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Steve Jones – Japa Girl












































































    Encontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.

                
       
















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TODAY’S SOUND: THE GREAT ROCK ‘N’ ROLL SWINDLE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Esta semana, falaremos sobre os filmes punks e para iniciar nada melhor que “The Great Rock ‘n’ roll swindle” (A maior farsa do rock n’ roll), o filme que os Sex Pistols consideram uma grande armação de Malcom Mclaren, mas não tem como não se divertir com o tom debochado e as críticas à indústria fonográfica.

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O filme foi dirigido por Julian Temple, um dos maiores diretores de vídeoclipes de todos os tempos, responsável por clipes de Bowie, Stones, Depeche Mode, Sade e muitos outros.  Temple também dirigiu o longa “Absolute Begginers” e um outro documentários sobre os Pistols, “The filth and the fury”(uma espécie de resposta a Swindle).

O filme é um mockumentary, um misto de documentários e encenações que vão nos contando a história da banda, utilizando também animações, cenas de noticiários e muito mais, criando uma grande paródia.

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Ele conta a história de como os Sex Pistols se transformaram de uma banda que não sabia tocar direito (no filme falam que não sabiam tocar nada) a uma grande sensação mundial.

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O filme é narrado em grande parte pelo próprio “inventor” e empresário da banda, Malcom Mclaren, que fica dando as dicas de como fazer uma banda de sucesso em várias lições.

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Um dos pontos engraçados é o que ele conta como ele manipulou gravadoras como EMI, A&M, Warner para arrancar destas o máximo de lucro possível.

Além de Mclaren, o guitarrista Steve Jones também guia o filme como um detetive que quer descobrir a razão do sucesso dos Pistols e para isto enfrenta divertidas situações.

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O filme se passa exatamente quando John Lydon (o vocalista também conhecido como Johnny Rotten) havia saído da banda e esta estava para acabar, por volta de 1978 e foi lançado em 1980, quando a banda havia se separado.

John Lydon participou do início do projeto, mas acabou se retirando, recusando-se a participar. Assim, ele só aparece em imagens de arquivo e apresentações da banda previamente gravadas.

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Um dos pontos altos é o relato de como os Sex Pistols se aproveitaram do Jubileu da Rainha para fazer um show em um barco no mesmo dia e toda a controvérsia causada por eles, com incríveis imagens de todo este babado.

Foi justo neste momento que eles lançavam ‘God save the queen”, música esta que criticava a monarquia e que foi direto para o primeiro lugar da parada inglesa, sendo proibida de tocar nas rádios comerciais inglesas (já que a maioria eram ligadas ao governo).

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As animações são bem interessantes também, pois satirizam bem a época e as situações vividas pelos Pistols durante sua carreira.

É dado bastante destaque a como eles dominavam a imprensa londrina da época, chocando a todos por onde passavam e conquistando as manchetes dos principais jornais de fofocas como The Sun, Daily Mirror, entre outros.

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Ronald Biggs, o famoso ladrão do assalto ao trem pagador e que fugiu com a grana para o Brasil, sendo proibido de voltar à Inglaterra, tem papel de destaque no filme, já que dois dos integrantes dos Sex Pistols vão até o Rio para visitá-lo.

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Estas cenas no Brasil são bem divertidas, com eles participando do carnaval carioca, sambando com mulatas, andando de barco pelo Rio Amazonas e até gravando uma canção com Biggs:

Sid Vicious também tem importante papel, com várias cenas dele andando pelas ruas de Paris, fugindo da polícia, cantando uma prostituta (a qual ele atira uma torta na cara), como vemos abaixo:

Até culminar na cena em que canta “My Way” (famosa na voz de Sinatra) no Olympia:

Na trilha, diferente do filme, várias das canções da banda tiveram que omitir ao máximo a voz de Lydon (que já não estava mais na banda) e substituir pelas vozes dos outros integrantes da banda e até mesmo dos atores/personalidades convidadas para o filme.

Como é o caso de “Who killed Bambi’ na voz de Edward Tudor-Pole:

Também foram gravadas novas versões das músicas interpretadas por artistas de rua franceses (como “Anarchy in the UK”) e um medley de canções dos Sex Pistols interpretadas pelo grupo disco Black Arabs.

Outro detalhe é que o primeiro diretor contratado para dirigir o filme era Russ Meyer, o cultuado diretor de “Faster Pussycat, Kill Kill”,mas que ele teve que largar o projeto por impossibilidade de comunicação com a banda, além de diferentes pontos de vista.

Segundo o próprio Malcom: ‘Se você tem quatro artistas que não sabem tocar, por que não fazer um filme com quatro atores que não sabem atuar?”

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Na definição de Temple: “O filme é um documento vivo de seu tempo. É sobre toda a manipulação das coisas por Malcom e como uma coisa tão pura como o punk pode se estrepar de várias maneiras”.

Independente de toda polêmica, The Great Rock ‘n’ roll swindle é um filme que merece ser assistido para entender melhor todo o fenômeno que foi os Sex Pistols.

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TODAY’S SOUND: SHAM 69 POR ARTHUR MENDES ROCHA

Sham 69 é mais uma banda punk inglesa surgida em 1975, na primeira onda do punk e que tiveram sucessos nas paradas, além de influenciarem os movimentos como o Oi!

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Mesmo não tendo a imagem fashion de outras bandas punk ou não terem vindo de alguma escola de artes, o Sham 69 sempre foram do proletariado e nunca se envergonharam disto.

A banda trouxe para sua música, o canto das torcidas de futebol e até um certo populismo político, misturando punk com hard rock e com letras fáceis de serem assimiladas.

