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Vogue – Japa Girl



























































                
       
















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TODAY’S SOUND: CECIL BEATON POR ARTHUR MENDES ROCHA

Sir Cecil Beaton, sinônimo de bom gosto e sofisticação, foi fotógrafo de moda, da sociedade e da realeza britânicas, trabalhou para Vogue e Vanity Fair, além de fazer cenários e figurinos para o cinema e teatro, que lhe renderam os prêmios Oscar e Tony.

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Cecil nasceu de uma família de classe média alta, no início do séc. XX, e, aos três anos de idade, já sente que a fotografia seria importante em sua vida ao ficar extasiado com a beleza de uma fotografia de uma atriz inglesa, Lily Elsie.

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Aos onze anos, ele ganha sua primeira câmera, uma Kodak 3A, e começa a utilizar suas irmãs como manequins para suas criações, além de revelar suas fotos com a ajuda da empregada no banheiro de sua casa. 

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Na escola, Cecil vai demonstrando cada vez mais interesse nas artes, incluindo pintura, desenhos, fotografia e artes cênicas. Quando ele cursou Cambridge, ele se dedicava muito mais às peças teatrais da escola do que aos estudos.

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Aos poucos, Cecil vai travando relações na sociedade, entre eles Stephen Tennant (tio-avô da modelo Stella Tennant), que lhe abre as portas da boêmia e da jovem sociedade britânica, a qual ele passa a registrar em retratos e que é chamada de “Bright Young people”(cujo tema virou filme de Stephen Fry em 2003).

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Em 1927, Cecil conhece a editora-chefe da Vogue inglesa, Edna Woolman Chase, que o convida para colaborar na revista, fotografando e desenhando a sociedade da época, já que seu estilo é considerado audacioso para a época, unindo criatividade e bom gosto, perfeito para a revista.

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No final da década de 20, Cecil vai para NY, e lá faz contatos também com a revista Vanity Fair, além de mostrar seus trabalhos em uma galeria de Elsie De Wolfe, uma famosa decoradora da sociedade americana.

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Assim, Cecil assina um contrato com a Condé Nast, a poderosa companhia editorial responsável pelas revistas Vogue e Vanity Fair, das quais se torna colaborador habitual, bem como da Vogue francesa.

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Um de seus primeiros trabalhos é fotografar alguns astros de Hollywood como Marlene Dietrich, Katherine Hepburn, Gary Cooper, entre outros.

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Em 1930, ele publica o livro, “The Book of Beauty”, o primeiro de uma série de livros que ele lançará em sua carreira.

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Nesta época ele irá conhecer outra figura fundamental em sua jornada: Greta Garbo. Os dois travam uma amizade (e consequentemente uma paixão) que perdurará por anos, tendo Cecil compartilhado muito da companhia de Garbo, mesmo em seus anos de total reclusão.

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Anos mais tarde, ele publicará fotos da atriz, já sumida da mídia, em poses de pierrot, o que fará a amizade deles ficar estremecida por um certo tempo.

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Uma das primeiras capas dele para a Vogue já foi marcante: uma modelo em tons pastéis com acessórios que incluíam flores e borboletas em seus cabelos. Ele gostava destes detalhes teatrais, de usar acessórios e elementos que tornassem seus enfocados ainda mais especiais.

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Foi ele também o autor da foto clássica das modelos vestindo as criações de Charles James (o homenageado deste ano no Met Gala).

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Ele fotografou algumas das personalidades mais marcantes do século XX incluindo Chanel, Dali, Maria Callas, o Duque e a Duquesa de Windsor, Mishima, Warhol e Candy Darling, Marilyn, Mick Jagger e muito mais.

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Cecil era extremamente bem relacionado, tinha livre acesso nos mais diferentes meios, foi nomeado o fotógrafo favorito da família real britânica, inclusive foi ele que fotografou toda a coroação de Elizabeth II, no início dos anos 50.

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Porém, no final dos 30’s, Cecil sofre um duro golpe: uma de suas ilustrações para a Vogue continha um minúsculo comentário anti-semita e ao ser descoberto, ele perde seu emprego na editora e tem sua carreira profissional fortemente abalada pelo episódio (mesmo tendo pedi-do desculpas publicamente pelo ocorrido).

A partir dos anos 40, Cecil tem outra reviravolta e sua carreira e passa a trabalhar para o Ministro das Comunicações, durante a guerra e em diversas funções no exército britânico, em países como Ásia e Oriente Médio.

Nesta época, uma foto dele ficará famosa ao ilustrar a capa da revista Life: a foto de uma criança em plena guerra, com a cabeça coberta de um curativo e com um brinquedo na mão, foto esta que foi considerada fundamental para a intervenção dos aliados na guerra.

