Pronto! Mamãezinha já foi longe demais mesmo com isso hoje! @hannariusaOlá, eu sou eu o Tigre denovo, venho por meio desta reclamar que Mamãezinha resolveu me torturar mesmo com essa troca de roupinhas! Disse que com este pullover @hannariusa posso ir estudar em Harvard! Já falei que não quero e não adianta mesmo!Alô? Boa tarde, meu nome é Tigre, sou o amor da minha Mamãe porém tô aqui muito #chatiado com isso. Mamãe me abandona na casa da Vovó pra viajar e volta com isso! Disse que eu tô chic de trench coat e gravatinha e que é pra ficar paradinho mesmo mesmo! Meu look #1 @hannariusa modas de Nova IorqueSo good to finally find my partner in crime from the punk rock years in the Lower East Side, Manolo!!! It's been 15 years at least, since I last saw him...! Love you #Mannie Garcia Miss our days...Spreading the word!Ma brotha from anotha motha @ricardoctavaresGoing to my town...Outra novidade babado para 2015  é a abertura do @la_central no Edifício Copan, restaurante de alta gastronomia mexicana, onde meu marido @ddonaire é um dos sócios! Em destaque meu arranjo floral do amor 💚! La Central abre oficialmente para o público dia 15 de dezembro! Nos vemos lá?2014 terminando com grandes alegrias e renovações, entre elas a abertura de LifeUnderZen do meu Brother Mór Jun Matsui, na Galeria do Rock! True style! Meus Ikebanas, Bonsais e arranjos do amor, direto do meu jardim, expostos e a venda lá, tá? Congrats e vida longa @junmatsui e @jlta !!!Another level flower arrangements @liajacinto & Ricardo wedding! Photo by @djfelipevenancio

                
       





















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TODAY’S SOUND: STYLE COUNCIL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Após o fim do The Jam, Paul Weller queria formar um grupo que combinasse sua paixão por jazz, soul, R&B, além de filmes franceses e aquela pitada da cultura dos cafés europeus dos anos 60, criando assim o Style Council.

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O Style Council era um sopro de novidade nos charts europeus do final da década de 80, juntamente com Everything but the girl e Sade, que passaram a ser denominados de new-bossa na época.

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O grupo era formado por Weller mais Mick Talbot, instrumentista de primeira e ex-integrante de bandas como The Bureau e Dexy’s Midnight Runners, além de ter participado de algumas apresentações com o The Jam.

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Weller recrutou Talbot por gostarem do mesmo tipo de música, além do som que Talbot tirava do órgão Hammond, que era exatamente o que ele procurava para seu novo projeto.

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Seu primeiro single foi “Speak like a child”, uma grata surpresa para um som pop mais refinado, com influências de funky e do soul da gravadora Stax:

As primeiras apresentações do duo foram em concertos beneficentes ou por alguma causa política que eles apoiavam, já que uma das facetas do Style Council era justamente um posicionamento político contra o governo Thatcher.

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Depois de lançarem o EP “À Paris”, no qual declaram seu amor pela cultura parisiense, o SC arrecadou mais dois integrantes: Dee C. Lee (que viria a se tornar esposa de Weller), que contribuía com os backing vocals (ela já havia trabalhado com o Wham!) e o baterista Steve White, que havia trabalhado com Bill Bruford, do Yes e King Crimson.

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Quanto ao estilo de vestir, o Style Council era extremamente exigente, optando sempre por tonalidades como preto & branco, padronagem príncipe de Gales, tons pastéis, além de ternos bem cortados, muito trench-coat, pulôveres e sweaters, gravatas e lenços estampados, mocassins; eles davam muita importância para o visual.

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Isto também valia para suas capas e material gráfico, feitos com fontes e letterings elegantes, privilegiando fotos em locações bacanas (de preferência em Paris), em situações em o que importava era estar de bem com a vida, como andar de lambreta por exemplo.

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Em 1984, eles lançam seu novo single, “My ever changing moods”, que mostra a banda indo para uma direção mais dramática, melódica e soulful:

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Estava tudo ponto para eles lançarem seu debut, o álbum “Café Bleu”, que misturava cnções pop, instrumentais, rap, além de uma vibe de canções francesas e atitudes beatniks, além de canções atmosféricas como “The Paris Match”, dueto com Tracey Thron do Everything but the girl:

O álbum foi um grande sucesso, mostrando que Weller havia deixado o The Jam para trás e vivia um novo momento em sua carreira.

