So broken hearted... 💔Tigre e CleópatraBeginning 2016... #bromeliadBom dia! #orquideacattleyaAmei muito!!! Muito obrigada @zezzo.fonseca @vicentenegrao e @havaianas luxxxo! Feliz 2016 pra quem é original ✨🍀🎍🍀✨Nighty Night!Darks aguardam desfile dark @alexandreherchcovitch @eduardocorelli @jacksonaraujo @corvina_ @foodemotion @gobbiland @joseh_zozo_amaralMorri com os looks @alexandreherchcovitch !!!Fun time with ma' buddies @davidpollak @foodemotion & @bobestvo @alexandreherchcovitchMeus amores peludos, Cleópatra e Tigre

                
       




















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Today’s Sound: Prince por Arthur Mendes Rocha

Prince é um dos maiores talentos que a música americana já produziu: músico, compositor, performer, arranjador, ele é um legítimo showman.

Até hoje não entendo como Prince não tem a mesma fama de um Michael Jackson por exemplo, já que genialidade é o que não lhe falta.

Prince Rogers Nelson (seu nome completo) iniciou sua paixão pela música em Minnesota, aos sete anos de idade, quando compôs sua primeira canção.

Desde então, ele não parou mais, criando músicas, trilhas, lançando vários discos e se consagrando como um dos grandes entertainers americanos.

Prince chama muita a atenção por sua persona nos palcos: ele se veste de maneira extravagante, com modelitos incríveis, além de dançar de maneira bem sexy, rebolar, pular, gritar e até fazer amor com sua guitarra: sua performance é absurda.

Lembro que nos anos 80, quando ele aparecia com seus modelitos meio barrocos, com muitos brocados, rendas, babados e aqueles acessórios na cabeça, um franjão crespo por cima do olho, ele já chamava a atenção e já se destacava.

Prince lançou seu primeiro álbum, ‘For you”, em 1978. Mas foi somente com o segundo disco, simplesmente chamado “Prince” de 1979, que ele estourou com as músicas “Why You Wanna Treat Me So Bad” e “I Wanna Be Your Lover”, tendo esta última vendido mais de um milhão de cópias e ficado no número UM da parada de soul music:

Logo em seguida, em 1980, ele lança “Dirty Mind”, puxado pela música título e também por ‘Uptown”, que alcançou o quinto lugar na parada soul da Billboard. O disco foi todo gravado no próprio estúdio de Prince e já mostrava canções com forte teor sexual.

Na época, ele acabou abrindo a turnê de outro astro funk: Rick James, bem como fazendo sua primeira aparição no programa Saturday Night Live.

Em 1981, ele lança “Controversy’, cuja música título também se torna um sucesso, fazendo com que ele comece a fazer suas próprias turnês em universidades americanas.

No ano seguinte é a vez de “1999”, álbum duplo que originou a música título, além de mais dois hits: “Little Red Corvette” e ‘Delirious”, tendo o álbum vendido mais de três milhões de cópias e tornando o nome dele conhecido fora dos EUA.

Neste período, a banda que o acompanhava chamava-se Revolution, com destaque para suas musas Wendy e Lisa, que o acompanhariam em vários shows e apresentações.

Além disso, ele também apadrinha artistas como Vanity e seu grupo Vanity 6, além de Apollonia, outra de suas musas (e affairs).

1984 é o ano chave na vida de Prince, pois é aí que estoura mundialmente o álbum e o filme “Purple Rain’, vendendo mais de treze milhões de cópias, além de tornar Prince um ídolo e ainda lhe dar um Oscar de melhor trilha sonora. Nunca esqueço de como Prince foi receber o Oscar, vestido com uma capa de paetês, ele era o ídolo máximo na época:

A trilha rendeu mega hits como “When Doves Cry’, ‘Let’s go Crazy’ e a própria “Purple Rain”.

Era a primeira vez na história da cultura pop que um artista liderava as bilheterias no cinema e tinha um álbum também no primeiro lugar.

Logo após este sucesso todo, ele ainda lança mais dois ótimos álbuns: “Around the World in a Day”, que tinha como um dos sucessos a música “Rasberry Beret’ e seu colorido vídeo:

E depois “Parade”, que tem o seu hit mais conhecido: “Kiss”

Em 1986, ele inicia a turnê mundial ‘Hit n Run – Parade Tour”, mas logo ao término desta resolve dissolver seu grupo Revolution, demitindo Wendy & Lisa e substituindo-as por Bobby Z e Sheila E.