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Na sua volta para Londres, Cecil passa a se dedicar cada vez mais às peças teatrais, filmes, estreando no West End Londrino com os figurinos para a versão teatral de “My Fair Lady”.

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Na versão da peça para o cinema, Cecil faz a direção de arte e os magníficos figurinos que Audrey Hepburn tornou icônicos, o que o fez conquistar duas estatuetas do Oscar (prêmio este que ele também havia conquistado pelos figurinos do musical “Gigi”).

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Um dado curioso é que Diana Vreeland foi quem o trouxe de volta às páginas de Vogue, desta vez para uma nova geração dos anos 60.

Cecil continuará criando figurinos para peças como ‘Coco’ com Katherine Hepburn, além de figurinos para óperas do Met.

Nos anos 70, Cecil sofrerá um derrame que o deixará parcialmente paralisado do lado direito, mas mesmo assim ele continua a trabalhar e vira o tema de um documentário de seu amigo David Bailey, tendo depoimentos de Twiggy, Penelope Tree, entre outros e que pode ser visto abaixo:

Além disso, Cecil foi o primeiro fotógrafo a merecer uma exibição em sua homenagem na National Portrait Gallery, em Londres.

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Outro detalhe da carreira de Cecil era fazer “scrapbooks” com imagens que ele gostava, sejam fotos de revistas, recortes de jornais, postais, tudo era colado nestes álbuns e que foi lançado em livro em 2010.

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Ele faleceu em 1980, aos 76 anos, vítima de um ataque de coração fulminante.

Cecil era muito mais que um fotógrafo, ele escrevia textos sobre a sociedade, suas observa-ções sempre cheias de sagacidade, amigo de figuras como Truman Capote e Noel Coward, ele foi um esteta de primeira, suas criações sempre extremamente elegantes, sendo um dos responsáveis pelo estilo e sofisticação que a década de 30 possuiu.

Sua influência na moda e nas artes visuais será para sempre lembrada, homenageada e servirá de inspiração para fotógrafos e diretores de arte. 

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TODAY’S SOUND: JANE BIRKIN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Jane Birkin é atriz, cantora, diretora, foi símbolo sexual nos anos 60, musa de Gainsbourg, se dedica a causas humanitárias e até virou nome de bolsa.

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Jane nasceu na Inglaterra, filha de  June Campbell, atriz inglesa de teatro e de David Birkin, que era comandante da Marinha e ajudou a  resistência francesa.

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Com 17 anos, Jane estreou em uma comédia musical no teatro chamada “Passion Flower Hotel”, cuja trilha era assinada por John Barry, que viria a se tornar um célebre compositor de trilhas sonoras para o cinema, como a dos filmes de James Bond.

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Não demorou muito para que os dois se envolvessem e casassem logo em seguida, tendo uma filha, Kate (falecida recentemente).

A jovem Jane chamava a atenção pela sua beleza, sendo a típica garota inglesa descolada.

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Aos 20 anos, Jane foi escolhida para fazer uma ponta no filme”Blow Up” de Antonioni, que mostrava nas telas a swinging London e seus jovens cheios de atitude.

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Jane tem um papel pequeno, ela é uma das garotas que se envolvem num ménage a trois com David Hemmings, que faz o fotógrafo de moda no filme.

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Logo em seguida, Jane faz mais um filme mostrando a Londres desta época, “Wonderwall”, no qual faz o papel de uma modelo, chamada Penny Lane, que vira a obsessão de um cientista que é seu vizinho.

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 O filme não teve muita repercussão, mas ficou famoso pela sua trilha composta por George Harrison e na qual Jane canta “Black…White”:

O tipo físico de Jane, meio dentuça, com um ar angelical e ao mesmo tempo safado, um misto de menina e mulher, sua magreza, seus cabelos lisos com franja, sua boca sensual, seus olhos verdes, acabam por lhe render a atenção da mídia da época, sendo convidada para fotografar para Vogue ou sob as lentes de David Bailey.

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Em 1969, ela faz um teste para um papel na produção francesa “Slogan”, que seria estrelada pelo astro da canção francesa, Serge Gainsbourg.

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Gainsnbourg, estava num momento baixo-astral, havia terminado um affair com Brigitte Bardot e, vendo que Jane era inexperiente, a humilha, levando-a às lágrimas, mas ao mesmo tempo, sentindo-se atraído por sua beleza e jovialidade.

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Assim, eles colaboram na canção-tema do filme, “La chanson de Slogan”, a primeira de uma série de canções que os dois cantaram juntos. Abaixo algumas cenas do filme, no qual já notamos uma intimidade bem forte entre eles:

Assim começava o romance dos dois, Jane se separa de Barry e passa a viver um tórrido romance com Gainsbourg.

