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terror – Japa Girl












































































    Landscape in progress 💚Após 3 décadas de cabelo muito longo, finalmente CORTEI!!! Vida nova 2017!!!
Gracias @celsokamuraoficial 💋🌹❤Melhor noite e som absurdo @djfelipevenancio  @djeducorelli @marcelona @melissadepeyre ❤❤❤ @club.jerome #toiletteMrs. JonesWhite Tiger & Black Jaguar 🌹🔫🌹🔫🌹 #gunsnrosesToilette tonight!Come on blood suckers!!!Full bloom #orquideavanda #wandaorchidBoa semana!A lot of work these guys...but I love them!

                
       
















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TODAY’S SOUND: ALIEN SEX FIEND POR ARTHUR MENDES ROCHA

Alien Sex Fiend é a banda formada por Nick Fiend nos vocais e Ms. Fiend na bateria eletrônica e sintetizadores, com mais de 30 anos de estrada, eles inovaram a cena gótica-dark-industrial-eletrônica, fazendo um som que ninguém fazia na época.

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O Alien Sex Fiend formou-se em 1982, no Norte de Londres, baseado nas experimentações sonoras da dupla e ousando nos vocais maníacos de Nick Wade (que passou a assinar como Nick Fiend), nos sintetizadores e baterias eletrônicas de Christine (a futura Ms. Fiend) e mexendo com a cena musical em clubs como o icônico Batcave (do qual já falamos aqui).

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O single de estreia foi ‘Ignore the machine’, lançado em 1983, já com influências de filmes de terror e potente batidas eletrônicas, sob a produção de Youth (do Killing Joke):

O álbum ‘Who’s been sleeping on my brain” foi lançado logo em seguida, com os demais integrantes da banda, o guitarrista Yaxi Highrizer e o baterista Johnny ‘Ha Ha’ Freshwater.

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Foi um ótimo debut para uma banda que chamava ainda mais atenção com os visuais psicóticos de Nick, sempre bem maquiado, com a cara pintada de branco, olheiras pretas, e variando seus looks, podendo ter a cara coberta de sangue, com cartolas, dentes de vampiros, além de modelos cavernosos, diretamente saídos de um pesadelo.

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Em 1984, eles conseguem emplacar alguns hits na parada independente como “R.I.P.’;

 

E no mesmo ano lançam o álbum “Acid Bath”, considerado um de seus melhores trabalhos a começar pela icônica capa (que ficou ainda mais famosa depois que Tim Burton vestiu um dos personagens de “Mars Attacks” com ela)

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Dois dos singles que o álbum originou foi ‘E.S.T.(Trip to the moon)” e “Dead & Burried”:

Com este álbum, o ASF ficou muito famoso especialmente no Japão, tendo lançado no ano seguinte o álbum ao vivo, “Liquid Head in Tokio”.

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Imagine um som que envolva psicodelia, filmes B, distorções, vocais fantasmagóricos, além do uso de muitos samples e loops, tudo isso é o som que o Alien Sex Fiend faz e que possui muitas classificações, entre elas death metal, techno-goth, industrial e mais.

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Em 1985, eles lançam seu terceiro álbum de estúdio, ‘Maximum Security’, desta vez sem o baterista Johnny, que separou-se da banda.

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Entre os destaques do álbum estava ‘I’m doing time in a maximum security twilight home”, mostrando a banda ainda mais experimental e utilizando ainda mais efeitos sonoros:

1986 marca o ano que o ASF abre a turnê ‘Nightmare Returns’ de Alice Cooper e lançam ‘It-the álbum” que incluía “Smells like…”:

A capa foi criada pelo próprio Nick, que desde então, também passou a se dedicar à criação artística, pintando, fazendo colagens, experimentando diferentes cores e texturas, chegando a exibir seus trabalhos em várias galerias.

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As apresentações ao vivo do ASF são insanas, com uma espécie de cabaré liderado pelo mestre de cerimônias Nick, com bonecos e cenários mirabolantes, conquistando fãs que iam de Iggy Pop a David Bowie.

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No ano seguinte, eles gravam seu último disco enquanto trio, “Here Cum Germs”, pois Highrizer deixa a banda.

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Agora como uma dupla, o Fiend continua lançando vários discos, seja em estúdio ou ao vivo.

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No programa Beavis & Butthead, um dos vídeos favoritos da dupla era “Now I’m feeling zombfied”, que eles mantinham em alta rotação:

Com a chegada da década de 90, o ASF se rende aos novos tempos, lançando CD-Rom da trilha sonora do game “Inferno – the Odyssey continues”.