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Outro destaque do álbum era “Headstart for Happiness”, aqui numa apresentação no programa The Tube:

Depois de excursionarem pela Europa e EUA, o grupo lança seu próximo single com influências de cantores como Curtis Mayfield e Sly Stone, ‘Shout to the top”, escolhida como parte da trilha do filme “Vision Quest” e tonando-os populares também na América:

Seu segundo álbum foi lançado em 1985, “Our favorite shop”, com menos influências jazzísticas e mais coeso que o disco anterior.

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O álbum teve uma ótima exposição na mídia e vendeu bem na Europa, Austrália e Japão, porém não indo bem nos EUA, inclusive sendo rebatizado de “The Internationalists”.

Uma das faixas que chamaram a atenção foi “With everything to lose”, que vemos no vídeo abaixo numa apresentação na versão inglesa do Soul Train:

No mesmo ano, em julho, é realizado o grande evento “Live Aid”, o maior concerto de rock e pop já realizado em todo o mundo, com apresentações simultâneas nos EUA e Europa e no qual o Style Council participa cantando um de seus hits, ‘You’re the Best thing”:

Logo após o Live Aid, Weller funda junto com artistas como Billy Bragg e The Communards, o Red Wedge, iniciativa que procurava popularizar ideais de esquerda.

A próxima empreitada do grupo foi uma participação na trilha do filme ‘Absolute Beginners”, baseado no livro de um de seus heróis, Colin MacInnes, mas que apesar do elenco e trilha, acabou sendo um fracasso de público e crítica.

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Depois de um álbum conceitual, “The Cost of loving”(conhecido como o álbum laranja), e um mini filme, “JerUSAlem”, o SC se preparava para um novo álbum, ‘Confessions of a pop group”,apesar do momento de recessão e um menor interesse por sua música, já que Weller nunca havia sido perdoado por ter acabado com o The Jam.

Abaixo, uma apresentação do novo álbum na TV inglesa, em um especial de dez minutos:

Nesta época, Weller começa a se interessar pelo novo ritmo que dominava os clubs londrinos, a house music, com toda sua cultura de DJs e batidas irresistíveis.

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Assim, ele se cerca de DJs como Norman Jay e Juan Atkins nos remixes, e começa a preparar seu novo disco, ‘The Modernists”, álbum rejeitado pela sua então gravadora, a Polydor, e que somente foi lançado independente e como parte do box set “The complete adventures of Style Council’.

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Neste disco, ele regravou o clássico “Promissed land”, que chegou a ser lançado como single, mas isto não bastou e assim o Style Council resolve fazer seu último concerto no Royal Albert Hall em 1989 e logo em seguida, decretando o fim da banda.

Assim, Weller lança-se numa carreira solo de sucesso e Talbot em trabalhos paralelos, como o grupo The Players.

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Era o fim de um dos grupos menos reconhecidos do pop, pouco lembrado hoje em dia, mas que fez toda a diferença na época com seu som elegante, cheio de groove, influências bacanas e que merece ser redescoberto.

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TODAY’S SOUND: TALK TALK‏ ‏ POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Talk Talk tem um lugar especial na música pop, é um grupo que não se vendeu para a indústria fonográfica, que lançou trabalhos instigantes, diferentes do simples conceito de vender discos, sempre preocupados com um som mais refinado, maduro, profundo, tanto que influenciaram muitas bandas surgidas após eles e consolidaram a definição de “post-rock” nas bandas surgidas a partir dos aos 90.

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A peça chave do Talk Talk é Mark Hollis, o vocalista e letrista da banda, que desistiu dos estudos de psicologia para se dedicar à música. E assim fomos presenteados com uma voz única, um timbre difícil de descrever, mas que é muito especial.

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O primeiro grupo que ele formou foi o The Reaction, uma banda punk que procurava uma chance.

O irmão de Mark, Ed Hollis, era DJ e produtor de bandas e o incentivou a gravar uma demo para a Island Records.

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Esta demo continha uma canção chamada ‘Talk Talk”, incluída na coletânea de bandas punks, The Streets (lançada pel selo Beggars Banquet):

No fim, The Reaction acabou lançando apenas um single, “I can’t resist’, em 1978, e logo se dissolveu.

Neste meio tempo, Ed apresenta Mark para aqueles que formariam com ele o Talk Talk: Paul Webb (baixista), Lee Harris (baterista) e Simon Brenner (tecladista).