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Tudo começou em Surrey, na Inglaterra, pelo cantor e letrista Jimmy Pursey, que se inspirou num grafite para criar o nome Sham 69.

Pursey tinha a credibilidade das ruas, era um cara comum e da classe trabalhadora (working class) e por isto a geração jovem da época se identificou com o seu som.

A ele se juntaram Dave Parsons (guitarra), Albie Slider (baixo) e Mark Cain (bateria), esta era a formação clássica da banda e no começo mal sabiam tocar algum instrumento.

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No começo, a banda fez vários pequenos shows, abrindo para bandas como o Generation X (de Billy Idol) e até uma residência no clube Roxy em Londres, onde foi se tornando conhecida.

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Seu primeiro single de sucesso foi “I don’t wanna”, lançado apenas em 1977 pelo selo independente Step Forward e produzido por John Cale (do Velvet Underground).

A gravadora Polydor, de olho em sua crescente poularidade, assinou com eles e lançaram seu primeiro álbum no início de 1978, intitulado “Tell us the truth”, gravado metade em estúdio e metade ao vivo.

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Um dos destaques era a música “Borstal Breakout”:

Porém o estilo da banda acabaria voltando contra eles próprios já que esta “facilidade” de memorizar as letras e a atitude populista acabou por atrair os skinheads (tanto os de direita como os de esquerda) e grupos pró-violência gerando muitas brigas durante os shows.

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Os próprios membros da banda declaram que esta identificação dos skinheads  se deu totalmente por acaso, quando Pursey avistou um amigo careca na platéia e falou: “Skinheads are back” (Os skinheads estão de volta); foi o que bastou para a presença maciça nos shows seguintes da banda.

Seus shows acabaram virando o palco favorito para o grupo de extrema direita, e também racista, “National Front”; o que veio a se tornar uma imagem negativa para a banda.

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Mesmo com estes ocorridos e um novo integrante na banda, o Sham 69 lança seu segundo álbum, “That’s life”, com singles como “Hurry up Harry” e “Angels with dirty faces”, com a popularidade cada vez maior, impulsionada por shows e aparições no programa Top of the Pops:

O terceiro álbum vem com mais dois hits: “If the kids are united” e “You’re a better man than I”, que também arrebentam nas paradas:

Mas a banda vem tendo cada vez mais dificuldade de se apresentar em turnês depois de um show na Middlesex Polythecnic ,em 1979, que acabou em pancadaria.

Assim, seus membros e até mesmo o fundador da banda, Pursey, começam a procurar outros projetos.

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Em meados dos anos 80, com a fraca recepção do quarto álbum, Pursey resolve dissolver a banda e se lançar em carreira solo e também num projeto com dois dos membros dos Sex Pistols, Steve Jones e Paul Cook, denominado de “Sham Pistols”.

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O Sham Pistols acaba sendo um fracasso e, em 1987, Pursey e Parsons formam um ‘novo” Sham 69, com dois novos membros.

A banda teve várias formações e inclusive, durante um período, chegaram a existir “dois” Sham 69.

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Hoje em dia, Pursey garante ser o dono do nome Sham 69, recrutou seus velhos companheiros de banda e continuam a se apresentar em turnês pelo mundo.

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Today’s Sound: The Avengers por Arthur Mendes Rocha

Hoje falaremos de uma banda não muito conhecida, mas que causou grande impacto na cena punk: The Avengers.

The Avengers surgiu em São Francisco, Califórnia, em 1977, quando Danny Furious (baterista) e Greg Ingrahan (guitarra) convidaram Penelope Houston para ser a vocalista de uma banda que eles estavam montando.

Penelope entra para a banda e também compõe várias músicas, sendo umas das primeiras bandas punks com vocal feminino. Seus cabelos descoloridos, sua maneira de cantar possui a atitude feroz de Poly Stirene (do X-Ray Specs) e a sensibilidade poética/punk de Patti Smith. Segundo a própria Penelope: “nós tinhamos elementos de punk e rock n´roll melódico, letras inteligentes, performances vigorosas, boas composições, nós arrebentávamos!”.

A cena de São Francisco na época era tão produtiva como NY e Londres, como Greg Ingrahan lembra: “eles não tentavam ser como ninguém, eles faziam o que sentiam e não tentavam soar como os outros”. Musicalmente, o punk de SF era influenciado pelas dialéticas políticas do The Clash, mas menos estilizado.

Os Avengers destacavam-se dos demais grupos pela sua elaborada musicalidade, suas canções eram maiores e mais que três acordes, abrindo espaço para a experimentação.

O seu primeiro e único lançamento, enquanto em atividade, foi o EP ‘We are the one”, lançado pela Dangerhouse. O famoso primeiro álbum da banda, conhecido como álbum rosa, foi lançado apenas em 1982, quando a banda já havia terminado e ficou fora de catálogo durante muito tempo até ser relançado no ano passado.

Mesmo com o sucesso da banda, nenhuma grande gravadora da época queria contratá-los. A grande oportunidade dos Avengers foi ser a banda escolhida para abrir o último show do Sex Pistols no Winterland, em São Francisco, em 1978. Steve Jones, guitarrista dos Pistols, ficou tão impressionado com a banda que produziu uma sessão deles em estúdio.

Apesar de durar apenas dois anos, a banda tem um lugar especial na cena punk, sendo bastante cultuada e respeitada. Atualmente o The Avengers foi redescoberto e tudo o que eles produziram pode ser encontrado em compilações, álbuns ao vivo e bootlegs (ver o site da Penelope: www.penelope.net).

A banda voltou a se reunir a partir de 2004 para uma série de shows, aparecendo também como The Avengers. Penelope é hoje uma artista folk e continua gravando discos.

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