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 O ano de 1969 nunca mais seria o mesmo depois que os dois gravam “Je t’aime…moi non plus”, canção feita originalmente para Bardot e que causou escândalo no mundo inteiro, sendo banida pelo Vaticano e pela BBC, que se recusou a incluir em sua programação.

Esta polêmica só ajudou, a música virou um clássico da música erótica, com a ajuda dos sussurros de Jane, vendendo mais de um milhão de cópias.

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O álbum que incluía a canção também foi um sucesso, e incluía uma música feita especialmente para ela, “Jane B”:


E também “69 Année érotique” e “La Ballade de Johnny Jane”:

Jane e Serge eram o casal do momento da virada da década de 60 para a de 70: eles não tinham pudores em demonstrar seu amor na frente de todos, tudo que faziam virava notícia, seu jeito de vestir, especialmente o de Jane com vestidos curtíssimos, transparentes, viravam moda.

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O vestido de crochê causou sensação na época.

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Seu álbum seguinte, “Histoire de Melody Nelson”, de 1971, foi marcante, já que contava a história de um homem mais velho que atropelava uma garota e daí iniciava-se um romance entre eles. O álbum foi um dos primeiros álbuns conceituais, hoje é considerado um clássico da música francesa. Vale a pena conferir o mini-filme de quase meia-hora com Serge e Jane:

Histoire de Melody Nelson – Serge Gainsbourg from LeGouter on Vimeo.

Os dois também lançaram a linda “La Décadanse’ em single, mas que não teve o mesmo sucesso de “Je t’aime..”:

Também em 1971, ela dá a luz a Charlotte Gainsbourg, hoje uma conceituada atriz e cantora.

Nos anos seguintes, Jane participou dos filmes ‘La Piscine”, ao lado de Alain Delon e Romy Schneider;  “Je t’ aime moi non plus” (dirigido por Gainsbourg) com Joe Dallesandro e no qual ela faz uma garota com jeito de menino que se intromete em um relacionamento gay, “Don Juan were a woman”, com Brigitte Bardot; entre outros.

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Seu primeiro álbum solo foi lançado em 1973, “Di Doo Dah”, inluindo a canção título:

O relacionamento de Jane e Serge durou 13 anos, ele é considerado o seu mentor, graças ao seu direcionamento, a carreira de Jane teve este resultado de tantas músicas, vídeos e filmes incríveis.

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Nos anos 80, depois de sua separação de Gainsbourg, Jane casou novamente, desta vez com o ator Jacques Doillon, com quem teve sua filha Lou Doillon, outra it girl do momento.

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Jane acabou trabalhando com diretores de prestígio como Jacques Rivette, Agnès Varda, Tavernier e até estreou no teatro sob a direção de Patric Chéreau em “La fausse suivante”.

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Um caso interessante é de como a bolsa Birkin foi criada em sua homenagem pela Hérmes: em um voo, ela sentou ao lado do diretor da marca e estava com uma bolsa de palha que colocou no compartimento de cima. Ao abrir o compartimento, a bolsa abriu e seu conteúdo foi todo ao chão. Jane comentou que não encontrava em couro algo similar àquele tipo de bolsa e assim foi criada a bolsa que até hoje é objeto de desejo de todas as mulheres, a Birkin bag, que tem até fila de espera.

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Em 1987, Jane se arrisca com um show no Bataclan e para impressionar Serge, ela corta o cabelo, se veste de menino e tem aulas de canto, conquistando público e crítica.

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Os anos 90 já começa com a morte de Serge, em 1991, o que lhe causa uma forte depressão e uma dos motivos pelo qual ela se separa de Doillon.

Depois de fazer shows em homenagem a Gansbourg, abaixo ela interpreta “Quoi”:

Jane resolve sair um pouco do spotlight e dedicar-se a causas humanitárias como a luta contra a AIDS e apoiando a Anistia Internacional.

Neste meio tempo ela dirige seu primeiro filme “Oh pardon, tu dormais”.

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Em 1996, ela volta com ‘Versions Jane”, com vários convidados como o Les Négresses Vertes,  fazendo novas versões de músicas pouco conhecidas de Gainsbourg.

2002 ela lança o show Arabesque, show este que a trouxe ao Brasil e que tive a oportunidade de vê-la em cena, Mesmo envelhecida, Jane continua com aquele ar de garota, falando de sua vida, de Gainsbourg, cantando canções dele e de outros compositores.

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Em 2004, ela lança outro álbum bacana com convidados como Françoise Hardy, Bryan Ferry e Beth Gibbons (do Portishead), chamado ‘Rendez-vous”.