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Além de produzirem o fanzine ‘Fiendzine” ou “Alien World News” que hoje em dia viraram ítem de colecionador.

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Com o final da década de 90 se aproximando, o ASF, com a adição de um novo guitarrista, Rat Fink Jr., eles ficam cada vez mais influenciados pela eletrônica e pelo trance, lançando “Nocturnal Emissions” em 1997.

Este é o primeiro lançamento de seu selo próprio, o 13th Moon.

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Os anos 00 mostram a banda continuando suas experimentações sonoras, ainda mais instigantes e explorando novos territórios, mostrando que a banda continua na ativa.

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Seu último lançamento foi ‘Death Trip’, lançado em 2010 e eles ainda prometem um disco de remixes que possivelmente se chamará “Death Trip 2”.

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No ano passado, eles fizeram um super show na Castle Party, na Polônia, que levou os seus fiéis admiradores a verem que o Alien Sex Fiend continua com toda a energia que os tornaram ícones do rock alternativo.

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TODAY’S SOUND: ALICE COOPER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Alice Cooper é o nome artístico de Vincent Damon Furnier, um dos vocalistas mais conhecidos do rock, principalmente por seus shows teatrais, chocantes e de temáticas inspiradas por filmes de terror.

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Furnier nasceu em Detroit, em 1948, seu pai, por incrível que pareça, era bispo da Igreja de Jesus Cristo e seu avô era apóstolo, ou seja, mesmo com esta educação mega religiosa, ele ficou atraído na vida adulta por um lado mais profano.

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A carreira de Furnier começou nos anos 60, quando ele montou com seus colegas Glen Buxton, Dennis Dunaway, John Tatum e John Speer, a banda Earwings, que depois passou a se chamar Spiders e Nazz, até finalmente assinarem como Alice Cooper.

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O nome foi inspirado por rituais de magia negra, seria o nome do espírito de uma feiticeira numa das vidas passadas de Furnier.

Mesmo na banda, Furnier passou a se chamar Alice Cooper, que pretendia ser um vocalista de rock vilão, com um visual aterrorizante e sombrio, do dark side,  se diferenciando dos vocalistas ‘heróis” da época.

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É interessante notar que a banda Alice Cooper lançou oito álbuns, antes de Furnier se apropriar do nome, tendo sido apadrinhados por Frank Zappa e lançado seu primeiro disco em 1969, intitulado “Pretties for you”.

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O álbum foi um fracasso de público e crítica, mas conseguiu conquistar alguns fãs.

Em um dos shows de divulgação, aconteceu um fato que contribuiu para a mítica criada em torno de Cooper: ele tirou uma galinha na plateia e esta foi despedaçada pelo público. A imprensa da época deu bastante destaque para o fato e começaram a circular boatos que ele havia cortado a cabeça da galinha e bebido o sangue.

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Foi com o terceiro disco, ‘Love it to the death”, de 1970, e com a música “I’m eighteen’,  que eles começaram a fazer sucesso, mas principalmente por causa de suas atuações teatrais no palco, que viria a ser chamado pela crítica de “teatro de terror”.

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Os pais na época morriam de medo que Cooper influenciasse negativamente seus filhos, tentando boicotá-lo, mas nunca conseguiram…

No vídeo abaixo, Cooper já usa e abusa dos recursos teatrais, ajudado por uma pesada maquiagem preta em torno dos olhos, quase como lágrimas negras, além do figurino com calça de paetês:

No ano seguinte, eles assinam com a major Warner e lançam “Killer”, que atinge a 21ª posição na Billboard.

Entre as canções está “Under my wheels”, cujo vídeo podemos ver abaixo. O figurino de Cooper está ainda mais elaborado, um macacão preto de taxas com o peito aberto, botas de cano alto com detalhes em prata e os olhos pintados como se fossem cílios enormes:

No álbum seguinte, “School Out”, de 1972, eles conseguem chegar ao topo das paradas, puxada pelo single de mesmo nome, abaixo em um vídeo no Top of the Pops:

Em 1973, eles lançam seu penúltimo álbum como Alice Cooper, o grupo, “Billion Dollar babies”, que originou um dos primeiros vídeos a serem exibidos pela MTV:

No mesmo ano, eles fazem a turnê Billion Dollar Babies, quebrando recordes por onde passaram e incluindo números como o da guilhotina, onde ele encena que é decepado e que se tornou uma de suas marcas registradas.