Assim, em 1981, eles formam o Talk Talk e depois de alguns demos, assinam com a EMI.

No começo de sua trajetória, o Talk Talk era considerado um grupo nos padrões do Duran Duran, com fortes influências new romantic , synthpop e new wave, tendo inclusive aberto shows para o Duran no final de 1981, além de adotarem o mesmo produtor, Colin Thurston, e o mesmo selo, EMI.

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O primeiro single deles foi lançado em 1982, ‘Mirror Man’, mas não teve destaque nas paradas.

Já o segundo single, era uma regravação de uma música do Reaction, ‘Talk, Talk”, que alcançou o 52º lugar e o single seguinte foi bem em execução, “Today”, aqui numa rara apresentação na TV inglesa em 1982:

Logo em seguida é lançado o primeiro álbum da banda, “The Party’s over’, tendo alcançado apenas o 21º lugar na parada de sucessos.

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Em 1983, Brenner sai da banda e o Talk Talk passa a ser um trio. Um detalhe interessante é que o quarto membro do Talk Talk acabou sendo o produtor do segundo álbum, Tim Friese-Greene, que ajudava nos teclados e também na composição das letras, mas nunca saiu em fotos ou participou de shows com o grupo.

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Neste período, a banda abriu alguns shows para Elvis Costello nos EUA, o que os surpreendeu, pois estavam acostumados a tocar para públicos bem menores na Inglaterra.

Mas o sucesso mesmo só veio em 1984, com o lançamento do álbum “It’s my life’, cujo single “Such a shame” e “Dum Dum Girl” alcançam sucesso em alguns países da Europa e na Nova Zelândia, mas continuavam sendo ignorados em sua terra natal, a Inglaterra.

O som do Talk Talk não pode ser considerado fácil, é um som altamente elaborado, suas músicas não são dançantes, suas letras são densas, sua música tem elementos de jazz, ambient e música clássica.

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Neste segundo trabalho, fica mais evidente um amadurecimento deles em relação ao primeiro disco, principalmente pelo trabalho de Friese-Green, que imprimiu texturas mais ricas no som deles.

O próximo single, intitulado It’s my life”, talvez até hoje seja a música mais conhecida deles, especialmente depois de regravada pelo No Doubt.

A capa do disco foi realizada por James Marsh, designer gráfico que desde então fez todo o material da banda, criando uma identidade que pode ser facilmente reconhecida, geralmente utilizando lindas ilustrações de animais, plantas e mais.

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O disco seguinte, The Colour of Spring, lançado em 1986, acaba se tornando seu maior êxito comercial na Inglaterra, atingindo finalmente o top 10, especialmente pelo single ‘Life’s what you make it” e levando a banda para o Top of the Pops:

O álbum acaba sendo um grande sucesso internacional, seguida de uma grande turnê mundial.

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O segundo single, ‘Living in another world”, também atinge o top 40 de países como Alemanha, Suíça, Holanda, entre outros. Aqui em um vídeo do show deles no Festival de Montreux em 1986:

“The Colour of Spring” era um disco diferente de tudo que a música pop da época oferecia, era bem mais soturno, introspectivo e seu som mais orgânico que os outros álbuns do Talk Talk.

Em 1987, o Talk Talk se tranca em uma igreja abandonada de Suffolk (Inglaterra), para iniciar os trabalhos de seu próximo disco, “Spirit of Eden”.

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Este disco é considerado a obra-prima deles, um disco a frente de seu tempo, com uma riqueza de ambientações, músicas longas, letras magníficas e um disco fundamental para o post-rock.

Eles tiveram muitos problemas com a gravadora para conceber este álbum, já que a EMI os estava pressionando para lançarem um novo single e Mark se recusava a entregar qualquer material antes de terminar todo o disco.

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Além disso, ele afirmou que era impossível realizar uma turnê do disco, devido às elaboradas instrumentalizações e improvisações, este não comportava shows, deixando os executivos da gravadora de cabelo em pé.

Já tendo estourado orçamento e o tempo em estúdio, finalmente o disco é lançado em 1988, sendo elogiado pela crítica, porém sem um grande hit para puxar as vendas.

