Este é meu afilhado Iron, um rottweiller mix, para adoção responsável!
Muito brincalhão e carinhoso!
Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
Interessados é só entrar em contato!Orquídea Catleya #7. Descanse em paz minha afilhada Rott Lorena 💔Vixxxen!Orquídea Catleya #6 bombani seus 4 botões! #orquídea #catleya  Bom dia!Orquídea chocolate#1 Bom dia! Boa semana!The best #Tiramisú ever!Orquídea Catleya #5 e orquídea Oncidium #1 (Chuva de Ouro). Primeira floração na árvore!Always the best @hrchcvtch ❤️ #spfw #alexandreherchcovitchOncinha foi beber água! Bom dia! #GatinhaPantufaOrquídea Catleya #4 Most beautiful pink! Bom dia, bom fds! #nofilter #orchids #catleya

                
       



















bloglovin



CURRENT MOON

Posts Tagged ‘rock’

Teste animal

against-animal-testing-2

Em sinergia com os acontecimentos no Instituto Royal, este post já havia sido escrito e só nos fortalece no compromisso de divulgar a falta de humanidade nestes testes já proibidos, inclusive na Europa onde os cosméticos são avaliados de outras maneiras possíveis.

1e9a4fbe19dd2e33e7a733d5baef5a10

Importante saber que o Instituto Royal é uma OSCIP que ganha recursos do Governo Federal, conforme algumas fontes, R$ 5.000.000 (cinco milhões) por ano.

OSCIP é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público e atua onde o governo não consegue chegar, também  é isenta de pagamento de impostos.

12_20_54_245_file

Cerca dos 100 manifestantes que invadiram no dia 13/10, o instituto estão amparados pela Constituição que legitíma a ação por conta dos maus tratos presentes nos animais.

No sábado (18/10/13) foram cerca de 700 pessoas mas a repercurssão do caso é mundial.

b6

 Entre algumas mentiras que funcionários do Instituto estão divulgando na mídia, está as que eles não fazem testes para cosméticos e que eles tem ligação com a ANVISA.

3

 

instituto-royal-beagles-cães-testes-animais-são-roque-camaleão

43_resumo

“A Anvisa emitiu uma nota afirmando que não tem ligação com o Instituto Royal, ao contrário do que afirma a representante da instituição Silvia Ortiz.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em nota, afirma que não exige teste em animais e que apóia testes substitutivos ao uso de animais.”

1299daeac5bdd92c415c707c651d96d8

Em todo o mundo, especialistas se dividem sobre o papel dos testes em animais no progresso científico.

De um lado, há os que dizem que não há condições de haver novas descobertas importantes para a saúde humana sem este tipo de prática.

Por outro lado, existe o grupo dos que dizem que os testes animais impedem que a ciência evolua, mantendo-a em um ciclo arcaico de práticas sem razão.

Para entender tão ácido assunto é preciso clarificar que existe:  Vivissecção e Testes em Animais.

animal-testing-blogs-1024x768

00a3f17535f0d83d3c01aa14d357740a

 

ac094e8ec365a758b59fd250f68466af

Vivissecção: é a dissecação de animais VIVOS para realizar estudos.

6497040_f520

25dcf07031d2aaf493b95321a4d89762

5a613c7bc2f5916bc39b02bb4349a859

Uma barbárie, onde  – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol extenso de experiências como: a amputação de membros sadios para a implantação de próteses,  fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.

Normalmente, estes animais vão ao luto.

gato

a6e6fab16022bd70adce1da9c6884d9b

Testes em animais: todo e qualquer experimento com animais cujo objetivo é obter um resultado seja de comportamento ou de ação de substâncias químicas em geral, medicamentos, produtos de limpeza e cosméticos

teste em animais3

Na grande maioria dos casos, esses experimentos são realizados sem anestésicos e podem ou não envolver o procedimento de vivissecção.

b01ad20791f48ead27befdea393f1617

A pressão de consumidores pelo fim dos testes em animais na indústria de cosméticos tem levado alguns países a reformularem a legislação do tema.

Lush-animal-testing

Campanha da marca Lush, contra o uso de animais em testes para cosméticos

Na União Europeia, a meta é acabar com esses testes ainda este ano.

