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Rolling Stones – Japa Girl



























































                
       
















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TODAY’S SOUND: MARSHA HUNT POR ARTHUR MENDES ROCHA

E a diva esquecida de hoje é Marsha Hunt, uma das negras mais lindas que já surgiu na música, no cinema e na literatura – ela foi um dos rostos mais marcantes dos anos 60 além de ter tido romances com Marc Bolan e Mick Jagger - ela merece ser redescoberta.

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Marsha nasceu na Filadélfia, mas mudou-se para a Califórnia, cursando a Universidade de Berkley e participando de marchas pelos direitos civis e também de passeatas hippies ao lado de Jerry Rubin (uma das figuras chaves da contracultura americana).

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Em meados da década de 60, ela se muda para Londres, onde faz backing vocals para Alexis Korner (artista de blues-rock bastante conceituado). Para permanecer na Inglaterra, ela casa com Mike Ratledge, de outro grupo ícone dos anos 60, o Soft Machine. Mas o casamento havia sido somente para conseguir o visto de permanência.

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Marsha começou a ser notada ao fazer a peça “Hair” no West End (a Broadway londrina) e, inclusive, vira a imagem do cartaz.

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Imediatamente ela  passa a ser perseguida pela mídia, sendo convidada a posar para a capa das revistas Queen (na qual foi a primeira negra a sair na capa) e Vogue.

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Sua foto para a Vogue, clicada por Patrick Lichfield, é uma das imagens mais icônicas dos anos 60- nua e com seu cabelo afro- é extremamente sexy e a tornou conhecida no mundo inteiro.

NPG x128488; Marsha Hunt by Thomas Patrick John Anson, 5th Earl of Lichfield

Mas ela queria mesmo era vencer como cantora, assim ela participa de alguns grupos, como o White Trash, ao lado de Nick Simper, o baixista do Deep Purple.

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Apesar de um papel pequeno em Hair, nos anos seguintes ela mostrou que tinha muito talento como cantora, atraindo o olhar de Tony Visconti (produtor de David Bowie, T-Rex, Paul McCartney, entre outros) que produziu seu primeiro álbum, “Woman Child”.

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O álbum continha músicas como “Walk on guilded splinters”, cuja original era de Dr. John, e ela fez uma versão matadora:

Uma curiosidade: este clipe chegou a ser banido pela BBC, pois Marsha usava um top super decotado e seus seus seios quase ficam a mostra ao interpretar a música (isto muito antes de Janet Jackson pagar peitinho na TV americana).

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Outra música que se destacava era “Desdemona”, aqui interpretada de maneira brilhante por ela, como se estivesse possuída, e sintam o que é o modelito e o make, com os olhos pintados  de sombra e lápis brancos, ou seja , muito a frente de seu tempo.

A música é de autoria de Marc Bolan, que estava pegando Marsha na época e além de contribuir com composições para o disco dela, ainda gravou os backing vocals ao seu lado na música “My World is empty without you” (que foi sucesso com as Supremes).

Outra música bacana dela foi a versão que fez de “Keep the customers satisfied” de Simon & Garfunkel, aqui no programa Beat Club da TV alemã:

No final da déada de 60 e início dos 70, Marsha vive o ápice de sua carreira como cantora, atraindo os olhares de Mick Jagger, com quem teve um tórrido romance e também uma filha, Karis Jagger.

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Mick não assumiu a filha de primeira, mas com o tempo, acabou assumindo a paternidade e ajudando a filha financeiramente.

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Inclusive a música “Brown Sugar”, lançada em 1971, foi feita pelos Stones em homenagem a Marsha Hunt (só por isso, ela já teria seu lugar ao sol na cultura pop).

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Ela seguiu gravando durante os 70’s, sendo que uma de suas músicas mais animadas é “(Oh No) Not the Beast Day”, que não faria feio em nenhum set de pista animada hoje em dia.

Em 1972, ela canta no programa italiano, “Teatro 70”, interpretando “Lonesome Holy Roller”, outro soul/funk de respeito:

Neste mesmo ano, ela participa de seu primeiro papel no cinema, numa pequena aparição em “Dracula A.D. 1972” (Drácula no mundo da minissaia), com o recentemente falecido, Christopher Lee.

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A carreira de Marsha era mais apreciada na Europa do que nos EUA e foi lá que ela fez o seu nome.

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Com o final da década de 70, Marsha ainda se lança como cantora disco, em álbum produzido por Pete Bellotte (famoso colaborador de Giorgio Moroder e Donna Summer).

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O hit do álbum era a dançante “On the other side of midnight”:

A partir dos anos 80, Marsha deixa a carreira de cantora de lado e se reinventa como documentarista e escritora.