Depois da tentativa de lançar algumas músicas já feitas, ele acaba tendo que optar por lançar o álbum duplo ‘Sign “O” the Times”, um brilhante trabalho encabeçado pela música título, além de ‘If I Was Your Girlfriend” e “U Got the Look “ (dueto com Sheena Easton). O disco também originou um show-doc que foi exibido nos cinemas e que possuía a energia de um show ao vivo.

Prince tem o seu próprio séquito, sejam seus colaboradores, músicos, estrelas, musas, mas ele exige dedicação e empenho total.

Além disso, Prince compôs músicas para vários artistas que vão desde Chaka Khan (I Feel for You) até Sinead O’Connor (Nothing Compares to You).

O próximo álbum dele seria o ‘Black Album”, álbum onde ele expermentou mais com ritmos como o hip-hop, mas que veio cercado de polêmcia, já que ele lançaria todo com a capa preta e acabou achando que o álbum era meio amaldiçoado, assim ele acabou sendo lançado em edição limitada e virou item de colecionador.

Em 1988, ele lança “Lovesexy”, um disco bem mais alto-astral que o Black álbum, mas que não teve tanto sucesso.

Logo em seguida ele é convidado pelo diretor Tim Burton para fazer a trilha da nova versão de ‘Batman”, que foi um estouro de bilheteria e a trilha atingiu o primeiro lugar em vendagens. O principal single era ‘Batdance”:

Eu cheguei a ver Prince ao vivo em Londres, na turnê Nude tour, desta vez a banda dele era a New Power Generation, sem Sheila E. e Cat, mas ele arrasava no palco com suas coreografias e movimentações, além de uma seleção de sucessos.

Depois da fracassada trilha e do filme “Graffiti Bridge”, ele concentra seus esforços no disco ‘Diamond & Pearls’, lançado no final de 1991 e com os hits ‘Get off’, “Cream”, entre outras:

Em 1993, Prince resolve trocar de nome e assinar como Love symbol (uma mistura dos símbolos sexuais masculino e feminino, conforme abaixo), o que causou muitos problemas em como se referir a ele, sendo assim a gravadora referia-se a ele como: “the artist formely known as Prince” (o artista que era conhecido como Prince) ou apenas ‘the artist’ (o artista).

Em 1995 ele até foi garoto-propaganda da Versace, já que sempre vestiu a etiqueta, além de ser amigo pessoal de Gianni e Donatella.

Depois desta mudança, Prince culpa cada vez mais a gravadora Warner pelas suas fracas vendas e acaba se desligando, depois de cumprir cláusulas contratuais em lançamentos de novos trabalhos.

Em 2000, ele volta a assinar Prince, está de gravadora nova (Arista), mas ele já não consegue emplacar hits como no passado.

Em 2004, ele se apresentou na entrega do Grammy junto com Beyoncé, cantando um medley de seus sucessos e com ótima repercussão:

No mesmo ano, ele lança ‘Musicology’, álbum que chegou a atingir o quinto lugar em vendagens.

Neste meio tempo, ele troca novamente de gravadora e desta vez vai para a Universal.

Em 2007, ele se apresenta no intervalo do Superbowl, um dos maiores eventos esportivos nos EUA e que escolhe a dedo os artistas que convida.

Seu trabalho mais recente é ‘2010”, lançado em 2010. Recentemente, ele esteve no programa de Jimmy Kimmel, conforme abaixo:

Prince é um dos poucos artistas a ter conquistado sete Grammys (e ser indicado mais de trinta vezes), quatro MTV Music Awards, além de vários BET awards (o prêmio da música negra), enfim, ele é um artista mega reconhecido pela sua contribuição inigualável no mundo da música pop.

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TODAY’S SOUND: ALIEN SEX FIEND POR ARTHUR MENDES ROCHA

Alien Sex Fiend é a banda formada por Nick Fiend nos vocais e Ms. Fiend na bateria eletrônica e sintetizadores, com mais de 30 anos de estrada, eles inovaram a cena gótica-dark-industrial-eletrônica, fazendo um som que ninguém fazia na época.

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O Alien Sex Fiend formou-se em 1982, no Norte de Londres, baseado nas experimentações sonoras da dupla e ousando nos vocais maníacos de Nick Wade (que passou a assinar como Nick Fiend), nos sintetizadores e baterias eletrônicas de Christine (a futura Ms. Fiend) e mexendo com a cena musical em clubs como o icônico Batcave (do qual já falamos aqui).

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O single de estreia foi ‘Ignore the machine’, lançado em 1983, já com influências de filmes de terror e potente batidas eletrônicas, sob a produção de Youth (do Killing Joke):

O álbum ‘Who’s been sleeping on my brain” foi lançado logo em seguida, com os demais integrantes da banda, o guitarrista Yaxi Highrizer e o baterista Johnny ‘Ha Ha’ Freshwater.

