Época de Helicônias Rostratas! Viva o feriado! #heliconia #heliconiarostrata #nofilter #feriadoRetrato de Richard Avedon mostra o maior bailarino de todos os tempos, o maior mito, o maior... 😉
O restante da imagem do grande Nureyev, está no link: www.japagirl.com.br/blog/sports-i-love/todays-sound-rudolf-nureyev-por-arthur-mendes-rocha/Orquídea #brassia primeira florada comigo! #orquídea #brassiaverrucosaImagem de Brassaï (1899-1984) Margot Fonteyn vestida em seu tutu, se olha no espelho de seu camarim, 1949
Mais no site: www.japagirl.com.br/blog/sports-i-love/todays-sound-margot-fonteyn-por-arthur-mendes-rocha/Época de #orquídea #Zygopetalum"...grandes bailarinos não são grandes por causa de sua técnica, eles são grandes por causa de sua paixão." Martha Graham hoje no site: www.japagirl.com.br/blog/sports-i-love/todays-sound-martha-graham-por-arthur-mendes-rocha/Boa segunda! Boa semana! #Íris #brinco-de-princesa #nofilter"You were wild once.
Don't let them tame you."
Isadora Duncan hoje no site:
www.japagirl.com.br/blog/sports-i-love/todays-sound-isadora-duncan-por-arthur-mendes-rocha/First & Always @alexandreherchcovitch 💋Bom dia com a paixãozinha da America elétrica, filha de @daniela54321 Posso passar a vida olhando pra essa carinha ❤️

                
       





















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TODAY’S SOUND: FRANK ZAPPA POR ARTHUR MENDES ROCHA

Mr. Frank Zappa merece todo nosso respeito: rock star, criador de paradigmas musicais, atento a todas as revoluções estilísticas da música, foi sempre um inovador e sempre acreditou no que fazia.

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Zappa nasceu em Baltimore, nos EUA, seus pais eram de origem italiana, teve muitos problemas de saúde quando criança (ele sofria de renite).

Ele era multi-talentoso, conhecida pencas de engenharia de som, era produtor, um grande talento, mas que nunca fez um super sucesso comercial, sua música é mais experimental, mais densa e, portanto, de mais difícil assimilação.

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Zappa conhecia muitos compositores clássicos, ele curtia as vanguardas musicais seja no rock, jazz, música instrumental, portanto seu estilo musical englobava várias vertentes.

Sua predileção por sons mais obscuros, o levaram a gostar de artistas de avant-garde, seja o compositor clássico Edgar Varèse ou de grupos de R&B e doo-wop, além de muito jazz moderno.

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Incompreendido por uns, amados por outros, Zappa tinha um posicionamento político e social importante, ele apoiava as liberdades,como o direito à liberdade de expressão, odiava a igreja católica (que para ele estimulava a ignorância intelectual e política) e desprezava a censura.

Suas músicas geralmente são longas, muitos solos de guitarras, vocais despachados, direto ao ponto mesmo; ele não tinha medo de dizer o que pensava.

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Não é por nada que Zappa era admirado pelos mais diferentes músicos, que tinham nele um artista de conceito, que realmente ia a fundo em suas pesquisas, sua música era curtida pelos apreciadores da música mais “cabeça”, tendo gravado mais de 30 álbuns em sua carreira.

Tudo começou nos anos 60, com o grupo The Mothers of Invention, onde Zappa ousou as mais diferentes colagens de som em uma época em que os hippies curtiam rock psicodélico ou estilos mais tradicionais, ele já estava em outro estágio.

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Na verdade, ele era mais bem compreendido na Europa, onde era mais admirado e considerado um artista de vanguarda, fundamental para a música do século XX.

Zappa fez amizade com Captain Beefheart, com quem trocava experiências sonoras, discos, influenciando um ao outro.

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Seu primeiro disco com o Mothers foi “Freak Out”, até hoje considerado um de seus clássicos e era adorado pelos freaks de plantão de lugares como L.A.

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No decorrer dos anos 60, ele e sua banda vão lançando trabalhos cada vez mais inovadores e cheios de propostas diferentes para a época, tais como o uso de temas orquestrais, falações no meio das músicas, diálogos improvisados e mais.

Um de seus pontos altos foi o disco “We’re in it for the Money”, uma forte crítica ao movimento hippie e na qual fez uma paródia da capa de Sgt Peppers dos Beatles.

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Outra das inovações técnicas de Zappa foi incluir em uma mesma faixa, diversas versões da mesma interpretadas em diferentes lugares e que depois eram “coladas” formando uma faixa só, como “King Kong”:

No final dos 60’s, Zappa era procurado por diferentes artistas para que ele os produzissem, é o caso de Alice Cooper, seu amigo Captain Beefheart e até o comediante Lenny Bruce (tema do filme “Lenny” de Bob Fosse).

