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stylist – Japa Girl












































































    About last night, Gabriel & Yasmin wedding.
Beauty & Hair @celsokamuraoficial 
Hair colour @evandroangelo 
Dress @reinaldolourencoEaster details...
Flower arrangements by @marcioslemeFeliz Lua Cheia de Outono com os melhores amigos da vida e nossos filhotes!!!
Flores babado do amor de @marcioslemeLandscape in progress 💚Após 3 décadas de cabelo muito longo, finalmente CORTEI!!! Vida nova 2017!!!
Gracias @celsokamuraoficial 💋🌹❤Melhor noite e som absurdo @djfelipevenancio  @djeducorelli @marcelona @melissadepeyre ❤❤❤ @club.jerome #toiletteMrs. JonesWhite Tiger & Black Jaguar 🌹🔫🌹🔫🌹 #gunsnrosesToilette tonight!Come on blood suckers!!!

                
       
















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LOUCURA DA NOBREZA – CHILLI BEANS

A Chilli Beans apresenta seu novo delírio. Nada mais nobre que esquecer a sanidade e abrir a cabeça para seus desejos mais perversos. Loucura da Nobreza. Ouro, libertinagem e imoralidade em uma edição super limitada.

Styling: Japa Girl – Produção de Moda: Beto Almeida – Direção: Zé Caporrino (Fracta) – Filme: Jordy  – Fotos: Lost Art (Ignacio Aronovich e Louise Chin) – Produção de Arte: Estúdio Xingú

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TODAY’S SOUND: MUSIC NATION BRANDY & COKE – DOC SOBRE UK GARAGE POR ARTHUR MENDES ROCHA

A revista Dazed & Confused se uniu ao Channel 4 para produzir uma série de 05 mini-documentários dentro do projeto Music Nation e cada um deles abordando movimentos musicais ocorridos na Inglaterra nos últimos anos.

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O resultado ficou muito bom e merece ser visto – esta semana falaremos de cada um deles iniciando por “Brandy & Coke”, cujo tema é o UK Garage.

O doc foi dirigido por Ewen Spencer, fotógrafo que trabalhava para a revista Sleazenation e que se apaixonou pelo ritmo nos anos 90, registrando os dançarinos, as pessoas que curtiam frequentar as noites dedicadas ao UK Garage.

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UK Garage ou Speed Garage (como também era denominado na época) foi um gênero musical surgido na Inglaterra no final dos anos 90 e cuja batida era uma mistura da house americana e ítalo house com a velocidade aumentada (daí o speed), mais a influência do drum & bass, além de batidas pesadas e com o baixo bem acentuado.

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Como vemos num dos depoimentos, o povo da cena não gostava do nome speed garage, preferia até acid garage, mas era uma maneira das gravadoras rotularem o gênero e lucrar com o mesmo.

Por volta de 1997/1998, este era o ritmo que dominava a juventude inglesa, que adora sair para dançar e se acabar nas pistas de dança; era uma cena que acontecia aos domingos, já que as licenças para sábado eram difíceis de serem obtidas. E outra: o movimento começou como uma extensão do que fazer após sábado à noite.

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Para ter uma ideia do tamanho da coisa, no réveillon de 1998 havia 49 eventos de UK Garage em Londres.

 O UK Garage originou-se também das pirate rádios (rádios piratas), como a Flex FM, algo muito forte na cultura inglesa e que determinou o gosto musical de toda uma geração.

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As pirate radios eram feitas por amantes da música cujo principal objetivo era criar uma cena, fazendo com que a música underground, tocadas nos clubs londrinos, chegassem ao maior número de ouvintes.

Um dos grandes hits do UKG foi “Gabriel” de Roy Davis Jr.:

Tudo começou no sul de Londres, um grupo de DJs, produtores, MCs, começaram a produzir este som bem sujo, mais do gueto mesmo, feito na maioria por negões que tem a música na alma, com pitadas de jungle, ragga, música caribenha, reggae entre vários outros ritmos e culturas.