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O único single lançado do álbum foi ‘I Believe in you”, mesmo assim contra a vontade de Mark,  que o fez apenas por pressão da gravadora e ficou insatisfeito com o vídeo da canção:

A banda tentava se liberar do contrato com a EMI, o que finalmente aconteceu, mesmo com a tentativa da gravadora em processar a banda por realizar um trabalho não-comercial (Spirit of Eden), o que acabou não dando em nada.

Agora a EMI procurou lucrar o máximo possível com o catálogo do Talk Talk e lançou a coletânea ‘Natural History” em 1990, que atingiu o primeiro lugar em vendagens na Inglaterra e vendeu mais  de um milhão de cópias mundo a fora.

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Agora o Talk Talk pertencia ao cast da Polydor, mas a banda se resumia quase que somente a Mark e Friese-Green, já que Webb já havia abandonado o grupo e restava apenas Harris e músicos convidados.

Mesmo assim, eles lançam o experimental ‘Laughing Stock”, em 1991, continuando na mesma linha de Spirit of Eden, e que atingiu o 26º lugar na parada inglesa.

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Porém, depois deste disco, a banda se desmembra de vez, com Mark se dedicando á seus filhos pequenos e só vindo a lançar um disco-solo em 1998, para depois sumir novamente.

A última música que rolou dele foi um instrumental usado para o seriado “Boss”, no qual ele utilizou a AB Section 1, abrindo e fechando um dos episódios, isto em 2012.

Webb e Harris acabam formando a banda O.rang e  Friese-Green forma o Heligoland.

Em 2002, Webb, sob o pseudônimo de Rustin Man, lança um álbum com Beth Gibbons, a vocalista do Portishead, show este que veio ao Brasil no Tim Festival.

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O Talk Talk teve um álbum tributo e um livro, ambos lançados em 2012, intitulado “Spirit of Talk Talk”.

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Até hoje a banda é reverenciada e é influência assumida para grupos como Radiohead, Sigur Rós,  Portishead, Catherine Wheel, Slowdive, DJ Shadow, Weezer, Death Cab for Cutie, além de muitas outras que admiram a sua sonoridade e seu espírito criativo e inovador.

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Em sinergia com os acontecimentos no Instituto Royal, este post já havia sido escrito e só nos fortalece no compromisso de divulgar a falta de humanidade nestes testes já proibidos, inclusive na Europa onde os cosméticos são avaliados de outras maneiras possíveis.

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Importante saber que o Instituto Royal é uma OSCIP que ganha recursos do Governo Federal, conforme algumas fontes, R$ 5.000.000 (cinco milhões) por ano.

OSCIP é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público e atua onde o governo não consegue chegar, também  é isenta de pagamento de impostos.

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Cerca dos 100 manifestantes que invadiram no dia 13/10, o instituto estão amparados pela Constituição que legitíma a ação por conta dos maus tratos presentes nos animais.

No sábado (18/10/13) foram cerca de 700 pessoas mas a repercurssão do caso é mundial.

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 Entre algumas mentiras que funcionários do Instituto estão divulgando na mídia, está as que eles não fazem testes para cosméticos e que eles tem ligação com a ANVISA.

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“A Anvisa emitiu uma nota afirmando que não tem ligação com o Instituto Royal, ao contrário do que afirma a representante da instituição Silvia Ortiz.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em nota, afirma que não exige teste em animais e que apóia testes substitutivos ao uso de animais.”

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Em todo o mundo, especialistas se dividem sobre o papel dos testes em animais no progresso científico.

De um lado, há os que dizem que não há condições de haver novas descobertas importantes para a saúde humana sem este tipo de prática.

Por outro lado, existe o grupo dos que dizem que os testes animais impedem que a ciência evolua, mantendo-a em um ciclo arcaico de práticas sem razão.

Para entender tão ácido assunto é preciso clarificar que existe:  Vivissecção e Testes em Animais.

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Vivissecção: é a dissecação de animais VIVOS para realizar estudos.

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Uma barbárie, onde  – mamíferos, em especial – são submetidos a um rol extenso de experiências como: a amputação de membros sadios para a implantação de próteses,  fixação de instrumentos em órgãos internos (como o crânio) para o monitoramento das suas atividades diante de choques elétricos ou de novas drogas.

Normalmente, estes animais vão ao luto.

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Testes em animais: todo e qualquer experimento com animais cujo objetivo é obter um resultado seja de comportamento ou de ação de substâncias químicas em geral, medicamentos, produtos de limpeza e cosméticos

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Na grande maioria dos casos, esses experimentos são realizados sem anestésicos e podem ou não envolver o procedimento de vivissecção.