O Mothers acaba se desfazendo no final da década e Zappa lança com sucesso o seu primeiro álbum “Hot Rats”, álbum considerado precursor do jazz-rock-fusion.  Um dos destaques era “Peaches en Regalia”:

Em 1970, ele forma uma nova versão do Mothers (desta vez sem o Invention) incluindo George Duke (recentemente falecido), Ainsley Dunbar, três membros do The Turtles, além de seus antigos companheiros Ian Underwood e Jeff Simons.

Em 1971, ele co-dirige o filme e lança o álbum duplo “200 Motels”, filme anarquista sobre a rotina de um rock star e sua banda, com participação de Ringo Starr, Keith Moon (do The Who), Teodore Bikel, Motorhead, entre outros.

Durante os anos 70, ele lançou vários álbuns importantes, fez turnês pelos EUA e Europa, além de ter a liberdade artística de puder lançar o que quisesse, apesar de que durante bom tempo, seu catálogo não esteve em seu poder, o que foi readquirido após a sua morte em 1992.

Em 1973, ele formou sua própria gravadora, a DiscReet Records, além de finalmente ter um álbum no top 10, “Apostrophe”, cujo destaque era “Don’t eat the yellow snow”:

O visual de Zappa já chama a atenção de primeira, pois ele é bem alto, sempre usando aquele bigodão, cavanhaque e cabelos compridos, que se tornaram sua marca registrada. Em termos de moda, ele era bem casual, muita calça jeans, camisas coloridas, suspensórios, enfim, ele era bem desencanado no seu look, o que importava era mesmo a música.

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Ainda nos anos 70, ele também se apresentou no Saturday Night Live cantando “Dancin’ Fool”, música mais pop se comparada ao restante de seu repertório, chegando ao top 50, e onde no final do vídeo, ele apronta uma das suas, convidando uma garota da plateia para transar com ele:

Esta música estava incluída no álbum de maior sucesso de sua carreira, “Sheik Yerbouti” e ele encerra década lançando outro disco muito bem conceituado “Joe’s Garage”, ambas lançadas pelo seu novo selo Zappa Records.

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Nos anos 80, ele continua lançando novos álbuns e também arranjando um tempinho para dar uma força na carreira de seus filhos: ele convida Moon Zappa para cantar em “Valley Girl” e ela também canta na faixa de seu irmão Dweezil Zappa intitulada “Let’s talk about it”.

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Mas seus filhos não despontam para o estrelato e Zappa continua testando seus limites, compondo álbuns com compositores clássicos como Pierre Boulez e novas versões para as composições de Francesco Zappa, compositor do século XVIII.

Até o fim de sua vida, ele continuou experimentando, com instrumentos inovadores como o Synclavier, uma espécie de sintetizador digital que permite utilizar o som de qualquer instrumento, ou seja, samplear.

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Em 1990, ele foi diagnosticado com câncer de próstata e veio a falecer três nos depois.

Até hoje a obra dele é admirada, estudada e sua família cuida para que os mais diferentes lançamentos cheguem a seus fãs, seja através da internet ou do relançamento remasterizado de seu catálogo.

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Today’s Sound: Prince por Arthur Mendes Rocha

Prince é um dos maiores talentos que a música americana já produziu: músico, compositor, performer, arranjador, ele é um legítimo showman.

Até hoje não entendo como Prince não tem a mesma fama de um Michael Jackson por exemplo, já que genialidade é o que não lhe falta.

Prince Rogers Nelson (seu nome completo) iniciou sua paixão pela música em Minnesota, aos sete anos de idade, quando compôs sua primeira canção.

Desde então, ele não parou mais, criando músicas, trilhas, lançando vários discos e se consagrando como um dos grandes entertainers americanos.

Prince chama muita a atenção por sua persona nos palcos: ele se veste de maneira extravagante, com modelitos incríveis, além de dançar de maneira bem sexy, rebolar, pular, gritar e até fazer amor com sua guitarra: sua performance é absurda.

Lembro que nos anos 80, quando ele aparecia com seus modelitos meio barrocos, com muitos brocados, rendas, babados e aqueles acessórios na cabeça, um franjão crespo por cima do olho, ele já chamava a atenção e já se destacava.

Prince lançou seu primeiro álbum, ‘For you”, em 1978. Mas foi somente com o segundo disco, simplesmente chamado “Prince” de 1979, que ele estourou com as músicas “Why You Wanna Treat Me So Bad” e “I Wanna Be Your Lover”, tendo esta última vendido mais de um milhão de cópias e ficado no número UM da parada de soul music:

Logo em seguida, em 1980, ele lança “Dirty Mind”, puxado pela música título e também por ‘Uptown”, que alcançou o quinto lugar na parada soul da Billboard. O disco foi todo gravado no próprio estúdio de Prince e já mostrava canções com forte teor sexual.