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O doc mostra um pouco desta cena, é rápido de ver, com duração de 23 minutos, e pode ser assistido abaixo:

 

“Brandy & Coke” traz depoimentos de pessoas fundamentais do UK Garage como Matt ‘Jam” Lamont, produtor que junto com Karl “Tuff Enuff” Brown criou o hypado duo Tuff Jam, que tantos hits produziu na época como “Never gonna let you go’ com os poderosos vocais de Tina Moore:

Além dele, também dão depoimentos Craig David, outro artista que bombou na época, Mighty Moe, Kano, MC Creed, Mike ‘Ruff Cut” Lloyd, DJ Smokey Bublin’, Scott Garcia, cuja música ‘London Thing’, tendo nos vocais MC Styles, nos transporta bem para toda a cena UK Garage, incluindo algumas cenas dos clubs, proclamando que isto era uma coisa de Londres:

Outra música presente no doc é “Black Puppet” de Noodles (que também assina como Groove Chronicles):

Outro fator fundamental no UK Garage é o visual para frequentar as noites, o povo se montava em “fancy lothes” de grifes como Versace, Moschino, Dolce & Gabbana, Patrick Cox, entre outras, muitas vezes os homens usavam paletós, camisas sociais, enquanto as mulheres se montavam em vestidos colados, calças jeans coloridas, mocassins, era uma reação ao estilo ‘baggy” usado pelos ravers.

UKG by Ewen Spencer

 

O drink da noite era champanhe, uísque, tudo era meio ostentação mesmo e atraía muitas mulheres, era uma cena bem hetero e com poucas drogas (no começo).

Lembro que quando estive em Londres em 1997, a princesa Diana havia falecido no dia anterior, era domingo à noite e eu queria muito ir a Twice as Nice, uma das noites mais famosas do gênero, cujo club era comandado por Steve Gordon e ficava em Vauxhall.

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Ao chegar lá, me deparei com as pessoas abaladas com a morte de sua princesa, mas também querendo se divertir, a música era dark, a batida rápida, mas o ritmo extremamente contagiante e grooveado e os negões dando shows na pista; não tive dúvidas e me juntei a eles e dancei até a noite acabar.

A Twice as Nice era uma evolução do Gas Club, fazia fila na porta, era reverenciada nas revistas de comportamento como a The Face (que deu a capa para o UK Garage), além de ser frequentado por Dave e Victoria Beckham, Jay-Z, Wesley Snipes, Jennifer Lopez, entre outras celebridades.

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Outro sucesso também presente na trilha do doc é “Love Bug” de Ramsey & Fen, que nos conquista com seu groove e os vocais de Lynsey Moore:

Várias outras noites também foram surgindo como a Cookies & Cream, Exposure, Garage Nation e muitas outras, até que o gênero virou mainstream e acabou cansando.

Outra razão para que a cena ficasse desgastada foi o aumento da violência, além das brigas de gangues, bem como o fim das pirate rádios, já que eram ilegais e não demorou para que a polícia acabasse com a festa.

UKG by Ewen Spencer

 

Mas aos poucos o UK Garage vai tendo seu revival, ainda misturado com outras cenas, mas velhos rostos vão reaparecendo e a música vai sendo renovada, muitas fotos bacanas (inclusive a maioria deste post) são do livro “UKG” e foram clicadas por Spencer, que lançou o livro pela editora GOST.

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TODAY’S SOUND: JANE BIRKIN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Jane Birkin é atriz, cantora, diretora, foi símbolo sexual nos anos 60, musa de Gainsbourg, se dedica a causas humanitárias e até virou nome de bolsa.

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Jane nasceu na Inglaterra, filha de  June Campbell, atriz inglesa de teatro e de David Birkin, que era comandante da Marinha e ajudou a  resistência francesa.

