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Sex Pistols – Japa Girl



























































                
       
















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TODAY’S SOUND: EXPO “PUNK – 1976-78″ POR ARTHUR MENDES ROCHA

Este ano, o movimento punk completa quarenta anos, e a British Library (Biblioteca Britânica) acaba de abrir uma exposição intitulada “Punk-1976-78”, com a exibição de várias memorabilias, sendo muitas delas inéditas, mostrando o impacto que o punk teve sobre a cultura, sociedade, música, moda e muito mais.

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Na foto à esq., entrada da exposição; na dir. foto da loja Sex em King’s Road

Como já foi divulgado, Joe Corré (filho de Malcom McLaren e Vivienne Westwood) pretende queimar toda a coleção punk que ele herdou, já que ele considera um absurdo o movimento virar mainstream, a ponto da Rainha dar a sua benção para as comemorações do punk este ano na Inglaterra.

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Contra ou a favor, Londres está se movimentando para realizar várias homenagens ao quarentão movimento punk e esta exposição da Biblioteca Britânica dá início a estas comemorações culturais.

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Detalhe da exposição

Assim, a Biblioteca vasculhou todo seu arquivo, incluindo fanzines, flyers, fotos, roupas, discos e muito material inédito para compor esta exposição, que parece ser extremamente bem curada.

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Além disso, a curadoria vai disponibilizar arquivos raros da Liverpool John Moores University, incluindo ítens como posters e roupas raras de “England’s Dreaming”: The Jon Savage Archives” ( Jon Savage é um dos maiores pesquisadores do punk, já tendo trabalhado em vários fanzines e revistas como Melody Maker e The Face, além de ter escrito “England’s Dreaming”, livro sobre a história do punk), “The Situationist International: John McReady Archives” (organização por trás do movimento francês de maio de 1968), “The Pete Fulwell Archive” (Fulwell foi um dos donos do Eric’s Club, famoso club de Liverpool onde várias bandas punks se apresentaram, e da pequena gravadora Inevitable) e “Adventures in Wonderland:The Falcon Stuart and X-Ray Spex Archive” (Stuart foi produtor de bandas como X-Ray Spex, Adam & the Ants, além de fotógrafo e cineasta).

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Entre os artefatos a serem exibidos estão:

- fanzines raros, de 1977, como ‘Sniffin’ Glue” (o primeiro fanzine punk) e “Anarchy in the U.K.” ( a primeira e única cópia do fanzine oficial dos Sex Pistols);

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- uma cópia rara do single “God Save the Queen”, nunca antes lançado, já que seria lançado pela gravadora A&M, que dispensou os Sex Pistols em uma semana;

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- posters, tickets e flyers do Roxy Club, em Convent Garden, Londres e do Eric’s Club, de Liverpool;

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Flyer do Roxy

- roupas originais da loja Sex, pertencente a Malcom McLaren e Vivienne Westwood, como estas t-shirts da foto abaixo:

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- a cópia pessoal de John Peel do single “Teenage Kicks”, do Undertones (que o cultuado programador Peel considerava uma de suas músicas favoritas do período);

- cenas do ainda inédito documentário “She Punks: Women in Punk”, sobre as mulheres que tocavam instrumentos em bandas punks, dirigido por Gina Birch (do grupo The Raincoats);

O grupo punk feminino "The Raincoats"

O grupo punk feminino “The Raincoats”

- uma parede recheada de capas de compactos de sete polegadas (7 inches), muitos deles inéditos e nunca lançados, já que eram produzidos pelas próprias bandas e não tiveram distribuição comercial.

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A expo pretende mostrar mais o começo do punk, como este movimento musical se transformou num marco da vida dos jovens da época, como a sociedade via os punks, incluindo vídeos e áudios que cobrem bem o período, como o vídeo abaixo com a apresentação completa do Sex Pistols no careta programa “Today with Bill Grundy” (a primeira aparição deles na TV inglesa com amigos que incluía uma Siouxsie Sioux descolorida):

Além disso, a expo preparou vários eventos incríveis, com conversas e debates de figuras essenciais para o punk, tais como:

- “An evening with John Lydon” – um encontro com Lydon, o líder do Sex Pistols e do PIL, que garante que esta será sua única aparição do ano, para falar sobre punk e responder perguntas da plateia;