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Foi um ótimo debut para uma banda que chamava ainda mais atenção com os visuais psicóticos de Nick, sempre bem maquiado, com a cara pintada de branco, olheiras pretas, e variando seus looks, podendo ter a cara coberta de sangue, com cartolas, dentes de vampiros, além de modelos cavernosos, diretamente saídos de um pesadelo.

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Em 1984, eles conseguem emplacar alguns hits na parada independente como “R.I.P.’;

 

E no mesmo ano lançam o álbum “Acid Bath”, considerado um de seus melhores trabalhos a começar pela icônica capa (que ficou ainda mais famosa depois que Tim Burton vestiu um dos personagens de “Mars Attacks” com ela)

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Dois dos singles que o álbum originou foi ‘E.S.T.(Trip to the moon)” e “Dead & Burried”:

Com este álbum, o ASF ficou muito famoso especialmente no Japão, tendo lançado no ano seguinte o álbum ao vivo, “Liquid Head in Tokio”.

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Imagine um som que envolva psicodelia, filmes B, distorções, vocais fantasmagóricos, além do uso de muitos samples e loops, tudo isso é o som que o Alien Sex Fiend faz e que possui muitas classificações, entre elas death metal, techno-goth, industrial e mais.

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Em 1985, eles lançam seu terceiro álbum de estúdio, ‘Maximum Security’, desta vez sem o baterista Johnny, que separou-se da banda.

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Entre os destaques do álbum estava ‘I’m doing time in a maximum security twilight home”, mostrando a banda ainda mais experimental e utilizando ainda mais efeitos sonoros:

1986 marca o ano que o ASF abre a turnê ‘Nightmare Returns’ de Alice Cooper e lançam ‘It-the álbum” que incluía “Smells like…”:

A capa foi criada pelo próprio Nick, que desde então, também passou a se dedicar à criação artística, pintando, fazendo colagens, experimentando diferentes cores e texturas, chegando a exibir seus trabalhos em várias galerias.

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As apresentações ao vivo do ASF são insanas, com uma espécie de cabaré liderado pelo mestre de cerimônias Nick, com bonecos e cenários mirabolantes, conquistando fãs que iam de Iggy Pop a David Bowie.

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No ano seguinte, eles gravam seu último disco enquanto trio, “Here Cum Germs”, pois Highrizer deixa a banda.

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Agora como uma dupla, o Fiend continua lançando vários discos, seja em estúdio ou ao vivo.

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No programa Beavis & Butthead, um dos vídeos favoritos da dupla era “Now I’m feeling zombfied”, que eles mantinham em alta rotação:

Com a chegada da década de 90, o ASF se rende aos novos tempos, lançando CD-Rom da trilha sonora do game “Inferno – the Odyssey continues”.

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Além de produzirem o fanzine ‘Fiendzine” ou “Alien World News” que hoje em dia viraram ítem de colecionador.

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Com o final da década de 90 se aproximando, o ASF, com a adição de um novo guitarrista, Rat Fink Jr., eles ficam cada vez mais influenciados pela eletrônica e pelo trance, lançando “Nocturnal Emissions” em 1997.

Este é o primeiro lançamento de seu selo próprio, o 13th Moon.

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Os anos 00 mostram a banda continuando suas experimentações sonoras, ainda mais instigantes e explorando novos territórios, mostrando que a banda continua na ativa.

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Seu último lançamento foi ‘Death Trip’, lançado em 2010 e eles ainda prometem um disco de remixes que possivelmente se chamará “Death Trip 2”.

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No ano passado, eles fizeram um super show na Castle Party, na Polônia, que levou os seus fiéis admiradores a verem que o Alien Sex Fiend continua com toda a energia que os tornaram ícones do rock alternativo.

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TODAY’S SOUND: PLAN 9 FROM OUTER SPACE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Aproveitando que hoje é Halloween, falaremos de um clássico do cinema trash que entrou para a história do cinema como o “pior filme de todos os tempos”: “Plan 9 from Outer Space”.

Ed Wood dirigiu este híbrido de ficção-científica e terror, estrelando Bela Lugosi, Vampira (Maila Nurmi) e Tor Johnson, entre outros e o filme foi rodado em poucas semanas e com um orçamento bem reduzido (como todo o trash que se preza).

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Só com a direção e este elenco, o filme já mereceria seu lugar na história de Hollywood, já que Wood conseguiu “inserir” a participação de Lugosi através de cenas filmadas antes da morte do mesmo.

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Claro que isto visava aproveitar a figura de Lugosi como chamariz de bilheteria, ainda mais com ele fazendo alusões ao seu icônico personagem Drácula.