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Com 17 anos, Jane estreou em uma comédia musical no teatro chamada “Passion Flower Hotel”, cuja trilha era assinada por John Barry, que viria a se tornar um célebre compositor de trilhas sonoras para o cinema, como a dos filmes de James Bond.

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Não demorou muito para que os dois se envolvessem e casassem logo em seguida, tendo uma filha, Kate (falecida recentemente).

A jovem Jane chamava a atenção pela sua beleza, sendo a típica garota inglesa descolada.

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Aos 20 anos, Jane foi escolhida para fazer uma ponta no filme”Blow Up” de Antonioni, que mostrava nas telas a swinging London e seus jovens cheios de atitude.

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Jane tem um papel pequeno, ela é uma das garotas que se envolvem num ménage a trois com David Hemmings, que faz o fotógrafo de moda no filme.

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Logo em seguida, Jane faz mais um filme mostrando a Londres desta época, “Wonderwall”, no qual faz o papel de uma modelo, chamada Penny Lane, que vira a obsessão de um cientista que é seu vizinho.

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 O filme não teve muita repercussão, mas ficou famoso pela sua trilha composta por George Harrison e na qual Jane canta “Black…White”:

O tipo físico de Jane, meio dentuça, com um ar angelical e ao mesmo tempo safado, um misto de menina e mulher, sua magreza, seus cabelos lisos com franja, sua boca sensual, seus olhos verdes, acabam por lhe render a atenção da mídia da época, sendo convidada para fotografar para Vogue ou sob as lentes de David Bailey.

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Em 1969, ela faz um teste para um papel na produção francesa “Slogan”, que seria estrelada pelo astro da canção francesa, Serge Gainsbourg.

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Gainsnbourg, estava num momento baixo-astral, havia terminado um affair com Brigitte Bardot e, vendo que Jane era inexperiente, a humilha, levando-a às lágrimas, mas ao mesmo tempo, sentindo-se atraído por sua beleza e jovialidade.

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Assim, eles colaboram na canção-tema do filme, “La chanson de Slogan”, a primeira de uma série de canções que os dois cantaram juntos. Abaixo algumas cenas do filme, no qual já notamos uma intimidade bem forte entre eles:

Assim começava o romance dos dois, Jane se separa de Barry e passa a viver um tórrido romance com Gainsbourg.

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 O ano de 1969 nunca mais seria o mesmo depois que os dois gravam “Je t’aime…moi non plus”, canção feita originalmente para Bardot e que causou escândalo no mundo inteiro, sendo banida pelo Vaticano e pela BBC, que se recusou a incluir em sua programação.

Esta polêmica só ajudou, a música virou um clássico da música erótica, com a ajuda dos sussurros de Jane, vendendo mais de um milhão de cópias.

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O álbum que incluía a canção também foi um sucesso, e incluía uma música feita especialmente para ela, “Jane B”:


E também “69 Année érotique” e “La Ballade de Johnny Jane”:

Jane e Serge eram o casal do momento da virada da década de 60 para a de 70: eles não tinham pudores em demonstrar seu amor na frente de todos, tudo que faziam virava notícia, seu jeito de vestir, especialmente o de Jane com vestidos curtíssimos, transparentes, viravam moda.

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O vestido de crochê causou sensação na época.

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Seu álbum seguinte, “Histoire de Melody Nelson”, de 1971, foi marcante, já que contava a história de um homem mais velho que atropelava uma garota e daí iniciava-se um romance entre eles. O álbum foi um dos primeiros álbuns conceituais, hoje é considerado um clássico da música francesa. Vale a pena conferir o mini-filme de quase meia-hora com Serge e Jane:

Histoire de Melody Nelson – Serge Gainsbourg from LeGouter on Vimeo.

Os dois também lançaram a linda “La Décadanse’ em single, mas que não teve o mesmo sucesso de “Je t’aime..”:

Também em 1971, ela dá a luz a Charlotte Gainsbourg, hoje uma conceituada atriz e cantora.