Na época, ele acabou abrindo a turnê de outro astro funk: Rick James, bem como fazendo sua primeira aparição no programa Saturday Night Live.

Em 1981, ele lança “Controversy’, cuja música título também se torna um sucesso, fazendo com que ele comece a fazer suas próprias turnês em universidades americanas.

No ano seguinte é a vez de “1999”, álbum duplo que originou a música título, além de mais dois hits: “Little Red Corvette” e ‘Delirious”, tendo o álbum vendido mais de três milhões de cópias e tornando o nome dele conhecido fora dos EUA.

Neste período, a banda que o acompanhava chamava-se Revolution, com destaque para suas musas Wendy e Lisa, que o acompanhariam em vários shows e apresentações.

Além disso, ele também apadrinha artistas como Vanity e seu grupo Vanity 6, além de Apollonia, outra de suas musas (e affairs).

1984 é o ano chave na vida de Prince, pois é aí que estoura mundialmente o álbum e o filme “Purple Rain’, vendendo mais de treze milhões de cópias, além de tornar Prince um ídolo e ainda lhe dar um Oscar de melhor trilha sonora. Nunca esqueço de como Prince foi receber o Oscar, vestido com uma capa de paetês, ele era o ídolo máximo na época:

A trilha rendeu mega hits como “When Doves Cry’, ‘Let’s go Crazy’ e a própria “Purple Rain”.

Era a primeira vez na história da cultura pop que um artista liderava as bilheterias no cinema e tinha um álbum também no primeiro lugar.

Logo após este sucesso todo, ele ainda lança mais dois ótimos álbuns: “Around the World in a Day”, que tinha como um dos sucessos a música “Rasberry Beret’ e seu colorido vídeo:

E depois “Parade”, que tem o seu hit mais conhecido: “Kiss”

Em 1986, ele inicia a turnê mundial ‘Hit n Run – Parade Tour”, mas logo ao término desta resolve dissolver seu grupo Revolution, demitindo Wendy & Lisa e substituindo-as por Bobby Z e Sheila E.

Depois da tentativa de lançar algumas músicas já feitas, ele acaba tendo que optar por lançar o álbum duplo ‘Sign “O” the  Times”, um brilhante trabalho encabeçado pela música título, além de ‘If I Was Your Girlfriend” e “U Got the Look “ (dueto com Sheena Easton). O disco também originou um show-doc que foi exibido nos cinemas e que possuía a energia de um show ao vivo.

Prince tem o seu próprio séquito, sejam seus colaboradores, músicos, estrelas, musas, mas ele exige dedicação e empenho total.

Além disso, Prince compôs músicas para vários artistas que vão desde Chaka Khan (I Feel for You) até Sinead O’Connor (Nothing Compares to You).

O próximo álbum dele seria o ‘Black Album”, álbum onde ele expermentou mais com ritmos como o hip-hop, mas que veio cercado de polêmcia, já que ele lançaria todo com a capa preta e acabou achando que o álbum era meio amaldiçoado, assim ele acabou sendo lançado em edição limitada e virou item de colecionador.

Em 1988, ele lança “Lovesexy”, um disco bem mais alto-astral que o Black álbum, mas que não teve tanto sucesso.

Logo em seguida ele é convidado pelo diretor Tim Burton para fazer a trilha da nova versão de ‘Batman”, que foi um estouro de bilheteria e a trilha atingiu o primeiro lugar em vendagens. O principal single era ‘Batdance”:

Eu cheguei a ver Prince ao vivo em Londres, na turnê Nude tour, desta vez a banda dele era a New Power Generation, sem Sheila E. e Cat, mas ele arrasava no palco com suas coreografias e movimentações, além de uma seleção de sucessos.

Depois da fracassada trilha e do filme “Graffiti Bridge”, ele concentra seus esforços no disco ‘Diamond & Pearls’, lançado no final de 1991 e com os hits ‘Get off’, “Cream”, entre outras:

Em 1993, Prince resolve trocar de nome e assinar como Love symbol (uma mistura dos símbolos sexuais masculino e feminino, conforme abaixo), o que causou muitos problemas em como se referir a ele, sendo assim a gravadora referia-se a ele como: “the artist formely known as Prince” (o artista que era conhecido como Prince) ou apenas ‘the artist’ (o artista).

Em 1995 ele até foi garoto-propaganda da Versace, já que sempre vestiu a etiqueta, além de ser amigo pessoal de Gianni e Donatella.

Depois desta mudança, Prince culpa cada vez mais a gravadora Warner pelas suas fracas vendas e acaba se desligando, depois de cumprir cláusulas contratuais em lançamentos de novos trabalhos.

Em 2000, ele volta a assinar Prince, está de gravadora nova (Arista), mas ele já não consegue emplacar hits como no passado.