12

No Brasil, um acordo entre a Anvisa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), firmado em 2012, criou o primeiro centro de estudos na América do Sul destinado a desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais.

download (1)

No teste de irritação dérmica, é possível usar modelos de pele humana reconstituída, em vez de cobaia viva.

No lugar dos testes de irritação ocular em coelhos e ratos vivos já estão sendo usadas córneas de galinha ou de boi, retiradas após o abate.

Sistemas biológicos in vitro, cultura de tecidos(provenientes de biópsias, cordão umbilical e placentas descartadas) e procedimentos de análise genômica, também são viáveis, se não esbarrasse nos lucros.

2193496_vogue_ilustracao_granado_vogue_334_469_thumb

“Há uma grande possibilidade de desenvolvermos, a médio prazo, um bom leque de métodos alternativos aos testes em animais”, diz Isabella Delgado, vice-diretora de pesquisa e ensino do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde), da Fiocruz.

animal_testing

Banir 100% a prática é algo muito, mas muito longe da comunidade cintífica, já que nos casos de substâncias com  potencial cancerígeno, infertilidade e geração de mutações genéticas, ainda não inventaram nada que substitua os animais, porém isto pode ser feito de forma ética e usando menos cobaias.

65096456-image

Veja com coragem algumas práticas :

1377462_10151951464504586_1080228761_n

Teste Draize de Irritação Dermal: O animal é imobilizado enquanto  substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é  pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva).

Substâncias aplicadas na pele tosada do animal.

Esse teste consiste em observar reações como sinais de enrijecimento cutâneo, úlceras, edemas, entre outros.

fd5e0cf80e323a96ed43760c67cf3771

Comedogenicidade: Testar componentes de cosméticos que podem causar cravos.

Aplicações na parte interna na orelha direita dos coelhos.

Caso haja vermelhidão ou inchaço, a parte afetada é cortada com bisturi para análises dos tecidos.

d7dc9a317abd5c85f8608f510f08e966

Irritação ocular primária : Com o objetivo de testar irritações no olhos, aplica-se uma sustância diretamente nos olhos nos cobaias que têm suas cabeças imobilizadas.

São analizados danos nas córneas, íris e conjuntiva.

580-wwail-9

Irritação mucosa oral : Produto é aplicado na boca de hamsters durante determinado período, feitas as observações os animais são sacrificados para exame do tecido e das alterações

Figure20320Chapter206II

Fotoalergenicidade e fototoxidade : Testam se a substância causa reações quando a pele é exposta ao sol.

As cobaias são expostas por 3 semanas à radiação UV e após 14 dias são expostas novamentes e as reações avaliadas.

Irritação mucosa genital: Determinar a toxidade de sabonetes e lubrificantes.

O produto é aplicado na mucosa com observações macro e microscópias.

9c82a50fa9f49232d168c17166f8d43c

Teste LD 50: LD 50 é a abreviatura em inglês para “Lethal Dose 50 Perercent “ (dose letal 50%).

Cada teste LD 50 é realizado por dias e utiliza 200 ou mais animais.

9dda5112b7dfc80c3dd472505747530a

O animal forçado a ingerir uma certa  quantia da substância a ser testada, a  ingestão se dá através de uma sonda  no estômago do animal, e isso muitas  vezes causa morte do animal por  perfuração no órgão.

Alguns dos efeitos observados com esse teste são: dores angustiantes, convulsões, diarréia, dispnéia, emagrecimento, supuração, sangramento nos olhos e boca, lesões pulmonares, renais e hepáticas, coma e morte.

baf644c6ee98cf6256300cc2025de61d

O que nos resta é colocar atenção no próprio consumo e incentivar as empresas que não testam em animais, exigindo delas que promovam selos ainda inexistentes no Brasil.

download (8)

Assinar e divulgar esta petição da Avaaz também é uma ação ao nosso alcance:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Insercao_da_fraseselo_de_Testado_em_Animais_no_rotulo_de_embalagens_de_produtos_que_passaram_por_esse_processo/?fbss

PETA_animal_testing___eyeliner_by_aryarty

O caso do Instituto Royal coloca em pauta a luta contra os maus tratos.