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Em 2005, ela lançou sua autobiogafia, “Undefeated”, onde recriou para a capa a sua famosa foto dos anos 60, clicada pelo mesmo fotógrafo.

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No livro ela conta sua dura batalha contra um câncer de mama, sendo que ela teve que retirar um de seus seios.

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Marsha, além de corajosa, lutadora, arrasou na música, não se entende por que ela não estourou como cantora, pois além de um talento inegável, seu visual é demais! Ela confirma a premissa de que “Black is beautiful”.

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TODAY’S SOUND: BOBBY WOMACK POR ARTHUR MENDES ROCHA

Outro importante artista que perdemos recentemente foi Bobby Womack, uma verdadeira lenda do soul music e que nos últimos anos de sua vida continuou compondo, cantando e tocando brilhantemente.

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Womack nasceu de uma família muito pobre, não tinha quase o que comer e dividia a cama com mais dois irmãos, mas através de sua dedicação à música (e seu talento), ele conseguiu vencer as dificuldades. Seu pai possuía um violão e foi através dele que Womack foi treinando e conseguindo tocar blues, soul, country e até música clássica.

bobby3 Não demorou para que ele se unisse aos irmãos e cantassem e tocassem em igrejas gospel, ficando conhecidos como The Womack Bothers. Mas a sua grande chance aconteceu quando o pai conseguiu um contrato para que eles abrissem para o The Soul Stirrers, em 1956.

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O vocalista do Soul Stirrers era Sam Cooke e foi ele que deu o maior apoio aos meninos Womack, conseguindo que eles abrissem os shows da turnê das Staple Singers.

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Seu irmão Curtis (do duo Womack & Womack) tinha a voz mais suave, mas Bobby tinha mais carisma e voz de barítono. Foi Cooke que os aconselhou na transição do gospel para a soul music, assinando com eles na sua gravadora SAR e mudando seu nome para The Valentinos.

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Sam Cooke e ao fundo na guitarra, Bobby Womack

Em 1962, eles reescrevem um de seus hits de gospel como ‘Lookin’ for a love” (regravado pelo J. Geils Band) e tem um de seus primeiros sucessos soul, com produção e arranjo de Cooke.

Em 1964, Bobby e sua cunhada Shirley compõem e gravam a canção, ‘It’s all over now”, um blues-country que falava do término de um caso de amor.

Quando a canção vinha conquistando as paradas, esta acaba sendo gravada pelos Rolling Stones, que atingem o primeiro lugar. No começo, Bobby ficara revoltado com a gravação, já que achava que os Stones haviam se apoderado de sua música, mas quando começou a receber os cheques com os lucros da música, ele acabou aceitando.

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The Valentinos também acabam abrindo shows para James Brown e sua banda. Bobby vem de uma época de ouro do soul, já que dividia palcos e festivais com artistas como Marvin Gaye, Tammi Terrel, Jackie Wilson, Otis Redding, entre outros. Porém, com o assassinato de Sam Cooke, o The Valentinos fica sem gravadora e sem seu mentor e acabam terminando.

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Bobby se emprega como músico na banda de Ray Charles, onde ficará de 1965 a 1968. Logo após a morte de Cooke, ele consola e acaba casando com sua viúva, Barbara, gerando a ira de seus colegas de soul e tendo que se mudar para Memphis.

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Ele também participa como músico em álbuns de Aretha Franklin (como ‘Lady Soul”) e Dusty Springfield (“Dusty in Memphis) e escreve também para Wilson Pickett (em músicas como “I’m a midnight mover” e ‘I’m in love”).

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Finalmente em 1968, ele grava seu primeiro álbum solo, “Fly me to the moon”, onde ele obtém o seu primeiro grande hit com uma regravação de “California Dreamin’” (do Mama & the Papas).

Bobby colaborou com seu amigo Sly Stone no álbum “There’s a riot goin’ on” e também com Janis Joplin, no álbum ‘Pearl”, onde ela gravou “Trust me”, de autoria dele.

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Bobby com Sly Stone

Nesta época, ele se envolve com drogas, incluindo cocaína, pílulas, além de beber muito. Em 1971, ele lança o álbum ‘Communication”, disco que incluía o hit “That’s the way I feel about cha”:

O disco atingiu o quinto lugar na parada R&B da Billboard e ainda originou outra conhecida música dele,“(If you don’t want my love) give it back”, com backing vocals de Pam Grier (atriz dos filmes blaxploitation), entre outras:

Em 1972, ele lança ‘Understanding”, álbum cujo destaque era “I can understand it”, que virou um hit dos clubs de soul e gays da era pré-disco e foi regravado pelo New Birth:

Outra música do disco era “Woman’s gotta have it”, que atingiu o primeiro lugar da parada R&B.