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A pressão de consumidores pelo fim dos testes em animais na indústria de cosméticos tem levado alguns países a reformularem a legislação do tema.

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Campanha da marca Lush, contra o uso de animais em testes para cosméticos

Na União Europeia, a meta é acabar com esses testes ainda este ano.

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No Brasil, um acordo entre a Anvisa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), firmado em 2012, criou o primeiro centro de estudos na América do Sul destinado a desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais.

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No teste de irritação dérmica, é possível usar modelos de pele humana reconstituída, em vez de cobaia viva.

No lugar dos testes de irritação ocular em coelhos e ratos vivos já estão sendo usadas córneas de galinha ou de boi, retiradas após o abate.

Sistemas biológicos in vitro, cultura de tecidos(provenientes de biópsias, cordão umbilical e placentas descartadas) e procedimentos de análise genômica, também são viáveis, se não esbarrasse nos lucros.

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“Há uma grande possibilidade de desenvolvermos, a médio prazo, um bom leque de métodos alternativos aos testes em animais”, diz Isabella Delgado, vice-diretora de pesquisa e ensino do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde), da Fiocruz.

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Banir 100% a prática é algo muito, mas muito longe da comunidade cintífica, já que nos casos de substâncias com  potencial cancerígeno, infertilidade e geração de mutações genéticas, ainda não inventaram nada que substitua os animais, porém isto pode ser feito de forma ética e usando menos cobaias.

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Veja com coragem algumas práticas :

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Teste Draize de Irritação Dermal: O animal é imobilizado enquanto  substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é  pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva).

Substâncias aplicadas na pele tosada do animal.

Esse teste consiste em observar reações como sinais de enrijecimento cutâneo, úlceras, edemas, entre outros.

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Comedogenicidade: Testar componentes de cosméticos que podem causar cravos.

Aplicações na parte interna na orelha direita dos coelhos.

Caso haja vermelhidão ou inchaço, a parte afetada é cortada com bisturi para análises dos tecidos.

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Irritação ocular primária : Com o objetivo de testar irritações no olhos, aplica-se uma sustância diretamente nos olhos nos cobaias que têm suas cabeças imobilizadas.

São analizados danos nas córneas, íris e conjuntiva.

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Irritação mucosa oral : Produto é aplicado na boca de hamsters durante determinado período, feitas as observações os animais são sacrificados para exame do tecido e das alterações

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Fotoalergenicidade e fototoxidade : Testam se a substância causa reações quando a pele é exposta ao sol.

As cobaias são expostas por 3 semanas à radiação UV e após 14 dias são expostas novamentes e as reações avaliadas.

Irritação mucosa genital: Determinar a toxidade de sabonetes e lubrificantes.

O produto é aplicado na mucosa com observações macro e microscópias.

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Teste LD 50: LD 50 é a abreviatura em inglês para “Lethal Dose 50 Perercent “ (dose letal 50%).

Cada teste LD 50 é realizado por dias e utiliza 200 ou mais animais.

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O animal forçado a ingerir uma certa  quantia da substância a ser testada, a  ingestão se dá através de uma sonda  no estômago do animal, e isso muitas  vezes causa morte do animal por  perfuração no órgão.

Alguns dos efeitos observados com esse teste são: dores angustiantes, convulsões, diarréia, dispnéia, emagrecimento, supuração, sangramento nos olhos e boca, lesões pulmonares, renais e hepáticas, coma e morte.

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O que nos resta é colocar atenção no próprio consumo e incentivar as empresas que não testam em animais, exigindo delas que promovam selos ainda inexistentes no Brasil.

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Assinar e divulgar esta petição da Avaaz também é uma ação ao nosso alcance:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Insercao_da_fraseselo_de_Testado_em_Animais_no_rotulo_de_embalagens_de_produtos_que_passaram_por_esse_processo/?fbss

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O caso do Instituto Royal coloca em pauta a luta contra os maus tratos.

O que nós podemos fazer mesmo é colocar atenção no próprio consumo e incentivar as empresas que não testam em animais, exigindo delas que promovam selos ainda inexistentes no Brasil.

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Também rogar aos cientistas, químicos, deuses  e reitores que a comunidade científica tenha compaixão na construção de mais este novo paradigma.

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http://www.peta.org/living/beauty-and-personal-care/companies/search.aspx?Testing=1&Range=0

http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm

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