadores já entendem como um estilo com vida própria.

Perry teve seu primeiro contato com o dub ao escutar King Tubby e suas experimentações, abriu os ouvidos e resolveu ele mesmo experimentar em seu novo estúdio, Black Ark.

Abaixo cenas dele gravando com os Upsetters no estúdio:

Sua colaboração mais famosa com King Tubby foi ‘Blackboard Jungle dub”:

Foi no Black Ark que ele produziu ótimas músicas para Bob Marley e the Wailers, mas com os quais ele queimou o filme a vender faixas, sem a autorização deles, para a Trojan Records.

Em 1976, ele lança o lendário álbum ‘Super Ape”, com muito dub, sopros e vocais dos mais variados, como em ‘Dread Lion’:

Mesmo depois de se desentender com os Wailers, Perry acabou produzindo faixas para oThe Clash, que já haviam regravado uma produção dele: ‘Police & thieves”.

O jeito loução de Perry teve alguns momentos complicados, já que ele abusou das drogas e acabou botando fogo no seu próprio estúdio numa viagem de ácido.

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O figurino de Perry mostra bem a sua personalidade, ousando na mistura cores inusitadas, usando boinas cheia de bottons, casacões estampados ou militares, correntes douradas, anéis enormes, até pintando barba e cabelo de vermelho, criando todo um estilo único como vemos nestes comerciais que ele fez para a cerveja Guiness:

Mas mesmo com todas estas viagens de Perry, ele continuou a produzir, lançar discos, fazer turnês, tendo tocado aqui no Abril Pro Rock em 2007 e também no Tim Festiva,l e no ano passado no Festival de Coachella.

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Em toda sua carreira, Perry já lançou mais de 30 discos, como o álbum de 2004, “Panic in Babylon’, cuja faixa título podemos ouvir abaixo:

Além disso, Perry gravou em várias companhias ilustres como Mad professor e mais recentemente com o The Orb, cujo vídeo de ‘Golden Clouds” está abaixo:

Ele continua na ativa e do alto dos seus 78 anos, parece não querer parar tão cedo e continua dando sua contribuição da melhor forma possível.

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TODAY’S SOUND: BOUNCING SOULS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje falaremos de uma banda de punk e sua mistura com ska, fazendo delas uma das mais animadas: o Bouncing Souls.

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A banda começou em 1987, em New Jersey, formado pelos amigos (e colegas): Greg Attonito (vocais), Pete Steinkopf (guitarra), Bryan Kienlen (baixo) e Shai Khichi (bateria).

O nome foi originado do slogan da propaganda das botas Dr. Martens (as mais usadas pelos punks) que fala das ‘bouncing soles’ (algo como solas robustas, quicantes).

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Entre seus  primeiros EPs estão “Ugly Bill” (1991), ‘The Green Ball Crew” , do qual interpretam “Kicked” em um show de 1993:

Com esta formação, eles fundaram  a gravadora Chunksaah Records em 1993, por onde lançaram seu primeiro LP: ‘The Good, the bad & the argyle”.

Um dos destaques era “Candy” (cover de “I want candy” do Strangelove e também gravado pelo Bow Wow Wow):

Em 1995, eles assinam com a gravadora BYO Records, que relança seu primeiro disco além de lançar o seu segundo trabalho: “Maniacal Laughter’, com ritmo mais rápido e letras mais alegres como “Argyle”:

Sua popularidade também foi aumentando e começaram a abrir shows para nomes como NOFX, The Mighty Might Bosstones, entre outros.

Mas foi com seu terceiro álbum, intitulado “Bouncing Souls”, agora pelo selo Epitaph, que a banda cmeçou a chamar ainda mais a atenção com hits como “Cracked”:

Seu próximo trabalho é ‘Hopless Romantic”, até que Khichi abandona a banda em 2000, sendo substituído por Michael McDermott.

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Durante os primeiros anos da nova década, os Bouncing Souls lançam mais discos de estúdio, como o elogiado ‘Anchors Aweigh’ (de 2003), além de álbuns ao vivo.

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Em 2006, em comemoração ao lançamento do disco “The Gold Record”, eles sobem ao palco do Knitting Factory, de NY, fazendo seis shows com lotação esgotada.

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O Bouncing Souls, apesar de não serem um grande sucesso comercial,é uma banda respeitada na cena punk americana, seus shows são bastante apreciados e eles sempre foram fiéis às suas raízes.

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Depois de apresentações na Warped Tour, em 2009 eles lançam vários singles no formato físico e digital em comemoração aos seus vinte anos de carreira intitulados “20th anniversary series’.

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Seu último trabalho lançado foi no final de 2012, o álbum “Comet”, bem recebido pelos fãs e pela crítica.

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TODAY’S SOUND: THE SLACKERS POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Today’s Sound está de volta, depois de uma férias, e volta do ponto onde parou, ou seja, o ska e suas ramificações.

Hoje falaremos de uma das bandas surgidas nos anos 90, com o revival do ska, a banda americana The Slackers.

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A banda começou em NY por Vic Ruggiero que precisava impressionar uma garota da faculdade e conquistá-la através da música.

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Ele se uniu com o baixista Marcus Geard, mais TJ Scanlon (guitarra) e Luis Zuluaga (bateria); com uma admiração por bandas como The Specials e Madness, além de Skatalites e the Upsetters (a banda que acompanhava o Wailers), e começaram a se apresentar em bares nova-iorquinos.

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Vic não conquistou a garota, mas foi se apaixonando cada vez mais pela música, cantando e tocando teclado na banda.

Neste início dos Slackers também houve uma vocalista feminina, Dunia Best, e também novos membros foram se juntando a banda como Dave Hillyard (sax) e Jay Nugent (que substituiu TJ na guitarra) e mais tarde Ara Babajian.

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Os Slackers no começo misturavam seu som com rock e blues, até que resolveram se dedicar somente ao ska e ao reggae, mas com influências de dub,two-tone,  rocksteady; uma banda de ska com sangue americano.

Um dos primeiros convites que tiveram foi tocar no Lollapalooza e na Warped Tour e lançaram em 1996 seu primeiro álbum “Better late than never”, incluindo músicas como “Work Song”:

Mas seu primeiro grande estouro foi mesmo o disco “Redlight”, lançado pela gravadora Helcat (que só lançava punk rock)em 1997 e que colocou mesmo a banda no mapa.

Um dos destaques do disco era “Watch This”:

E também “Married Girl”:

Outro membro que se juntou a eles foi Glen Pine, nos vocais e trombone e a banda começou a excursionar pela América, nos mais diferentes locais.

Assim, seu talento para shows ao vivo, mais a energia de suas apresentações foram conquistando mais e mais admiradores.

Para ter-se uma ideia, os Slackers fazem na faixa de 110 shows por ano.

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Nos anos seguintes, os Slackers lançaram mais discos como “The Question” (1998), “Wasted days” (2001), “Close my eyes” (2003), “Peculiar” (2006), “Self Medication” (2008) e finalmente “The Great Rocksteady Swindle” em 2010, considerado um de seus melhores trabalhos.

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Além disso, eles gravaram discos ao vivo, abriram shows para bandas como Rancid, Pennywise, The Beat, bem como para astros como Joe Strummer, Jimmy Cliff, entre outros.

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No Brasil eles já fizeram três turnês, tendo tocado para casa lotada no Sesc Pompéia em 2006.

Seu trabalho mais recente é o EP “My Bed is a boat”, lançado em 2013 e para o qual eles gravaram o vídeo abaixo:

 

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