Logo em seguida, ele lança outro clássico: a trilha de ‘Across 110th Street”, filme de blaxploitation cujo tema principal foi (re)utilizado por Quentin Tarrantino no filme “Jackie Brown” (com sua amiga Pam Grier) e mostrou às novas plateias a genialidade de Bobby Womack.

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Abaixo ele interpreta a música, falando antes com seus fãs, no programa Soul Train:

Em 1974 ele regrava o antigo sucesso dos Valentino, ‘Lookin’ for a love”. O single acaba sendo um de seus maiores hits, chegando ao 10º lugar da parada da Billboard.

No mesmo ano, ele perde seu irmão Harry e entra num período de depressão, quando grava álbuns que não fazem sucesso. Ele opta por não gravar mais álbuns até o final da década, apenas participando de álbuns de Ronnie Wood (‘Now look”), Wilton Fedler (dos Crusaders), entre outros.

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Womack com Ronnie Wood

Nos anos 80, ele volta a gravar com o disco “The poet”, cujo single “If you think you’re lonely now” atinge o terceiro lugar da parada R&B e ele passa a ter reconhecimento na Europa também.

Durante os anos 80, ele irá gravar mais participações, mas seu vício em drogas o impede de se dedicar à sua carreira e ele vai para um centro de reabilitação. Um dos motivos mais fortes deste vício foi a morte de seus filhos, Truth (em 1978) e Vincent (em 1986).

Bobby Womack com Michael Jackson

Bobby Womack com Michael Jackson

Womack teve participação nos vocais da música “Harlem Shuffle”, dos Rolling Stones, lançada em 1986. Ele voltará a gravar um álbum somente em 1989, com ‘Ressurection” e novas participações em discos como de Todd Rundgren, Van Morrison e Wu-Tang Clan.

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Nos anos 90 e início dos 00, ele enfrentará diversos problemas de saúde como Alzheimer, diabetes e câncer. Bobby foi um guerreiro, conseguindo vencer o vício e os problemas de saúde e volta com participação especial na música do Gorillaz, ‘Stylo”.

A canção acaba sendo um revival em sua carreira, pois passa a ser conhecido por uma nova geração e assina com o selo XL Recordings (selo de música eletrônica que lançou entre outros The Prodigy).

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Pelo selo ele lança “The Bravest man in the universe’, com produção de Damon Albarn (do Blur e Gorillaz) e Richard Russell (dono do selo). Uma das faixas é uma colaboração com Lana Del Rey, “Dayglo Reflection”.

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Womack com Damon Albarn

Abaixo um vídeo com a música-título do álbum (com Albarn) e a música com Lana:

Em 2013, a BBC Four lhe dedicou um documentário, “Across 110th Street”, que pode ser visto no youtube:

Há a promessa do lançamento de um disco póstumo, “The best is yet to come”, que deve contar com participações de Stevie Wonder, Snoop Doggy Dog, Eric Clapton, entre outros, mas até agora nada.

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Womack faleceu aos 70 anos, no ano passado; seu legado foi de uma das vozes mais características do soul, com seu timbre especial, o groove de suas produções e arranjos – ele participou ativamente para tornar o soul um dos ritmos mais apreciados em todos os tempos.

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TODAY’S SOUND: PAMELA DES BARRES POR ARTHUR MENDES ROCHA

Esta semana falaremos das groupies, que como o próprio nome já diz, são aquelas que passam seu tempo com um “group” (grupo), ou seja, as tietes, fãs dos artistas de rock e pop que faziam de tudo para chegar perto de seu ídolo e inclusive transar com eles. A nossa primeira escolhida é a mais famosa de todas: Pamela Des Barres!

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Quando garota, ela sonhava com Paul McCartney, até conhecer os Rolling Stones e passar a fantasiar com Mick Jagger (o qual conheceria mais tarde).

Pamela tem uma trajetória interessante, já que estava na hora e no lugar certo: era linda, jovem e se encontrava na Califórnia de meados dos anos 60, quando bandas como Led Zeppelin, Rolling Stones, The Doors, The Byrds e outros, dominavam a cena.

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Pamela é puro rock n’ roll, pois ela estava no palco, junto dos artistas em shows dos Stones, do The Who, de Jimi Hendrix, do Led Zeppelin…

Inclusive ela teve um personagem de cinema baseado na vida dela: a groupie Penny Lane, vivida por Kate Hudson no filme “Almost Famous” (Quase Famosos).