Nos anos seguintes, Jane participou dos filmes ‘La Piscine”, ao lado de Alain Delon e Romy Schneider;  “Je t’ aime moi non plus” (dirigido por Gainsbourg) com Joe Dallesandro e no qual ela faz uma garota com jeito de menino que se intromete em um relacionamento gay, “Don Juan were a woman”, com Brigitte Bardot; entre outros.

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Seu primeiro álbum solo foi lançado em 1973, “Di Doo Dah”, inluindo a canção título:

O relacionamento de Jane e Serge durou 13 anos, ele é considerado o seu mentor, graças ao seu direcionamento, a carreira de Jane teve este resultado de tantas músicas, vídeos e filmes incríveis.

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Nos anos 80, depois de sua separação de Gainsbourg, Jane casou novamente, desta vez com o ator Jacques Doillon, com quem teve sua filha Lou Doillon, outra it girl do momento.

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Jane acabou trabalhando com diretores de prestígio como Jacques Rivette, Agnès Varda, Tavernier e até estreou no teatro sob a direção de Patric Chéreau em “La fausse suivante”.

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Um caso interessante é de como a bolsa Birkin foi criada em sua homenagem pela Hérmes: em um voo, ela sentou ao lado do diretor da marca e estava com uma bolsa de palha que colocou no compartimento de cima. Ao abrir o compartimento, a bolsa abriu e seu conteúdo foi todo ao chão. Jane comentou que não encontrava em couro algo similar àquele tipo de bolsa e assim foi criada a bolsa que até hoje é objeto de desejo de todas as mulheres, a Birkin bag, que tem até fila de espera.

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Em 1987, Jane se arrisca com um show no Bataclan e para impressionar Serge, ela corta o cabelo, se veste de menino e tem aulas de canto, conquistando público e crítica.

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Os anos 90 já começa com a morte de Serge, em 1991, o que lhe causa uma forte depressão e uma dos motivos pelo qual ela se separa de Doillon.

Depois de fazer shows em homenagem a Gansbourg, abaixo ela interpreta “Quoi”:

Jane resolve sair um pouco do spotlight e dedicar-se a causas humanitárias como a luta contra a AIDS e apoiando a Anistia Internacional.

Neste meio tempo ela dirige seu primeiro filme “Oh pardon, tu dormais”.

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Em 1996, ela volta com ‘Versions Jane”, com vários convidados como o Les Négresses Vertes,  fazendo novas versões de músicas pouco conhecidas de Gainsbourg.

2002 ela lança o show Arabesque, show este que a trouxe ao Brasil e que tive a oportunidade de vê-la em cena, Mesmo envelhecida, Jane continua com aquele ar de garota, falando de sua vida, de Gainsbourg, cantando canções dele e de outros compositores.

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Em 2004, ela lança outro álbum bacana com convidados como Françoise Hardy, Bryan Ferry e Beth Gibbons (do Portishead), chamado ‘Rendez-vous”.

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Depois de seu retorno ao teatro com “Sófocles”, ela lança o seu segundo filme como diretora, “Boxes”, apresentado no Festival de Cannes de 2007.

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Recentemente, Jane esteve no Japão , após o acidente na usina de Fukushima, se apresentando em um concerto de apoio à tragédia.

Em 2011, ela realiza o show em homenagem aos 20 anos da morte de Serge intitulado ‘Jane Birkin sings Serge Gainsbourg Via Japan’.

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No ano passado, Jane voltou com a turnê de “Arabesque”, desta vez incluindo canções de Gainsbourg com ritmos influenciados pelo Oriente, música judaica e cigana.

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Em toda sua trajetória, Jane sempre foi fiel às suas raízes, só participou de projetos em que acreditava, sempre lutou por causas justas, além de ser sempre uma mulher de estilo, de fibra, que influenciou a liberação feminina com seu comportamento espontâneo.

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