Em 2004, ele se apresentou na entrega do Grammy junto com Beyoncé, cantando um medley de seus sucessos e com ótima repercussão:

No mesmo ano, ele lança ‘Musicology’, álbum que chegou a atingir o quinto lugar em vendagens.

Neste meio tempo, ele troca novamente de gravadora e desta vez vai para a Universal.

Em 2007, ele se apresenta no intervalo do Superbowl, um dos maiores eventos esportivos nos EUA e que escolhe a dedo os artistas que convida.

Seu trabalho mais recente é ‘2010”, lançado em 2010. Recentemente, ele esteve no programa de Jimmy Kimmel, conforme abaixo:

Prince é um dos poucos artistas a ter conquistado sete Grammys (e ser indicado mais de trinta vezes), quatro MTV Music Awards, além de vários BET awards (o prêmio da música negra), enfim, ele é um artista mega reconhecido pela sua contribuição inigualável no mundo da música pop.

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Today’s Sound: Klaus Nomi por Arthur Mendes Rocha

Uma figura completamente única na música, uma mistura de alienígena com voz de cantora de ópera, este era Klaus Nomi.

Klaus nasceu na Alemanha, onde desde cedo era um apaixonado pela música clássica, especialmente pelas divas de ópera.

Não demorou muito para que ele trocasse seu país de origem pela efervescente cena nova-iorquina de meados dos anos 70.

Lá ele conheceu vários artistas performáticos como Ann Magnuson, que lhe deu uma oportunidade de se apresentar no New Wave Vaudeville no Irving Plaza em NY em 1978:

Em um destes shows, ele foi convidado para se apresentar no Max Kansa’s City, onde fizeram um show centrado na figura de Klaus Nomi, um show de vanguarda, com figurinos absurdos e temática new wave, com muitas referências visuais de filmes espaciais dos anos 50.

Klaus tornou-se uma figura conhecida no underground nova-iorquino, colaborando com artistas como Joey Arias, Man Parrish (um dos pioneiros da música eletrônica), Kenny Scharf, entre outros.

Klaus Nomi e Joey Arias

Klaus passou a tocar nos clubs new wave da época como o Hurrah!, Danceteria, Mudd Club e até mesmo uma histórica apresentação na discoteca Xenon em 1980. Abaixo ele interpreta “Lightning strikes”:

Um de suas apresentações mais famosas foi quando ele tocou num evento na loja da Fiorucci (onde Joey Arias, um de seus backing vocals trabalhava) em NY nos anos 80, com a vitrine sendo ocupada por ele e dançarinos new wave, como vemos no vídeo abaixo:

Seus espetáculos eram altamente admirados pelos artistas de vanguarda da época, entre eles, David Bowie, que se apaixonou pelo show de Klaus, convidando-o a se apresentar com ele em uma aparição histórica no Saturday Night Live em 1979. O vídeo é excepcional, com aquelas figuras estranhas e Bowie vestindo um figurino dadaísta e interpretando “The man Who sold the world”:

Klaus estava à frente do seu tempo, seus shows eram muito modernos para a época, seu trabalho era muito requintado, cantando músicas em falsetto com uma voz digna de uma cantora de ópera e com bases no estilo Kraftwerk.

Sua aparição no SNL abriu-lhe as portas e assim ele viajou para vários lugares, incluindo o Japão, onde fez bastante sucesso. Um de seus hits era “Total Eclipse”:

As gravadoras não sabiam como classificar sua música: era new wave? Pop? Clássico? Klaus teve que dar uma suavizada em seus shows, passando a ter uma banda com músicos normais. No fim, o que acabou fazendo mais sucesso foram suas músicas em que privilegia o clássico, com bases mais euro-pop.

Seu figurino continuava bem extravagante, um de seus looks com um smoking triangular ficou bem famoso, completado por sua maguiagem branca, sem sobrancelhas e com a boca pintada de batom preto, imagem esta que estamparia a capa de seu primeiro disco gravado pela RCA francesa em 1981.

O mundo da moda parisiense descobriu Klaus quando este se apresentou em Paris, no Palace, rendendo-se à sua figura especial e altamente fashion.

Klaus chegou a lançar um segundo trabalho, “Simple Man”, cujo clipe vemos abaixo:

Infelizmente quando Klaus tornava-se mais conhecido, ele foi diagnosticado com Aids, isto em 1983, sendo uma das primeiras celebridades a padecer desta terrível doença.

Uma de suas últimas apresentações foi com a linda interpretação de “The Cold Song” de Purcell:

A obra de Klaus Nomi continua sendo admirada e reconhecida por um público ligado em inovações musicais.

Em 2004, ele foi tema de um excelente documentário (disponível em sua totalidade no youtube) chamado ‘Nomi Song”.

Depois de sua morte, foram lançadas coletâneas e discos ao vivo recuperando um pouco de seu legado.

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