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Ainda em 73, houve o encontro entre Cooper e Salvador Dali, que passaram um tempo juntos, sendo que Dali fez uma obra de arte dedicada à Cooper, um dos primeiros hologramas que se tem notícia, que está em exibição no Museu Dali.

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O próximo disco e as tensões entre os integrantes acabaram por separá-los e fazer com que Alice Cooper virasse o projeto pessoal de Furnier, com uma nova banda e um novo disco que mostrou ser um sucesso, “Welcome to my nightmare”. Em um dos vídeos para divulgar este trabalho, ele chamou Vincent Price para fazer uma participação especial (muito antes de Michael Jackson com Thriller):

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Em 1977, ela lança uma balada que faz o crossover pop e vira hit, com direito a uma divertida aparição no Muppet Show:

No final da década de 70, e acabando de lançar um segundo disco de sucesso moderado, Cooper enfrentava problemas com o alcoolismo, o que estava atrapalhando sua vida profissional, e acaba se internando em uma clínica de reabilitação, pondo seu casamento em risco.

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Com a chegada dos 80, sua popularidade vai diminuindo e ele só vem a reconquistar o público no final da década com ‘Trash’, álbum que teve três singles de sucesso, incluindo “Poison”:

No início dos anos 90, ele vivia uma fase de popularidade renovada, participando do disco ‘Use you ilusion’ do Guns n’ Roses, além da participação como ator em filmes como “Freddy’s death: the final nightmare” (como o pai de  Freddy Kruger) e “Wayne’s World”.

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Com o lançamento do álbum de 1994, “The last temptaion”, ele vira estória em quadrinhos de Neil Gaiman e resolve dar nova pausa na carreira.

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Seu retorno foi no ano 2000 com “Brutal Planet”, início de uma trilogia onde discute fé e religião, trabalhos estes muito bem recebidos pela crítica e que originaram novas turnês mundiais.

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Depois de serem incluídos no Rock n’Roll Hall of Fame em 2010, Alice Cooper esteve fazendo shows no país em 2011 e lançou “Welcome 2 my nightmare”, continuação de seus disco de 1975.

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No ano passado foi lançado o Box-set “Old School Special Edition” incluindo a edição comemorativa dos 40 anos do álbum “School’s out” além de CDs com material inédito e bootlegs.

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Se não houvesse Alice Cooper e seu “horor show”, não existiriam artistas como Marilyn Manson, Slipknot, Kiss, New York Dolls e muitos outros que devem a ele, o conceito do show de rock como um espetáculo teatral e cheio de ousadia.

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TODAY’S SOUND: THE MUNSTERS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Finalizando os filmes da infância, hoje, na verdade, falarei de uma das séries mais queridas para quem viveu no final dos 60 e início dos 70: “The Munsters” (Os Monstros).

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A série começou a ser transmitida nos EUA em 1964 e teve sucesso durante quase dois anos, até que o público preferiu seriados a cores como “Batman” (que estreou em 1966).

No Brasil foi exibida pela Tupi, depois SBT, Record e há pouco pelo canal a cabo TCM.

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Apesar de inspirada na família Adams, os Monstros não devem ser confundidos com a mesma, pois seus personagens são bem diferentes dos Adams.

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A abertura com o “Munster’s theme” foi escrita por Jack Ryan, produtor top da Capitol Records nos anos 50 e 60 e que fez os arranjos de “Fever”, interpretado por Peggy Lee.

The Munsters era uma série cômica americana, em P&B, que fazia uma sátira aos filmes de terror e à típica família suburbana, já que suas figuras centrais eram referências diretas a personagens dos clássicos dos filmes de horror da Univeral:

- Herman Munster (Fred Gwynne) Рo patriarca que tinha sua figura baseada no Franskstein e era o mais desastrado de todos, sempre causando as maiores confus̵es;

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- Lily Munster (Yvonne de Carlo) – a matriarca que controla a família e que tinha sua figura inspirada na Bride of Frankstein, porém sem o cabelo alto, mas com a mesma mecha branca;

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- Grandpa (Al Lewis) – o avô e suas invenções absurdas, cuja divertida figura é inspirada em um Conde Drácula envelhecido;

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- Eddie (Butch Patrick) – o filho de Herman e Lily, inspirado numa versão infanto-juvenil do Lobisomen;

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E por último, a prima Marilyn (interpretada em diferentes temporadas por Beverly Owen e Pat Priest), uma garota normal, mas considerada ‘ovelha-negra” da família, que a achavam horrorosa.