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Ela iniciou sua vida de groupie ao se formar no ginásio, em 1966, quando passou a morar perto da Sunset Strip, em Los Angeles, o local das melhores casas noturnas da época (como o Whisky à Go Go) e onde os roqueiros freqüentavam.

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Tudo começou quando um colega de colégio a apresentou para o seu primo, que nada mais era do que o Captain Beefheart, amigo íntimo de Frank Zappa e de vários músicos da época.

Ao conhecer Zappa, este não quis trair sua esposa e a convidou para ser babysitter de seus filhos (Dweezil e Moon), além de a convidar a participar de seu filme, “200 Motels”.

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No set de filmagem, ela conheceu Keith Moon, o louquíssimo baterista do The Who, figura lendária do rock, que aprontava de tudo, adorando se vestir de mulher, jogar carros na piscina, entre outras coisas.

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Moon e Pamela ficaram bem próximos, ele a levava para comprar discos, convenceu-a de se inscrever no SAG (Screen Actor’s Guild), mas a vida de excessos tirou cedo a figura dele de cena.

Uma de suas maiores conquistas foi Jimmy Page, com os qual teve uma forte relação tanto sexualmente quanto de amizade. Os dois se conheceram numa boate, Jimmy pediu seu número de telefone e os dois namoraram durante o ano de 1969.

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Nas festas que o Led fazia em L.A. , Pamela era sempre requisitada, reunindo um grupo de amigas groupies,  além de ter livre acesso ao tão disputado backstage, bem como os camarins dos astros, ficando amiga de toda a banda.

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Com o Jimi Hendrix Experience, ela se envolveu com o baixista Noel Redding, freqüentando o show da banda que iniciava e arrependeu-se de não ter transado com o próprio Hendrix, já que oportunidades não faltaram.

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Ela também ficou íntima de seu maior ídolo: Mick Jagger e segundo ela, acabou ficando com ele justo na noite mais difícil para ele, quando um Hell Angel matou um fã num concerto dos Stones em Altamont, em 1969, que entrou para a história. Mick teria feito um ménage a trois com ela e mais uma integrante do Mammas & Pappas (que só poderia ser Michelle Phillips).

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Além disso, em 1971, quando estava em Londres, Mick deu uma carona para ela em seu Bentley e lhe mostrou lugares que gostava na cidade, sempre a chamando de “Miss Pamela”.

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Outro detalhe legal da vida de Pamela é que Zappa a encorajou a montar uma banda, The GTOs (Girls together outrageously), o primeiro grupo composto por groupies e que misturavam música, performances, poesia e mais.

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Porém o GTO só durou um disco, “Permanent  Damage”, de 1969, que teve participação de Rod Stewart, Jeff Beck, Aynsley Dunbar, entre outros, além da produção de Zappa, mas que não rendeu nenhum hit. Abaixo podemos conferir a música “I’m in Love with the ooo-ooo man”:

O grupo acabou se dissolvendo logo após o lançamento do álbum, ocasionado pelas prisões de suas integrantes, que foram pegas com drogas.

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Sua vida de groupie acabou quando ela se casou, em 1977, com Michael Des Barres, que apesar de não ser famoso, era roqueiro, teve uma banda, Detective e chegou a substituir Robert Palmer na turnê do Power Station. Eles se divorciaram em 1991.

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Em 1987, Pamela lançou o seu primeiro livro de memórias, “I’m with the band” e tomou gosto pela escrita, tendo lançado mais três livros: “Take another piece of my heart: a groupie grows up” (1993), “Rock Bottom: dark moments in music babylon” e “Let’s spend the night together: backstage secrets of rock muses & supergroupies” (2007).

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Porém, o próprio Jimi Page, quando soube que ela iria lançar um livro contando os bafos, ameaçou de processá-la, isto que eram amigos até então. Page tinha medo que ela contasse coisas como seu envolvimento com magia negra e a mania que tinha de pedir ás garotas que o deixassem chicoteá-las.

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Para saber mais da vida de Pamela e de algumas groupies famosas, sugiro conferir o documentário da VH-1, “Let’s spend the night together: confessions of rock’s greatest groupies”, lançado no ano passado. No doc, a própria Pamela nos guia em busca das groupies, contando histórias curiosas e divertidas, como podemos ver abaixo:

Ela também participou do programa “Richard E. Grant’s Hotel Secrets”, apresentado pelo ator inglês Richard E. Grant (de “Whitnall and I”), onde conta alguns segredos dos quartos de hotéis onde atendeu alguns rock-stars:

Como bem ela define no documentário: “nós éramos o sexo, do “sexo, drogas e rock n’ roll”.

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