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Depois de seu retorno ao teatro com “Sófocles”, ela lança o seu segundo filme como diretora, “Boxes”, apresentado no Festival de Cannes de 2007.

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Recentemente, Jane esteve no Japão , após o acidente na usina de Fukushima, se apresentando em um concerto de apoio à tragédia.

Em 2011, ela realiza o show em homenagem aos 20 anos da morte de Serge intitulado ‘Jane Birkin sings Serge Gainsbourg Via Japan’.

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No ano passado, Jane voltou com a turnê de “Arabesque”, desta vez incluindo canções de Gainsbourg com ritmos influenciados pelo Oriente, música judaica e cigana.

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Em toda sua trajetória, Jane sempre foi fiel às suas raízes, só participou de projetos em que acreditava, sempre lutou por causas justas, além de ser sempre uma mulher de estilo, de fibra, que influenciou a liberação feminina com seu comportamento espontâneo.

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TODAY’S SOUND: DONNA JORDAN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Donna Jordan pode não ter tido a mesma fama de outras modelos, mas sua influência na moda perdura até hoje, seu estilo Marilyn disco a tornou uma das “Antonio’s girls” e até hoje ela é influência em editoriais e até inspirou Madonna.

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Donna Jordan era uma garota normal dos anos 70, amiga de Jane Forth (outra Antonio girl), e não tinha aspirações em ser modelo. Ela era morena, não ligava para a moda, até conhecer Antonio Lopez, o famoso e cultuado ilustrador, fotógrafo e influente lançador de tendências dos anos 60, 70 e 80 e que faleceu no final de 80.

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Lopez transformou-a de uma simples garota americana a uma Marilyn platinada disco, raspando suas sobrancelhas e aplicando-lhe uma maquiagem brilhosa, carregando nos olhos escuros e muito blush; Lopez havia transformado Donna em um de seus desenhos.

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Donna passou a fazer parte do grupinho dele que agitou a Paris e NY dos anos 70 e 80 e virou uma de suas musas.

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Os visuais eram incríveis, como nada visto na época, misturando anos 20 com os 70, com maquiagem exagerada, uma montação que causava por onde eles passavam.

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Depois desta repaginada, Donna encantou os fotógrafos badalados da época como Helmut Newton e Guy Boudin, e já emplacou duas disputadíssimas capas: das Vogues Paris e Italia

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Em Paris, Donna badalava no Club Sept, no auge da eurodisco,  junto com Antonio, mais Pat Cleveland (outra modelo de sucesso), Corey Tippin (modelo masculino), numa entourage que incluía Karl Lagerfeld, que despontava como estilista da Chloé e nem sonhava em desenhar para a Chanel.

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Eles também andaram por Saint Tropez, onde fizeram várias fotos para editoriais e brincadeiras entre eles.

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O mundo de Antonio ia se intercruzar com o de Andy  Warhol, sempre atento às novidades da moda e comportamento.

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Em 1973, Warhol estava com Paul Morrissey em Paris para rodar  ‘L’Amour”, que tinha no elenco, além de Lagerfeld, Donna Jordan e mais Jane Forth, outra Antonio girl e que já havia trabalhado com Warhol em “Trash’. Abaixo uma cena do filme (Donna aparece aos 03:17):

Warhol também caiu de amores por Donna, passando a circular com ela e posando em fotos com Jane e também Candy Darling e o namoradinho de Warhol, Jed Johnson.

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O filme não saiu do circuito underground, mas Donna acabou fazendo uma ponta em outro filme em 1974, “Il profumo della signora in Nero”, um terror dirigido por Francesco Barilli.

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Donna chegou inclusive a namorar o famoso fotógrafo da Benetton, Oliviero Toscani, que se encantou com seus looks e muito a fotografou.

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Em NY, Donna também gostava das baladas mais underground, sendo frequentadora assídua do Max’s Kansas City (que muito já falamos aqui).

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O visual de Donna é inspiração para editoriais como este de Linda Evangelista, para a Vogue Italia, clicada por Steven Meisel.

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Além deste que Paolo Roversi fez com a modelo Iselin Steiro.

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Muito antes de Lara Stone pensar em virar uma sensação, Donna já o fazia, com seus cabelos platinados, boca super vermelha, e até mesmo a moda dos dentes da frente levemente separados.

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Abaixo Lara fazendo as vezes de Donna:

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Donna Jordan , com sua atitude sexy, brincalhona, deixou suas marcas no mundo da moda e hoje, ela ainda dá suas badaladas, como podemos ver abaixo por ocasião do lançamento do livro em homenagem a Antonio.

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