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- “Me, Punk and the World” – conversa com Bernard Rhodes, figura lendária do punk, ele foi estilista a loja Sex, além de ter sido o manager do The Clash, The Specials, Dexy’s Midnight Runners e ter descoberto Lyndon e ter lhe arranjado a audição para ele participar dos Pistols;

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- “Buzzcocks in their own words” – debate com os membros originais do Buzzcocks, uma das bandas punks mais influentes, como Steve Diggle e Pete Shelley, além do empresário do grupo, Richard Boon;

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- “Stories from She Punks” – estórias interessantes sobre mulheres que participaram de bandas punks, como Tessa Pollitt (da primeira banda punk feminina, The Slits), mais Gina Birch (falando de seu doc), Helen Reddington (do The Chefs) e Jane Woodgate (do The Mo-Dettes”)

- ‘Punk Reggae Party: The Story of Rock against Racism” – painel que fala sobre racismo e a importância do reggae no punk ( falando da influência de Don Letts, já que ele apresentou o dub reggae para os punks através de suas discotecagens tanto no Acme como no Roxy).

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Bem, a exposição é imperdível para quem estiver ou for para Londres nesta época, já que ela fica em cartaz até 02 de outubro e o melhor de tudo: a entrada é gratuita!

 

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TODAY’S SOUND: NANCY SPUNGEN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nancy Spungen foi uma groupie que conseguiu fisgar o seu alvo, Sid Vicious; a vida dos dois virou filme, e ela foi tema de documentário que tenta explicar até sua misteriosa morte.

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Desde criança, ela teve um comportamento estranho, tendo sido diagnosticada como esquizofrênica aos quinze anos.

Ela foi expulsa de escolas, tentou roubar sua própria família, traficou drogas, aprontou de tudo um pouco até ser banida do estado do Colorado.

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Além disso, ela tinha uma péssima relação com sua irmã, chegou a tentar matar uma de suas babysitter, e tentou o suicídio, isto aos 14 anos.

Aos 17 anos, ela trabalha como stripper, além de correr atrás de várias bandas como o Aerosmith, Ramones, New York Dolls, Bad Company, entre outras.

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Nancy era o próprio bafo em forma de gente, mas tinha um charme que conquistou vários roqueiros até chegar em Sid.

Ela não chegava a ser bonita, era maltratada pela vida, não se cuidava, se vestia geralmente de preto, com muito couro, meias rasgadas, camisetas detonadas, roupas tigradas, maquiagem meio borrada, com olhos enfumaçados, boca com batom vermelho forte,  lançando moda entre as mulheres punks.

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Sua preferência era mesmo por roqueiros que aprontavam todas, que não estavam nem aí para nada.

Por se considerar deslocada, insatisfeita com a sociedade, Nancy acabou se identificando com o movimento punk. Na época que morava em um apartamento alugado pela mãe, ela recebia os punks e lhes oferecia comida.

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Em 1976, depois de causar em NY, ela resolveu mudar de ares e foi para Londres, tendo como principal objetivo pegar Jerry Nolan, o baterista do New York Dolls e do Johnny Thunders & the Heartbreakers.

Ela conhecia Linda Ashby, que morava com os Sex Pistols e acabou fixando residência por lá.

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Ela pensou em dar em cima de Johnny Rotten, mas este não teve o menor interesse por ela.

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Foi um passo para que ela se envolvesse com outro integrante da banda: Sid Vicious, o baixista dos Sex Pistols, o roqueiro mais trash dos últimos tempos, se injetava em banheiros fétidos, agredia quem bem entendesse, não tinha respeito por ninguém e ao mesmo tempo era o punk mais admirado do mundo.

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Apesar de toda banda ser contra o envolvimento dos dois, eles enfrentaram a tudo e a todos e eram apaixonados, se drogando juntos, vivendo do jeito que bem queriam e mais outra, eram celebridades do mundo punk.

O apelido pelo qual ela era conhecida, era “Nauseating Nancy” (nauseante Nancy).

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Apesar de ser detestada por vários, Legs McNeill (autor de “Mate-me se puderes”, a bíblia do punk) declarou sobre ela: ‘Nancy tinha uma destas paixões pelo rock & roll que poucas pessoas possuem. Ela sabia tudo sobre cada álbum. As groupies daquele tempo eram diferentes. Elas eram parte de uma cena. Todo mundo era tratado da mesma maneira. Os roadies eram tratados da mesma maneira que os astros do rock. As groupies eram tratadas como astros do rock. Tudo era muito democrático’.