O que nós podemos fazer mesmo é colocar atenção no próprio consumo e incentivar as empresas que não testam em animais, exigindo delas que promovam selos ainda inexistentes no Brasil.

5fb110b950a9d2d545a351f4702fd4cc

Também rogar aos cientistas, químicos, deuses  e reitores que a comunidade científica tenha compaixão na construção de mais este novo paradigma.

253d2aa67aa9f534eca13554dc3d4d59

http://www.peta.org/living/beauty-and-personal-care/companies/search.aspx?Testing=1&Range=0

http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm

12

empresas-que-testam-em-animais-3

 

 RSS  
 

TODAY’S SOUND: DANDY POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Dandy” é um filme musical de Peter Sempel, cineasta alemão famoso no circuito underground por seus filmes quase documentais, mas que acabam sendo uma colagem de várias mídias como cinema, música, filosofia, dança e com vários elementos da estética pós-punk.

dandy-poster

dandy---nick-cave

O filme foi lançado em 1988 e gira em torno de Blixa Bargeld e Nick Cave, ambos do grupo Bad Seeds e Bliza também do Einsturzende Neubaten (como já falamos aqui).

dandy

dandy---blixa-e-cave

Na cena abaixo, Blixa interpreta “Death is a Dandy on a horse” (de onde o filme tirou o seu título e que ele interpreta no início e no final):

“Dandy” é intercalado de músicas de Cave e Blixa, sejam em shows ou ensaiando em bares, em suas casas, além de contribuições de grupos alemães como Dieter Meier (do duo eletrônico sueco Yello), Abwärts, Boris Blank, Mona Mur, além de clássicos de Beethoven, Verdi e Mozart.

dmeier

 

meier-in-marrakech


dieter-e-maharaja

Nesta outra cena, Blixa espera por um ônibus, enquanto alguém lhe atira um peixe morto:

O filme não tem uma história, é um exercício em que Sempel joga várias imagens de dança, música, lugares diferentes, textos filosóficos de Voltaire, natureza, animais, utilizando amigos e colaboradores que incluem Kazuo Ohno (o mestre da dança Butô falecido em 2010) e seu filho Kazuo Ohno, Nina Hagen, Dieter Meier, Campino (vocalista da banda punk Die Toten Hosen e ator de filme de Win Wenders), Gudrun Gut (pioneira da música eletrônica alemã e ex integrante do Neubaten), Lene Lovich (cantora que participou do início do movimento new wave), entre outros.

kazuo

campino

Abaixo Cave brinca com uma arma em outra cena do filme:

Até um bule de café, que aparece em mais de uma cena, é creditado como um ator do filme.

Sempel já dirigiu filmes dedicados à Lemmy (do Motorhead), Hagen, Ohno, além de Allen Ginsberg, além de ser amigo pessoal de diretores como Jim Jarmusch, Win Wenders, Dennis Hopper, Kenneth Anger, Jonas Mekas (uma de suas grandes influências e ao qual já dedicou dois documentários) e ter realizado várias exposições de fotos e colagens em todo o mundo.

sempel-e-jarmusch

2dandyfans

Apesar de ter nascido na Alemanha, Semple foi criado na Austrália, onde viveu longe dos centros urbanos e seu amigo era um canguru.

“Dandy” tem várias imagens em cores e p&b, cenas abstratas, filmagens em locações das mais diversas como Marrakesch, NY, Cairo, Berlim, Hamburgo, Madri, Tókio, além do Rio Ganges e as montanhas do Himalaia.

blixa_kazuo

Abaixo, Nick Cave interpreta, no filme, uma versão acústica de “City of Refuge”:

O filme está disponibilizado em sua totalidade no youtube, conforme link abaixo, e foi exibido pela primeira vez no Brasil na 13ª edição da Mostra Internacional de Cinema de SP.