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Na verdade, a idéia inicial de Wood era fazer o filme “Tomb of the vampire” (ou “The Ghoul goes west”), por isto as cenas de Lugosi acabaram ficando “perdidas’ no filme.

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A participação de Lugosi acabou sendo uma espécie de homenagem de Wood à figura de Lugosi, um ator eternamente associado ao mito que criou nos filmes da Universal e que enfrentava problemas com seu vício em morfina.

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Os dois conviveram muito nos três últimos anos de vida do ator (ele faleceu em 1956) e isto foi tema do filme “Ed Wood” de Tim Burton, estrelado por Johnny Depp (como Wood) e Martin Balsam, que arrebatou o Oscar de melhor ator coadjuvante, vivendo Lugosi.

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Após a morte de Lugosi, Wood aprontou o roteiro de “Grave robbers from outer space”, em 1956, lançando-o no ano seguinte, mas o distribuidor só o lançou ao grande público em 1959 e com o título de “Plan 9 from Outer Space”. A troca do título foi imposto pela Igreja Batista, que era um dos financiadores do filme.

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Outro detalhe foi que Wood acabou substituindo Lugosi (que já havia falecido) pelo seu quiropata, Tom Mason (em participação não creditada) que, em muitas das cenas, usa a capa tapando o seu rosto para que o público não perceba que não se trata mais de Lugosi.

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Ed Wood também era uma figura peculiar do cinema, conseguia realizar seus projetos, acreditava em suas ideias com fervor, além de dirigir, produzir e escrever suas produções; ele também gostava de andar travestido (ou usando seu pulôver de fedora como na foto abaixo) e fez outro clássico trash “Glen or Glenda”.

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A estória fala de extraterrestres que pretendem impedir os humanos de construir uma arma que destruiria o universo e por isso lançam o ‘Plan 9” para ressuscitar os mortos e impedir estes acontecimentos, instaurando um caos generalizado e dominando a terra.

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Wood já enfocava os zombies, muito antes destes virarem figurinhas fáceis em filmes e séries de TV.

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Revendo o filme hoje, ele não deixa de ser divertido, ousado para a época, mas ao mesmo tempo, cheio de erros de continuidade e edição.

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Para se ter uma idéia, eis algumas “falhas” do filme: as cenas filmadas em estúdio diferem muito das rodadas em locações e deveriam fazer parte da mesma cena; em uma das cenas, é possível ver a sombra de um microfone, coisa que não era perceptível quando o filme foi lançado no cinema; alguns diálogos não fazem o menor sentido, como o texto inicial onde o narrador fala de fatos que irão acontecer no futuro, mas que na verdade já aconteceram no passado; as lápides do cemitério foram feitas de borracha e podemos perceber que estas se mexem.

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A produção era bem simples, os efeitos mal feitos, como os discos voadores que tremem ao voar, os cenários pobres que são preenchidos com cortinas e muita fumaça.

Abaixo um vídeo com algumas destas falhas:

Mas todas estas falhas acabam contribuindo para o charme e a aura cult que o filme foi adquirindo com o passar dos anos.

Outros criticados foram Vampira e Tor Johnson, pelos seus desempenhos fracos, especialmente Tor que mantém a mesma expressão no filme inteiro. Mas afinal, eles eram amigos de Wood e suas participações são fundamentais para o filme.

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 Vampira, persona criada pela atriz Maila Nurmi, foi a primeira host de programas de horror transmitidos pela TV.

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Maila começou a chamar atenção ao estrelar uma peça na Broadway intitulada “Spook Scandals”, um show apresentado à meia noite onde ela já ensaiava seus passos como musa do terror.

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Sobrevivendo como pin up durante os anos 50, ela fez uma aparição vestida de Morticia Adams e foi convidada por um produtor de TV para apresentar o programa The Vampira Show, que durou de 1954 a 1955, criando assim a personagem Vampira.

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 Mas foi com “Plan 9” que Vampira tornou-se uma referência pop, ao sair de uma floresta com as mãos para a frente. Abaixo algumas cenas dela no filme:

 No filme “Ed Wood”, ela foi vivida por Lisa Marie, a então mulher de Tim Burton. Maila veio a falecer em 2008, aos 85 anos de idade.

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Independente de todas as críticas, “Plan 9 from Outer Space” é considerado a obra-prima de Ed Wood, um filme que ele fez de tudo para que se tornasse realidade e que  mais diverte que assusta; graças às suas reprises na TV americana ou em sessões da meia noite transformou-se numa referência fundamental para o cinema trash e de baixo orçamento, conquistando as mais diferentes gerações.

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