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Reza a lenda que foi Nancy que apresentou a heroína para Sid e os dois acabaram vivendo intensamente o seu vício.

Além disso, havia sido ela que acendera o apetite sexual de Sid, ensinando a ele as mais diferentes posições e prazeres sexuais e criando nele a aura de sexy.

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Eles causavam por onde andavam e viviam brigando entre si, dizem que Sid batia nela com o seu baixo, era amor na base da porrada, no melhor estilo punk.

Londres acabou ficando pequena para os dois, que resolvem se mudar para NY e morar num dos lugares mais míticos de lá: o Chelsea Hotel.

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O Chelsea era o lugar para ver e ser visto, o lugar que reunia as pessoas mais interessantes, seja das artes, música, literatura, havia de tudo por lá; além de figuras da noite, traficantes, prostitutas, era o legítimo pardieiro, mas com muito estilo.

Para se ter uma ideia, o Chelsea era ou tinha sido habitado por pessoas como Patti Smith, Robert Maplethorne, Charles Bukowski, Bob Dylan, Janis Joplin, William Burroughs, Leonard Cohen, Tennessee Wiliams, Madonna, Nico, a lista é enorme.

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Ela chegou a ser banida da turnê que os Sex Pistols fizeram pelos EUA, pois não a aceitavam.

Até que esta história acabou tendo um fim trágico: em outubro de 1978, Nancy é encontrada morta no quarto deles no Chelsea, no banheiro, com uma facada no abdômen.

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O crime ganhou as páginas dos principais jornais do mundo e a polícia desconfiou imediatamente de Sid, de que ele havia assassinado sua própria namorada numa bad trip de drogas.

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Sid, sempre drogado, não lembrava de nada que havia acontecido e aceitou a prisão sem resistência.

Porém, a polícia não tinha provas contra Sid e ele acabou sendo solto depois de passar alguns dias na prisão.

Na prisão, ele escreve várias canções e poesias para Nancy, que nunca foram lançadas.

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Mas em 1979, Sid se suicida com uma overdose de heroína e morre aos 21 anos, no auge de sua juventude.

Ele deixou uma nota de que havia se matado para ser sepultado ao lado de seu grande amor, Nancy.

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Um ótimo documentário foi realizado sobre as reais causas da morte de Nancy e a mais plausível é a que aponta para um traficante que habitava o Chelsea e era presença constante no apartamento deles. O trafi havia dado uma dose de heroína quase pura para Sid e enquanto ele curtia sua viagem, o traficante matou Nancy e Sid só veio a perceber depois.

Ou, segundo a versão de Malcom McLaren: como o ap deles estava sempre com a porta aberta, um ladrão entrou e para se defender, pegou uma faca que ficava pendurada na parede do quarto de Sid e acabou dando uma facada em Nancy. Dinheiro acabou sumindo do apartamento deles.

Outra versão é de que Nancy havia escrito a sua mãe que não viveria até os 21 anos (ela morreu com 20 anos) e Sid morreu aos 21, coincidência?

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O filme “Sid e Nancy”, de 1985, estrelado por Gary Oldman como Sid e Chloe Webb como Nancy também é imperdível, foi dirigido por Alex Cox (de “Repo Man”) e é um dos melhores retratos sobre o amor louco e suicida dos dois.

Se Sid continuasse vivo, será que saberíamos o que realmente aconteceu? Será que os dois fizeram um pacto suicida? Estas e outras respostas permanecerão sem respostas.

 

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TODAY’S SOUND: MALCOM MCLAREN E LET IT ROCK NA ART IN POP

Podem chamá-lo de tudo – marqueteiro, aproveitador, ambicioso- mas uma coisa ninguém pode negar: Malcom McLaren era um visionário, tinha um senso fashion absurdo, era um pioneiro em vislumbrar o que a juventude procurava, em estar atento às tendências e comportamentos das novas gerações.