“Dandy” deve ser encarada como uma obra experimental, onde sonhos, pensamentos, ironias e questionamentos nos mostram a onipresença da morte.

dandy---poster-2

 RSS  
 

TODAY’S SOUND: HAMMER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hammer é um dos grandes estúdios de produção de filmes de terror ingleses e teve seu apogeu nos anos 60/70 quando suas películas eram ansiosamente aguardadas.

hammer-logo

O estúdio ficou famoso principalmente com seus filmes em cores fortes e com a presença de mulheres sensuais, criando daí um estilo próprio que foi copiado em várias produções do gênero.

hammer---foto-2

Além disso, cada produção da Hammer tem um visual bem característico, com direção de arte cuidada, cenários em castelos, calabouços, muita neblina, climas tensos e outros detalhes que se tornaram sua marca registrada: o famoso “Hammer look”.

hammer-foto-3

A Hammer é baseada em Londres, Inglaterra, e iniciou suas atividades nos anos 30 com o filme ‘The public life of Henry, the ninth”; porém, com a guerra, retornou à atividade somente nos anos 40.

HAMMER-book-1

Seu fundador foi o comediante William Hinds e o nome Hammer teve origem em seu nome artístico, Will Hammer, cujo nome era o que denominava a região onde ele residia, em Hammersmith.

hammer-book-2

Nos anos 40, o estúdio se dedicou à produção de thrillers policiais como ‘Death in high heels” até adquirir os direitos de dramas da rádio da BBC.

A companhia enfrentou muitas dificuldades, já que os filmes britânicos não eram tão admirados quanto os americanos e conseguiram sobreviver graças á cota obrigatória para exibição de filmes locais.

hammer-book-3

Nesta época, para diminuir custos, eles adquiriram a mansão Bray, em Berkshire, que passou a se chamar Bray Studios e onde várias produções foram filmadas, principalmente após aumentarem o tamanho do terreno que este ocupava.

hammer---bray-studios

A primeira grande produção da Hammer e que estourou foi “The Curse of Frankstein” em 1957 e “Drácula” em 1958, filmes estes que sedimentaram a produtora como a “Hammer House of Horror”.

 curse

Em ambos os filmes, os atores principais eram Christopher Lee e Peter Cushing, nomes que viraram lendas do cinema de terror e que eram exclusivos da Hammer, contribuindo para tornar este um nome respeitável no mundo do terror.

hammer---lee,-cushing-e-urs

Um dos grandes negócios do estúdio foi sua associação com outros estúdios ameri-canos, tornando-se distribuidor e assinando várias co-produções com nomes como Universal, Seven Arts, 20th Century Fox, entre outros.

hammer---vampire-lovers

“The Curse of Frankstein” enfrentou algumas modificações no roteiro, que teve de ser reescrito para se ajustar aos padrões da Hammer, contendo violência e terror gráfico (coisa incomum na época) e a decisão de filmá-lo em cores (estamos falando de 1957) causou polêmica inicialmente, mas mostrou-se uma decisão acertada.

hammer--peter-cushing-withf

O filme foi dirigido por Terence Fisher, um dos diretores-símbolo da Hammer, e mostrou-se um sucesso, dando início aos filmes de terror góticos, com sangue e gore em abundância, e tendo seis continuações, todas elas com Cushing no papel principal.

hammer-filming

O próximo na lista era o conde Drácula, mas sua adaptação aconteceu com a ajuda da Universal, que conseguiu o financiamento necessário para realizar o filme, reunindo o clássico time de Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing.

hammer---lee-&-cushing

Esta dupla tornou os filmes de Drácula diferentes dos da Universal, com um aproach mais moderno e atual; o Drácula de Lee é mais sensual, ainda mais assustador quando visto em cores.

Foto dracula

O sucesso foi tanto que o filme bateu recordes de bilheteria na Inglaterra, além de fazer com que a Universal liberasse seu catálogo de filmes de terror para serem refeitos pela Hammer como ‘The mummy”:

hammer-mummy

“Drácula” (ou ‘The Horror of Drácula” fora da Inglaterra) originou mais cinco sequências com Lee no papel principal, entre elas, “Drácula, Prince of Darkness’ (que já falamos aqui).

hammer---christopher-lee

Outro segredo da Hammer era ter uma equipe quase permanente fazendo filmes, isto fez com que suas produções tivessem este diferencial, com pessoas capacitadas fazendo desde cenários até a trilha destes filmes.

hammer---dracula-album

Durante os anos 60 e 70, a Hammer produziu vários clássicos de terror incluindo “The Plague of the Zombies”, “Quatermass and the pit”, “The devil rides out” e até alguns filmes de aventura como “One Million years B.C.”.