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Outra curiosidade é que o piloto original (que nunca foi ao ar) era colorido e com uma Lily e Eddie diferentes e a rede CBS optou por fazê-la em P&B, pois achava que os personagens eram muito assustadores para serem em cores.

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O elenco que permaneceu é nada mais que sensacional: a química de Herman e Lily é perfeita, as situações são bem engraçadas e faziam a alegria das tardes de muitas crianças e não dava para perder nenhum episódio.

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Yvonne de Carlo foi a opção certa para Lily, com sua figura interessante, ela levava mais de duas horas para se tornar a Lily Monstro, incluindo o uso de uma peruca feita com cabelos humanos. De Carlo também foi uma das belezas do cinema americano dos anos 40/50 onde estrelou em filmes noir, de aventuras e até em “Os Dez Mandamentos”; mas foi com “The Munsters” que ela ficou conhecida no mundo inteiro.

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O figurino de Lily também é incrível, com seus vestidos esvoaçantes, capas, além de muitos acessórios como um colar de morcego.

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Fred Gwynne faz um Herman perfeito, geralmente todos os episódios giram em torno dele, sua figura alta (ele media 1,96) chamava a atenção. Na série, bastava ele aparecer para as pessoas saírem correndo com medo, mas mal sabem que ele é doce, carinhoso e não faz mal a uma mosca.

Mas não pensem que era fácil para ele ser o Herman: seu rosto tinha de ser pintado de uma tinta violeta brilhante (para que o filme em p&b captasse melhor), além de passar por uns 20 kg de maquiagem, usar paletós enormes, botas pesadas, próteses e se desidratava pencas em cada dia de filmagem.

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Detalhe para a maquiagem: esta era feita pelo pioneiro de maquiagens e design nos filmes de terror da Universal, Bud Westmore.

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Al Lewis rouba muito das cenas como o Vovô Monstro, uma figura que quase sempre está em seu laboratório bolando invenções estapafúrdias e que geralmente não dão certo.

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As tramas mantêm um pouco dos sitcons americanos centrados em uma família e seus problemas em lidarem com as situações do dia-a-dia, já que são encarados como freaks por toda a vizinhança e visitantes.

Na verdade eles são inofensivos, mas também não os tirem para otários, que receberão o troco à maneira ‘Monstro”. Figuras assustadoras, teias de aranha, morcegos, portas que rangem, fazem parte da vida “normal” deles.

O sucesso foi tanto que até comercial para o cereal “Cheerios” eles estrelaram:

Outro destaque é a mansão da Família Monstro, uma casa vitoriana, sempre com névoas, localizada no número 1313 Mockingbird Lane.

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Eles também possuíam um bicho de estimação: um dragão o qual só vemos a imensa cauda ou a fumaça que ele solta, que vivia em baixo da escada, e cujo nome era Spot.

Outra coisa legal era o carro deles, o “Munster Koach”, concebido por George Barris (o mesmo do Batmobile) e construído a partir de um Ford Model T de 1926, aparecendo em 20 episódios e que lembra o cupê mal-assombrado da “Corrida Maluca”, cheio de bossa como bancos de veludo vermelho.

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Houve algumas tentativas de reviver a série depois de seu cancelamento, mas que nunca tiveram o carisma ou o charme da original como: “Munsters go home”, telefilme com o elenco original lançado logo após o cancelamento da série original; ‘The Mini-Munsters”, desenho animado exibido pela ABC nos anos 70; ‘The Munsters’ Revenge”, outro telefilme com o trio original, porém outros atores substituindo Eddie e Marilyn; ‘The Munster’s Today”, série com elenco totalmente diferente, colorida e adaptada para os anos 80; “Come the Munsters”, telefilme dos anos 90 com participações especiais (e pequenas) do elenco original; “The Munsters’ Scary Little Christmas”, outro telefilme sem expressão.

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Recentemente também houve uma tentativa de reviver a série por Bryan Fuller e Bryan Singer chamada ‘Mockingbird Lane’, com atores como Portia de Rossi e Eddie Lizard, porém não passou nem do piloto.

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Os Monstros deixaram muitas saudades em todos que curtiam a série, mas todos os episódios já foram lançados em DVDs importados (só a primeira temporada foi lançada aqui), em edições primorosas e que merecem ser vistos, revistos ou descobertos pelas novas gerações.

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