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Agora, finalmente, ele é o motivo de uma nova exposição intitulada “Let it rock: The look of music the sound of fashion”, que foi mostrada na Copenhagen International Fashion Fair e que agora será mostrada, em partes, no Le Magasin, em Grenoble, França, na mega exposição ‘Art in Pop”.

malcom - let it photo

A expo “Art in Pop” pretende mostrar a relação da música e das artes plásticas e nisto McLaren já havia pensado ao abrir sua primeira butique com Vivienne Westwood (então sua esposa) e que atendia pelo nome de Let it Rock.

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Já em 1971, McLaren e Westwood apostavam no que se transformou o conceito de pop-up store, pois ao abrir a Let it rock, eles acabaram por a transformarem com o passar dos anos e ir trocando seus nomes e propostas.

Assim, a Let it Rock começou apostando num look anos 50, da chamada tribo dos “Teddy boys” e foi evoluindo, foi modificando suas ‘instalações” para a abrigar a Too fast to live, too young to die, a SEX, a Seditionaires até chegar na Worlds End, lojas que inventaram o visual punk.

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Isto tudo ocorreu no mesmo endereço da King’s Road, 430, lugar mítico e que reunia as tribos mais esquisitas e atraentes da Londres dos anos 70 e 80.

Os curadores da expo são Paul Gorman (da revista Dazed & Confused) e Young Kim, a companheira de Malcom McLaren até o final e a responsável pelo seu ‘Estate”, ou seja, os direitos pelo seu legado.

malcom e kim

McLaren foi um ícone pop, ele merecia o mesmo patamar de um Andy Warhol, pois, além de ser o empresários dos Sex Pistols, ele fez e aconteceu na Inglaterra, tanto na música como na moda.

Ele lançou bandas como o Bow Wow Wow,  além de discos próprio cheios de contribuições de vários artistas; ele foi dos primeiros a misturar ópera com música pop (‘Madame Butterfly”no seu disco ‘Fans”), a tornar a dança Vogue um hit (com ‘Deep in Vogue”, muito antes de Madonna).

Além disso, ele fez um revival da chanson française, misturando-a com música eletrônica, no disco “Paris” onde canta com Catherine Deneuve:

A moda já estava no seu DNA desde cedo: sua mãe e seu padrasto possuíam uma marca feminina, a Eve Edwards, e seu avô era um alfaiate e tinha um ateliê na famosa meca da alfaiataria inglesa, a Saville Row.

Aos 16 anos, McLaren já frequentava diversas escolas de artes e seu senso já o dizia que misturar arte, música e moda daria algo bacana e inusitado.

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Na exposição podem sem vistos os designs que ele criou com Vivienne Westwood, além de posters, fotos, revistas e vídeos raros, bem como seus cadernos de anotações, muito material que permanecia inédito.

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Sua última companheira, Young Kim, fez um extenso trabalho de pesquisa para mostrar pela primeira vez um pouco mais da personalidade de McLarem, suas obsessões, suas ideias, seus interesses em movimentos como o punk, new-romantic, entre outros.

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A famosa butique Sex foi dos primeiros lugares a tornar o fetiche algo fashion, tirando-o dos guetos dos clubes pornôs e onde era proibido a entrada de menores de idade.

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Mclaren tabém foi dos primeiros a sacar o talento de uma nova geração de artistas de grafite como Keith Harring, Richard Hambleton e Dondi White, que criaram o visual do álbum “Duck Rock” de 1983.

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Um dos destaques era  “Buffalo Girls” (onde ele foi influenciado por Afrika Bambaata e a emergente cena hip-hop americana). Prestem atenção que no vídeo ele veste um chapéu como o que Pharrell Williams usou na entrega do Grammy deste ano:

 Malcon era um apaixonado pelo novo, assim ele experimentava com isto, se cercava de pessoas que o estimulavam, queria sempre estar criando algo inovador e isto o perseguiu até o fim de seus dias.

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Como ele declarou: “Eu sempre disse que o punk era uma atitude. Nunca apenas ter um corte moicano ou usar uma camiseta rasgada. É sobre destruição e o potencial criativo decorrente disto.”

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Suas lojas eram ponto de encontro das mentes mais criativas, suas criações tanto em t-shirts (como a icônica God save the Queen) como em filmes, clipes, álbuns, estarão para sempre marcadas no imaginário pop, que McLarem tenha seu reconhecimento em exposições como esta, que começa em 11 de outubro e vai até 04 de janeiro de 2015.

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