hammer--Plague-of-the-Zombi

As estrelas da Hammer, ou as Hammer Hotties (como eram conhecidas), merecem um destaque à parte: mulheres lindas, sensuais, utilizando muito decote e roupas transparentes, loiras ou morenas; elas tornaram o nome do estúdio um verdadeiro celeiro lançador de mitos cinematográficos. Podemos citar: Stephanie Powers (a futura Sra. Hart de “Casal 20” que participou de ‘Die! Die! My Darling”), Joana Lumley (a Patsy Stone de “Absolutely Fabulous”que antes fez “The Satanic rites of Dracula”), Diana Dors (a Marilyn inglesa que participou de “Theatre of Blood”), Stephanie Beecham (‘Dracula A.D. 1972”), Honor Blackman ( a Pussy Galore de James Bond que fez mais tarde “To the devil…a daughter”), Dawn Addams (‘Two faces of Dr. Jekyll”), Ingrid Pitt (“Countess Dracula”, “The Vampire Lovers”), Lesley Anne-Down (atriz que estourou em Hollywood e antes fez “Countess Dracula”), Veronica Carlson (“Dracula has risen from the grave”), Caroline Munro (linda atriz que foi Bond Girl em “The spy who loved me” e antes havia feito “Dracula A.D. 1972”), Barbara Shelley (considerada a grande dama da Hammer depois de estrelar “Dracula, prince of darkness”).

hammer---caroline-munro

hammer---diana-dors

hammer---hazel

hammer---ingrid-pitt

hammer---joanna

hammer---stephanie

hammer---valerie-leon

hammer---madelin-smith

Bem como Marsha Hunt (“Dracula A.D. 1972”), Yutte Stensgaard (‘Lust for a vampire”), Pippa Steel (‘Lust for a Vampire”), Madeline Smith (‘Taste the blood of Dracula”), Yvonne Romain (“The curse of the werewolf”), Yvonne Monlaur (“Brides of Dracula”), Kirsten Lindholm (“Lust for a vampire”), Valerie Leon (‘Blood from the mummy’s tomb”), Suzanna Leigh (‘Son of Dracula”), Janet Key (‘The Vampire Lovers”), Martine Beswick (‘Dr. Jekyll & Sister Hyde”), Domini Blythe (‘Vampire Circus”), ‘Adrienne Corri (“Vampire Circus”), Hazel Court (a primeira atriz de horror da Hammer em “The curse of Frankstein”), Susan Denberg (“Frankstein created woman”), Valerie Gaunt (“Horror of Dracula”), além de várias outras. Abaixo um video-tributo à algumas delas:

Até Nastassja Kinski, musa dos anos 80 em filmes como “Paris Texas”, chegou a trabalhar num filme da Hammer quando adolescente intitulado “To the devil…a daughter”, um dos últimos filmes que a Hammer lançou nos anos 70.

devil

Nesta época, também foi realizado um documentário sobre a Hammer intitulado ‘The studio that dripped blood”, que pode ser visto no youtube em cinco partes:

Não demorou muito para que eles enveredassem também para a TV com “Journey to the Unknown” (Jornada ao desconhecido), além de antologias de terror lança-das nos anos 80: “Hammer House of Horror” e “Hammer a House of Mystery and Suspense”.

Hammerstory

Nos anos 00, a Hammer voltou a produzir filmes como ‘Let me in” (refilmagem do ótimo filme sueco sobre uma vampira adolescente) e “The Resident” (estrelando o ícone da Hammer, Christopher Lee).

No ano pasaddo, o estúdio lançou “The Woman in Black” (A Mulher de Preto), com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e que teve excelente bilheteria em todo o mundo e cuja continuação deverá ser lançada no ano que vem.

hammervault

O último lançamento da Hammer foi “The Quiet Ones” com Jared Harris (o Layne de ‘Mad Men”), lançado este ano no mercado americano.

A Hammer depois de enfrentar períodos de apogeu e decadência, produz bem menos filmes que no passado, mas mostra que um nome forte e um histórico de filmes marcantes ainda podem fazer a diferença na cultura pop atual.

 RSS